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6 dicas para o seu comércio vender com segurança e tranquilidade

6 dicas para o seu comércio vender com segurança e tranquilidade

O departamento de vendas é um dos mais importantes de qualquer empresa. Por isso, investir em sistemas e estratégias para o seu comércio vender com segurança deve ser uma de suas prioridades.

Vender os produtos ou os serviços de uma marca traz uma receita recorrente e capital para investimento. No entanto, é preciso que seja feita uma análise de crédito dos possíveis clientes.

Essa iniciativa é muito importante, pois evita situações estressantes e possíveis fraudes. A incerteza no recebimento das vendas pode tornar o seu negócio inviável, diminuindo as chances de perpetuação do seu empreendimento.

Pensando nisso, elaboramos este artigo com 6 dicas para que a sua negociação seja mais transparente e segura. Quer descobrir como? Continue a leitura!


1. Contrate um serviço de consultas ao SPC


O Serviço de Proteção ao Crédito, ou simplesmente SPC, é nada mais do que um sistema interligado a vários bancos e outros sistemas de análise de crédito. Os vários dados são cruzados e fornecem informações valiosas para os comerciantes.

No amplo rol de informações disponibilizadas pelo SPC estão: o número de CPF, o nome, o endereço e as dívidas atrasadas. Mas você sabe como utilizar esses dados para fazer uma análise de risco do seu cliente? Se a sua resposta foi não, nós te explicamos agora como isso funciona e por que é algo tão importante.

Em primeiro lugar, temos o fator da cautela a nosso favor quando uma venda é supervisionada pelos órgãos de análise de crédito. Imagine a seguinte situação: um cliente chega à sua loja e pretende fazer uma compra muito grande. Acontece que ele nunca realizou nenhuma outra negociação com a sua empresa, mas quer pagar a compra com cheques.

Ao fazer uma rápida busca no SPC com os dados desse cliente, é bem provável que você chegue à conclusão de que vale ou não a pena efetivar a venda. Entendeu a importância dessa prática? A precaução é uma grande aliada para vender com mais segurança.


2. Faça um seguro de cheques


O exemplo que demos anteriormente usando cheques não foi por acaso. É que essa opção de pagamento é uma das mais utilizadas. Em contrapartida, existe o problema da falsificação ou extravio das folhas de cheque. Além disso, há o famoso caso do “cheque sem fundo” — quando não há recursos para honrar o pagamento.

Esses motivos já são suficientes para que o seu comércio invista em um seguro de cheques. Com isso, você se protegerá de fraudes e situações estressantes que envolvem a cobrança de dívidas em atraso.

Existem diversos tipos de seguro. Você conseguirá encontrar uma opção acessível e que gere impactos positivos ao seu comércio. Não perca tempo!


3. Verifique o score de crédito do consumidor


O score é nada mais do que uma escala que engloba várias métricas e informações pessoais. Por exemplo, existem muitos scores que vão de 0 a 1000. Se um comprador possui uma pontuação baixa, é bem provável que as chances de não pagamento sejam maiores.

O score é um guia para o comerciante. Assim, ele pode definir se aquela venda é mais benéfica ou prejudicial ao seu empreendimento. Por isso, sempre avalie o score do seu consumidor antes de fechar alguma venda.


4. Confirme os dados cadastrais do consumidor


O Brasil aparece em inúmeras pesquisas como um dos países com maior número de estelionatários e de fraudes comerciais. E apostamos que você não quer ser vítima de um golpe, não é mesmo? Quando for realizar qualquer negociação, consulte um banco de dados a fim de verificar a idoneidade do seu cliente.

É muito comum que criminosos falsifiquem dados para realizarem compras em nome de terceiros. A famosa clonagem de cartões é apenas uma das artimanhas utilizadas por eles. Imagine a dor de cabeça e os problemas que a sua empresa pode passar ao efetivar uma compra em que houve uma fraude cadastral.

É bem melhor se precaver de situações embaraçosas. Logo, não deixe de verificar os dados cadastrais e as informações básicas dos seus compradores. Assim, você demonstra o profissionalismo do seu negócio e diminui as chances de fraude contra o seu empreendimento.


5. Invista em segurança digital


Você já deve saber que o processo de vendas foi diretamente impactado pelas novas tecnologias da web. Porém, não pense que somente os e-commerce e as lojas que atuam na internet fazem uso da segurança digital.

O seu negócio, mesmo que esteja offline, precisa dessa ferramenta. Os softwares de antivírus, por exemplo, ajudam a proteger a confidencialidade do seu banco de dados. Além disso, existem tecnologias capazes de detectar cartões de crédito falsos, evitando que você caia em fraudes.

Um exemplo bem comum que afligia comerciantes de todo o país é a falsificação de cédulas. Apesar de antigo, esse golpe demonstra como o seu negócio pode sofrer com a atuação de grupos criminosos.

Desse modo, é fundamental que a sua empresa esteja preparada para a era digital, fazendo o uso de bons softwares e sistemas que tornem as vendas mais seguras.


6. Treine a sua equipe para vender com segurança


Já é do pensamento popular que o constante treinamento leva à perfeição. Com a sua marca não é diferente. Como mencionamos na abertura deste artigo, o setor de vendas é um dos mais importantes — o que exige o aperfeiçoamento e a capacitação dos profissionais.

Nesse sentido, é fundamental que os seus colaboradores saibam utilizar as ferramentas de análise de crédito e estejam sempre atentos a possíveis fraudes. Por isso, organize oficinas internas de debate e especialização para tornar uma negociação segura e tranquila.

Agora que você já sabe um pouco mais de como vender com segurança, não se esqueça de aplicar as dicas no dia a dia da sua empresa. Uma negociação tranquila traz um retorno positivo para toda a sua equipe, além de beneficiar financeiramente o seu negócio.

(Fonte: CDL/BH)

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Associado, fique por dentro: TROCA DE MERCADORIAS E DESISTÊNCIA DE COMPRAS

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1 - O LOJISTA É OBRIGADO A TROCAR MERCADORIA QUE NÃO TENHA DEFEITO OU VÍCIO?

Após ocorrer a venda da mercadoria, o lojista não está obrigado a efetuar trocas em decorrência de o consumidor não ter gostado da cor, modelo, estilo, ou por ter encontrado em outra loja o mesmo produto mais barato.

2-EM QUAIS CASOS A TROCA DE MERCADORIA É OBRIGATÓRIA?

As hipóteses em que são possíveis a troca da mercadoria por outra da mesma espécie, em perfeitas condições de uso, ou a restituição da quantia paga, somente ocorrerão quando a mercadoria apresentar algum defeito e este não puder ser sanado no prazo máximo de 30 (trinta) dias. Esta regra encontra-se no artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor.

3-O CONSUMIDOR PODERÁ DESISTIR DA COMPRA E EXIGIR A RESTITUIÇÃO DO VALOR PAGO?

Não existe o prazo de 7 (sete) dias para desistência do negócio, quando a venda é feita na loja, onde o consumidor compareceu e fez a escolha do produto. Isto só é possível quando a venda for feita fora do estabelecimento, em domicílio, por telefone ou pela internet. Esta regra encontra-se no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor.

(Fonte: CDL/BH)

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5 dicas essenciais para vender no Natal

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Para que as vendas sejam positivas é necessário traçar algumas estratégias de vendas. É preciso planejar-se com cautela para que os resultados das vendas sejam positivos, e você não saia no prejuízo.

Preparamos algumas dicas que podem te ajudar na hora de montar o seu planejamento de vendas. Confira:


Como comprar no Natal?

Quem compra bem, vende bem! Abastecer o estoque de acordo com o fluxo de vendas da loja é o primeiro passo para vender e não ter prejuízos. Para fazer esse controle, você precisará analisar os resultados das vendas do último Natal, verificar as novidades e tendências do mercado e dos seus fornecedores, e depois disso traçar uma meta com o crescimento de vendas de acordo com os resultados obtidos no ano anterior.

Com esses dados em mãos você consegue ter uma boa previsão de quais produtos tem mais saída e fazer uma compra assertiva.

Importante: não deixe para fazer suas compras de última hora! Desse modo você estará evitando possíveis transtornos e poderá se organizar com antecedência.


Bom atendimento é a chave

A equipe de vendas é a vitrine da loja. É ela quem vai estar na linha de frente do atendimento, por isso é necessário que ela esteja 100% preparada para efetuar e registrar a melhor venda, e mais do que isso, fidelizar o cliente!

Oferecer treinamentos de atendimento e vendas, contratar funcionários temporários caso o fluxo de demandas seja grande, são algumas ações básicas que podem te ajudar nessa data.

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É importante lembrar que o fluxo de trabalhos dos vendedores nessa época é dobrado, e que se estiveram saturados o seu desempenho pode ser prejudicado.

Para atentar-se a isso, vale criar um cronograma com escala de folgas que permita o rodízio desses funcionários.

Trabalhar com incentivo aos funcionários como bônus e comissões de venda, pode ser uma ótima estratégia para o Natal.


Promoção é a palavra chave

O Natal é uma data de grande disputa no comércio, o preço é um dos fatores que mais influencia na hora da decisão de efetuar a compra, por isso trabalhar com promoções é essencial para atrair o consumidor.

Uma ótima dica é aproveitar os produtos que não foram vendidos na Black Friday e vendê-los com desconto no Natal, mas fique atento para não aumentar o valor do produto nesse intervalo de tempo e depois abaixar, o consumidor está atento a todos os passos do lojista!

Ofereça descontos relevantes naqueles produtos típicos de Natal, trabalhe com brindes e aposte em promoções atrativas que conquistem e façam com que o cliente volte depois.


Loja decorada é fundamental

Uma loja bem decorada desperta atração no olhar do consumidor. Aproveite a época e invista em uma boa decoração natalina. Uma dica é usar os próprios produtos disponíveis na sua loja: isso pode despertar a curiosidade do consumidor e fazer com que ele entre e efetua a compra daquele item.

Manter os itens de forma visível e organizada é super importante, afinal, ninguém gosta de chegar em uma loja e não encontrar o que procura.


Comunicação não é gasto, é investimento!

Não adianta ter uma boa promoção e uma loja bonita se ninguém ficar sabendo, não é mesmo? Por isso, o papel da comunicação é fundamental para trazer clientes ao seu estabelecimento.

Existem várias ações que podem ser peças chave para uma boa propaganda: os flyers são uma ótima opção para quem gosta do método tradicional (e que funciona bastante); existe também a possibilidade de investir nas redes sociais, que pode ser um caminho para que o seu comércio fique mais conhecido.

Para as empresas que trabalham com sistema de cadastramento de clientes, as promoções podem ser enviadas via WhatsApp. Mas vale lembrar que para executar essa opção é necessário perguntar previamente ao consumidor se ele deseja receber as mensagens.

Aplicando essas dicas, o seu comércio estará preparado para as vendas de Natal! Lembrando que tudo deve ser executado com base em um planejamento. Uma última dica: reúna-se com a sua equipe - a comunicação interna faz toda diferença quando a pauta são boas vendas.

(Fonte: Portal Administradores)

 

Fique por dentro das 7 últimas tendências do varejo

A inovação e a mudança impactam o dia a dia de muitos negócios. Novas formas de prospecção de clientes ou canais de vendas interativos, por exemplo, são algumas das inúmeras possibilidades nos comércios. Nessa perspectiva, o varejo é um setor comumente marcado por atrair e implementar novas soluções.

Pensando nisso, separamos as 7 tendências do varejo às quais você, empreendedor, deve estar atento para aplicar no seu negócio. Informação e antecipação de movimentos são características imprescindíveis para quem almeja alavancar uma empresa.

Quer ficar por dentro de todas as novidades? Continue a leitura deste artigo!

1. Chat como canal de vendas

Antes de entender essa tendência, é preciso traçar um panorama das redes sociais como canais para a realização de negócios. Pois bem: com a chegada dos sites, que se tornaram verdadeiros grupos sociais na web, muitas pessoas passaram a analisar e decidir por suas compras em lojas na web.

Atualmente, as mídias sociais contam com diversos marketplaces incluídos em suas plataformas. Com isso, além de ter uma boa exposição na web, é preciso saber se relacionar com os clientes, captar leads e fornecer produtos que estejam de acordo com o anseio de tais públicos.

É nesse cenário que os chabots tiveram um amplo mercado para atuar e despertaram o interesse de muitas empresas, desde os pequenos negócios até as grandes corporações. Essa ferramenta é um tipo de software que simula a conversação com um ser humano. Desse modo, diversas tarefas podem ser automatizadas (e mensagens, programadas).

Exemplo

Suponhamos que seja veiculada uma campanha de um dos seus produtos ou serviços em uma rede social, por exemplo. Em sua estratégia, há um recado para que o cliente interessado envie uma mensagem para você.

Ao adotar os chatbots, é possível programá-los para que uma resposta seja automaticamente gerada quando o comprador entra em contato. Mensagens de boas-vindas ou de apresentação mais detalhada do seu produto podem ser utilizadas.

Veja um exemplo: “quer ter acesso a mais informações de como o nosso produto X pode melhorar a sua vida? Digite ‘eu quero’ nos comentários!”.

Assim, uma mensagem já pode ser enviada automaticamente com mais detalhes, poupando tempo e pessoal envolvido nessas atividades. Portanto, analise e programe o chat como canal de vendas no seu negócio de varejo!

2. Pagamento com criptomoedas

O Bictoin tornou-se uma febre em 2017. Entretanto, ele só representa uma parte inicial do mercado de criptomoedas: essa nova forma de pagamento, em que não são utilizadas moedas físicas, é o futuro da negociação no comércio mundial. Ocorre que muitos empreendedores têm dúvidas e receios ao aceitarem tal modalidade de pagamento em seus negócios.

É preciso analisar, primeiramente, quais são os benefícios e as potencialidades do uso de criptomoedas para o crescimento de uma empresa. Contar com uma assessoria especializada é fundamental para não haver erros na implementação desse tipo de pagamento.

Por isso, analise com sua equipe qual a melhor forma de criar um gateway de pagamento de criptomoedas e divulgue essa nova facilidade entre os clientes. Fique atento, ainda, às cotações das suas moedas para evitar perdas no a sua empresa.

3. Customização de produtos

A customização é algo bastante difundido. Nos últimos anos, muitos negócios de varejo estenderam essa comodidade aos seus mais diversos produtos — atualmente, várias lojas comercializam peças de vestuário, objetos e, até mesmo, veículos que podem ser customizados.

É preciso ressaltar que essa prática agrega mais valor aos itens, além de estreitar o relacionamento cliente-empresa. Isso ocorre pelo fato de que se desenvolve uma maior empatia e fidelização com a marca. Afinal, quem não quer ter um produto com a sua cara?

4. Sustentabilidade

sustentabilidade é uma vertente em alta no mercado corporativo — e também uma tendência no varejo. Por isso, é fundamental que os empreendedores adotem práticas sustentáveis na produção e no descarte das mercadorias.

Além de ser uma forma de contribuir com o planeta, esse tipo de cuidado gera um maior engajamento por parte dos clientes e aumenta a percepção dos valores do seu negócio. Portanto, procure sempre ter a sustentabilidade como uma conduta empresarial.

5. Experiência virtual

Como dissemos no primeiro tópico, independentemente do seu nicho de atuação, é preciso ter presença na web. A experiência virtual é fundamental para realizar novos negócios e prospectar clientes. Contar com um bom site, que seja funcional e tenha textos atrativos, além de páginas nas redes sociais, é de suma importância.

No varejo, divulgar os produtos para um público cada vez mais seletivo exige boa presença virtual. Existem sites de diversos valores e configurações possíveis: analise as possibilidades de cada um e encontre o ideal para seu empreendimento.

6. Cadeia de abastecimento

A gestão de estoques e inovações na cadeia de abastecimento é uma tendência do varejo que vai crescer muito nos próximos anos. O uso de Big Data Analytics e Business Intelligence gera uma grande fonte de dados, capaz de auxiliar no controle da venda e na reposição de mercadorias no seu negócio.

Muitos lojistas realizam colaborações com parceiros comerciais, a fim de reduzir os custos, desde a cadeia de transporte até a armazenagem de mercadorias. É preciso antecipar demandas e maximizar as possibilidades dentro da sua empresa.

7. Dispositivos móveis

Assim como os websites são fontes valiosas para os varejistas, os dispositivos móveis são uma tendência. É preciso criar soluções mobile de aplicativos que proporcionam o acesso aos serviços/produtos da sua marca.

As pessoas estão vivendo em uma era hiperconectada — e sua loja não pode ficar distante dessa nova realidade. A atenção a essa característica é um dos maiores ativos para seu empreendimento: prepare conteúdos interativos e acessíveis a partir de smartphones.

Essas tendências já são realidade em muitos comércios. É preciso ficar de olho nas novidades e soluções que podem ajudá-lo a vender mais e a crescer a base de clientes do seu negócio.

(Fonte: CDL/BH)

 
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Saiba como definir o perfil profissional ideal para a sua empresa

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O processo de contratação de novos funcionários requer uma série de cuidados. O primeiro deles é definir o perfil profissional mais adequado ao cargo e à empresa. Afinal de contas, escolher as pessoas certas é essencial para o sucesso de qualquer negócio.

Apesar de parecer simples, encontrar colaboradores que se encaixam com a cultura da empresa é um desafio. A compatibilidade acontece apenas se os valores do candidato e do empreendimento estiverem alinhados. Se sua empresa está sempre em busca de inovações, por exemplo, um colaborador que tem medo de mudanças não é a melhor opção.

A gestão estratégica dos recursos humanos é, portanto, essencial para uma empresa atingir a excelência. Uma decisão acertada no recrutamento pode reduzir o turnover da empresa. Isso acontece porque se houver um “casamento perfeito”, a relação de trabalho será longa e benéfica para ambas as partes. 

Quer entender melhor como escolher o tipo de trabalhador ideal? A seguir, vejo o que é necessário para uma seleção certeira!

Entenda as necessidades do cargo

Vagas diferentes exigem perfis distintos para ocupá-las. O padrão comportamental de um candidato para vendas, por exemplo, geralmente, é diferente dos colaboradores dedicados às funções administrativas.

Sendo assim, antes de qualquer coisa, é essencial delimitar as funções de cada cargo, entender as necessidades da empresa em relação ao novo funcionário e detalhar o máximo de expectativas em relação a ela.

Todas essas informações também serão importantes na hora de anunciar a vaga. Quando a nova posição não tem atividades bem definidas, é provável que você receba uma enxurrada de currículos totalmente fora do perfil almejado.

Defina com clareza as habilidades e qualidades necessárias para a vaga

Essa é a hora de listar todas as aptidões obrigatórias para desempenhar as funções com eficiência. Além da formação e as competências técnicas, as características pessoais também entram nesse quadro. O mais importante é que essas qualidades sejam compatíveis com a missão, visão e valores da empresa.

Se a vaga é para atendimento ao cliente, é essencial que o candidato seja otimista, simpático, paciente e tenha uma boa comunicação interpessoal. Candidatos tímidos, que não gostam de conversar e sem empatia dificilmente conseguirão criar conexões com os clientes para concluir as vendas.

Por outro lado, os cargos de gerência exigem formação específica, perfil de liderança, visão analítica e capacidade de cobrar por metas e resultados. Portanto, delimite as qualificações, habilidades e características pessoais necessárias para atender às expectativas da empresa.

Analise o histórico do profissional

A experiência do candidato tem peso na hora de escolher a melhor opção para a sua empresa. Apesar de não ser fator determinante, a bagagem profissional mostra o que o trabalhador é capaz de fazer. Nesse momento, é necessário analisar as vivências anteriores, os desafios enfrentados e as conquistas nas ocupações.

Além do mais, é importante verificar o tempo de permanência nos empregos antecedentes. Dessa forma, será possível identificar os candidatos mais comprometidos e que criam vínculos com as empresas. Por outro lado, a análise também serve para eliminar aqueles que demonstram instabilidade e trocam de trabalho com frequência.

Faça uma abordagem consultiva

Esse tipo de aproximação acontece quando o recrutador agrega o papel de consultor no processo. O entrevistador não faz apenas perguntas simples e aguarda por respostas do candidato. Ele faz questionamentos mais complexos para entender o perfil dele e pode até aconselhar o trabalhador.

A abordagem consultiva agrega valor ao processo seletivo. Por isso, é essencial que o profissional responsável pela entrevista tenha conhecimento absoluto sobre vaga e empresa. Dessa maneira, ele conseguirá identificar os candidatos mais preparados para o cargo em aberto.

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Após esse momento de identificação, ele precisa transparecer confiança. Essa conexão é importante para despertar o interesse do candidato e extrair dele o máximo de dados, com o propósito de alinhar objetivos, desafios e necessidades de ambas as partes.

Com as informações úteis em mãos, é hora de fazer o diagnóstico e avaliar quais são os melhores candidatos. Por fim, a escolha deve ser feita com autoridade e segurança. Essa abordagem consultiva beneficia tanto a empresa quanto o próprio candidato, mesmo que ele não seja selecionado para a vaga.

Fale sobre a empresa

Quando o trabalhador se depara com uma vaga de emprego, é natural que ele busque informações complementares sobre a empresa. No entanto, nem sempre é possível obter dados relevantes em pesquisas feitas pela internet.

Por essa razão, elabore um texto básico e conte a história do seu negócio. Não se esqueça de mencionar questões sobre a cultura e esclarecer pontos importantes relativos ao funcionamento do empreendimento.

Muitas vezes, o candidato é chamado para entrevista e, logo nos primeiros minutos de conversa, ambos percebem que o perfil não é adequado nem à vaga, nem à empresa. Nesse cenário, todos perderam um tempo precioso.

Entretanto, ao disponibilizar informações prévias sobre o negócio, o próprio trabalhador pode fazer uma autoavaliação e se candidatar apenas se houver afinidade e interesse na vaga e na empresa mencionada.

Conte com apoio profissional especializado

Se você não é expert em seleção e recrutamento, o ideal é contar com ajuda profissional nesse processo. Ao contratar empresas especializadas para fazer isso, você delega as funções de anúncio da vaga, triagem de currículos, testes psicotécnicos, dinâmicas e entrevistas de candidatos.

A rotina de um empresário é atribulada, e dificilmente você conseguirá se dedicar a esse processo da forma como deveria. Por essa razão, contar com ajuda externa é um modo de evitar a sobrecarga de trabalho e focar nas demais estratégias para o crescimento do negócio.

Além disso, os especialistas têm capacitação técnica para identificar e atrair os melhores talentos para sua empresa. Dessa forma, a seleção do candidato dentro do perfil profissional desejado tem mais chances de sucesso.

Envolva os gestores no processo de recrutamento

Mesmo se você decidir terceirizar o processo de seleção, não deve ficar totalmente alheio a ele. É necessário que o gestor acompanhe os resultados e até faça a entrevista final, mas apenas com os candidatos pré-selecionados.

Ninguém conhece melhor a sua empresa do que você! Sendo assim, o gestor precisa participar do processo, desde as fases de definição do perfil, identificação das competências necessárias, até a hora de “bater o martelo” quanto ao escolhido para a vaga.

Definir o perfil profissional ideal para sua empresa é essencial para escolher a pessoa certa para a vaga certa. Lembre-se de considerar também as características pessoais do candidato. Afinal de contas, um colaborador que compartilha os mesmos valores que a empresa vai desempenhar melhor as suas funções, proporciona um clima harmônico no ambiente de trabalho e ainda ficará mais comprometido com os resultados do negócio.

(Fonte: CDL-BH)

 

Boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer bancos

Desde o último sábado (28/10), o pagamento de contas vencidas em qualquer banco estará liberado para boletos de todos os valores. Essa operação é possível por meio da Nova Plataforma de Cobrança desenvolvida pelos bancos e pela FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos, um sistema de liquidação e compensação para os boletos.


Os clientes que tiverem boletos não registrados na Nova Plataforma, rejeitados pelos bancos, devem procurar o beneficiário, que é o emissor do boleto, para quitar o débito. Entre outros benefícios, a Nova Plataforma, desenvolvido pelos bancos e a FEBRABAN, dá mais segurança a todo o sistema de compensação de boletos identificando facilmente tentativas de fraude; permite o pagamento em qualquer banco mesmo após o vencimento, e evita que o pagamento, por engano, de algum boleto já pago.


(Ver o cronograma completo mais abaixo).


Exigência do Banco Central

Dar conta de processar todos esses boletos não é tarefa simples, pelo volume de informações que passam a trafegar pelo sistema, com todos os dados exigidos, obrigatoriamente, por norma do Banco Central, tais como CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador. A capacidade de processamento exigida é superior à de uma das grandes processadoras globais de cartões de crédito.


Por isso, para fazer a migração do modelo antigo de processamento para o atual sem comprometer o funcionamento da Nova Plataforma, os bancos optaram por incluir os boletos no novo sistema por etapas, de acordo com o valor a ser pago. Esse processo começou em meados do ano passado para boletos acima de R$ 50 mil (os de menor volume) e alcança a fase mais complexa em outubro e novembro próximos, com a incorporação dos valores mais baixos e dos boletos de cartão de crédito e doações.


Durante todo o processo, explica Faria, foi estabelecido um período de convivência entre os boletos cadastrados na base da Nova Plataforma e aqueles que ainda não estavam inseridos no novo sistema. À medida que o processo foi avançando, a rede bancária vem deixando de aceitar os boletos sem cadastro na Nova Plataforma.


Benefícios

A Nova Plataforma de Cobrança é um projeto que nasceu há cerca de quatro anos, com o apoio de todos os recursos de tecnologia de ponta do setor bancário brasileiro. Ela moderniza o sistema de cobrança existente há mais de 20 anos no País, visando dar maior comodidade e segurança nos pagamentos.


Entre os benefícios, está a maior comodidade proporcionada ao cliente ao possibilitar, por exemplo, o pagamento de boleto vencido em qualquer canal de recebimento banco ou no correspondente, maior segurança com a eliminação dos riscos de fraudes, além de evitar o pagamento em duplicidade.


Além disso, o comprovante de pagamento será mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto, (juros, multa, desconto, etc.) e as informações do beneficiário e pagador.

Para as empresas, os benefícios estão relacionados à melhor gestão dos recebimentos e maior transparência dos procedimentos. Para isso, no entanto, o diretor da FEBRABAN, alerta para o procedimento correto a ser realizado pelos emissores: primeiro, os boletos precisam ser encaminhados aos bancos, para inclusão na base da Nova Plataforma da Cobrança, e somente depois devem ser emitidos e encaminhados aos pagadores.


Cronograma completo

 

Datas

Valor (R$)

25.08.2018

> 400,00

13.10.2018

> 100,00

27.10.2018

> 0,01

10.11.2018

Boletos de cartões de crédito, doações, entre outros

 


Boletos de cartões de crédito, doações, entre outros

Fim do boleto impresso, com o DDA


Outro benefício com a Nova Plataforma é a permissão para que os consumidores optem pelo DDA – Débito Direto Autorizado, um serviço criado há oito anos pela FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) em conjunto com os bancos, que possibilita a eliminação de boletos emitidos em papel. O DDA só trabalha com boletos registrados, o que não era possível antes da Nova Plataforma.


Pelo DDA, os consumidores podem receber todos os seus boletos por meio eletrônico, visualizar cada cobrança e definir quando pagá-la. É um processo diferente do débito automático, pelo qual há um acerto prévio com o banco para debitar a conta automaticamente na data de vencimento.


Para aderir ao DDA, o consumidor deve fazer o registro como “pagador eletrônico” na instituição financeira em que tem conta. Caso haja cobrança em seu nome, a ferramenta permite ao cliente reconhecer a dívida e, após o reconhecimento, autorizar o débito para o pagamento. O cadastro também pode ser feito pelos canais eletrônicos.


A FEBRABAN observa que os clientes que já optaram pelo DDA, mesmo que o tenham feito há muitos anos, passarão a receber os boletos eletronicamente a partir da implementação da Nova Plataforma de Cobrança - pois o banco tem registrado no sistema quem fez a opção pelo DDA como pagador eletrônico. Caso o cliente não se recorde de ter feito o cadastro, deve procurar um canal de atendimento de seu banco e confirmar o aceite no DDA, ou pedir o descadastramento do serviço, caso prefira continuar recebendo os boletos impressos.


Fonte: FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos

 

Por que o varejo deve usar o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC)?

As estatísticas não mentem: o número de pessoas inadimplentes tem crescido no Brasil. Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 39,36% da população entre 19 e 95 anos possui pendências financeiras.

O primeiro trimestre de 2017 foi marcado por esse aumento. Até o final de março, 59,2 milhões de consumidores estavam nas listas de inadimplência — 900 mil novos nomes, em comparação com dezembro de 2016.

Se a tendência é a do aumento da inadimplência, o varejista deve tomar suas precauções para não sofrer com esse problema ou, pelo menos, tentar minimizá-lo. Para isso, usar o Serviço de Proteção ao Crédito pode ser uma boa estratégia.

Quer saber o porquê? Nós explicamos a seguir:

O que é o SPC?

Esta certamente é uma das siglas mais populares no meio comercial. Porém, pouca gente sabe o que é de fato o SPC.

A sigla significa Serviço de Proteção ao Crédito, e como o próprio nome já diz, essa nada mais é do que uma empresa privada que atua na formulação e gestão de um banco de dados com informações de crédito de grande parte da população economicamente ativa no Brasil.

Esse enorme banco de dados é gerido e nutrido por associações comerciais e câmaras de dirigentes lojistas filiadas a outra instituição, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, e tem como função fornecer informações atualizadas sobre o histórico de consumo dos brasileiros, reduzindo os riscos de inadimplência e tornando o mercado mais estável.

O que diferencia o SPC dos demais bureaus de crédito?

Uma das principais diferenças entre o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e as demais empresas que também atuam neste ramo está no foco de operação.

Enquanto outros bureaus de crédito lidam, em sua maioria, com o monitoramento e registros relacionados à bancos e instituições financeiras — como clientes em débito ou que emitem cheques sem dispor de saldo na conta —, o SPC trabalha ativamente sobre à gestão de registros advindos do comércio. Esse é um dos motivos que tornam o serviço tão conhecido entre os varejistas e consumidores.

Por que o varejo deve usar o SPC?

Como vimos, o grande cerne do SPC é garantir uma maior segurança no comércio. Por meio dos registros contidos no banco de dados é possível traçar um perfil de crédito do consumidor, avaliando os riscos envolvidos ao fazer algum tipo de transação comercial com ele e evitando futuros problemas.

As vantagens experimentas pelo varejista ao estabelecer uma parceria com o SPC são muitas. Vejamos algumas delas que comprovam porque vale a pena usar o serviço:

Proteção da saúde financeira do negócio

O varejo lida com um número indistinto de pessoas e, comumente, acaba sofrendo com o grave problema da inadimplência. Tal fato prejudica sensivelmente a estrutura do negócio, pois desorganiza o fluxo de caixa e cria rombos não previstos nas contas.

Ao se valer do SPC, o lojista acaba reforçando a gestão financeira da sua empresa. Analisando os riscos envolvidos em vendas a prazo, por exemplo, é possível imprimir um ritmo mais seguro nas suas vendas, permitindo planejar-se a longo prazo sem ter que se preocupar muito com ausências de capital.

Além disso, reduz os custos com demandas judiciais para realizar a cobrança de consumidores em débito com a empresa.

Redução dos riscos de fraudes com cheques

Apesar de ser uma prática que está caindo em desuso, principalmente pela popularização dos cartões de crédito, a emissão de cheques ainda é uma modalidade de pagamento utilizada no comércio, sobretudo por clientes mal-intencionados.

As fraudes na emissão de cheques ainda é um problema recorrente no varejo, dada a dificuldade que muitos lojistas encontram em realizar consultas e outras medidas preventivas.

Contudo, esse é um cenário totalmente reversível a partir da utilização do SPC. O Serviço de Proteção ao Crédito também oferece a possibilidade de consulta a registros de emissão de cheques, permitindo que o varejista, rapidamente, tenha informações confiáveis sobre o consumidor que está emitindo a ordem de pagamento.

É importante mencionar que, ainda que o consumidor não tenha nenhum tipo de registro negativo em seu histórico, é possível checar o histórico da conta bancária atrelado ao cheque.

Assim é possível saber se é uma conta recém-aberta e se existem outras movimentações — usualmente, no comércio não se aceita compras no cheque relativas a contas abertas a menos de seis meses.

Confiabilidade das informações

Outro grande benefício do SPC e uma das características que o fez ser tão popular no comércio é a confiabilidade das informações prestadas.

O banco de dados tem informações precisas e atualizadas de uma infinidade de consumidores, dando total suporte ao lojista. Todos os registros são feitos com extrema segurança e precisão em relação à identidade exata do consumidor.

Para tornar os dados mais precisos e confiáveis, o SPC trabalha com base no monitoramento de CPF e CNPJ que, como se sabe, são dados exclusivos e pertencentes aos bancos de dados da Receita Federal do Brasil (RFB), o que garante ainda mais autenticidade a todas as informações.

Abrangência da atuação

O banco de dados do SPC é de caráter nacional, de modo que comporta informações advindas de instituições financeiras e estabelecimentos comerciais de todo o território brasileiro. Desse modo, por se tratar de um banco de dados comum, os lojistas de qualquer parte do país têm a possibilidade de consultar informações de forma totalmente abrangente.

Isso reforça ainda mais a segurança nas transações, pois evita que consumidores de outros estados, por exemplo, não tenham seus dados analisados previamente a uma compra.

Menor tempo de venda e concessão de crédito

Outra grande vantagem ofertada ao varejista pelo SPC é a otimização do processo de venda e análise de crédito do cliente. A empresa pode rapidamente proceder a consulta do CPF do consumidor, economizando tempo com expedientes burocráticos de checagem manual.

Assim, de forma totalmente automatizada e ágil, o lojista tem o que precisa para negar ou conceder o crédito a um cliente, podendo dedicar seu tempo em ações que realmente possam trazer retorno para a empresa.

Por fim, o Serviço de Proteção ao Crédito é, sem dúvida, um grande aliado do varejo atualmente. Toda a tecnologia envolvida no serviço dá total comodidade ao empresário e, principalmente, segurança nas operações financeiras, evitando prejuízos com a inadimplência.

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(Fonte: CDL/BH)

 

Vitrines são responsáveis por 70% das vendas

vitrine

Considerada uma das mais importantes ferramentas do varejo, a vitrine é responsável por 70% das vendas realizadas, apontam estudos do setor.

É importante reforçar que a vitrine não se resume somente à frente da loja. Tratamos todo o estabelecimento como vitrine, inclusive a parte visual, o atendimento, a aparência da equipe, a disponibilidade de produtos, a facilidade de acesso, o corredor, a iluminação, entre outros detalhes. O visual merchandising trabalha com cada um desses elementos, que podem ajudar ou atrapalhar a venda.

Muitos lojistas não veem a vitrine como um investimento, mas sim como uma despesa e acabam focando os investimentos em outras mídias. A vitrine é uma poderosa ferramenta que você consegue mensurar o retorno quase instantaneamente.

Porém, é preciso estudar muito os produtos disponíveis, a loja, o perfil dos clientes, a estação e outros detalhes para não fazer feio logo na vitrine. Entre os principais erros apontados estão a falta de uma mensagem clara e até o exagero da mesma. Ou o lojista expor todas as possibilidades de compra que sua loja oferece, o que acaba confundindo o consumidor.

Além disso, a vitrine precisa ser coerente com o público que pretende atrair e que não são todos os produtos que merecem destaque. Por fim, não vale a pena colocar produtos com pouca quantidade em estoque, pois pode prejudicar a imagem da loja e frustrar os clientes.

(Com Varejo S.A.)

 

Regulamentação da duplicata eletrônica é aprovada no plenário do Senado Federal

O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto de lei que regulamenta a duplicata eletrônica. A proposta segue agora para sanção presidencial.

O PLC 73/2018 moderniza o lançamento das duplicatas, comprovantes gerados pela venda de mercadorias ou prestação de serviços por uma empresa. Apresentado pelo deputado Julio Lopes (PP-RJ), o texto estabelece que as informações das duplicatas deverão ser obrigatoriamente registradas em um sistema eletrônico.

Entidades autorizadas pelo Banco Central serão responsáveis pelo registro e deverão guardar os títulos, controlar os documentos, formalizar provas de pagamento e fazer a transferência de titularidade. Atualmente, essas informações ficam dispersas. A duplicata em papel não será extinta e deve continuar sendo emitida normalmente.

*CNDL com Informações do Senado Notícias

 

Inadimplência: Limite de permanência em cadastro negativo deve ser contado do vencimento da dívida

A 3ª turma do STJ decidiu que o primeiro dia seguinte à data de vencimento de dívida é o marco inicial do prazo de cinco anos para a manutenção de informações de devedores em cadastros negativos, mesmo na hipótese de a inscrição ter decorrido do recebimento de dados provenientes dos cartórios de protesto de títulos.

O MP/DF ajuizou ACP alegando que a Serasa e uma empresa de serviços estariam mantendo a inscrição do nome de consumidores inadimplentes por prazo superior a cinco anos, contados da data de vencimento do título. Segundo o MP, os réus não realizariam qualquer controle sobre o prazo prescricional e a data de vencimento da dívida dos dados oriundos dos cartórios de protesto.

Em primeira instância, a ação foi julgada improcedente, sob o argumento de que o prazo de cinco anos se inicia com o envio, pelo credor, dos dados de inadimplência do devedor aos órgãos de proteção ao crédito. No recurso ao TJ/DF, os desembargadores entenderam que as informações poderiam ser armazenadas pelos órgãos de proteção ao crédito por cinco anos, independentemente da data de vencimento da dívida.

Fato gerador

Ao analisar o recurso, ministra Nancy Andrighi ressaltou que o marco inicial para a contagem temporal da anotação em cadastro de inadimplentes ainda não foi consolidada pelas turmas de direito privado do STJ. Segundo a ministra, a orientação jurisprudencial que mais se compatibiliza com os princípios do CDC é a de que o termo inicial de contagem do quinquênio, previsto no CDC, é o fato gerador da informação, ou seja, o dia seguinte ao vencimento da dívida.

De acordo com a relatora, a súmula 323 não exprime a totalidade do entendimento do STJ a respeito do prazo máximo de permanência de informações negativas nos bancos de dados de proteção ao crédito. Por esse motivo, a jurisprudência evoluiu para ressaltar que “os órgãos de proteção ao crédito não podem disponibilizar dados respeitantes a débitos prescritos”, haja vista que, “suplantada a pendência hábil a caracterizar situação de mora ou inadimplemento, desaparece o fato jurídico de interesse para o mercado de consumo”.

Por isso, apontou a ministra, “a manutenção da inscrição negativa nos cadastros de proteção ao crédito respeita a exigibilidade do débito inadimplido, tendo, para tanto, um limite máximo de cinco anos que pode ser, todavia, restringido se for menor o prazo prescricional para a cobrança do crédito”.

O entendimento da relatora foi acompanhado por maioria pela turma.

(Fonte: Movimenta com informações do STJ)