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6 cuidados e práticas para gerenciar e emitir boletos na empresa

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Existem inúmeras formas de pagamento que um empreendedor pode adotar no seu negócio, melhorando a gama de opções de crédito oferecidas ao seu cliente. Os boletos bancários são bastante utilizados e apresentam algumas vantagens para vendas pagas por esse meio. Entretanto, é preciso ter atenção a alguns detalhes na hora de emiti-los e, principalmente, na gestão eficiente desses documentos.

Dessa forma, tendo em vista algumas das dificuldades que podem surgir com essa modalidade de pagamento, desenvolvemos um artigo com 6 dicas essenciais para que o seu negócio possa emitir boletos com tranquilidade. Então, não perca tempo e confira todas as informações e dicas passadas ao longo do post. Vamos lá?

1. Fazer a gestão de vencimentos
Isso é uma prática imprescindível e com a qual deve haver um grande planejamento e vistoria dos pagamentos de boletos e outros documentos fiscais na data de vencimento. Com isso, todo o negócio tende a sair ganhando, pois serão evitadas multas e outras situações que podem impactar negativamente as operações comerciais.

Os juros e multas cobrados quando o pagamento ultrapassa a data de vencimento são altíssimos, sacrificando recursos do caixa que poderiam ser utilizados em melhorias e no crescimento da empresa. Assim, é preciso organizar os boletos em uma ordem hierárquica de prazos, prestando atenção em eventuais detalhes presentes no documento.

Um exemplo desse fator é a exigência de pagamento em agências bancárias específicas. Ou seja, é preciso fazer um planejamento que leve em conta todos esses detalhes. Além dos problemas já citados decorrentes de atrasos, existem, também, o protesto dos títulos em cartório.

Isso pode gerar muita dor de cabeça e mais custos para a solução dos entraves decorrentes desse processo. É bastante comum essa frase no mercado corporativo que sintetiza como é preciso reduzir e estar atento às despesas: “custos são como unhas, se não cortar, eles só crescem”. Fique sempre atento a isso!

2. Estimar a quantidade de boletos emitidos
Esse é um outro fator de suma importância para uma boa gestão na hora de emitir boletos. Afinal, é preciso ter em mente a quantidade de documentos para planejar o recebimento desses recursos, além da quantidade de material para a impressão.

Afinal, imagine que uma pequena loja emita em média 15 boletos por dia. Porém, em um determinado dia, houve um grande aumento nas vendas, elevando a emissão para mais de 300%. É bem provável que o comércio não esteja preparado para trabalhar com um crescimento assim.

Por isso, é preciso realizar estimativas mensais e diárias de emissão, deixando sempre recursos e colaboradores qualificados para atuarem em situações atípicas. Não se esqueça!

3. Utilizar um software de emissão de boletos
A tecnologia é amplamente utilizada nas mais diversas empresas, de pequenos comércios a multinacionais. Nessa perspectiva, os softwares possuem uma grande importância no auxílio e automatização de tarefas que antes eram exercidas de forma manual.

O uso de softwares e ferramentas tecnológicas são primordiais no processo de gestão dos documentos. Desse modo, fica muito mais difícil ocorrer situações de fraude e permitir que sejam melhorados todos os processos e despachos administrativos.

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Para emitir boleto não é diferente. Procure um bom software que possa auxiliar nesse processo e torne mais profissional essa tarefa. Além disso, é fundamental contar com a assessoria de empresas especializadas para encontrar uma ferramenta que atenda às suas necessidades e seja financeiramente viável. Pense nisso!

4. Escolher um banco de confiança
O agente bancário tem uma participação primordial para uma emissão correta e sem incoerências dos boletos. Por isso, o primeiro passo é analisar as opções e contratar uma instituição que ofereça boas condições, economizando no pagamento de tarifas.

Existem inúmeras vantagens em trabalhar com um parceiro que preze pelo profissionalismo e boa prestação de serviços. Assim, o crescimento orgânico do negócio tende a favorecer ambas as partes. Além disso, também pode haver oportunidades para discutir o oferecimento de linhas de financiamento mais atrativas e com juros reduzidos, estreitando a relação entre a empresa e a instituição bancária.

Na maior parte das vezes, as contas de pessoas jurídicas possuem vantagens mais competitivas.

5. Faça testes e homologações
Antes de começar a emitir os seus boletos é preciso testar a ferramenta que vai ser utilizada. Faça testes para encontrar possíveis erros e simule compras para verificar se todas as funcionalidades estão operando adequadamente. Gere documentos fictícios para realizar essa avaliação.

Afinal, é bem melhor errar no papel do que na prática, não é verdade?

6. Arquive os boletos adequadamente
É preciso ter em mente que os boletos são documentos. Desse modo, necessitam ser armazenados e possuírem um acesso bastante prático, caso sejam necessárias eventuais consultas. Existem opções para guardá-los fisicamente ou salvos de forma online.

Segurança é a palavra-chave para encontrar uma solução eficiente e acessível à realidade do seu negócio. Isso é bom tanto para a empresa quanto para os clientes, com uma segurança nos dados e informações pessoais transitadas nas mais diversas operações comerciais que ocorrem.

É preciso ressaltar que a organização é uma característica que deve estar presente em qualquer empresa, que deseja alavancar a sua operação e crescer no competitivo mercado nacional. Os boletos, por exemplo, representam uma fonte de receita importante para custear as mais diversas despesas que ocorrem no dia a dia de um negócio.

Além disso, é preciso ressaltar que a saúde financeira e, principalmente, o capital de giro estão intimamente correlacionadas a uma gestão eficiente de todos esses documentos e fontes de receita para o empreendimento. Um armazenamento seguro e produtivo dos seus boletos pode gerar um diferencial competitivo para o seu negócio. Pense nisso!

Percebeu como é fundamental realizar todos esses procedimentos para emitir boletos bancários com segurança? Essa é uma forma de compra em ascensão no mercado, muito devido ao grande número de clientes que ainda não possuem cartões de crédito. Outro público-alvo dos boletos bancários são as pessoas que possuem cartão, mas têm medo de informar os seus dados na internet.

(Fonte: CDL/BH)

 

Cadastro Positivo: o que muda para o consumidor?

Nova lei visa tornar o acesso ao crédito mais fácil e com juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros

Com a publicação no Diário Oficial da União da lei que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo (Lei Complementar 166), começam a contar os prazos para o novo modelo entrar em operação. Pelos próximos 90 dias, haverá uma campanha de comunicação para conscientizar os consumidores sobre as novas regras. Já as informações do banco de dados estarão disponibilizadas para o mercado de crédito daqui a 150 dias.

Na avaliação do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a principal consequência da nova lei será democratizar o acesso ao crédito e possibilitar juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros. Além disso, haverá um estímulo à competição entre instituições financeiras e varejo.

Confira abaixo, como funcionará o novo Cadastro Positivo.

1. O que é o Cadastro Positivo? Qual sua finalidade?

Diferentemente do Cadastro Negativo, que aponta somente a situação atual de restrição ao crédito, o Cadastro Positivo é um banco de dados que apresenta o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores. Trata-se de um serviço gratuito em que todos têm direito de participar. Sua finalidade é possibilitar aos consumidores acesso ao crédito com mais facilidade e juros menores (de acordo com a análise das empresas credoras), pois com seu histórico de pagamento disponível, eles conseguirão dar mais insumo às empresas no momento da análise de crédito. As informações do histórico de pagamentos dos consumidores que constarem no Cadastro Positivo serão utilizadas única e exclusivamente para subsidiar a análise de crédito.

2. Qual a principal mudança aprovada pelo Congresso na lei do Cadastro Positivo?

A principal mudança é no formato de entrada dos consumidores no Cadastro Positivo. Com o novo modelo, todos os consumidores passam a participar automaticamente do banco de dados. Mas os consumidores não são obrigados a permanecer na base do Cadastro Positivo e podem pedir a exclusão de seus dados, de forma gratuita, a qualquer momento. Assim como podem voltar quando quiserem. Os consumidores poderão solicitar o cancelamento de seu Cadastro Positivo pelo SAC 0800 887 9105. As informações saem automaticamente do banco de dados e não ficam mais acessíveis para a consulta, seja do próprio consumidor ou das empresas que concedem crédito.

3. Quais são as principais vantagens do Cadastro Positivo para os consumidores?

As principais vantagens do Cadastro Positivo são proporcionar aos consumidores uma análise de crédito mais abrangente e assertiva, possibilitar que eles negociem melhores prazos e taxas de juros, de acordo com a análise de cada empresa, e facilitar a aprovação de empréstimos e financiamentos. A expectativa é que o Cadastro Positivo democratize o acesso ao crédito incluindo pessoas que até então não tinham essa oportunidade.

4. Quais as desvantagens que o consumidor terá ao pedir sua exclusão do Cadastro Positivo?

Uma das principais desvantagens é que a avaliação de crédito do consumidor será realizada com base nas informações restritivas, fornecendo ao mercado uma visão parcial do seu histórico de pagamento. Dessa forma, no momento da análise de crédito, as informações de pagamentos do seu Cadastro Positivo não serão consideradas.

5. Um consumidor com histórico de bom pagador que, eventualmente, se esquecer de pagar uma conta terá seu Cadastro Positivo prejudicado?

Na análise de crédito, as empresas tendem a atribuir um peso maior ao conjunto das informações que compõem o Cadastro Positivo, ou seja, a todo o seu histórico, não apenas a um evento isolado.


6. As empresas também serão inseridas automaticamente no Cadastro Positivo?

Sim. Todas as regras e benefícios que são direcionados aos consumidores pessoas físicas também devem ser considerados para as empresas, pois todas têm algum tipo de relacionamento comercial com fornecedores e clientes e, portanto, também terão um histórico de pagamentos.

7. Por que o SPC Brasil afirma que os juros cobrados do consumidor poderão cair com o Cadastro Positivo?

O acesso ao histórico de pagamento dos consumidores pelas empresas que concedem crédito possibilita uma análise mais abrangente e assertiva, melhorando a qualidade da oferta do crédito. Com isso, a expectativa é que haja uma diminuição da inadimplência, fato que abre espaço para a redução da taxa de juros, principalmente para os consumidores com um histórico de pagamentos em dia. Essa tendência já foi observada em diversos países ao longo dos anos após a implantação do Cadastro Positivo. Além disso, o Cadastro Positivo incentiva a redução de juros via competição entre as empresas que concedem crédito, pois informações que antes só as instituições financeiras de grande porte possuíam, agora são compartilhadas com o mercado de crédito como um todo. Essa redução só pode ser quantificada pelas empresas que concedem crédito de acordo com seus parâmetros internos.

8. Como é feita a formação do score do Cadastro Positivo?

O score de crédito é resultado da análise estatística dos hábitos de pagamento do consumidor, do seu relacionamento com o mercado e de seus dados cadastrais. O peso de cada uma dessas informações é definido de acordo com um estudo do comportamento histórico de grupos de indivíduos com características financeiras parecidas. Desse modo, estatisticamente, é possível comparar as características de um consumidor específico com outros do mesmo grupo para o cálculo da nota do score. Assim que o novo Cadastro Positivo entrar em operação, o consumidor pode acessar seu histórico de pagamentos gratuitamente pela internet em sua área logada no site do SPC Brasil ou por telefone, por meio do SAC 0800 887 9105.

(Fonte: FCDL/MG)

 

Dia das Mães deve movimentar 24 bilhões de reais no varejo; 78% dos consumidores pretendem ir às compras

Considerada pelos varejistas como a principal data comemorativa do primeiro semestre e a segunda melhor do ano em termos de faturamento, perdendo apenas para o Natal, o Dia das Mães deve aquecer as vendas pelos próximos dias.

Levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 78% dos consumidores devem realizar pelo menos uma compra no período — o dado fica bastante próximo dos 74% observados em 2018. Em números absolutos, a expectativa é de que aproximadamente 122,1 milhões de brasileiros presenteiem alguém este ano, o que deve movimentar uma cifra próxima de R$ 24,3 bilhões nos segmentos do comércio e serviços.

Ainda que a economia esteja longe de engatar uma recuperação mais consistente e o desemprego siga elevado, a pesquisa deste ano detectou um aumento de sete pontos percentuais na parcela de consumidores que pretendem desembolsar uma quantia maior na data: em 2018, apenas 19% dos consumidores acreditavam que iriam gastar mais com os presentes e agora, em 2019, o dado passou para 26% dos entrevistados. Outros 41% devem gastar a mesma quantia que em 2018, ao passo que 24% planejam gastar menos.

Dentre os que vão gastar mais, a maior parte (56%) alega que comprará um presente melhor para a mãe. Já 22% justificam com o aumento dos preços dos produtos e 18% vão comprar mais presentes, o que acabam resultando em um gasto maior.

Por outro lado, considerando os que vão colocar o pé no freio na hora dos gastos, 32% culpam o orçamento apertado no atual momento, 24% têm como objetivo economizar e 13% atribuem o gasto menor à economia instável do país. Há ainda 11% que afirmam estarem desempregados.

(Fonte: SPC Brasil)

 

Aumente o ticket médio das vendas na sua loja

5 pessoas carregando várias sacolas de compras - Como aumentar o ticket médio em sua loja

Sua empresa tem um bom ticket médio de vendas? Você sabe o que tal número representa para o negócio? Pensando em ajudá-lo, vamos demonstrar ao longo deste artigo como é importante ter um bom ticket médio. Afinal, trata-se de um indicador essencial para a análise da saúde financeira de um empreendimento.

Não traremos apenas dicas sobre o que é e qual a importância dessa métrica, mas também algumas estratégias para elevar o ticket médio. Quer descobrir tudo isso e muito mais? Então, confira o material que preparamos para ajudar você, empreendedor, a alcançar um novo patamar com sua empresa. Continue a leitura!

O que é o ticket médio?

Em primeiro lugar, é preciso compreender o que esse indicador representa. Após isso, fica muito mais prático implementar estratégias capazes de maximizá-lo.

Como o nome já indica, o ticket médio representa a média dos valores gastos por cada cliente nas compras. Vamos imaginar uma situação hipotética para facilitar o entendimento: uma loja de roupas vendeu R$ 25.000,00 em determinado mês. Além disso, houve 1000 vendas realizadas no estabelecimento.

Então, fica fácil descobrir o ticket médio, bastando dividir a receita pela quantidade de pedidos. Ou seja: o resultado desse comércio foi de R$ 25,00 reais.

Agora você já sabe por que é necessário a um empresário saber qual é o ticket médio da sua loja, certo? Isso mesmo: conhecendo o valor gasto por seus clientes, estratégias e modificações podem ser adotadas para elevar o índice.

Como aumentar esse indicador?

Uma dúvida que pode surgir é quanto às formas de aumentar o ticket médio. Portanto, separamos algumas das principais estratégias utilizadas por diferentes empreendimentos.

Independentemente do ramo de atuação e do porte da empresa, é possível alcançar grandes resultados com a implementação dessas técnicas. Confira!

Estimule a compra de combos de produtos

Vender combos pode ser uma forma inteligente de aumentar o ticket médio. O passo fundamental para entender essa tática e persuadir seus clientes é a percepção do termo “desconto”. Você sabe do que se trata?

É preciso que seu comprador consiga enxergar a vantagem de levar mais de um produto. Para tanto, ele deve considerar que está fazendo um bom negócio e, por consequência, economizando em suas compras.

Para que o cliente perceba essa vantagem competitiva, capriche nos layouts das embalagens e nas campanhas de publicidade. Consequentemente, mais combos e produtos serão comercializados, o que contribuirá para o crescimento do ticket médio. Pense nisso!

Ofereça frete grátis a partir de uma quantidade de itens ou um valor específico

O frete grátis é um grande atrativo para quem está pensando em comprar algo. Afinal, existem muitos casos em que o valor da entrega é mais alto do que o da mercadoria. Pensando nisso, sua empresa pode adotar algumas práticas promocionais de frete gratuito de acordo com um número mínimo de pedidos.

Ou seja: apesar de oferecer esse benefício, o comércio não será prejudicado por subsidiar o frete. Isso ocorre pelo fato de que o volume maior de compras supera esse déficit. É fundamental lembrar também que tal tipo de estratégia promove um crescimento do ticket médio, pois proporciona vendas de preços maiores.

Faça a gestão de relacionamento com os clientes

Os clientes são peças fundamentais em qualquer tipo de negócio. Os serviços, as atividades e os produtos desenvolvidos por uma empresa devem estar centrados na oferta ao consumidor.

Então, o cuidado com o público proporciona o desenvolvimento de uma relação a longo prazo. Mais vendas podem ser realizadas para o mesmo cliente desde que haja uma boa gestão.

Muitos empreendimentos passaram a adotar ferramentas tecnológicas para automatizar essa tarefa e garantir o máximo de benefícios. O Customer Relationship Management (CRM), por exemplo, permite uma análise integral e contínua do seu banco de clientes. Dessa forma, fica mais fácil direcionar as campanhas a fim de estreitar a relação comprador-empresa.

Portanto, pesquise qual solução pode ser adaptada à sua loja para que a gestão de relacionamento com os clientes seja convertida em um ticket médio cada vez maior.

Indique produtos complementares

Imagine que, em uma loja especializada em veículos automotivos, sejam feitas muitas vendas de pneus, mas um baixo volume de acessórios é comercializado. Nesse caso, os vendedores podem mostrar as vantagens de adquirir produtos complementares e como o veículo do cliente será beneficiado. Indicar a venda de calotas para as rodas é uma opção, por exemplo.

Ficou fácil perceber como ofertar mercadorias complementares pode resultar em muitas vendas, não é mesmo? Portanto, confira com bastante atenção quais produtos são complementares no seu estoque e não deixe de oferecê-los aos clientes!

Promova descontos progressivos de acordo com o volume

Quem não gosta de descontos? Esse é um dos maiores atrativos na hora de fechar uma venda. Para que você consiga obter um bom ticket médio, é interessante adotar descontos progressivos por volume. Já viu aquelas vitrines em lojas de vestuário que oferecem reduções no valor do produto de acordo com a quantidade?

É exatamente esse tipo de estratégia que pode ser implementado na sua empresa. De acordo com um número mínimo de compras, descontos progressivos passam a ser ofertados. Como há um equilíbrio entre o desconto no preço e o maior volume de mercadorias por cliente, o ticket médio passa por um aumento considerável.

Isso faz com que a loja consiga um retorno bem interessante em suas campanhas de vendas. Por consequência, o fluxo de caixa se torna mais positivo, possibilitando investir recursos em pontos de melhoria da empresa.

É preciso reforçar a tese de que, quanto mais o negócio conhece seu cliente, mais chances existem de oferecer produtos e serviços de acordo com suas expectativas. Por isso, investir tempo e recursos nessa relação é uma prática que todo empresário deve adotar.

Nosso artigo reuniu algumas estratégias fundamentais para quem deseja aumentar o ticket médio no varejo. Clientes que adquirem itens com recorrência e fazem compras de valores mais elevados representam oportunidades interessantes de alavancar sua empresa.

Como andam os indicadores financeiros do seu comércio? Esses aspectos são importantíssimos para garantir que uma empresa se perpetue no mercado.

(Fonte: CDL-BH)


ACIP/CDL Card

 

Aprenda a calcular a margem de lucro ideal do seu negócio

Pessoa calculando a margem de lucro ideal do negócio dela em um computador

Quando você cria seu próprio negócio, começa a lidar com diversos aspectos do gerenciamento de empresa com os quais não teria que se preocupar normalmente. Você ganha muito mais liberdade, autonomia e oportunidades de crescimento, mas também precisa assumir várias responsabilidades e aprender mais sobre a área. Algo simples, como calcular sua margem de lucro ideal, por exemplo, pode se tornar bem mais complexo na prática.

Para ajudar com essa questão, vamos falar um pouco mais sobre a importância de ter uma margem saudável e como você pode melhorar o seu cálculo. Acompanhe.

Por que é importante estabelecer a margem de lucro ideal?

Como você já deve saber, o lucro é a diferença entre todas as suas despesas com o desenvolvimento e entrega de um produto e o preço de venda final, ou seja, o quanto de dinheiro “sobra” depois de pagar as contas. A margem, por sua vez, é um valor percentual que é adicionado ao custo de produção e que deve representar o lucro. Se sua margem for de 100%, então o lucro deve ser igual ao custo de produção.

Lucrar é vital para todo negócio. Sem isso, não há muita utilidade em criar o próprio negócio. Veja aqui alguns dos benefícios que esse cálculo pode trazer.

Garantir rentabilidade para suas vendas

Muitos empreendedores, especialmente aqueles com menos experiência, tendem a precificar seus produtos de forma bem arbitrária, sem pensar muito nos fatores que influenciam sua lucratividade. Isso costuma levar a preços baixos, que aumentam as vendas, mas comprometem sua condição financeira. Porém, a chave para conseguir bons resultados ao longo do tempo é planejar adequadamente suas despesas e otimizar o preço cobrado pelo seu produto.

Com um cálculo mais saudável dessa margem, você pode equilibrar um pouco mais as finanças da empresa, evitar que pequenos prejuízos se acumulem e criar um fundo de reserva para emergências. No longo prazo, esses ajustes vão ajudar bastante no crescimento do seu negócio.

Adequar seu produto ao mercado

Outro erro, que quase sempre é o oposto do caso anterior, é um empreendedor estabelecendo uma margem de lucro arbitrária, com base no quanto ele deseja faturar com suas vendas. Porém, a consequência mais comum aqui é que a mercadoria fique com um preço acima do mercado, diminuindo consideravelmente o volume de vendas.

O cálculo da margem ideal de lucro não serve apenas para adequar o preço de venda às necessidades da sua empresa, mas também para encaixar o valor cobrado em um padrão que atenda às expectativas dos consumidores, a ponto de oferecer descontos, se possível. Se você cobra demais pelo seu produto ou serviço, então é pouco provável que você consiga fazer negócios lucrativos.

Entender melhor quais produtos são viáveis

Digamos que você tenha avaliado as possibilidades, estudado o mercado e, ainda assim, não tenha encontrado um bom equilíbrio entre o preço de venda e a margem de lucro desejada. Nesse caso, você pode atestar outra coisa com esse cálculo: a viabilidade do produto no contexto do mercado atual.

Em muitos casos, uma mercadoria ou serviço simplesmente não tem espaço para se desenvolver, seja pela falta de interesse do público geral, alto custo de produção ou outras dificuldades. Se a margem prevista de lucro indica que você não terá uma boa rentabilidade, então talvez seja melhor reavaliar a forma como você o desenvolve ou até mesmo mudar seu nicho de atuação.

Como fazer o cálculo da sua margem de lucro?

Agora que você entende a importância desse fator, vamos ver como pode fazer o cálculo correto dessa margem. Primeiro, você vai precisar das seguintes informações:

  • preço de venda do produto;
  • custo de produção/entrega do produto.

Sim, isso já é o suficiente para começar, pois o primeiro passo é calcular o lucro da venda, que é a diferença entre preço e custo. Mas, para facilitar a explicação, vamos usar um exemplo.

Digamos que você venda sapatos, sendo que um deles custe R$30 para ser colocado no estoque, mais R$10 em despesas extras até ser vendido, criando um custo de produção/entrega total de R$40. O preço de venda, por sua vez, seria de R$70.

Lucro = 70 – 40 = 30

Agora que você sabe o preço, lucro e custo, pode usar calcular a margem dividindo o lucro pelo preço de venda, depois multiplicando o resultado por 100 para obter um valor percentual. Dando continuidade ao nosso exemplo:

Margem = 30/70 = 0,42

Multiplicando 0,42 por 100, temos que a margem obtida aqui é de 42%. Se essa é ou não a ideal para o produto, exige outras avaliações.

O que observar na hora de estabelecer sua margem de lucro ideal?

Agora que você sabe como é feito o cálculo, ainda resta saber o que determina sua margem de lucro ideal. Veja aqui alguns dos fatores que deve ter em mente antes de tomar sua decisão.

Cuidado com suas despesas variáveis

As despesas fixas são a base do cálculo, mas há muitas coisas que não costumam ser tão estáveis, como o tempo do produto dentro do estoque, algumas contas etc. O ideal é ter uma média incluída em suas despesas e usar uma margem de erro para cobrir tais despesas eventuais, criando parâmetros a partir do seu orçamento.

Leve em conta as expectativas do público

Como já mencionamos, mesmo o produto de melhor qualidade não será vendido em volume adequado se o preço estiver acima daquilo que os consumidores estão dispostos a pagar. É importante ter algum diferencial que complemente a cobrança extra ou usar o preço menor como o próprio diferencial do seu negócio.

Tenha em mente seus objetivos para o futuro

A lucratividade do seu negócio não se baseia apenas na manutenção da empresa, mas também no patamar que você deseja alcançar. Quer ampliar seu negócio? Criar uma empresa estável para sustentar você e sua família nas próximas décadas? Vender o negócio quando ele crescer para se capitalizar? Tudo isso influencia o tamanho da margem de lucro desejado.

Agora que você entende melhor o cálculo da margem de lucro e como encontrar o valor ideal para ela, é hora de melhorar a lucratividade da sua empresa. Basta acompanhar o mercado e manter algumas dessas dicas em mente e já terá bem menos dificuldades.

(Fonte: CDL-BH)


ACIP/CDL Card

Prazo de adesão pela definitividade do ICMS ST é prorrogado

Prazo de adesão pela definitividade do ICMS ST é prorrogado

Resultado do trabalho articulado de várias entidades mineiras possibilitou os contribuintes mineiros a optar pela definitividade do ICMS devido por Substituição Tributária (ICMS ST). A novidade é que o prazo para que o contribuinte possa aderir a essa função, válido até o dia 24 de março, foi prorrogado.

A nova data foi publicada no comunicado Sutri nº 003/2019, divulgado no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais na manhã desta quarta-feira (24/04). De acordo com a Superintendência de Tributação (Sutri), ligada à Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG), os contribuintes terão agora até o dia 15 de maio para optar pela definitividade do ICMS ST.

A Federação, atenta as reclamações sobre a instabilidade do Sistema Integrado de Administração da Receita Estadual (Siare), onde a função se encontra disponível para opção e que levaram diversos contribuintes a se verem inviabilizados de optar pela definitividade do ICMS ST, entrou em contato com a SEF/MG, relatando tais reclamações. Na oportunidade, a entidade solicitou a regularização da situação e a prorrogação desta obrigação acessória. Neste sentido, a SEF/MG publicou o comunicado Sutri nº 003/2019, no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, que estendeu o prazo para o contribuinte.

A escolha requer atenção

As ACIP/CDL advertem que uma vez que a empresa acordar pela respectiva definitividade, ela perderá o direito de requerer a restituição da diferença do imposto recolhido sobre a base de cálculo presumida e a efetivamente praticada, algo garantido pela decisão do Recurso Extraordinário 593.849, do Supremo Tribunal Federal.

Destaca-se que a Fecomércio MG impetrou um mandado de segurança contra o Decreto Estadual nº 47.547/2018, que trata da complementação e restituição desse tributo. A Federação aguarda a apreciação da liminar requerida.

(Com Fecomércio)

 

Sebrae Minas lança edital para prestação de serviços no Sebraetec

O Sebrae Minas abre inscrição para o edital de credenciamento de prestadores de serviços do programa Sebraetec em Minas Gerais. O Sebraetec é um programa nacional do Sebrae que oferece aos pequenos negócios acesso subsidiado a consultorias nas áreas de desenvolvimento tecnológico, produção e qualidade, design e sustentabilidade. A convocação do edital, contendo as normas, orientações, procedimentos, especificações, formulários, relação de documentos a serem apresentados e demais informações está disponível no site www.sebrae.com.br/minasgerais.

Até o ano passado, somente entidades sem fins lucrativos podiam se credenciar como prestadores de serviços do Sebraetec. Neste novo edital, é permitida a participação de empresas privadas. A expectativa é que cerca de 500 prestadores de serviços sejam credenciados para atuação em até cinco anos.

 

Em 2019, o Sebrae Minas vai arcar com 70% dos recursos necessários ao desenvolvimento do projeto aprovado no Sebraetec. Os 30% restantes ficarão por conta do empreendedor. A previsão é de que mais de 2 mil pequenos negócios em Minas Gerais sejam beneficiados com a iniciativa até o final deste ano.

Quem pode se credenciar e etapas de seleção

 

Os candidatos a prestador de serviço credenciado do Sebraetec devem ser pessoas jurídicas, com atuação há pelo menos um ano nas áreas requisitadas para prestação de serviço:

  • Desenvolvimento tecnológico - desenvolvimento de produto e transformação digital.
  • Design de ambiente e de comunicação.
  • Produção e qualidade - mapeamento e melhoria de processos e gestão da qualidade.
  • Sustentabilidade - eficiência energética, gestão da sustentabilidade e resíduos.

“Para atuar em cada uma dessas áreas, é necessário que tanto a pessoa jurídica quanto o prestador de serviços comprovem e evidenciem sua experiência profissional”, alerta a gerente de Inovação e Competitividade do Sebrae Minas, Lina Volpini.

O credenciamento não tem data para ser encerrado. Os interessados deverão passar por quarto etapas: inscrição (cadastro e preenchimento eletrônico dos formulários), habilitação técnica (entrega e avaliação documental da capacidade técnica), avaliação documental (análise de documentos obrigatórios como, atos constitutivos e regularidade fiscal), além de treinamento e alinhamento - os selecionados passarão por um repasse do Sebrae Minas sobre a operacionalização e gestão do programa.

Apoio à inovação

Criado em 1994, o Sebraetec facilita o acesso das Micro e Pequenas Empresas (MPE), Microempreendedores Individuais (MEI) e produtores rurais aos serviços tecnológicos e de inovação para a melhoria de processos, produtos e serviços em áreas como design, inovação, produtividade, qualidade, serviços digitais e sustentabilidade.

“Com esse suporte, os pequenos negócios conseguem ampliar sua competitividade e se posicionar melhor no mercado. O Sebraetec também melhora a qualidade dos produtos, serviços e processos das empresas, elimina desperdícios, reduz custos, aprimora o design de ambientes, embalagens e produtos, adequação a normas e regulamentos e agregação de valor”, explica a gerente do Sebrae Minas.

 

 

Credenciamento Sebraetec

Inscrições: bit.ly/sebraetecmg

Informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou 0800 570 0800

 

Cadastro Positivo: o que muda para o consumidor?

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Nova lei visa tornar o acesso ao crédito mais fácil e com juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros

Com a publicação no Diário Oficial da União da lei que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo (Lei Complementar 166), começam a contar os prazos para o novo modelo entrar em operação. Pelos próximos 90 dias, haverá uma campanha de comunicação para conscientizar os consumidores sobre as novas regras. Já as informações do banco de dados estarão disponibilizadas para o mercado de crédito daqui a 150 dias.

Na avaliação do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a principal consequência da nova lei será democratizar o acesso ao crédito e possibilitar juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros. Além disso, haverá um estímulo à competição entre instituições financeiras e varejo.

Confira abaixo, como funcionará o novo Cadastro Positivo.

1. O que é o Cadastro Positivo? Qual sua finalidade?

Diferentemente do Cadastro Negativo, que aponta somente a situação atual de restrição ao crédito, o Cadastro Positivo é um banco de dados que apresenta o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores. Trata-se de um serviço gratuito em que todos têm direito de participar. Sua finalidade é possibilitar aos consumidores acesso ao crédito com mais facilidade e juros menores (de acordo com a análise das empresas credoras), pois com seu histórico de pagamento disponível, eles conseguirão dar mais insumo às empresas no momento da análise de crédito. As informações do histórico de pagamentos dos consumidores que constarem no Cadastro Positivo serão utilizadas única e exclusivamente para subsidiar a análise de crédito.

2. Qual a principal mudança aprovada pelo Congresso na lei do Cadastro Positivo?

A principal mudança é no formato de entrada dos consumidores no Cadastro Positivo. Com o novo modelo, todos os consumidores passam a participar automaticamente do banco de dados. Mas os consumidores não são obrigados a permanecer na base do Cadastro Positivo e podem pedir a exclusão de seus dados, de forma gratuita, a qualquer momento. Assim como podem voltar quando quiserem. Os consumidores poderão solicitar o cancelamento de seu Cadastro Positivo pelo SAC 0800 887 9105. As informações saem automaticamente do banco de dados e não ficam mais acessíveis para a consulta, seja do próprio consumidor ou das empresas que concedem crédito.

3. Quais são as principais vantagens do Cadastro Positivo para os consumidores?

As principais vantagens do Cadastro Positivo são proporcionar aos consumidores uma análise de crédito mais abrangente e assertiva, possibilitar que eles negociem melhores prazos e taxas de juros, de acordo com a análise de cada empresa, e facilitar a aprovação de empréstimos e financiamentos. A expectativa é que o Cadastro Positivo democratize o acesso ao crédito incluindo pessoas que até então não tinham essa oportunidade.

4. Quais as desvantagens que o consumidor terá ao pedir sua exclusão do Cadastro Positivo?

Uma das principais desvantagens é que a avaliação de crédito do consumidor será realizada com base nas informações restritivas, fornecendo ao mercado uma visão parcial do seu histórico de pagamento. Dessa forma, no momento da análise de crédito, as informações de pagamentos do seu Cadastro Positivo não serão consideradas.

5. Um consumidor com histórico de bom pagador que, eventualmente, se esquecer de pagar uma conta terá seu Cadastro Positivo prejudicado?

Na análise de crédito, as empresas tendem a atribuir um peso maior ao conjunto das informações que compõem o Cadastro Positivo, ou seja, a todo o seu histórico, não apenas a um evento isolado.


6. As empresas também serão inseridas automaticamente no Cadastro Positivo?

Sim. Todas as regras e benefícios que são direcionados aos consumidores pessoas físicas também devem ser considerados para as empresas, pois todas têm algum tipo de relacionamento comercial com fornecedores e clientes e, portanto, também terão um histórico de pagamentos.

7. Por que o SPC Brasil afirma que os juros cobrados do consumidor poderão cair com o Cadastro Positivo?

O acesso ao histórico de pagamento dos consumidores pelas empresas que concedem crédito possibilita uma análise mais abrangente e assertiva, melhorando a qualidade da oferta do crédito. Com isso, a expectativa é que haja uma diminuição da inadimplência, fato que abre espaço para a redução da taxa de juros, principalmente para os consumidores com um histórico de pagamentos em dia. Essa tendência já foi observada em diversos países ao longo dos anos após a implantação do Cadastro Positivo. Além disso, o Cadastro Positivo incentiva a redução de juros via competição entre as empresas que concedem crédito, pois informações que antes só as instituições financeiras de grande porte possuíam, agora são compartilhadas com o mercado de crédito como um todo. Essa redução só pode ser quantificada pelas empresas que concedem crédito de acordo com seus parâmetros internos.

8. Como é feita a formação do score do Cadastro Positivo?

O score de crédito é resultado da análise estatística dos hábitos de pagamento do consumidor, do seu relacionamento com o mercado e de seus dados cadastrais. O peso de cada uma dessas informações é definido de acordo com um estudo do comportamento histórico de grupos de indivíduos com características financeiras parecidas. Desse modo, estatisticamente, é possível comparar as características de um consumidor específico com outros do mesmo grupo para o cálculo da nota do score. Assim que o novo Cadastro Positivo entrar em operação, o consumidor pode acessar seu histórico de pagamentos gratuitamente pela internet em sua área logada no site do SPC Brasil ou por telefone, por meio do SAC 0800 887 9105.

Fonte: FCDL-MG

 

Verifique se você está cumprindo a lei na concessão do intervalo aos seus empregados

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A legislação trabalhista prevê que todos os empregados que trabalhem mais de quatro horas por dia possuem direito a um intervalo para refeição e repouso que varia de 15 minutos até o máximo de duas horas, de acordo com a duração de sua jornada de trabalho diária.

A regra é bastante simples: se o empregado trabalha até 4 (quatro) horas por dia, não possui direito a intervalo nenhum. Caso trabalhe em jornada entre 4 (quatro) e 6 (seis) horas diárias, o intervalo será de 15 (quinze) minutos. E, por fim, caso tenha jornada de trabalho superior a 6 (seis) horas diárias, o empregado terá direito a um intervalo de, no mínimo 1 (uma) hora e, no máximo, 2 (duas) horas. Pode haver alguma variação decorrente de Convenção Coletiva de Trabalho ou Acordo Coletivo de Trabalho.

Destacamos ainda que o período de intervalo para refeição e repouso previsto na CLT não conta como tempo de trabalho, não podendo ser computado como tempo à disposição do empregador. Isso quer dizer que, se um empregado começa a trabalhar às 08:00hs e sai para almoçar das 12:00hs às 13:00hs, quando do seu retorno ainda terá mais quatro horas para trabalhar nesse dia, estendendo a jornada de trabalho até às 17:00hs.


*Legislação pertinente artigo 71 da CLT

(Fonte: CDL/BH)

 

Por que a Conciliação das vendas por cartão deve ser tratada com prioridade pelo empresário?

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A conciliação de cartões para pequenas empresas é uma prática essencial para a saúde financeira do negócio. Sem controle das receitas recebidas por meio de cartões de crédito e débito, fica impossível prever o fluxo de caixa futuro, acompanhar o faturamento e saber o montante que foi cobrado de taxas pelas empresas de cartões. e contabilizar os lucros da operação.

Um sistema de gestão que conecta as áreas da sua empresa: do financeiro ao comercial

O processo é trabalhoso, exige tempo e dedicação, mas o esforço vale a pena. Neste artigo, você vai entender as bases para fazer uma conciliação de cartões perfeita.

Também terá acesso a uma planilha gratuita e funcional. Com dicas práticas, você vai aprender a utilizar essa ferramenta – e nunca mais vai ficar na dúvida sobre valores a receber, seja de crédito, débito ou vale-refeição. Vamos lá?

O que é a conciliação de cartões

Em poucas palavras, a conciliação de cartões é a ação de conferir e validar as informações sobre a venda de produtos por meio de cartões de crédito e débito com o controle de vendas da sua empresa e com os respectivos valores a receber por cada transação.

Na prática, significa dizer que você vai conferir, operação por operação, se o registro de vendas da sua empresa condiz com as informações repassadas pela máquina de cartão de crédito que você contratou – que será chamada neste texto de adquirente.

Imagine, por exemplo, que você fez três vendas no mesmo dia, para diferentes clientes, que usaram diferentes cartões. Um deles pagou no débito, outro pagou no crédito, em quatro vezes, e outro pagou no cartão do vale-refeição. São três operações com taxas e diferentes, cujo valor será repassado para a conta da sua empresa em datas diferentes. Como controlar?

A conciliação de cartões para pequenas empresas garante o acompanhamento atualizado por parte do empreendedor, para que ele saiba exatamente quanto vai receber, quando e quanto vai pagar de taxa em cada operação.

Se você não tiver essas informações, jamais irá administrar o fluxo de caixa da empresa, porque simplesmente não terá dados suficientes para isso. É a saúde financeira do seu negócio que está em jogo.

Cinco motivos que tornam a Conciliação das vendas por cartão obrigatório para as empresas de todos os portes e segmentos:

1. Cobranças indevidas

Os processos de captura, autorização, provisionamento e liquidação financeira dos recebíveis de cartões são bastante complexos e contam com a integração de diferentes empresas e tecnologias envolvendo adquirentes, bandeiras, emissores e bancos. Não é raro encontrar casos onde houve um débito duplicado ou cobrança por uso de tecnologia que não foi contratada pelo estabelecimento ou ainda casos de aplicação errada da taxa de administração e até mesmo de pagamentos devidos que não foram realizados.

2. Fraudes

Atualmente ninguém está imune a fraudes, sejam elas internas ou externas. Se no e-commerce é importante se proteger contra fraudes por uso indevido do cartão, que resultam em prejuízo dobrado (perda do produto e ainda débito por chargeback), no varejo as fraudes podem acontecer por causa de operadores e vendedores mal intencionados que simulam vendas para depois cancela-las ou mesmo registram vendas que nunca aconteceram.

3. Fluxo de caixa

Ter visibilidade sobre fluxo de recebimentos futuros, adequar e atender necessidades pontuais de caixa e ainda ter em mãos informações confiáveis parar auxiliar na tomada de decisão, são algumas das principais ferramentas das quais todo gerente financeiro deve ter a sua disposição.

4. Produtividade

Poder fazer mais com menos, automatizar tarefas repetitivas e burocráticas, evitar erros no preenchimento de planilhas e contabilização de valores, reduzir custos e ainda aumentar a qualidade do serviço final são metas que devem ser perseguidas por toda empresa, principalmente em um departamento tão importante quanto o departamento financeiro.

5. Imagem da empresa

Pode soar estranho falar em imagem da empresa quando o assunto é conciliação de vendas com cartões, porém um dos maiores motivos de reclamação em órgãos de defesa do consumidor e sites de reclamação na web refere-se justamente as cobranças indevidas no cartão. Fazer uma boa gestão das vendas com cartões é também, cuidar bem da imagem da empresa no mercado em que ela atua, afinal de contas, em tempos de redes sociais e informação na velocidade da luz, ninguém quer fazer propaganda negativa da própria empresa.


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