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Foi publicado hoje, 15 de março, o novo Edital de Credenciamento do Sebraetec 4.0

Aberto para empresas e instituições com e sem fins lucrativos

O novo Edital de Credenciamento do Sebraetec 4.0, que está sendo lançado hoje, dia 15 de março, é aberto para empresas e instituições com e sem fins lucrativos.

O documento apresenta mais de 20 produtos (Fichas Técnicas) e, em breve, mais 15 itens, que estão sob a análise do Sebrae Nacional (NA), farão parte do portfólio. Além disso, o Sebrae Minas propôs outros 10 novos produtos, resultado do esforço de várias Unidades/Regionais da instituição, que estão submetidos à análise do NA.

Pessoas jurídicas podem se inscrever, a partir de hoje (15/3), na 1ª Etapa do Edital de Regulamentação e Credenciamento do SEBRAETEC em Minas Gerais, com a possibilidade de se tornarem prestadores de serviços de Inovação e Tecnologia para o Sebrae Minas.

Antes de se inscreverem, as empresas devem acessar o link http://bit.ly/sebraetecmg e obter todas as informações.

ALTERAÇÕES DE DESTAQUE DO SEBRAETEC:

1. Redução dos valores dos produtos, com expectativa de pregão para o 2º semestre.

2. Empresas de mercado com fins lucrativos agora podem se candidatar para prestação de serviços no Sebraetec, assim como permanecem as entidades sem fins lucrativos.

3. Simplificação e otimização de processos para que as Unidades/Regionais demandantes tenham mais autonomia na coordenação das demandas.

4. Critérios mais rígidos de credenciamento, acompanhamento de projetos e descredenciamento.

5. Projetos de baixa complexidade (oficinas e diagnósticos) não serão mais realizados pelo Sebraetec.

6. Interação contínua com as Unidades Internas para a criação do portfólio do Sebraetec.

Seja um agente de mobilização da inovação e compartilhe essa informação. Para outras informações, entre em contato com a equipe da Unidade de Inovação e Competitividade, que pode dar orientações sobre as novas regras do Sebratec.

Dúvidas, sugestões ou críticas podem ser enviadas O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

Definidas as datas para a utilização da nota fiscal de consumidor eletrônica - NFC-e

As ACIP/CDL informam aos seus associados que foi publicada pela Secretária de Estado da Fazenda de Minas Gerais a Resolução nº 5234 de 5 de fevereiro de 2019 para definir as datas para a utilização obrigatória da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e.

A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica - NFC-e é o documento digital, expedido e armazenado eletronicamente, com a finalidade de documentar operações e prestações comerciais, com entregas imediatas ou em domicílio, destinadas aos consumidores finais não contribuintes do ICMS, exceto quando se tratar de comércio eletrônico (e-commerce).

A NFC-e terá a mesma validade jurídica dos cupons emitidos pelo Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), mas em formato digital, possibilitando a impressão em qualquer não fiscal e o acesso ao documento por dispositivos móveis, como smartphones, tablets e notebooks em tempo real, além de conferir mais transparência às informações como a conferência da validade e autenticidade do documento fiscal recebido.

PROGRAMAÇÃO DE VIGÊNCIA DA OBRIGAÇÃO:

DATA

EVENTO/ EXIGÊNCIA

1º março de 2019

Contribuintes que se inscreverem no Cadastro de Contribuintes de MG a contar de sua inscrição.

1º de abril de 2019

Contribuintes:

  1. Enquadrados no código 4731-8/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE – (comércio varejista de combustíveis para veículos automotores);
  1. Cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais);

1º de julho de 2019:

Contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais), até o limite máximo de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais);

1º de outubro de 2019

Contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais), até o limite máximo de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais);

1º de fevereiro de 2020

Contribuintes:

  1. Cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja inferior ou igual ao montante de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais);
  2. Demais contribuintes.
 

A utilização de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, exclusivamente para acobertar as operações realizadas fora do estabelecimento, poderá continuar até 28 de fevereiro de 2020.

Como identificar a receita bruta, para fins da obrigação:

Considera-se receita bruta anual relativa a todos os estabelecimentos da empresa localizados no Estado de Minas Gerais, o produto da venda de bens e serviços nas operações por conta própria, o preço dos serviços prestados, mesmo que não sujeitos ao ICMS, e o resultado auferido nas operações por conta alheia.

Se o período de atividade do contribuinte for inferior a um ano, o limite de receita bruta, para os fins da obrigatoriedade será apurado proporcionalmente ao número de meses de exercício da atividade, considerado o ano-base de 2018.

A redução do faturamento em ano civil posterior a 2018 não desobriga o contribuinte da emissão da NFC-e na data de obrigatoriedade prevista.

Não se incluem na receita bruta:

  • O Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI;
  • As vendas canceladas e,
  • Os descontos incondicionais concedidos.

Adesão espontânea

A partir de 1º de março de 2019, o contribuinte que ainda não estiver obrigado, mas se quiser, poderá adotar o sistema da nota fiscal de consumidor eletrônica, mediante seu credenciamento. É importante lembrar que, uma vez credenciado ao sistema, o contribuinte não poderá desistir, sujeitando-se a todas as normas relativas à nota fiscal de consumidor eletrônica.

Prazo para o uso do ECF – Emissor de Cupom Fiscal:

O contribuinte já autorizado a utilizar o ECF, poderá continuar o seu uso por até nove meses, após o credenciamento para emissão da NFC-e ou, iniciado o período de obrigatoriedade, ou até que finde a memória do equipamento, o que ocorrer primeiro, devendo, ainda, cumprir todas as obrigações acessórias a ele relacionadas.

III - em até sessenta dias após o prazo previsto no inciso I, caso o contribuinte não tenha providenciado a cessação de uso do ECF, este terá sua autorização de uso cancelada, devendo o contribuinte, após a cessação de uso do equipamento ou o cancelamento da autorização de uso, manter, pelo período decadencial, o dispositivo de armazenamento de dados do equipamento, para apresentação ao Fisco quando exigido.

Documentos falsos:

A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, emitida após o credenciamento ou a data de obrigatoriedade já definida, bem como o cupom fiscal, serão considerados falsos para todos os efeitos fiscais, fazendo prova apenas a favor do Fisco.

Aproveitamento de equipamento:

Após a cessação de uso, o ECF poderá ser utilizado para impressão do Documento Auxiliar da NFC-e - DANFE NFC-e.

Norma não aplicável ao Microempreendedor individual - MEI:

A obrigatoriedade de emissão de NFC-e não se aplica ao Microempreendedor Individual – MEI.

Informações sobre o credenciamento do contribuinte:

Para emissão de NFC-e, o contribuinte deverá credenciar-se junto à SEF-MG, conforme orientações disponíveis no “Portal SPED MG” (http://www.sped.fazenda.mg.gov.br/spedmg /nfce/credenciamento/).

(Fonte: CDL/BH)

 

Novo Cadastro Positivo deve democratizar acesso ao crédito e estimular competição entre instituições financeiras e varejo


Com alteração, Brasil se junta aos modelos internacionais bem-sucedidos ao reduzir assimetria de informações,
que favorece consumidores e empresas. Novas regras garantem sigilo de dados previsto em lei

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) consideram positiva a decisão tomada quarta (20/02) pela Câmara dos Deputados em aprovar o Projeto de Lei Complementar 441/2017 que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo. O texto agora retorna ao Senado e, se aprovado, segue para sanção presidencial.

Com a alteração, todos os consumidores brasileiros que possuem CPF ativo e empresas inscritas no CNPJ passam a fazer parte automaticamente do cadastro, a não ser que peçam a exclusão de suas informações, o que é feito de forma gratuita. O Cadastro Positivo é um banco de dados operado pela CNDL e pelo SPC Brasil, que reúne informações sobre o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores.

A principal consequência das novas regras será tornar o acesso ao crédito mais fácil e com juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros, pois permitirá que informações que atualmente não são consideradas em uma avaliação de crédito, passem a ser consultadas, possibilitando uma avaliação de risco mais justa e individualizada. 

Além disso, favorecerá mais assertividade por parte do empresário nos processos de análise e concessão de financiamentos, empréstimos e compras a prazo. Isso tudo sem afetar a proteção de dados sensíveis e o próprio sigilo bancário que permanecem preservados, como todas as demais exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor.

“Um dos motivos das taxas de juros serem altas e de não haver flexibilização dos prazos para pagamentos é a ausência de algumas informações sobre os hábitos de pagamento dos consumidores. Atualmente, o bom pagador é penalizado pelo consumidor inadimplente, fazendo com que os juros sejam elevados para todos, independentemente do seu comportamento financeiro. Com o Cadastro Positivo, o consumidor será analisado pelo seu próprio histórico de pagamentos, e não apenas pelas restrições pontuais existentes em seu nome, o que é um modelo mais justo e abrangente”, afirma o presidente da CNDL, José César da Costa.

A mudança nas regras do Cadastro Positivo também deve estimular a competição na oferta de crédito entre instituições financeiras, como fintechs, cooperativas, pequenas financeiras e também entre empresas do varejo. “Hoje, as instituições financeiras de grande porte já possuem informações sobre o perfil de pagamento dos clientes com os quais mantêm relacionamento, mas essas informações não são compartilhadas com o mercado de crédito como um todo, impossibilitando que haja uma competição saudável entre diversos players e um alcance maior dessas informações. Com o novo Cadastro Positivo o Brasil se junta aos modelos internacionais bem-sucedidos”, explica o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

(Fonte: CNDL)

5 características que uma empresa moderna deve ter

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Você sabe quais a principais características de uma empresa moderna? A revolução propiciada pela tecnologia modificou diversos processos produtivos, modelos de negócios e atividades comerciais. O termo indústria 4.0, por exemplo, vem sendo amplamente implementado por negócios que não querem desperdiçar a oportunidade de crescer e se adaptar às novas práticas do século XXI.

Uma empresa moderna não engloba somente adequações e evoluções de maquinários e estrutura produtiva. É preciso repensar todos os aspectos relacionados ao nicho de atuação e à forma de produção de produtos ou prestação de serviços.

Como esse assunto tende a gerar muitas dúvidas e indagações, desenvolvemos este artigo com o máximo de informações para sanar todas as suas dúvidas, abordando 5 características de uma empresa moderna.

E aí, que tal conferir o conteúdo até o final? Não perca tempo e veja o nosso artigo!

1. Equipes de trabalho reduzidas

A produtividade é uma das maiores ambições na gestão de uma empresa de sucesso. A todo momento, os gestores e empreendedores procuram otimizar a sua equipe e extrair o máximo do potencial individual e do grupo de funcionários.

Afinal, os gastos trabalhistas são um dos maiores responsáveis pelos altos custos de um negócio. Por isso, quanto maior a produtividade, melhores são os indicadores internos e a competitividade comercial da empresa.

Os empresários procuram ter equipes “enxutas” e, ao mesmo tempo, capacitadas para lidarem com um grande volume de informações. O talento é algo que pode ser desenvolvido e trabalhado em qualquer pessoa.

A partir desse pensamento, o setor de RH procura extrair ao máximo o potencial de cada trabalhador e canalizá-lo para que todo o grupo seja beneficiado. Dar mais autoridade, delegar funções e acreditar na capacidade dos colaboradores são fatores primordiais para quem almeja ter uma equipe mais reduzida.

2. Cultura voltada à inovação

Modernidade e inovação são conceitos que andam juntos. Dessa forma, é preciso que a empresa moderna preze por desenvolver uma cultura de inovação. Independente do nicho de atuação, é possível modificar processos, práticas comerciais e técnicas de venda.

Inovar é o caminho natural e fundamental para qualquer ideia empreendedora que deseja prosperar no competitivo mercado brasileiro. Essa cultura foi muito fomentada pelo sucesso estrondoso de pequenas empresas que passaram a incomodar concorrentes tradicionais e com muita alavancagem financeira.

+ Clique aqui e leia as notícias das ACIP/CDL e o que as entidades estão fazendo por você, associado

As startups são um exemplo bastante contundente de como é possível se diferenciar no mercado e conquistar o seu espaço. E um fator bastante comum entre essas empresas é a cultura de inovação. Colaboradores jovens e espaços de trabalho convidativos e que fogem de um padrão rígido são características muito exploradas por empreendedores com negócios disruptivos.

Mais do que estabelecer o conjunto de valores e ideais da empresa, é preciso difundir esses conceitos e conquistar o engajamento dos funcionários. Assim, é possível, de fato, desenvolver uma cultura in company que seja vitoriosa.

3. Liderança pelo exemplo

Como já foi dito acima, delegar funções é uma prática de suma importância para quem deseja crescer. Afinal, se todas as atividades do dia a dia do negócio estiverem focadas somente no proprietário, é provável que todo esse acúmulo gere prejuízos ao desenvolvimento da empresa.

Sob essa perspectiva, um bom líder é aquele que consegue guiar a sua equipe, seja nos momentos de felicidade e bons resultados, seja nos de dificuldade. Por isso, uma empresa moderna deve priorizar a geração de talentos e transformação desses colaboradores em líderes.

Com isso, eles seriam responsáveis por replicar as boas práticas e orientar as suas equipes a conquistarem resultados cada vez melhores. Entretanto, é fundamental que uma empresa moderna também compreenda que os seus líderes devem inspirar pelo exemplo.

Ou seja, as atitudes e o fato de executar as tarefas e processos da maneira correta é o que motivará os outros colaboradores a atuarem como o líder. Capacitação e treinamento são palavras-chave também, para qualquer negócio que almeja formar o seu time interno de líderes. Não se esqueça disso!

4. Modernização dos recursos tecnológicos

Esse ponto, provavelmente, é o que mais surge na cabeça quando se fala de uma empresa moderna. Isso é bastante verdadeiro, pois um comércio, por exemplo, que não tem recursos tecnológicos atuais e modernos terá mais dificuldade em alcançar os seus objetivos.

É muito comum que as pessoas relacionem essa modernização mais com indústrias e fábricas. Apesar de o processo produtivo ser uma característica desses negócios, outras empresas também necessitam atualizar os seus recursos.

Vamos imaginar um exemplo para facilitar o entendimento. No caso de uma loja de vestuário, existem muitos processos e práticas que podem ser modernizados. Os sistemas operacionais (CRM e ERP) são de fundamental importância para gerar uma boa alavancagem nas vendas e estreitar as relações com os clientes.

Por isso, atualizar os softwares ou desenvolver novas funcionalidades são práticas que geram grandes resultados e benefícios para a loja. Esse tipo de pensamento, voltado à melhoria das tarefas internas, deve ser o ponto de partida de qualquer empresário que queira modernizar o seu empreendimento.

5.Treinamento e capacitação constante

Por fim, uma empresa moderna deve valorizar um dos seus maiores ativos: os colaboradores. São eles que, de fato, fazem com que os comércios existam e cresçam cada vez mais.

Nesse cenário, atualizações constantes, projetos internos de capacitação ou subsídio de cursos externos para os trabalhadores são práticas vitoriosas. É preciso ter em mente que uma empresa moderna não se faz apenas com melhorias materiais, mas sim com investimento em recursos humanos.

A empresa moderna passa pela valorização e melhoria de diversos fatores. Além disso, é preciso considerar o porte e as características inerentes de cada empreendimento para traçar um plano de implementação. Investimento é a palavra-chave para diferenciar um empreendimento e conquistar cada vez mais o respeito e a fidelidade dos clientes.

(Fonte: CDL/BH)


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Como motivar uma equipe sem precisar gastar muito? Descubra agora!

Uma equipe mais motivada gera resultados muito melhores para qualquer empresa. Existem algumas práticas que, quando colocadas em prática, produzem um maior grau de satisfação e motivação entre os seus colaboradores. 

Pensando nisso, vamos abordar ao longo deste artigo algumas dicas para você, empreendedor, descobrir como motivar uma equipe sem realizar grandes investimentos. Afinal, a racionalização do gasto dos seus recursos financeiros é primordial para a alavancagem comercial do seu negócio.

Então, não perca tempo e continue a leitura até o final para não perder nenhuma informação. Veja! 

Reconhecer um bom trabalho 

É esperado que o empresário procure cobrar para que os colaboradores executem um bom serviço. Isso é muito importante, pois assim as atividades são feitas com um alto grau de comprometimento e engajamento. 

Entretanto, é fundamental, também, saber reconhecer um trabalho feito com qualidade. Além disso, é necessário dialogar com a sua equipe e demonstrar o contentamento. A valorização pode ser feita tanto de forma individual ou de forma geral, quando todos os colaboradores se uniram e tiveram um bom desempenho. Fique atento a essa dica! 

Dar bons exemplos para inspirar 

Inspiração é o que guia uma pessoa a buscar melhorar e seguir os padrões e atitudes do indivíduo que é referência para ela. Por isso, dar bons exemplos é uma forma prática e bastante válida para motivar a sua equipe.

Existem muitos casos que a própria trajetória de vida do fundador da empresa é um grande exemplo. Dessa forma, procure colaboradores que possuem características positivas e diferenciais que podem ajudar outros empregados a seguirem a mesma conduta. 

+ ACIP/CDL firmam convênio com a People proporcionando aos associados descontos nos cursos do EAD Estácio

Não se esqueça de sempre priorizar a escolha de pessoas que podem ajudar a replicar e espalhar o bom exemplo como uma cultura organizacional da sua empresa. O papel dos replicadores é primordial para motivar outros colaboradores da sua equipe, transmitindo virtudes e características que podem promover o crescimento pessoal e profissional. 

Oferecer benefícios aos empregados por meio de parcerias 

Os benefícios são uma prática já bastante utilizada para motivar a equipe. Entretanto, aqui não trataremos das bonificações financeiras. E sim, de outros benefícios que podem ajudar o empresário na tarefa de impulsionar os seus trabalhadores. 

Existem parcerias que dão acesso à cultura, descontos para produtos próprios e de outras lojas, dentre outros. Procure sempre a melhor opção para o seu negócio!

Estar aberto para ouvir e entender os funcionários 

O feedback é algo excelente para traçar novas estratégias e avaliar como está o ambiente de trabalho, as dificuldades e os elogios. Por isso, esteja sempre aberto e crie um canal de comunicação com os seus colaboradores para entender quais dificuldades podem estar impactando negativamente o desenvolvimento das suas funções. 

Ouça com atenção e procure ser solidário com a sua equipe. Isso gera muito reconhecimento e desperta o sentimento de valorização entre eles, melhorando a relação patrão-empregado. Afinal, os trabalhadores são os principais responsáveis por tornarem uma ideia empreendedora, de fato, uma realidade.

Além disso, os colaboradores que dão continuidade aos projetos comerciais e alavancam o crescimento empresarial como um todo. 

Ter metas claras e realistas 

As metas são fundamentais para promover a ampliação da operação comercial e por motivar os seus colaboradores. Essa motivação é conseguida, em grande parte, pelo pagamento de bônus e outros benefícios a quem consegue alcançar e bater as metas da empresa. 

Entretanto, é preciso que essas metas sejam bem claras e realistas. Isso é necessário, pois os seus empregados devem saber quais são as metas individuais para assim procurar alcançá-las. No quesito de ser realista, temos o fato de que devem ser possíveis de serem efetivadas. 

Vamos imaginar um exemplo para facilitar esse entendimento. Suponhamos que uma pequena loja de decoração, que vende em média R$ 30 mil reais por mês. Com isso, foi definido uma nova meta geral de vendas no valor de R$ 80 mil reais. 

Não é preciso ser um exímio gestor para compreender que essa meta está bem acima das capacidades do empreendimento. Desse modo, procure ser realista e discutir com os seus funcionários os valores anteriormente. 

Assim, será possível, de fato, alcançar as metas propostas, gerando retorno para o empresário e para os colaboradores. 

Comemorar as vitórias 

Existem inúmeros desafios na condução de uma empresa. Dificuldades e situações conflitantes tendem a aparecer naturalmente durante esse processo. Os momentos de conquista e vitória são muito importantes e não podem ser negligenciados. Por isso, esta é a nossa dica para motivar a sua equipe: comemore as vitórias. O grupo precisa saber reconhecer quando um bom trabalho é realizado. 

Essa é a dica básica para quem deseja motivar uma equipe. Não se esqueça disso! 

Investir em saúde e bem-estar 

Saúde, bem-estar e produtividade são fatores que estão intimamente correlacionados. Então, a nossa dica é procurar formas de melhorar o bem-estar, no trabalho e na residência do trabalhador. As startups — empresas de tecnologia disruptiva — têm iniciativas bem interessantes nessa área. Por exemplo, a inclusão de locais para relaxamento, redes e sala de jogos são estratégias adotadas. 

Com isso, o empregado sente-se valorizado e cada vez mais feliz em desenvolver as suas habilidades naquela empresa. Esses resultados são visíveis, visto que essas companhias contam com um grande grau de satisfação interna. Então, não perca tempo e procure adotar estratégias que podem melhorar na saúde e bem-estar dos seus colaboradores! 

Investir em espaços descontraídos é uma forma inteligente. Existem algumas outras opções que nós listaremos para que você, empreendedor, possa conseguir melhorar a saúde e o bem-estar dos seus funcionários. Veja! 

Uma rotina de atividade física, por exemplo, é uma forma interessante de melhorar a saúde no mercado de trabalho. A presença de um profissional para a execução de atividades básicas e práticas laborais já melhora muito a disposição e, até mesmo, a ergonomia.

Ao longo do artigo, você pode descobrir como motivar uma equipe, e qual a importância dessa prática para o crescimento pessoal dos seus colaboradores. Agora, que tal colocar em prática tudo o que foi abordado aqui no seu negócio?

(Fonte: CDL BH)


Certificado Digital


 

Como otimizar a gestão de vendas da empresa? Aprenda aqui!

Realizar uma boa gestão de vendas é indispensável para otimizar os resultados da loja e aumentar o lucro obtido. No entanto, existem desafios que devem ser enfrentados para alcançar esse sucesso. Por exemplo, superar a falta de processos claros ou profissionais devidamente treinados.

Por essa razão, o gestor ou empresário precisa recorrer a uma série de táticas, como a criação de mecanismos para conceder crédito com segurança, a mensuração dos resultados obtidos e a definição de metas desafiadoras para o futuro.

Sabemos da importância da gestão de vendas da empresa, por isso elaboramos este artigo. Nele, você vai entender as principais dicas para vender bem, com segurança e manter os clientes satisfeitos. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Mensure os atuais resultados de venda

É muito difícil promover melhorias pontuais e consistentes sem que, primeiro, se conheça os resultados de venda. Todo gestor precisa entender o estado atual do negócio, somente depois definir e executar uma estratégia de melhoria.

Então inicie diagnosticando os atuais resultados, mensure o:

  • total de vendas realizadas por mês;
  • número de metas batidas;
  • percentual de clientes satisfeitos;
  • valor médio das vendas.

Essas são algumas das métricas mais importantes. Com elas, se o gestor, por exemplo, perceber que o valor médio das vendas (também chamado de tíquete médio) está abaixo do padrão do seu segmento, fica mais fácil reverter a situação com maior assertividade.

Conte com a ajuda de recursos tecnológicos

Além do tradicional software de venda, existem outras tecnologias que podem potencializar a performance da loja. É possível iniciar uma ação de e-mail marketing, investir em um sistema de CRM (destinado ao relacionamento com os clientes) ou usar os dados internos e externos para conhecer o público-alvo (Big Data).

A tecnologia também deverá ser usada para garantir maior segurança nas transações, especialmente na concessão de crédito próprio. Ao contar com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), torna-se possível consultar o CPF ou CNPJ do cliente na hora da compra, reduzindo significativamente as chances de algo dar errado.

Mantenha a equipe de vendas treinada

Por incrível que pareça, o principal motivo para os clientes deixarem uma empresa não é o preço elevado ou a falta de qualidade dos produtos. Segundo pesquisa veiculada pela Exame, 86% dos consumidores migraram para a concorrência devido ao mau atendimento.

Então é necessário manter todo o time qualificado para atender bem. No entanto, sabe-se que, no Brasil, os colaboradores passam por uma média de apenas 21 horas de treinamento ao ano, um número considerado baixo por especialistas.

O treinamento com ensino a distância (EAD) tem se mostrado uma poderosa ferramenta para manter os vendedores qualificados com custo acessível. Por meio de modernas plataformas online de educação, todo o time pode ser treinado com flexibilidade e custo-benefício.

Realize projeções de vendas e trace estratégias

Muitos comerciantes não possuem o hábito de criar projeções de vendas e discutir com seus funcionários acerca de estratégias para obtenção de melhores resultados. Isso é um grande equívoco, porém, pode ser facilmente eliminado.

Ao menos uma vez por semana, estabeleça projeções com os vendedores, pergunte-lhes sobre as principais vendas da semana e o que falta para concluí-las. Muitas vezes, o apoio da alta administração é suficiente para fechar mesmo as vendas mais difíceis.

Faça dessas reuniões um hábito dentro da loja, mantendo-se sempre atualizado e envolvido no processo de venda. Avalie se as projeções estão se concretizando, caso não estejam, identifique e neutralize a causa para o problema.

Estabeleça o preço certo para os produtos

Na gestão de vendas, estabelecer e administrar adequadamente o preço dos produtos é essencial. O preço correto transmite uma imagem alinhada ao posicionamento da empresa, facilita o fechamento de vendas e o alcance das metas da loja.

Existem três pilares para estabelecer bons preços:

  • os clientes — qual a percepção de valor do público-alvo?
  • a concorrência — quanto outras empresas cobram pelo mesmo produto?
  • os custos ­— quais custos estão envolvidos com a produção e/ou venda?

O preço ideal deve ser suficiente para pagar todos os custos e impostos, além de gerar o lucro desejado. Também é interessante eliminar o máximo de custos, desde que isso não afete a qualidade do produto, assim a margem de lucro poderá ser muito maior.

Defina metas desafiadoras para todo o time

Ainda existem lojas que não definem metas para seus funcionários, porém, isso implica em perda de competitividade e obtenção de piores resultados. Com boas metas, é possível direcionar a equipe, estimular grandes conquistas e obter resultados específicos.

De modo geral, metas de qualidade contam com 5 características, elas são: específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais. Em muitos lugares, esse padrão é conhecido como SMART (em inglês, um acrônimo das palavras anteriores).

Também é interessante que o comerciante estabeleça metas individuais, fazendo com que os profissionais melhorem a cada período; e coletivas, estimulando a colaboração e o espírito de equipe dentro do estabelecimento.

Evite problemas com um bom sistema pré-vendas

Se as dicas anteriores forem seguidas, certamente haverá melhores resultados na gestão de vendas. No entanto, é importante considerar que diversas pessoas realizam compras a crédito com más intenções e, por muitas vezes, o lojista é prejudicado.

Como nunca, o número de inadimplentes tem crescido. Pelo avanço da tecnologia, as tentativas de golpes também são maiores e mais inteligentes. Então é preciso se proteger!

É importante que a empresa conte com um sistema pré-venda, especialmente aquelas que disponibilizam crédito próprio. Desse modo, torna-se fácil identificar os clientes com perfil de bom pagador, bem como aqueles que possuem restrições.

Nesse caso, é interessante contar com produtos que ajudem a vender com segurança. Com uma simples consulta ao SPC, por exemplo, é possível confirmar os dados do cliente, identificar suas dívidas atuais e acompanhar seus últimos endereços.

Como visto, ao aplicar as dicas aqui citadas você conseguirá otimizar a gestão de vendas da empresa, realizar transações com maior segurança e manter a equipe entusiasmada na busca pelos resultados. A preocupação em vender mais e melhor deve ser diária, assim o negócio poderá ser muito bem-sucedido.

(Fonte: CDL/BH)

 


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Cresce para 63% o número de consumidores que controlam suas finanças

Saber controlar os gastos pessoais e manter o pagamento das contas em dia é o caminho mais fácil para atingir uma vida financeira saudável. Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), feito em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB), revela que cresceu o número de brasileiros que acompanham e analisam seus ganhos e gastos por meio de um orçamento,passando de 55% em 2017 para 63% ao final de 2018. 

Ainda assim, mais de um terço (36%) dos brasileiros não administra as próprias finanças, embora esse resultado represente uma queda de nove pontos percentuais na comparação com a pesquisa anterior

O caderno de anotações desponta como o mecanismo mais utilizado pelos entrevistados para registrar sua movimentação financeira, com 33% de citações.

Já a planilha no computador é o instrumento preferido de dois em cada dez (20%) pessoas ouvidas, enquanto 10% registram as receitas e despesas em aplicativos de smartphones.

Considerando os métodos informais de acompanhamento dos ganhos e gastos, o mais frequente é o cálculo de cabeça, citado por 19% dos consumidores. Há ainda 13% que simplesmente não adotam qualquer método e 3% que delegam a função para outra pessoa.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, avalia que o consumidor não deve ter vergonha de utilizar o velho caderninho de anotações na hora de controlar as contas domésticas.

“Se o método for organizado, não importa qual seja a ferramenta. O importante é nunca deixar de analisar as informações anotadas. Algumas pessoas têm facilidade com planilhas ou aplicativos, mas outras ainda preferem um pedaço de papel. Ainda assim, é recomendável que o consumidor não se acomode e procure experimentar algo diferente, pois os aplicativos digitais surgiram para facilitar a vida financeira das pessoas, tornando o controle acessível a qualquer momento e lugar”, orienta a economista.

+ Clique aqui e veja as palestras deste mês nas ACIP/CDL

Fato é que anotar todos os ganhos e gastos no mês – até mesmo os pequenos gastos com balinha ou cafezinho – é importante para que o consumidor entenda para onde foi seu dinheiro.

Com base nas anotações, é possível agrupar as despesas em categorias (por exemplo, habitação, alimentação, transportes, comunicação, vestuário, lazer) e assim analisar sua vida financeira e, se for o caso, equilibrar os gastos de acordo com as próprias prioridades.

Só 56% dos que fazem controle planejam gastos do mês com antecedência; 62% sentem dificuldades para administrar finanças

A pesquisa mostra que mesmo entre os que adotam algum método de controle das finanças, muitos acabam pecando pela forma com que administram os gastos. Tanto é que 36% desses entrevistados não planejam o mês com antecedência e vão registrando os gastos pessoais conforme eles ocorrem e outros 8% só anotam os gastos após o fechamento do mês.

Já 56% planejam o mês com antecedência, registrando a expectativa de receitas e despesas dos 30 dias seguintes. 

(Fonte: SPC Brasil)

 

Como uma gestão empresarial eficiente pode ajudar meu negócio a pagar menos impostos?

Não é segredo para ninguém que a carga tributária no Brasil é muito alta. É exatamente por isso que pagar menos impostos é o sonho de todo gestor.

Para alcançar esta meta, no entanto, é preciso agir com cuidado e conhecer a legislação de forma ampla e aprofundada. Caso contrário, você poderá cometer alguns equívocos e, ainda que sem intenção, incorrer no crime de sonegação fiscal.

É por esse motivo que toda empresa deve contar com uma gestão empresarial eficiente e capaz de realizar um planejamento tributário completo. No texto de hoje, falaremos sobre o assunto para que você entenda como proceder e quais são as vantagens. E acredite: elas vão muito além da redução do impacto da carga tributária!

Por que é importante ter uma boa gestão financeira?

Dentro de qualquer empresa, independentemente do tamanho, só é possível planejar ações e fazer investimentos seguros quando se tem um conhecimento profundo sobre as finanças.

Esse conhecimento não está relacionado apenas ao pagamento pontual das contas e ao cálculo dos lucros mensais e anuais. Pensar em finanças envolve uma análise completa do fluxo de caixa, do patrimônio imobiliário, dos investimentos já realizados, das despesas fixas e variáveis, das condições do mercado e da concorrência, entre outros.

Caso você não realize um controle eficiente, dificilmente será possível otimizar os lucros e projetar metas seguras de crescimento. Por outro lado, com uma boa administração, esse cenário se inverte. Entre as vantagens, podemos citar:

  • redução de estoques desnecessários;
  • aumento do número de vendas à vista;
  • redução da inadimplência pelo uso de mecanismos efetivos de cobrança;
  • aumento da lucratividade;
  • maior controle dos recursos financeiros;
  • melhores condições de crédito no mercado; e
  • segurança na tomada de decisões.

Quais ações interferem positivamente na gestão?

Para melhorar a sua gestão e alcançar resultados, é importante que conte com o apoio de profissionais contábeis de confiança e aumente o controle sobre as ações diárias da empresa.

É importante realizar um registro completo das contas a pagar e dos valores que entrarem no caixa, bem como organizar todos os pagamentos por data, separando as despesas por categorias: fixas ou variáveis, despesas com funcionários, despesas com materiais de trabalho etc.

Além disso, você deve ficar atento para nunca confundir as contas pessoais com as da empresa. A confusão pode interferir no controle do caixa e nos relatórios mensais, causando prejuízos ao fechamento anual e à projeção de investimentos.

Para auxiliar na organização e na segurança das informações, é interessante contratar softwares de gestão contábil e usar a tecnologia a seu favor. Isso porque, com a ajuda deles, você poderá gerar relatórios rápidos, ter um controle da agenda e integrar todas as operações.

Por fim, mas não menos importante, é essencial que, ao lado da boa gestão diária, seja realizado um planejamento tributário e um estudo sobre estratégias para reduzir o impacto da carga tributária sobre a sua atividade.

O que é planejamento tributário?

O planejamento tributário é um conjunto de ações que visa otimizar a lucratividade de uma empresa. A partir de um conhecimento aprofundado da situação econômica do negócio, o que só é possível quando se tem uma boa gestão financeira, serão estudadas estratégias lícitas que levem à redução da carga tributária sobre as atividades.

Como ele contribui para a empresa pagar menos impostos?

A legislação brasileira é ampla e existem vários benefícios tributários, várias hipóteses de isenção e, principalmente, vários tipos de enquadramento fiscal. A partir do conhecimento do seu próprio negócio, será possível adotar medidas inteligentes e eficientes, tais como:

Optar pelo enquadramento fiscal adequado

Uma empresa pode optar pelo Simples Nacional, pelo Lucro Real ou pelo Lucro Presumido. A escolha é anual e antes de fazê-la é importante analisar qual a atividade prestada, quais os impostos que incidem sobre ela etc.

Isso porque, em alguns casos, o regime mais simples pode gerar um impacto mais alto por não conter alguns benefícios e algumas isenções. Portanto, sem conhecer o porte do negócio e o faturamento, fica difícil decidir com segurança.

Evitar a incidência do tributo

A mudança em alguns procedimentos internos da empresa pode impedir a realização do fato gerador de algum tributo, fazendo com que a obrigação de pagar deixe de existir. Mas é preciso pensar sobre isso com calma e agir apenas quando tiver segurança.

Lembre-se que qualquer ação equivocada pode configurar sonegação fiscal e levar ao pagamento de multas. Portanto, conte sempre com um profissional qualificado e não faça nada sem ter profundo conhecimento sobre a sua empresa!

Adiar o pagamento dos tributos

Por meio dos regimes de caixa e de competência, você consegue adiar o pagamento de um tributo sem que incida juros e penalidades administrativas.

A aplicação dessas estratégias deve observar procedimentos e prazos específicos. Para executar essas estratégias, é imprescindível que haja um bom conhecimento detalhado sobre a legislação da área de atuação, como os requisitos e procedimentos envolvidos.

Diminuir o pró-labore

Retiradas mensal de valores altos geram incidência do Imposto de Renda. Porém, ao converter o pró-labore em divisão de lucros, é possível ficar isento do pagamento do imposto.

Com o planejamento certo, você conseguirá fazer os cálculos, definir retiradas mensais adequadas e ter uma previsão dos lucros a serem divididos no final do exercício financeiro.

Terceirizar

Ao terceirizar atividades que não fazem parte do objetivo principal do seu negócio, surge a opção de deduzir os gastos da terceirização quando for fazer o cálculo do PIS/COFINS, mas isso acontece apenas quando você é optante do Lucro Real.

Independentemente disso, porém, o procedimento de terceirização pode ser mais econômico e até mais eficiente. Com o conhecimento aprofundado sobre a realidade da sua empresa, haverá a possibilidade de analisar a questão com segurança e economizar não só com impostos, mas também com encargos trabalhistas.

Com a ajuda de profissionais experientes e com a realização de uma boa gestão financeira, você certamente poderá realizar um planejamento tributário eficiente, pagar menos impostos e investir esse dinheiro em ações que visem o crescimento da empresa e a consolidação da sua marca.

(Fonte: CDL-BH)


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Com melhora da confiança, 41% dos micro e pequenos empresários devem investir mais em 2019

Entre as MPEs que pretendem realizar investimentos, 60% têm como meta o aumento das vendas. Intenção de tomar crédito também avança 16% em janeiro de 2019 antes o mesmo mês do ano anterior

Diante da perspectiva de recuperação da economia, os micro e pequenos empresários do varejo e comércio têm demonstrado maior apetite para realizar investimentos em 2019. É o que aponta dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

O levantamento mostra que 41% desses empresários pretendem investir este ano, ante 35% em 2018. Por outro lado, 38% não planejam fazer qualquer tipo de movimento nesse sentido e 21% ainda não sabem o que farão.

O indicador que mede a propensão de investimento das MPEs (micro e pequenas empresas) passou de 41,4 pontos em janeiro de 2018 para 47,9 em janeiro de 2019, uma alta de 16% na comparação anual. Pela metodologia, quanto mais próximo de 100, maior a propensão para o investimento. Quanto mais próximo de zero, menor a propensão.

Entre os empresários que devem investir, seis em cada dez (60%) miram o aumento das vendas, enquanto 27% visam atender ao aumento da demanda e 25% querem adaptar sua empresa às novas tecnologias. A principal finalidade para esses recursos será a compra de equipamentos (31%). Em seguida, 26% buscam reformar a empresa e 22% ampliar seus estoques.

Na avaliação do presidente da CNDL, José César da Costa, a volta do apetite por novos investimentos reflete a melhora da confiança. “A expectativa com relação ao futuro da economia e dos negócios é de que a atividade econômica cresça com mais força este ano, impulsionando o consumo e, por consequência, o faturamento das empresas”, ressalta.

Demanda das MPEs por crédito avança 16% na comparação anual; 29% consideram processo de contratação difícil

O ano também começa com os micro e pequenos empresários mais propensos a tomar crédito do que em 2018. Em janeiro de 2019, o indicador que mede a demanda por crédito registrou 25,1 pontos contra 21,6 pontos no mesmo mês do ano anterior, o que significa um avanço de 16%. Esse aumento dá indícios de retomada do crédito, embora de forma tímida.

Em termos percentuais, os dados indicam que 15% das MPEs pretendem contrair crédito nos próximos três meses. Em contrapartida, 67% descartam essa possibilidade — em janeiro de 2018 esse número representava 76% — e 18% ainda não sabem dizer se vão recorrer a recursos extras.

O empréstimo lidera a lista de modalidades que devem ser contratadas, com 49% das menções. Em segundo lugar vem o financiamento (17%) e em terceiro o cartão de crédito empresarial (11%). A sondagem constatou ainda que 29% consideram o processo de contratação de crédito difícil, ao passo que 22% acham fácil ou 17% não consideram nem fácil e nem difícil. Além desses, um percentual expressivo declara nunca ter contratado crédito, chegando a 29%.

Questionados sobre os entraves para contrair crédito, 60% dos que consideram a contratação difícil apontam como principais problemas a burocracia e as exigências dos bancos. Para 57%, os juros altos são um grande impeditivo. Já entre os que consideram fácil a obtenção de crédito, 49% citam o bom relacionamento com as instituições financeiras. Já 37% mencionam o fato de ter as contas em dia e 26% dizem que a documentação da empresa em ordem facilita o processo. Outros 21% apontam o tempo de existência da empresa como item importante.

“As altas taxas de juros, que ainda seguem elevadas mesmo com as quedas recentes, acabam inibindo a tomada de crédito por boa parte do empresariado. Além disso, há o desconhecimento das modalidades existentes no mercado. Muitas opções estão disponíveis, com condições e taxas menores para o segmento de MPEs ”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

(Fonte: CNDL)


Empretec


 

 

Elabore o planejamento estratégico da sua empresa

Equipe empresarial elaborando um planejamento estratégico

Para atingir grandes resultados, é preciso ter um bom trabalho de planejamento estratégico para que os objetivos sejam alcançados. Além disso, esse processo é fundamental para que o empreendimento consiga se destacar da concorrência no seu mercado de atuação e ter uma boa administração de empresas.

Um planejamento e análise de estratégias deve englobar diversos aspectos como: análise da satisfação interna, indicadores de resultados, definições de metas e objetivos, além do ambiente externo da empresa.

Tudo isso só faz sentido se houver uma execução primorosa das estratégias pensadas. Por isso, o plano estratégico de uma empresa deve ser muito bem estruturado e, principalmente, analisado periodicamente. Com isso, fica muito mais fácil alcançar os propósitos e os resultados que geram muito valor à marca.

Pensando um pouco mais nas dúvidas que podem surgir sobre essa temática, elaboramos este material com todas as informações necessárias sobre o assunto. Quer se tornar um especialista em planejamento estratégico? Então, confira a leitura de todo o artigo até o final!

1. Analise as forças competitivas no mercado

Em primeiro lugar, é fundamental que haja uma análise da concorrência. Nesse ponto, há necessidade de se abrir um pouco mais o entendimento acerca de mercado. Isso baseia-se no fato de que ter concorrentes é um ponto positivo. Sabe o porquê disso?

Pois bem, isso significa que há um grau maior de maturidade no nicho de atuação, com um público consumidor estabelecido. Ou seja, se existem concorrentes, há muito espaço para inovar e crescer. Imagine um exemplo para facilitar o compreendimento sobre esse processo.

Há uma nova empresa que fabrica suplementos orgânicos para o cultivo de uma variedade de plantas existentes apenas no Japão. Esse novo empreendimento não tem concorrentes no país. Isso quer dizer que os clientes ainda precisam ser educados e conscientizados acerca da necessidade de adquirir esse produto.

Percebeu a diferença da atuação em um mercado que já é estabelecido e tem diversos concorrentes? Agora, vamos aprofundar um pouco mais sobre como é importante realizar uma análise das forças competitivas no mercado. Continue a leitura!

O empresário e a sua equipe devem concentrar esforços a fim de conseguir extrair informações valiosas sobre como é o mercado. Isso deve levar em conta diversos pontos e indicadores financeiros.

De posse dessas métricas, estratégias podem ser implementadas para fazer uma análise baseada na diferenciação. Ou seja, de que modo o meu negócio pode acrescentar ao mercado e surpreender a experiência do cliente. Afinal, em nichos concorridos, vender mais do mesmo pode não ser suficiente para garantir o crescimento e sua da empresa. Pense nesse aspecto!

Há 3 estratégias genéricas de diferenciação, segundo o conceito de Michael Porter. Veja.

Diferenciação

Como o próprio nome já sugere, a diferenciação consiste em demonstrar de que forma o seu produto ou serviço pode inovar. Além disso, o que faz com que ele não seja igual aos outros concorrentes presentes no mercado. Isso promove uma maior percepção de valor e custo-benefício ao ser bem trabalhado.

Liderança de baixo custo

A liderança de baixo custo é uma das estratégias mais utilizadas para a diferenciação e o ganho de mercado. Ela concentra-se somente em um determinado ponto: o preço. Isso é o que vai determinar se um cliente vai optar por seu produto ou de um concorrente.

É fundamental ter uma atenção especial na liderança de baixo custo, pois pode ser que a sua empresa opere no negativo. Isso ocorre caso não haja um estudo profundo de quanto o produto pode ser vendido sem que seja prejudicial ao caixa da empresa.

Afinal, com menos recursos, o custeio de todos os gastos fixos e variáveis ficam em risco. Todo esse contexto pode fazer com que a perpetuação da empresa no mercado torne-se muito difícil.

Foco

Nesse ponto, o objetivo principal é ganhar mercado focando em um nicho específico. Com isso, a empresa procura se tornar especialista e autoridade no segmento. Esse é o caso de marcas especializadas, que não têm um grande mix de produtos e clientes de áreas diferentes. Ela procura se tornar uma autoridade no mercado.

2. Identifique os principais stakeholders

Em primeiro lugar, você sabe o que é um stakeholder? Pois bem, esse termo em inglês significa que existem questões delicadas, com interesses de diversas partes em torno de um mesmo objetivo.

Então, o gerenciamento dos stakeholders é uma forma inteligente de analisar o conflito de interesses, procurando garantir um desenvolvimento sustentável e harmônico.

A identificação dos stakeholders pode ser feita analisando os principais envolvidos. Confira a lista a seguir de alguns mais comuns!

  • leis (exigidas pela esfera governamental);
  • consumidores (sedentos por qualidade, preço e condições);
  • comunidade (por exemplo, objetivando vagas de empresa para a localidade);
  • fornecedores (análises referentes a prazos e qualidade);
  • concorrência.

Os grupos de stakeholders podem estar em alguns dos tópicos acima. Entretanto, isso não quer dizer que somente nos casos acima eles estarão presentes, pois cada empresa tem uma realidade diferente. Por isso, a análise tem que ser feita considerando as particularidades do negócio em questão.

Outro detalhe importante quando se trata dos stakeholders é que eles são formados por grupos com interesses divergentes. Dessa forma, o conflito de interesses é algo muito recorrente. Para analisar como esses parceiros podem impactar o seu negócio, há a necessidade de fazer uma análise criteriosa do ambiente externo.

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Para isso, é fundamental se colocar no lugar de cada um dos grupos a fim de identificar quais pontos de interesse poderão se cruzar e gerar conflitos. Isso também é muito interessante, pois durante esse processo, novos stakeholders podem ser identificados. Ou seja, novas demandas que não estavam no planejamento inicial surgem.

Após essa análise, é preciso ter uma rotina de conduta para trabalhar com os stakeholders identificados. Isso possibilita a geração de uma relação mais amigável e aberta ao diálogo. O empreendedor deve ter bons meios de comunicação para ouvir as demandas e necessidades desses grupos. Com isso, um caminho pode ser construído a fim de alcançar uma relação mais amigável e que não traga prejuízos ao negócio.

3. Defina uma identidade para a empresa

Criar os conceitos de missão, ideia e valores é algo muito comum e recorrente para a maioria dos empreendedores. Porém, a criação de uma identidade forte e projetar a marca para um outro patamar exige uma postura diferente.

São exatamente esses pontos que fazem com que seja formada a identidade forte de uma empresa. Será que você está cometendo algum erro ao estruturar esse processo? Descubra abaixo logo abaixo.

A síntese dos valores que orientam os rumos do seu negócio é um dos passos iniciais. O trabalho deve ser muito mais profundo, analisando quais os impactos decorrentes de como os valores afetam a rotina de trabalho. A retenção de talentos é um ponto que não pode deixar de ser pensado!

A palavra-chave para conseguir alcançar a união desses ideais com a rotina de uma empresa é por meio da vivência. Isso vem do fato de que a experiência adquirida com a execução de operações diárias para tomar decisões é uma grande escola.

Ou seja, o conhecimento vindo da execução das mais diversas tarefas pode ser usado para reforçar a identidade da empresa. Nessa lógica, deve haver a criação de estratégias que reforcem a construção dessa identidade.

Responder a algumas perguntas básicas pode ajudar nesse procedimento. Minha imagem de marca é verdadeira? Como os clientes veem a marca em relação a outros concorrentes? Há uma presença online significativa do meu negócio?

A última tem um significado muito importante e demonstra como o empresário deve estar atento às mais diversas mudanças que impactam o seu negócio. O mundo está se tornando cada vez mais online. Ou seja, a presença digital virou praticamente uma obrigação para quem está atuando no mundo empresarial.

Isso só reforça a tese de como é importante conseguir planejar a construir uma identidade vitoriosa do seu empreendimento.

4. Avalie sua empresa

Você sabe o que é SWOT? Esse termo em inglês significa a abreviação das palavras “strenghts”, “weaknesses”, “opportunities” e “threats”. Traduzindo para o bom português, quer dizer “forças”, “fraquezas”, “oportunidades” e “ameaças”.

Essa conceituação de forma geral já dá uma ideia do quanto é importante incluir essa análise no seu planejamento estratégico. Antes de falarmos um pouco mais sobre como o SWOT é importante e pode ser executado, é necessário destacar um erro crucial que muitos cometem.

Alguns empreendedores acreditam que a análise SWOT deve ser feita apenas no início de um novo projeto. Isso quer dizer que eles pensam que o ambiente externo e interno deve ser verificado apenas para compreender se a ideia e estratégia do negócio pode ser vencedora. Em outras palavras, se a empresa tem chances de vingar no mercado.

Porém, pela própria criação da matriz SWOT, que é baseada na simplicidade, elaboração e análise, o processo deve ocorrer de forma recorrente. Isso diverge do pensamento incorreto que só quando um novo negócio é aberto que deve haver a ocorrência dessa tarefa.

Pois bem, agora você vai descobrir como implementar de fato a análise SWOT no seu planejamento estratégico. Leia abaixo!

Desenvolvendo sua análise SWOT

Como as siglas já trazem uma ideia do significado de cada uma na sua análise, é preciso listar algumas tarefas básicas para alcançar o sucesso. Então, defina primeiramente quais são as possíveis forças do seu negócio. Após isso, é preciso conhecer quais as fraquezas, principalmente como elas atuarão contra as suas forças.

Liste algumas das oportunidades que podem estar presentes na sua estrutura empresarial. Consequentemente, enumere as ameaças e trabalhe para não deixar de descrever todas elas. Feito isso é recomendável criar uma planilha com todos os itens.

Assim, correlações podem ser feitas para verificar cada fator da matriz. Por exemplo, veja como as forças podem potencializar algumas oportunidades. Ou então, de que forma elas podem combater algumas fraquezas.

O inverso também é uma analogia que precisa ser feita: de que modo as fraquezas podem prejudicar as oportunidades? Além disso, esses mesmos pontos de fragilidade podem aumentar as ameaças ao seu negócio.

Com essas relações fica mais fácil descobrir alguns pontos vitais ao bom andamento das atividades e desafios que a sua empresa pode enfrentar. Negligenciar alguma das informações é um erro que pode custar a perpetuação da ideia empreendedora e fazer com que as atividades encerrem. Esse é o maior medo de todo comerciante, não é verdade?

Para que um negócio consiga criar um planejamento estratégico, organizativo e tático, é importante que a empresa conheça seus processos muito bem. Dessa forma, ela conhece perfeitamente o ambiente em que está se posicionando, identifica as oportunidades e os pontos que podem impactar diretamente na atividade.

Tudo isso converge para o bom andamento dos processos pelo autoconhecimento das características intrínsecas ao empreendimento. Conhecendo os ambientes externos e internos, a empresa sai na frente da concorrência por estar mais preparada e com processos bem definidos. Planejamento é tudo para qualquer atividade da vida!

5. Determine metas realistas e desafiadoras

Metas e objetivos são importantes em qualquer comércio. Independentemente do porte ou mercado de atuação, deve haver um planejamento muito bem pensado de quais as ambições para o empreendimento.

Um ponto de fundamental importância quando se fala de metas é o aspecto da realidade. Sabe o que isso quer dizer? Bem, uma empresa deve basear os seus projetos de crescimento conforme a realidade financeira, empresarial e produtiva do negócio.

Imagine uma situação na qual uma loja de roupas venda R$ 30,000,00 por mês. Depois de muitas conversas o empreendedor definiu a meta para o próximo mês subsequente: R$ 70,000,00. Não é preciso ser um exímio gestor para entender que essa meta está muito acima das potencialidades do comércio.

Afinal, um crescimento de mais de 100% na receita de um mês para outro é algo bem difícil de se executar. Esse exemplo foi somente para ilustrar o quanto é importante considerar as particularidades de cada negócio.

Isso porque as metas são objetivos. Ou seja, precisam ser alcançadas. Elas não são coisas fruto da imaginação ou de ilusões empresariais. Com planejamento, dedicação e empenho o caminho para o alcance de uma meta é bem menos sinuoso.

Nessa perspectiva, o seu planejamento estratégico deve englobar de forma muito bem organizada os pontos relativos ao estabelecimento de metas. Uma outra dica muito válida é sempre consultar a sua equipe e outros colaboradores para entender melhor quais os planos de crescimento.

Os maiores informantes dos resultados e pontos a serem maximizados na sua empresa são os próprios colaboradores. Dessa forma, fique sempre atento aos feedbacks e opiniões que cada trabalhador pode descrever sobre o negócio e pense sempre em como fazer a contratação de funcionários para sua empresa crescer.

6. Monte um plano de ação para atingir as metas

Muito mais importante do que definir metas, é alcançá-las. Para isso, um plano de ação precisa ser planejado e executado com maestria. Antes disso, há a necessidade de uma avaliação de qual o tipo, objetivo e característica da meta.

Isso pode ser muito válido, pois existem metas empresariais focadas na redução de custos e outras que focam no crescimento da receita. Nesse caso, pode haver um aumento do faturamento, mas também com consequente elevação dos custos.

O plano de ação precisa ser previamente discutido com os seus colaboradores. Quando for definido o melhor caminho e práticas que vão ser implementadas, há a necessidade do foco para o alcance dos resultados.

Alguns passos podem ser extremamente úteis para a criação de um plano de ação. Falaremos mais logo abaixo.

Saiba aonde quer chegar

O empreendedor, por ser um líder, deve guiar os seus colaboradores em direção aos objetivos do negócio. Então, ele deve fazer uma lista de como a sua equipe pode ajudar no alcance dos objetivos corporativos. Tudo isso deve ser feito de forma clara e informativa a fim de que todos tenham conhecimento e se engajem para os propósitos definidos.

Liste as tarefas a serem executadas

É fundamental que todas as tarefas que vão constar no seu planejamento sejam listadas. Essa prática facilita a delegação de funções e a ajuda de outros profissionais. Peça que cada colaborador coloque em sua folha de papel ou planilha qual o propósito e contribuição dele para o alcance das metas.

Divida as grandes tarefas em menores e mais gerenciáveis

Essa dica é muito válida. Isso ocorre porque muitas metas, aparentemente, parecem ser mais difíceis de serem gerenciadas e alcançadas. Por isso, sempre que for possível, procure fragmentar esses grandes blocos em alguns menores.

Essa prática ajuda a gerenciar e dá mais clareza para que os colaboradores dêem a sua contribuição. Além disso, há um princípio básico de que gerenciar atividades e processos menores é algo muito mais prático e palpável.

Não se esqueça que essa prática também faz com que reduza significativamente as chances de erros ocorrerem durante a execução.

Crie uma representação visual para o seu plano de ação

O intuito deste tópico é auxiliá-lo quanto à execução de um plano de ação de forma prática e confiável. E esse tópico aqui representa muito bem como algumas pequenas ações podem gerar grandes resultados.

A criação de uma representação visual ajuda o seu time a ficar ainda mais engajado e facilita a absorção de informações importantes do seu plano de ação. Isso ocorre porque a visualização gráfica permite identificar as tarefas com mais facilidade e os objetivos. Inclusive, fica muito mais fácil e didático observar se as metas estão sendo alcançadas ou não.

Acompanhe as ações com frequência

Por fim, com o plano estabelecido, é imprescindível que tornar o hábito de análise um hábito. Além disso, há a necessidade de cobrar dos responsáveis e demais colaboradores para que todos façam a sua parte. É exatamente disso que o plano de ação se baseia: a entrega.

Isso mesmo! Cada um contribuindo da sua forma faz com que a união alcance um resultado fantástico para a empresa e todos os envolvidos.

7. Monitore cada passo

Como já foi citado brevemente no tópico acima, há a monitoração é uma prática que não pode ficar de fora do seu planejamento estratégico.

O uso de algumas ferramentas pode ajudar na automatização desse processo e trazer mais segurança nas análises. O Enterprise Resource Planning (ERP), por exemplo, é um software que auxilia na gestão geral de toda a empresa. Ele setoriza todos os departamentos da empresa e possibilita uma visão global de diversos pontos do negócio.

Com isso, fica mais prático adotar medidas para conseguir se antecipar a novas demandas de mercado ou corrigir problemas internos do empreendimento. Além dele, há a boa e velha planilha.

Ela pode ser uma excelente ferramenta para o registro e monitoramento de informações. A atualização e análise periódica deve ser feita em comum com as planilhas. Ou seja, qualquer mudança de rumo e atualização correlacionado ao planejamento estratégico deve ser incluído nas tabelas. Não se esqueça dessa prática!

8. Conclusão

O planejamento estratégico é algo muito mais próximo da realidade do empreendedor do que ele imagina. Isso vem do fato de que muitos processos incluídos nessa análise já estão presentes no dia a dia da empresa. Entretanto, isso não é feito de forma estruturada e direcionado para o uso produtivo dos dados.

A participação da equipe é uma grande contribuição para o desenvolvimento de um plano estratégico alinhado aos princípios, potencialidades e características da empresa. Todo empreendimento é feito de pessoas. Então, procure sempre extrair o máximo possível dos seus colaboradores. Assim, toda a firma só tende a sair ganhando.

(Fonte: CDL/BH)


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