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Indicador de Confiança do Consumidor abre 2018 com crescimento e marca 43,6 pontos, mostram SPC Brasil e CNDL

Brasileiro reconhece dificuldades na economia, mas 59% têm esperança de que a vida financeira vai melhorar em seis meses. Entre otimistas, muitos não sabem explicar razões, mas 21% notam aumento do consumo e 20% acham que desemprego já começa a recuar

A passos lentos, o humor do brasileiro com a economia do país e com a sua própria condição financeira vem apresentando melhoras, embora ainda permaneça em um patamar baixo. Segundo dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) cresceu de 41,9 pontos em janeiro de 2017 para 43,6 pontos em janeiro de 2018, o que representa uma alta de 4% em um intervalo de um ano. Em dezembro, o índice estava em 40,9 pontos. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que quanto maior o número, mais otimista se encontra o consumidor.

O Indicador de Confiança é composto por dois componentes: o Indicador de Condições Atuais, que afere o cenário momentâneo da economia e da própria vida financeira e o Indicador de Expectativas, que avalia o que os consumidores esperam para os próximos seis meses.

No caso do Indicador de Condições Atuais, a variação também foi positiva, passando de 29,6 pontos para 32,4 pontos na escala na passagem de um ano. Ao considerar somente a situação atual da economia, a pontuação foi de 22,5 pontos e ao considerar somente o estado da vida financeira, a pontuação foi de 42,3 pontos.

De acordo com a sondagem, 78% dos brasileiros avaliam o atual momento econômico do país como ruim contra apenas 3% que consideram a situação ótima ou boa. Para 19%, a situação é regular. Quando o assunto é a avaliação da própria vida financeira, o percentual dos que consideram o momento atual como ruim cai para 40%, enquanto 14% avaliam a vida financeira de forma positiva. Outros 45% classificam o momento como regular.

Para o presidente da CNDL, José Cesar da Costa, a consolidação da volta da confiança é uma condição necessária para a retomada do consumo das famílias
e dos investimentos entre os empresários. “Mas isso dependerá, fundamentalmente, do aumento de vagas de emprego e ganhos reais de renda, depois de um longo período de queda”, explica o presidente.

Maior parte dos consumidores ainda vê cenário econômico como ruim. Desemprego e preços altos são principais justificativas

O levantamento apurou que entre os que fazem uma avaliação negativa a respeito da economia brasileira, a maior parte cita o desemprego elevado como principal razão desse desalento (59%). Também aparecem com destaque os altos preços (55%) e as elevadas taxas de juros (43%), fatores que acabam inibindo o consumo.

Já entre os que classificam a própria vida financeira de forma negativa, a razão mais lembrada é o alto custo de vida, mencionada por 54% dos entrevistados. O mesmo levantamento ainda revela que quase a metade dos consumidores (51%) aponta o elevado custo de vida como o fator que mais tem pesado na vida financeira familiar. Os aumentos de preços mais sentidos são os combustíveis (85%), conta de luz (85%) e compras nos supermercados (82%).

“Mesmo com a queda da inflação, o nível dos preços ainda é elevado e a renda dos consumidores ainda não se recuperou do período de quedas. Isso faz com que o consumidor não sinta de forma tão evidente os efeitos da inflação sob controle”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Outro fator que tem pesado na vida financeira dos consumidores é o desemprego, com 18% de menções.

Em sentido oposto, para aqueles que veem o momento atual de sua vida como bom ou ótimo, o controle das finanças é a razão mais destacada, com 41% das citações. A economista Marcela Kawauti avalia que esse dado revela a importância de colocar a organização financeira como prioridade, sobretudo em um momento de crise como o atual. “Quem faz um controle sistemático do orçamento consegue ajustar os gastos e o padrão de vida com mais rapidez em momentos de aperto”, explica.

Avaliação sobre o futuro supera a percepção do cenário atual e Indicador de Expectativas marca 54,8 pontos

Embora o quadro atual seja negativo para parte considerável dos consumidores, os brasileiros nutrem esperanças de que a sua situação financeira melhore em um horizonte de seis meses, assim como a do país como um todo. De acordo com apuração do SPC Brasil e da CNDL, na passagem de janeiro de 2017 para janeiro de 2018, o Indicador de Expectativas passou de 54,2 pontos para 54,8 pontos. Considerando somente as expectativas para a economia, a pontuação foi de 45,1 pontos e quando se considera as expectativas com vida financeira, a pontuação foi ainda maior e atinge 64,5 pontos na escala.

Em termos percentuais, as expectativas com o futuro da economia mostram-se melhores do que a avaliação do cenário atual. Para 39%, há pessimismo com os próximos seis meses, enquanto 24% mostram-se esperançosos de que a situação fique melhor. Outros 33% possuem uma visão neutra a respeito do tema.

59% dos brasileiros estão otimistas com futuro da vida financeira para os próximos seis meses. Maior parte, contudo, não sabe explicar razões

Quando o assunto é o futuro da própria vida financeira, o percentual de otimistas sobe em relação ao percentual de otimistas com a economia: 59% disseram ter boas expectativas, enquanto 10% têm expectativas ruins e 26% estão neutros.

Entre os otimistas com a economia, a maior parte (50%) não sabe ao certo explicar as razões de seu otimismo, apenas acreditam que coisas boas devem acontecer. O mesmo acontece com aqueles que estão em algum grau esperançosos com a própria vida financeira: 49% não sabem explicar esse sentimento.

Outros motivos alegados por aqueles que acreditam na melhora da economia brasileira são a sensação de que as pessoas estão voltando a consumir (21%) e a percepção de que o desemprego começa a recuar (20%). Além disso, para 14% desses consumidores, os preços pararam de crescer na mesma velocidade de antes.

Já em sentido oposto, entre os que manifestam pessimismo com a economia, 63% citam os escândalos de corrupção como principal entrave para o país se recuperar dos efeitos da crise. O alto nível de desemprego é mencionado por 39% e outros 29% discordam das medidas econômicas que estão sendo adotadas pelo atual governo.

Metodologia

Foram entrevistados 801 consumidores, a respeito de quatro questões principais: 1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira. O Indicador e suas aberturas mostram que há confiança quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica falta de confiança.

Baixe a análise do Indicador de Confiança do Consumidor no link: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

Benefícios da nota fiscal eletrônica no varejo

 

Toda empresa precisa recolher tributos, não tem jeito. A partir dessa necessidade aparece a tão falada nota fiscal – documento obrigatório e que deve ser emitido em qualquer operação de compra e venda de produtos e serviços. E, é claro, a nota fiscal eletrônica (ou NFe). A emissão da NFe está em crescimento hoje em dia e traz benefícios para todo o ciclo de compras, ou seja: desde o consumidor até o Estado.

O processo é feito sem burocracia e com a garantia de uma assinatura digital.Essa tecnologia toda confere mais velocidade, segurança e transparência às transações. Para te ajudar a implementar a NFe no seu empreendimento, separamos algumas dicas rápidas. Vamos lá!

1) Redução de custos


A nota fiscal tradicional, também conhecida como “notinha”, exige o uso de impressoras e quilômetros de rolos de papel, o que gera custos elevados. Além disso, o armazenamento de documentos gera bastante gasto.


Por isso, uma solução tecnológica que reduz esses procedimentos, como a NFe, é mais interessante. E ela tem sido cada vez mais adotada em todos os segmentos com o objetivo de facilitar a emissão das notas.


São inegáveis as mudanças que a tecnologia trouxe para o mundo corporativo. Com o sistema tributário não é diferente: a otimização trazida pelo uso da internet permite mais agilidade no pagamento de impostos e obrigações fiscais.


2) Comodidade para o cliente


Imagine que você tenha mais de 10 mil clientes e precise emitir notas fiscais para todas essas pessoas físicas e jurídicas. É provável que isso signifique bastante trabalho para a sua equipe — além dos gastos associados.


Com a NFe, a guia é enviada diretamente para o e-mail do consumidor, o que facilita o relacionamento e moderniza a relação empresa / cliente.

3) Rapidez no atendimento


NFe é sinônimo de agilidade. E o que o cliente quer é rapidez e qualidade no atendimento. Hoje, depois que uma NFe é emitida, ela pode ser reenviada ao e-mail do cliente quantas vezes forem necessárias, sem aquela burocracia antiga de ir a um cartório e pedir por uma cópia autenticada.


A cópia enviada por e-mail tem a mesma garantia das outras graças à assinatura digital.

4) Melhor relacionamento entre empresas


O B2B é a relação de compra e venda entre duas empresas: business to business.E a NFe melhora esse relacionamento ao profissionalizar os processos internos, tornando o relacionamento entre esses clientes específicos mais capacitado e responsável.

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Com informações da CDL-BH.

3 técnicas para resolver problemas com um cliente nervoso

Por mais que a gente se esforce, a relação entre fornecedor e cliente nem sempre funciona às mil maravilhas. Nesses momentos, é importante que a pessoa na posição de atendimento tenha jogo de cintura e saiba lidar com a situação. Essa pessoa deve mostrar ao cliente que ele vai ter a ajuda necessária e seus problemas serão resolvidos e, ao mesmo tempo, encontrar uma solução que seja positiva para a empresa. Por isso, separamos três dicas para preparar qualquer membro da equipe para resolver um problema com o cliente.

 

1) Ouça o que ele tem a dizer


Conflitos podem ser assustadores. É por isso que, assim que encontramos um cliente nervoso, nos tornamos reativos, interrompendo a fala do consumidor ou ficando em silêncio. Essas atitudes não são boas, é preciso ouvir. Mantenha a calma e escute o cliente, realmente prestando atenção no que ele diz. Só assim será possível entender o problema e a emoção do cliente. Ele pode estar bravo por diversos motivos e, às vezes, um pouco de conforto e atenção é tudo o que ele precisa. Ah! E preste atenção também no que ele não diz, ok?

 

2) Seja específico


Ser transparente em todos os passos transmite confiança. É importante fazer perguntas ao cliente e oferecer opções detalhadas. Explique claramente quais serão os próximos procedimentos. É isso que vai fechar a ferida e possivelmente restaurar a confiança do consumidor na empresa.

 

3) Tenha empatia e ofereça compaixão


Entender a dor do cliente naquele momento de frustração ou raiva é essencial. Coloque-se no lugar dele. O cliente irado não quer que o interlocutor vire uma poça de insegurança. Ele quer alguém que entenda a sua raiva, perdoe suas palavras duras e assegure que a empresa o ajudará. Isso só vai acontecer se o funcionário responder com autoconfiança e convicção das suas propostas. Não basta tentar liquidar o problema. É necessário mostrar que a empresa sabe quais são as suas responsabilidades e quer aprender a lição. “Sinto muito. Peço desculpas pelo nosso erro. Vamos reparar o dano o mais rápido possível”, são frases que devem ser exploradas. Dessa forma, o cliente se acalma porque sabe que pode contar com a pessoa que está do outro lado.

Com esses segredos, o relacionamento com o cliente vai fluir mais naturalmente e a confiança na sua empresa vai aumentar, certamente. O ideal aqui é transformar o cliente em um defensor da sua marca. Se for bem atendido e tiver suas demandas solucionadas, o tiro é certeiro.

 

Fonte: site da FCDL/MG - http://www.fcdlmg.com.br/index.asp?c=padrao&modulo=conteudo&url=9128#.Wm7vYK6nHIU 

O que podemos esperar para 2018, economicamente falando?

Um novo ano e com ele novas oportunidades. Inspire-se e veja com cuidado os números abaixo:

Começar um texto com números não é a melhor forma de traduzir o que ele quer mostrar, mas nesse caso, é a melhor opção para aqueles que sentiram o novo ambiente que o horizonte aponta. Sabemos que não basta sentir, temos que agir!


Com base nas expectativas do primeiro dia do ano dos agentes financeiros, houve uma melhora geral no cenário macroeconômico. Na comparação 2018 frente a 2017, a inflação, a Taxa de Câmbio e os Preços Administrados tendem a diminuir ao longo do ano. Haverá um aumento da Produção Industrial com reflexos positivos para toda a cadeia produtiva e, consequentemente, com muito trabalho, haverá aumento da Produção Interna Bruta no Brasil, segundo o Comitê de Política Monetária - COPOM.

Juros mais baixos


O próprio comitê entende que a conjuntura econômica prevê um trabalho estimulativo, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Com esse cenário, a Taxa Selic fechou o ano de 2017 em 7,00% ao ano e iniciou 2018 com uma expectativa de fechar em 6,75% ao ano. Todavia, o Comitê enfatiza que o processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira contribuirá para a queda da taxa de juros estrutural.

Retomada do crescimento


Essas expectativas, somadas aos números atuais da economia real, resultam em um cenário adequado para a retomada econômica. Após quatro anos de uma profunda crise econômica, o mercado de trabalho voltou a gerar emprego, a ociosidade das empresas está reduzindo, a inflação segue uma linha descendente.

Crescer de verdade


Claro que isso são expectativas que colidem com números reais. Nada adianta cruzar os braços e esperar que elas aconteçam sem o mínimo trabalho. Para o varejo, manter sua postura inovadora e sua capacidade de reinventar-se para garantir os bons resultados é essencial. Espera-se que o crescimento chege em 5%. Apesar de não ser um crescimento de dois dígitos, é considerado importantíssimos após a recessão.

Guilherme Afif - presidente nacional do Sebrae

Em entrevista exclusiva para a Federação, Guilherme Afif ditou as tendências para o ano e o que o microempresário pode esperar dele. Confira na página 18 da Revista Movimenta!

Pé na tábua!


Então, varejista, aja. Faça promoções, liquide estoques de produtos antigos, atraia o consumidor. Inspire-se diariamente nas evoluções do mercado. Não espere a aprovação de reformas - que devem ser feitas para a manutenção da retomada econômica - para fazer a sua parte.


Enfim, finalizo essa conversa, na expectativa que você trabalhe de maneira leve e com objetivos sólidos. Afinal, as cartas estão na mesa e o jogo da vida no mercado de trabalho está posto. Somente aqueles que fazem acontecer é que serão capazes de aproveitar os resultados. Aja! Não espere! Esperar, nesse momento, é a pior atitude.

 

Vinícius Carlos

Economista da FCDL-MG

Confiança da micro e pequena empresa cresce 2,2 pontos em 2017 e fecha o ano apontando otimismo

Indicador que mede as condições atuais apresenta melhora expressiva de 7,7 pontos em 12 meses. Para especialistas, tendência é de que 2018 consolide ambiente propício aos negócios, mas ritmo de melhora depende da aprovação de reformas estruturais

O Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 51,1 pontos no último mês de dezembro, o que representa uma alta de 2,2 pontos na comparação com o mesmo mês de 2016, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Em novembro, o indicador marcara 51,5 pontos, ligeiramente acima do dado de dezembro.

É a primeira vez desde 2015, início da série histórica, que o indicador de confiança dos micro e pequenos empresários termina o ano acima do nível neutro de 50 pontos, o que sinaliza um predomínio do sentimento positivo entre esses empresários. Em dezembro de 2015 o indicador se encontrava na casa dos 40,0 pontos. Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a melhora da confiança dos empresários de menor porte, embora ainda discreta, reflete a lenta recuperação da economia brasileira nos últimos meses. “É consenso que a atividade econômica avançou em 2017, apesar desse movimento ser lento e gradual. Espera-se que em 2018, a economia siga avançando e dê mostras mais consistentes de que estamos no rumo da recuperação, com geração de emprego e retomada das vendas”, afirma a economista.

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses.

Indicador de Condições Gerais avança de 32,8 pontos para 40,5 pontos

O Indicador de Condições Gerais, que avalia o retrospecto do micro e pequeno empresário sobre o desempenho de suas empresas e da economia nos últimos seis meses, subiu de 32,8 pontos em dezembro de 2016 para 40,5 pontos em dezembro de 2017. No mês imediatamente anterior, novembro último, o mesmo indicador se encontrava em 39,4 pontos. Como o índice continua abaixo do nível neutro de 50 pontos, significa que os empresários ainda não enxergam os últimos seis meses de forma favorável, embora o crescimento do índice aponte uma interrupção na trajetória de piora.

Na abertura do indicador, tanto a avaliação regressa de seus negócios quanto para a economia, apresentaram melhora. No primeiro caso, passou de 36,0 pontos para 44,5 pontos na escala. Já para o desempenho recente da economia, a evolução positiva foi de 29,7 pontos para 36,6 pontos, sempre considerando a comparação entre dezembro de 2017 e dezembro de 2016.

Em termos percentuais, 50% dos micro e pequenos empresários sondados consideram que as condições da economia brasileira pioraram nos últimos seis meses. Esse número, embora elevado, vem caindo e já esteve na casa dos 90% em meados de 2015 e 2016. Já a proporção dos que notaram melhora da economia marcou 16% em dezembro. Quando restrita somente ao desempenho de seus próprios negócios, 35% disseram ter notado piora, enquanto 21% relatam ter notado alguns sinais de melhora, percentual que também esboçou crescimento.

37% dos micro e pequenos empresários estão otimistas com o futuro da economia do país; 38% acreditam em aumento no faturamento de suas empresas

O Indicador de Expectativas, que serve de parâmetro para avaliar o que os empresários aguardam para o futuro, oscilou para baixo nas duas bases de comparação. No último mês de dezembro de 2017, o índice ficou em 59,0 pontos contra 60,9 observados em dezembro de 2016 e dos 60,6 pontos que marcara em novembro de 2017.

De acordo com o levantamento, quatro em cada dez (37%) micro e pequenos empresários estão em algum grau confiantes com o futuro da economia do país contra 22% de pessimistas. Quando essa análise se restringe a realidade da sua própria empresa, o índice cresce e atinge 52% dos empresários consultados contra um percentual de 11% que manifestaram pessimismo com o futuro de seus negócios.

Apesar da confiança dos empresários no desempenho da economia, na maior parte dos casos, os entrevistados não sabem explicar as razões: 44% desses empresários admitiram não saber o porquê de seu otimismo, apenas acreditam que coisas boas devem acontecer. A mesma razão é citada por 33% dos micro e pequenos empresários que estão otimistas com seus negócios.

Entre os que estão otimistas com a economia, há também 25% que já notam a melhora de alguns indicadores econômicos e 16% que nutrem esperanças de que a crise política será resolvida em breve. Já entre os que imaginam que suas empresas terão um horizonte positivo nos próximos seis meses, há ainda 24% que confiam na boa gestão que fazem do negócio, medida que os fazem se distanciar dos efeitos da crise, na opinião desses entrevistados. Apenas 7% de micro e pequenos empresários disseram não estar sendo afetados pela atual crise.

Em sentido oposto, entre os pessimistas com a economia, a questão política também ganha protagonismo, revelando que a incerteza no campo político afeta as perspectivas econômicas de ao menos 32% dos desses entrevistados. Além disso, 19% não acreditam que as reformas serão aprovadas. Dentre os pessimistas com o próprio negócio, 53% atribuem esse sentimento a possibilidade de a crise econômica persistir.

Outro dado investigado pelo levantamento foi o faturamento das empresas. A maior parte (46%) dos micro e pequenos empresários acredita que ele não se alterará ao longo deste primeiro semestre do ano. Outros 38% acreditam que o faturamento poderá crescer, contra apenas 7% dos que esperam queda das receitas, percentual que mostra queda frente a média histórica dos últimos meses.

“O ano de 2017 trouxe surpresas no campo político que abalaram o ritmo de recuperação da economia, mas apesar de alguns episódios adversos, o clima de confiança esboçou melhora ao fim do ano, proporcionando um ambiente mais favorável para 2018. Para dar continuidade a esse processo de evolução, a agenda das reformas estruturais na economia precisa ser agilizada, acompanhada da queda do desemprego, que exerce forte influência sobre o consumo e produção”, analisa a economista Marcela Kawauti.

Metodologia

O Indicador e suas aberturas mostram que houve melhora quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica que houve percepção de piora por parte dos empresários. A escala do indicador varia de zero a 100. Zero indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais da economia e dos negócios “pioraram muito”; 100 indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais “melhoraram muito”.

Fonte: SPC Brasil

Principal meta dos brasileiros para 2018 é juntar dinheiro, mostra pesquisa do SPC Brasil e CNDL

85% dos brasileiros tiveram que fazer cortes no orçamento em 2017 e 31% temem não conseguir pagar as dívidas este ano. Corrupção e crise econômica são os problemas do país mais citados a serem resolvidos em 2018


Os brasileiros chegam ao fim de 2017 com a sensação de que o auge da recessão mais grave enfrentada pelo país já ficou para trás. Porém, ainda é tempo de contabilizar perdas e mudanças na gestão do orçamento familiar impostas pela crise. Assim, 2018 traz otimismo, mas também cautela. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pesquisaram quais são as expectativas e projetos dos brasileiros para 2018 e mostram que, mais da metade dos brasileiros (54%) estão mais otimistascom o cenário econômico de 2018 e 58% acreditam que a sua vida financeira também será melhor. A pesquisa mostra que as principais metas financeiras para este ano são juntar dinheiro (45%) e sair do vermelho (27%).

Porém, em uma nota que vai de 1 a 10, onde 1 é muito ruim e 10 é muito bom, a expectativa para a economia brasileira para 2018 é de 5,7 e a da vida financeira pessoal é de 6,7. Entre os que acham que a situação da economia vai piorar (13%), as principais consequências serão ter de evitar gastos com coisas desnecessárias para guardar dinheiro (54%), comprar menos (45%) e ficará mais difícil de economizar e fazer reserva financeira (41%). Já 19% acreditam que o cenário econômico em 2018 será igual a 2017.

Como medida para superar os problemas decorrentes da crise econômica em 2018, a maior parte dos entrevistados deve evitar o uso do cartão de crédito (26%), organizar as contas da casa (25%) e aumentar a renda fazendo trabalhos extras (22%).

De acordo com o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, a insegurança de parte significativa dos brasileiros é resultado de uma combinação de fatores. “De um lado, o cenário de incerteza em relação a eleição presidencial que se aproxima, com alto grau de imprevisibilidade e que também afeta a percepção do mercado; do outro, a lentidão do país para superar os obstáculos que impedem a retomada da atividade econômica, situação agravada pelos níveis de desemprego ainda elevados”, afirma Pellizzaro. “Fica a impressão de que a qualquer momento é possível ter de enfrentar uma demissão, por exemplo. Isso só vai mudar a médio prazo, à medida que as pessoas forem sentindo a melhora dos indicadores econômicos no dia a dia”.

Em 2018, apesar dos problemas econômicos do país, 38% não gostariam de abrir mão de fazer uma reserva financeira, 29% não querem abrir mão dos planos de celular e internet e 23% do plano de saúde. Segundo os entrevistados, os principais fatores que podem influenciar o aumento do seu consumo no ano que se inicia são o preço dos produtos (47%), as promoções (40%) e a melhora na economia (32%).

O levantamento do SPC Brasil mostra ainda que em 2018, pensando na vida financeira, 44% pretendem fazer alguma reserva, 14% querem financiar uma casa própria e 12% pretendem financiar um automóvel.

Entre os principais temores para 2018 estão possíveis problemas de saúde (40%), ser vítima de violência ou assalto (32%) e não conseguir pagar as dívidas (31%). A corrupção foi lembrada, sendo para 86% dos brasileiros, o problema mais importante do País a ser resolvido em 2018, seguida pela crise econômica (61%), a violência(58%), saúde (47%), educação (41%), e o desemprego (37%).

Retrospectiva 2017: 85% dos brasileiros tiveram que fazer cortes no orçamento

Se 2018 começa com boas expectativas para a economia do Brasil e para a vida financeira pessoal, o ano que passou deixou más lembranças na vida dos consumidores: para 55% dos entrevistados a economia piorou em 2017 se comparada a 2016 e apenas 13% acham que ela melhorou.

Considerando as finanças pessoais, quatro em cada dez (41%) afirmam que também piorou na mesma base de comparação. Dentre os principais motivos, os mais citados são o aumento do valor de produtos e serviços sem o aumento paralelo dos rendimentos (55%), a diminuição da renda familiar (31%) e o endividamento (28%). Entre os 20% que acreditam que melhorou, os principais fatores são ter conseguido organizar o orçamento (36%), porque mais pessoas da casa estão trabalhando (20%) e porque seus negócios prosperaram (18%).

A pesquisa mostra que 85% tiveram que fazer cortes ou ajustes no orçamento em 2017, principalmente as refeições fora de casa (63%), a compra de itens e vestuário, calçados e acessórios (56%), e itens supérfluos de supermercado (49%).

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o aumento dos níveis de consumo estará em grande parte associado à criação de postos de trabalho e à melhora da atividade econômica, como um todo. “O consumo está começando a reagir, mas a intensidade dessa reação dependerá da volta dos investimentos e das políticas de combate ao desemprego. Só assim a confiança do consumidor poderá ser reestabelecida”, avalia.

Dívida dos brasileiros inadimplentes em 2017 chegou ao valor médio de R$ 3.902

Ao final de novembro de 2017, aproximadamente 59,9 milhões de brasileiros estavam negativados, segundo estimativa do SPC Brasil. Entre os consumidores que ficaram com o nome sujo ao longo de 2017 (17%), 81% possuem parcelas no cartão de crédito pendentes, 69% estão com dívidas vencidas no cartão de lojas e 67% com parcelas pendentes em carnês ou boletos. As contas que estão a mais tempo sem pagar são as parcelas do cartão de crédito (9 meses, em média) e as dívidas do cartão de lojas (média de 8,6 meses). E as que estão a menos tempo são as contas do telefone (2,7 meses) e a de água e luz (1,6 meses).

Em média, o valor total da dívida em atraso é de R$ 3.902, entretanto, 57% não souberam declarar o valor. Cerca de 34% pretendem limpar o nome, mas não têm uma previsão definida. Entre quem pretende limpar o nome em 2018, a média de tempo prevista para efetuar os pagamentos e sair da lista de negativados é de quatro a cinco meses.

Para a economista, os brasileiros tiveram que fazer sacrifícios e mudanças para lidar com a crise, o que impactou diretamente os hábitos de consumo. “Muitas pessoas viram suas contas fugirem ao controle, ocasionando o endividamento e uma série de dificuldades financeiras. Ao mesmo tempo, aqueles que planejaram os gastos e organizaram as finanças atravessaram este período de forma menos atribulada. Essa atitude faz toda a diferença na gestão das contas o dia a dia”, explica Kawauti.

Em relação ao emprego, 35% consideram-se estáveis em seus cargos. Entre os 19% que estão desempregados atualmente, 49% estão nessa situação há mais de um ano, sendo a média de 10 meses sem trabalho.

74% realizaram pelo menos um projeto que tinham para 2017

O levantamento ainda mostra que 74% conseguiram realizar pelo menos um projeto que tinham para 2017, sendo que os principais são: cuidar da saúde (24%), ter mais tempo livre para o que gostam (15%) e poupar dinheiro (13%).

Já 94% não conseguiram realizar pelo menos algum projeto que haviam planejado para o ano passado, principalmente juntar dinheiro (35%), fazer uma grande viagem (25%) e conseguir pagar as contas atrasadas (25%). Perguntados sobre os motivos para não conseguirem cumprir estes os planos, os preços altos (41%), a quantidade restrita de dinheiro já direcionada ao pagamento das contas mensais (41%), o desemprego (18%) e a falta de organização financeira (17%) foram os mais citados.

Metodologia

O SPC Brasil entrevistou 682 pessoas, entre 27 de novembro e 07 de dezembro de 2017, de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

Imprensa:

Vinicius Bruno
(11) 3251 2035 | (11) 9 7142 0742
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Para se inspirar: 10 vídeos sobre empreendedores incríveis

5 dicas para aumentar sua cartela de clientes

O desafio de todo vendedor não é apenas a pressão de vender mais, mas sim a pressão de saber como conseguir pessoas que poderiam comprar aquilo que vendem. Todo mundo que tem uma meta tem o desafio de fazer um número acontecer. A necessidade de atingir essa meta pode tirar o nosso sono e, muitas vezes, nos levar a questionar nossas habilidades. Já sabemos que a melhor maneira de se fazer negócio é aparecer para as pessoas na hora certa. Quando elas estão justamente procurando pelo que você está fazendo.


Dito isso, separamos 5 dicas de como achar novos clientes para você encontrar pessoas mais dispostas a comprar o seu produto ou a associar-se à sua entidade. Vamos lá?

1) Aproveite a tecnologia


A internet revolucionou a maneira como nos relacionamos porque aproximou as pessoas de uma maneira que ainda não havia acontecido. Não vire as costas para a tecnologia, porque ela pode ser um grande parceiro de negócios para você, uma oportunidade de você aumentar o seu rendimento e aparecer para as pessoas certas quando elas buscarem pelo que você faz. Pesquise, faça testes e INVISTA nela.

2) Faça networking


Caetano Veloso já dizia que “é impossível ser feliz sozinho”, certo? Podemos dizer também que é impossível ver, ser visto e vender sozinho. Alguns especialistas afirmam que daqui a pouco tempo, só existirão 2 maneiras de se vender: no trade e no networking. Portanto se você não vende um produto e não pode colocá-lo em destaque no ponto de venda, é melhor você começar a parar e pensar sobre como melhorar o seu networking. Sem isso, não terá como aumentar a clientela. Promova e participe de eventos, chame a concorrência (sim!) para conversar, apareça e seja visto.

3) Compartilhe espaços


Quando você frequenta um escritório compartilhado, você não conhece apenas profissionais ou empresas, você conhece pessoas que precisam de clientes assim como vocês. Buscando criar vínculos com essas pessoas, você não apenas acaba ajudando e recebendo ajuda delas, mas também acaba ensinando e aprendendo com elas.


4) Plante uma semente


O que isso significa? Como aumentar clientes dessa forma? As pessoas querem fazer negócios com os líderes, com os melhores do mercado. Isso significa que quando você promove a sua reputação como o melhor no que vende, isso acaba abrindo portas para você.  Se as pessoas já têm o costume de buscar informações na internet, e se toda vez que elas buscarem alguma coisa sobre o que você faz encontrarem algo vindo de você, elas enxergarão você como uma referência no mercado.


Quando isso acontecer, o caminho natural será as pessoas buscarem por você e entrarem em contato. Quem planta conteúdo e reputação, sempre vai colher resultados e novos clientes.

5) Tenha o seu negócio na ponta da língua


De que adianta procurar novos canais e novas formas de prospecção se você não sabe responder sobre o que você faz em poucas palavras de uma maneira que gere interesse no cliente? É justamente a maneira como você diz o que faz, que despertará a atenção das pessoas. Ter as informações certas para chamar atenção dos clientes na ponta da língua não tem preço.


Comece do começo!


Quanto mais barulho você fizer na prospecção, maior é a sua chance de falhar. E dizemos isso porque não vai adiantar você sair pegando a lista telefônica e ligar para tudo que é potencial cliente. Atinja as pessoas certas e tenha mais sucesso concentrando seus esforços na direção adequada. Ficou mais claro para você como aumentar clientes? Nós acreditamos que o conjunto dessas 5 dicas pode tornar qualquer vendedor um exímio prospector e com isso, aumentar as vendas de todos. Bom trabalho!

 

Com informações do blog Endeavor Brasil.

Saiba quem é o seu cliente e use estas informações a seu favor

Os vendedores do varejo enfrentam grande concorrência do e-commerce nos dias de hoje. Por conta da facilidade de acesso às lojas virtuais, a forma como as pessoas compram mudou muito nos últimos anos, Apesar disso, a internet não precisa ser vista como inimiga no vendedor offline, mas, sim, como aliada.

Existe uma série de atitudes que o vendedor pode tomar para se dar bem no varejo e conseguir captar cada vez mais clientes. Caio Bretones, CEO da Mobile2You,  listou algumas delas. Confira:

 

1) Saiba quem são seus clientes

 

É comum que, em seus smartphones, as pessoas possuam aplicativos muito diversificados, como redes sociais, jogos e suas lojas preferidas. Ao fazer a união entre as redes sociais e os aplicativos das lojas, fica mais fácil retirar informações preciosas para aumentar suas vendas.

Diferente de antigamente, quando era necessário ir até a loja para adquirir o produto de interesse, hoje temos o comprador multicanal, que é aquele cliente que sabe o que deseja aproveita a melhor oportunidade para comprar o item. Isso pode acontecer por meio de pontos acumulados, cupons de desconto, ou até mesmo em datas especiais como é o caso da Black Friday.

Existe também o comprador omni, que é o cliente que faz uso de todos os canais de compra possíveis, que podem ser tanto na internet quanto em lojas físicas. Ele também usa as redes sociais para encontrar ofertas.

 

2) Use suas informações

 

Pode ser muito simples entender o que seus cientes gostam, onde moram, quais lugares frequentam e que costumam comprar online. Basta fazer uma simples consulta aos seus perfis em redes sociais. Com essas informações em mãos, você pode pensar em promoções, ações e eventos voltados para o seu consumidor, voltando a atenção dele para sua loja.

Reunir as informações e compará-las também pode indicar o que grande parte dos seus clientes gosta, permitindo quevocê pode modele sua loja física de acordo com gosto dos compradores, aumentando a atratividade do espaço para os clientes.

 

3) Combine o melhor dos mundos

 

Comprar online tem muitas vantagens, mas adquirir produtos em lojas físicas também apresenta benefícios. Por que fazer o seu cliente escolher se ele pode ter os dois?

Atualmente, está em alta um modelo de vendas conhecido como BOPIS ("Buy Online Pickup In Store", ou "Compre online e retire na loja", em tradução livre), que permite ao cliente comprar pela internet e retirar os produtos direto na loja, no momento que for mais conveniente para ele. Com isso, ele economiza no frete e, em algumas situações, ganha tempo, pois o prazo de entrega para a loja pode ser menor do que para a residência do comprador. O vendedor do varejo também ganha a oportunidade de impactar o comprador por meio de ações e promoções.

 

Com informações do Portal IG Varejo.

Meu nome foi parar no SPC, e agora?

A situação se complicou e seu nome foi negativado. Na hora que bate o desespero recorremos às mais diversas saídas: tentamos economizar dinheiro, renegociar a dívida com o credor e muita gente recorre à ajuda de empresas que se dispõem a intermediar a negociação com os órgãos de proteção ao crédito.


Para evitar uma cilada, separamos algumas dicas para você sair dessa sem se enrolar ainda mais. Pronto

para respirar aliviado?

 

1) Qual o tamanho do problema


O primeiro passo é descobrir para quem se deve e o valor total da dívida. Por isso, faça um levantamento que inclui as empresas, as regras de cada contrato, taxa de juros reais embutidas, multas, juros acumulados no período, etc. Faça um levantamento real, preciso e completo para chegar, finalmente, ao valor exato da sua dívida.

 

2) Organize sua vida financeira


Outro ponto importante para limpar seu nome é entender de onde vêm as dívidas, além de analisar o que precisa ser feito para economizar e quitá-las. Pouco adianta iniciar uma negociação se não existe margem no orçamento para cumprir com esse compromisso. E se você perceber que não há sobra de dinheiro, você precisa pensar em uma forma de conseguir este valor, preferencialmente com a venda de algum bem ou conseguindo um novo emprego. Só deixe a opção de pegar empréstimos como último recurso. Anote seus gastos e acompanhe de perto cada saída de dinheiro. Ter total controle sobre seu orçamento é fundamental para conseguir economizar.

 

3) Encare o problema de frente


Assim que seu salário entrar na conta, já reserve o valor destinado à quitação da dívida. Para ajudar, pergunte a si mesmo se você e sua família gastam mais do que precisam, se não estão vivendo de uma forma incompatível com a renda que possuem. Escolha gastar com aquilo que realmente importa e reúna todo mundo para que a família também se conscientize.


A melhor forma é entrar em contato direto com a empresa para tentar uma renegociação. Ainda que alguma empresa de cobrança entre em contato se dizendo representante de determinada empresa, é sempre aconselhável ligar para o SAC da empresa antes de fechar acordos por telefone, a fim de evitar golpes.

 

4) Não tenha medo de pedir ajuda


Entrar em contato com o credor de dívida algumas vezes pode ser bem difícil, pois muitas vezes o devedor quer regularizar sua dívida, mas não sabe como começar o processo. Procure a CDL de sua cidade e peça por uma intermediação. A CDL consegue negociar com seus associados e, quem sabe, descolar aquele desconto ou parcelamento ideais para que todo mundo saia ganhando!

 

Procure as ACIP/CDL. Saiba mais pelo 3831-5500.


Com informações do SPC Brasil