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Uma nova era no mercado de crédito no Brasil

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Mudanças no cadastro positivo colocam o país às portas de novo momento

Na década passada, o país assistiu a um formidável avanço do crédito para pessoas físicas e jurídicas. Medido como proporção do PIB, o saldo das operações de empréstimos e financiamentos passou de 26% para 53%, mais do que dobrando num intervalo de dez anos.

Algumas mudanças institucionais ocorridas ao longo daquela década foram decisivas para o resultado. A criação do crédito consignado, em 2003, talvez seja a mais lembrada. Hoje, essa modalidade de crédito representa algo como 36% do crédito total a pessoas físicas. Como é fácil intuir, mostra baixos índices de inadimplência e taxas de juros por isso mesmo menores.

Os anos da dura recessão interromperam a trajetória de crescimento do crédito. Enredado num drama fiscal anunciado já desde os tempos de bonança, o país viu, aliás, até mais do que isso: a atividade econômica caiu no biênio 2015-16; o desemprego atingiu 13 milhões de brasileiros; e a inadimplência — o crédito não honrado — atingiu mais de 63 milhões de consumidores, segundo estimativa do SPC Brasil.

Depois de um tempo à míngua, o crédito agora ensaia uma reação. As concessões crescem, no acumulado de 12 meses, desde o último trimestre de 2017, impulsionadas pela recuperação, ainda fraca, da atividade econômica.

No prazo de alguns meses, as concessões também serão impactadas pela aprovação de mudanças no cadastro positivo. Elas representam, para o mercado de crédito, um avanço institucional sem paralelo nos últimos anos e põem o país alinhado com as melhores práticas internacionais. Já era tempo.

Pelo novo modelo, todos os consumidores passarão a integrar automaticamente o cadastro positivo. Antes, quem quisesse, optava por entrar; agora, quem não quiser, opta por sair. Desde que foi criado, em 2013, cerca de 20 milhões de pessoas físicas e jurídicas aderiram ao cadastro, o que limitou os seus efeitos. Com as novas regras, já de partida, sua base contará com 150 milhões. E o que ganharão com isso?

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Cadastro Positivo passa a valer em 9 de julho

Serão 150 milhões de consumidores e empresas avaliados, para fins de concessão de crédito, pelo histórico de pagamentos construído deste ano em diante —um incentivo, portanto, para as boas práticas de educação financeira.

Hoje, a avaliação somente leva em conta as informações das listas de devedores. Estima-se que cerca de 40% da população adulta esteja com o nome negativado. Destes, quantos tiveram um inadimplemento pontual? Quantos deixaram de quitar uma pendência por esquecimento? E quantos, de fato, já estão com a capacidade de solvência comprometida?

A análise baseada apenas na negativação é um bom preditivo de solvência, mas não responde tudo. A análise baseada nas informações positivas contará uma história mais completa. Em vez da foto, mostrará o filme, reduzindo a assimetria de informação, o risco de inadimplência e, por consequência, os juros aos consumidores. Com o cadastro, também será possível incluir um contingente de bons pagadores antes invisíveis ao sistema de crédito —um Brasil positivado que ninguém vê–, elevando o volume de concessões.

As mudanças no cadastro positivo colocam o país às portas de novo momento para o crédito. Prometem um impacto significativo sobre esse mercado, como ocorreu, há anos, com o avanço institucional que criou o consignado. As premissas, é claro, são aquelas de sempre: o país precisa, em paralelo, firmar um compromisso com o longo prazo e encarar as reformas que há muito posterga. E então teremos, finalmente, condições de civilizar nossa taxa de juros e democratizar o crédito, agora para valer.

Roque Pellizzaro Junior
Presidente do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e ex-presidente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas)
Em artigo nesta segunda-feira (08/07) na Folha de S.Paulo

 

Presidente do TJMG suspende liminares sobre taxa de incêndio

O presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) derrubou as liminares que impediam a cobrança da taxa de incêndio no Estado. A decisão foi tomada com base em uma ação de suspensão dos efeitos liminares e das tutelas proferidas em mandados de segurança e ações ordinárias, ajuizada pela Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais (AGE-MG).

A decisão monocrática suspendeu os efeitos do Mandado de Segurança Coletivo (MS nº 5071328-29.2019.8.13.0024), além de ações anulatórias e/ou declaratórios de repetição de indébito movidas por outras entidades representativas. A taxa em questão, cobrada para a utilização potencial do serviço de extinção de incêndios, está prevista no artigo 113, inciso IV, da Lei nº. 6.763/1975, com a redação dada pela Lei nº 14.938/2003.

Em sua decisão, o presidente do TJMG entendeu que há “(…) evidente risco de grave lesão à ordem e à economia públicas, se mantidas as medidas em voga, não só por impactar fortemente o Erário estadual, assim como pela alta probabilidade de ocorrência do efeito multiplicador, em virtude do caráter atrativo que precedentes desta natureza possam exercer sobre outros contribuintes em situação idêntica ao dos autores/impetrantes.”

Na decisão, o desembargador também apontou a forte tendência de repetição de processos da mesma natureza por outros contribuintes, caso deferidas e mantidas tutelas ou liminares de idêntico teor. Esse cenário ampliaria o déficit financeiro estadual, com a estimativa de impacto, até o final do ano, de R$ 83,7 milhões, podendo superar R$ 496,8 milhões em cinco anos.

Nos termos da decisão proferida, seus efeitos prevalecerão, a princípio, até o trânsito em julgado dessas ações. Eles podem ser suspensos, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) se pronuncie pela inconstitucionalidade material da taxa de incêndio seja por repercussão geral ou por controle concentrado de constitucionalidade.

Os recolhimentos da taxa de incêndio serão realizados com a exclusão da multa de ofício, se atenderem ao prazo de 30 dias, de acordo com o artigo 63, parágrafo 2º, da Lei 9.430/1996. Após esse período será aplicada uma multa de ofício à cobrança, conforme jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no agravo regimental (AgRg) no recurso especial (REsp) 1446073/SP nº 2014/0072665-2, e uma multa de mora, de acordo com o artigo 120, da Lei Estadual 6.763/1975.

O artigo da legislação tributária mineira diz:

Art. 120. I - Havendo espontaneidade no recolhimento do principal e dos acessórios antes da inscrição em dívida ativa, nos casos de falta de pagamento, pagamento a menor ou intempestivo da taxa, observado o disposto no § 2º deste artigo, a multa de mora será de:
a) 0,15% do valor da taxa, por dia de atraso, até o trigésimo dia;
b) 9% do valor da taxa, do trigésimo primeiro ao sexagésimo dia de atraso;
c) 12% do valor da taxa, após o sexagésimo dia de atraso.

Fonte: Fecomércio

 

Fique atento ao novo prazo para a opção pelo Simples Nacional

Os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte excluídos, em 1º de janeiro de 2018 do Simples Nacional, poderão fazer nova opção por este regime tributário, com efeitos retroativos a 1º de janeiro de 2018.

O novo prazo para a opção pelo Simples Nacional é de 30 dias, a contar de 13 de junho de 2019, conforme dispõe a Lei complementar nº 168.

É importante destacar que a escolha do regime tributário só será possível para os contribuintes que não incidam, em 1º de janeiro de 2018, nas vedações previstas na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, na forma do regulamento.

(Fonte: CDL/BH)

 

Seis em cada dez brasileiros devem ir às compras no Dia dos Namorados, mas gasto médio deve ser menor que em 2018


Expectativa é de que a data movimente R$ 12,5 bilhões; quase 99 milhões de pessoas pretendem presentear o parceiro e shoppings despontam como principal destino de compras. Tíquete médio será de R$ 127, uma queda real de 27% em relação ao ano passado

Ainda em meio a um quadro de atividade econômica desaquecida, o apetite de gastos do brasileiro este ano deve ser mais moderado ao ir às compras no Dia dos Namorados. Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais mostra que seis em cada dez consumidores (63%) esperam presentear alguém na data, o que representa aproximadamente 98,7 milhões de pessoas — número que se mantém estável na comparação com o ano passado. Os dados também mostram que em 2018, 57% adquiriram presentes. Para este ano, a expectativa é de que sejam injetados cerca de 12,53 bilhões de reais na economia.

Em média, o consumidor planeja desembolsar R$ 126,98 com os presentes do Dia dos Namorados, ante R$ 166,87 em 2018 — uma queda de 27,5%, já descontada a inflação acumulada do período. Importante notar que 15% ainda não decidiram o valor que será gasto. Para um terço (34%) dos entrevistados, a intenção é gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 28% mais. Outros 17% esperam diminuir o valor gasto, principalmente as mulheres (26%). Quanto à forma de pagamento, 59% disseram que pretendem pagar a compra à vista, especialmente em dinheiro (38%) e 39% preferem parcelar.

De acordo com o levantamento, seis em cada dez (63%) consumidores garantem que comprarão um único presente, enquanto 27% pretendem adquirir dois ou mais itens. “O país ainda vive os efeitos de um quadro com altos níveis de desemprego e orçamento apertado. Embora para muitos consumidores o momento seja de conter os gastos, esta é uma data importante, em que o ato de presentear acaba sendo uma demonstração de afeto”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Mais da metade dos consumidores tem a percepção de que os produtos estão mais caros este ano; 76% pesquisarão preços antes de comprar

Quase seis em cada dez entrevistados (56%) têm a percepção de que os produtos estão mais caros do que no ano passado. Outros 38% acreditam que os presentes se mantiveram na mesma faixa de preço e apenas 5% acham que os produtos estão mais baratos do que em 2018. De olho no bolso, 76% dos consumidores pretendem fazer pesquisa de preço. Entre os que disseram ir em busca de melhores ofertas, 69% pretendem usar a internet como aliada, 48% pesquisarão em shoppings e 43% em lojas de rua.

O simbolismo em torno desta data comemorativa ajuda a explicar a decisão de presentear. A pesquisa constatou que 47% dos que farão compras no Dia dos Namorados consideram o ato de presentear um gesto importante, ao passo que 46% têm o costume de presentear as pessoas que gostam. Os mais lembrados na ocasião serão os cônjuges (59%) e namorados (35%).

A sondagem revela ainda que 52% pretendem ir às compras na primeira semana de junho. Já 16% deixarão para a véspera do Dia dos Namorados e 14% disseram antecipar para o mês de maio.

Roupas são o principal item de quem irá presentear e se preparar para a comemorar a data; 32% planejam fazer compras em shoppings

Este ano, o levantamento revelou que os gastos devem envolver mais do que a compra do presente. Para 63% dos entrevistados, os gastos com a aquisição de um produto ou serviço terão um motivo especial: a preparação para comemorar a data. Para isso, os itens mais mencionados foram as roupas (30%), os perfumes, cosméticos ou maquiagem (19%), a lingerie ou peça íntima (18%), os calçados (11%) e os tratamentos estéticos, como salão de beleza e barbearia, manicure, depilação (9%).

Quanto ao local de compra, os shopping centers despontam como principal destino, com 32% das citações. Em segundo lugar aparecem as lojas online (18%), seguidas das lojas de rua (11%), das lojas de departamento (11%) e dos shoppings populares (9%). Em relação aos fatores que mais influenciam a escolha do local, 55% mencionaram os preços, 48% a qualidade do produto e 41% as promoções.

Já em relação ao local onde será comemorado o Dia dos Namorados, os consumidores se dividem entre a própria casa (37%) e os restaurantes (27%). Na escolha do presente, os fatores mais levados em conta são a qualidade do produto (23%) e o perfil do presenteado (20%). Ainda segundo apontou a pesquisa, 70% acreditam que também vão receber presentes na data.

33% pretendem comprar presentes mesmo com contas em atraso, entre esses a maioria está com nome sujo

Para impressionar o parceiro, muitos consumidores não veem limites e até ignoram os compromissos financeiros já assumidos. A pesquisa mostra que três em cada dez (33%) entrevistados que pretendem comprar presentes irão às compras mesmo com contas em atraso. Entre esses, 69% estão com CPFs negativados em serviços de proteção ao crédito. Além disso, 7% deixarão de pagar alguma conta para comprar o presente da pessoa amada.

Os dados revelam ainda que 30% reconhecem gastar mais do que podem na compra de presentes para o parceiro. As justificativas para ultrapassar os limites do orçamento passam pelo desejo de agradar o cônjuge ou namorado (37%), por achar que o parceiro merece (34%) e pelo desejo de impressionar (10%). “Para os que têm contas em atraso ou estão negativados, existem outras formas de surpreender o parceiro. Fazer um esforço além da própria capacidade de pagamento pode comprometer ainda mais o orçamento. É preciso, acima de tudo, ter disciplina para conter os gastos e usar a criatividade”, orienta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

(Fonte: CNDL)


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Começa hoje a divulgação oficial do Cadastro Positivo, que passa a valer em 9 de julho

A partir de hoje, dia 10, TVs e rádios começam a veicular campanha obrigatória de esclarecimento sobre o novo banco de dados, que tem o SPC Brasil como um dos seus gestores. Lei entra em vigor em julho

A corrida para a implantação definitiva do Cadastro Positivo dá mais um salto nesta segunda-feira, dia 10. A partir de hoje, emissoras de rádio e TV de todo o país começam a veicular uma campanha institucional e obrigatória por lei, promovida pela Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC), com o intuito de esclarecer a população sobre como será o funcionamento do novo banco de dados, que tem o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) como um dos seus gestores. A campanha, que ficará um mês no ar, informará a todos os consumidores sobre a inclusão automática no cadastro a partir de 9 de julho e da possiblidade de cancelamento em qualquer gestor.

O pedido de exclusão do cadastrado pode ser feito a qualquer tempo e de forma gratuita. O retorno ao Cadastro Positivo é permitido mediante solicitação aos gestores dos bancos de dados também a qualquer momento e sem custo algum. As informações do histórico de pagamentos dos consumidores não poderão ser utilizadas para outras finalidades que não seja a concessão de crédito.

Cadastro Positivo deve democratizar acesso ao crédito no Brasil

Sancionada em abril, a lei do novo Cadastro Positivo determina que todos os consumidores brasileiros que possuem CPF ativo e empresas inscritas no CNPJ passem a fazer parte automaticamente do banco de dados. Diferentemente da tradicional lista de inadimplentes, o Cadastro Positivo irá trazer todo o histórico de crédito de forma consolidada, inclusive as contas que são pagas em dia, abrindo possibilidade para uma avaliação mais justa e para a redução do custo do crédito no país. Tendo o SPC Brasil como uma das instituições pioneiras na defesa do novo modelo, foram quase 16 anos de discussão no Congresso Nacional até que a lei fosse aprovada e sancionada pelo Poder Executivo.

Na avaliação do SPC Brasil, as alterações no Cadastro Positivo devem democratizar o acesso ao crédito e estimular a competição entre as empresas desse mercado, como instituições financeiras, cooperativas de crédito, fintechs e varejo. O cadastro consolida o histórico de crédito de pessoas físicas e jurídicas, por meio de bancos de dados com informações do cumprimento de obrigações financeiras, dos pagamentos de dívidas e contas de consumo, como água, luz, gás e telecomunicações. Os bancos de dados são operados por instituições autorizadas pelo Banco Central, entre as quais o SPC Brasil, braço de serviços e inovação do Sistema CNDL.

“As principais vantagens do cadastro positivo são proporcionar aos consumidores uma análise de crédito mais abrangente e assertiva, possibilitar que eles negociem melhores prazos e taxas de juros, de acordo com a análise de cada empresa, e facilitar a aprovação de empréstimos e financiamentos”, avalia Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil.

A proteção de dados sensíveis e o sigilo bancário permanecem preservados, como todas as demais exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor, garantindo que as informações dos cadastrados sejam utilizadas única e exclusivamente para fins de análise de crédito. Com anos de experiência na gestão do banco de dados de inadimplentes, o SPC Brasil possui uma estrutura tecnológica certificada para operar com o Cadastro Positivo, atendendo a todos os requisitos previstos nas normativas e com o objetivo de garantir a segurança dessas informações e preservar a integridade dos dados dos consumidores cadastrados.

Consumidor receberá pontuação de crédito no novo Cadastro Positivo

Com o novo Cadastro Positivo, as informações dos pagamentos das pessoas físicas e jurídicas serão utilizadas para compor um score de crédito, ou seja, uma nota determinada a partir da análise estatística dos hábitos de pagamento, do relacionamento com o mercado e dos dados cadastrais. Para quem concede crédito, apenas o score de crédito estará visível. O histórico de hábitos de pagamentos do cadastrado só será disponibilizado mediante prévia autorização do consumidor.

No histórico de pagamentos ou na composição do score não serão incluídos elementos relacionados à origem social, etnia, saúde, informações genéticas, sexo e convicções políticas, religiosas e filosóficas. O consumidor pode acessar seu histórico de pagamentos gratuitamente pela internet em sua área logada no site do SPC Brasil (www.spcbrasil.org.br/cadastropositivo) ou por telefone, por meio do SAC 0800 887 9105. Assim que disponível, a consulta de score se dará pelos mesmos canais.

(Fonte: CNDL)


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Intenção de consumo entre mineiros perde força em junho

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O consumidor mineiro continua cauteloso. De acordo com levantamento de Intenção de Consumo da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG), apenas 32,1% dos mineiros pretendem ir às compras em junho. O restante (67,9%) possui intenção de poupar as finanças neste mês.

Os números indicam redução da intenção de consumo em relação a maio, quando 44,2% das pessoas afirmaram pretensão de ir às compras. Conforme o economista da entidade, Vinícius Carlos, esse movimento pode ser justicado pela desconfiança em relação ao cenário político e à falta de medidas concretas na economia.

“Apesar de as pessoas apostarem na economia e Minas Gerais até estar gerando empregos, o cenário ainda é incerto. Enquanto não houver uma recuperação de fato, com empregos em níveis mais elevados e medidas concretas visando à retomada da economia, continuaremos com números oprimidos”, explicou.

Em relação às pessoas que irão as compras em junho, o estudo indicou que 25% gastarão principalmente com supermercados e hipermercados. Outros 10,7% consumirão em materiais de construção, enquanto os mesmos 10,7%, em roupas.

Data comemorativa – Vinícius Carlos ressaltou que especificamente sobre a data comemorativa do Dia dos Namorados, os consumidores indicaram que presentearão principalmente com roupas, perfumes e cosméticos. Mas lembrou que nem mesmo a data foi capaz de elevar o percentual em relação aos que pretendem poupar as finanças este mês.

“As pessoas disseram que irão às compras, o que deve gerar um aumento de 2,5% a 3% nas vendas da data, mas isso não será suciente para elevar o desempenho do mês”, disse. Em relação ao tíquete médio, o economista afirmou também que ficará acanhado: entre R$ 50 e R$ 150.

Já entre os mineiros que disseram na pesquisa que pouparão seus recursos em junho, 56% afirmaram que aplicarão o dinheiro na poupança. Outros 16% destinarão a fundos de investimentos, 8% à previdência, outros 8% ao tesouro direto, 6% à compra de ações e os mesmos 6% em capitalização.

(Fonte: Diário do Comércio | Foto: Agência Minas)

 

Parcelamento de débitos federais: fique atento às novas normas de parcelamento

De acordo com a instrução, poderão ser incluídos no parcelamento débitos de qualquer natureza, desde que já vencidos na data do requerimento de parcelamento, excetuadas as multas de ofício, que poderão ser parceladas antes mesmo da data de seu vencimento.

Para os débitos sujeitos ao pagamento em quotas, o parcelamento somente será permitido nos casos em que o pedido de parcelamento seja realizado após o vencimento da 1ª quota.

Em relação aos débitos que já tenham sido objeto de reclamações e recursos administrativos, decisões limiares ou tutelas antecipadas em ações judicias, somente poderão ser objeto de parcelamento caso o contribuinte proceda ao pedido de desistência dos procedimentos e renuncie a quaisquer alegações de direito sobre as quais se fundem.

Os parcelamentos poderão ser realizados em até 60 (sessenta) prestações mensais e sucessivas, observados, em regra, os limites de R$ 200,00 (duzentos reais), quando o devedor for pessoa física ou de R$ 500,00 (quinhentos reais), quando o devedor for pessoa jurídica, o débito for relativo à obra de construção civil, ou quando se tratar do parcelamento referente às empresas que tiverem requerido ou deferido o processamento de recuperação judicial.

A Instrução estabelece uma exceção para as parcelas dos pedidos de parcelamento efetuados até 30 de setembro de 2019, que terão os valores mínimos para cada prestação de R$ 100,00 (cem reais), quando o devedor for pessoa física, ou quando se tratar de débito relativo a obra de construção civil sob responsabilidade de pessoa física; de R$ 500,00 (quinhentos reais), quando o devedor for pessoa física, ou quando se tratar de débito relativo a obra de construção civil sob responsabilidade de pessoa física, ou de R$ 10,00 (dez reais), na hipótese das empresas que tiverem requerido ou deferido o processamento de recuperação judicial.

Para solicitação do parcelamento, o devedor deverá formalizar seu requerimento no site da Receita Federal do Brasil, no endereço http://rfb.gov.br, sendo observados os modelos de requerimento para cada tipo de débito.

É importante observar que os parcelamentos poderão ser rescindidos nos casos de inadimplemento de 3 (três) prestações, consecutivas ou não, ou de até 2 (duas) prestações, estando pagas todas as demais ou estando vencida a última prestação do parcelamento. Ocorrida a rescisão do parcelamento, a Receita Federal adotará os procedimentos necessários para o encaminhamento do débito remanescente para inscrição em Dívida Ativa da União (DAU) ou para prosseguimento da cobrança, além de restabelecer o do valor da multa de ofício, observados os critérios legais.

(Fonte: CDL/BH)


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5 características que uma empresa moderna deve ter

Empresa moderna

Você sabe quais a principais características de uma empresa moderna? A revolução propiciada pela tecnologia modificou diversos processos produtivos, modelos de negócios e atividades comerciais. O termo indústria 4.0, por exemplo, vem sendo amplamente implementado por negócios que não querem desperdiçar a oportunidade de crescer e se adaptar às novas práticas do século XXI.

Uma empresa moderna não engloba somente adequações e evoluções de maquinários e estrutura produtiva. É preciso repensar todos os aspectos relacionados ao nicho de atuação e à forma de produção de produtos ou prestação de serviços.

Como esse assunto tende a gerar muitas dúvidas e indagações, desenvolvemos este artigo com o máximo de informações para sanar todas as suas dúvidas, abordando 5 características de uma empresa moderna.

E aí, que tal conferir o conteúdo até o final? Não perca tempo e veja o nosso artigo!

1. Equipes de trabalho reduzidas

A produtividade é uma das maiores ambições na gestão de uma empresa de sucesso. A todo momento, os gestores e empreendedores procuram otimizar a sua equipe e extrair o máximo do potencial individual e do grupo de funcionários.

Afinal, os gastos trabalhistas são um dos maiores responsáveis pelos altos custos de um negócio. Por isso, quanto maior a produtividade, melhores são os indicadores internos e a competitividade comercial da empresa.

Os empresários procuram ter equipes “enxutas” e, ao mesmo tempo, capacitadas para lidarem com um grande volume de informações. O talento é algo que pode ser desenvolvido e trabalhado em qualquer pessoa.

A partir desse pensamento, o setor de RH procura extrair ao máximo o potencial de cada trabalhador e canalizá-lo para que todo o grupo seja beneficiado. Dar mais autoridade, delegar funções e acreditar na capacidade dos colaboradores são fatores primordiais para quem almeja ter uma equipe mais reduzida.

2. Cultura voltada à inovação

Modernidade e inovação são conceitos que andam juntos. Dessa forma, é preciso que a empresa moderna preze por desenvolver uma cultura de inovação. Independente do nicho de atuação, é possível modificar processos, práticas comerciais e técnicas de venda.

Inovar é o caminho natural e fundamental para qualquer ideia empreendedora que deseja prosperar no competitivo mercado brasileiro. Essa cultura foi muito fomentada pelo sucesso estrondoso de pequenas empresas que passaram a incomodar concorrentes tradicionais e com muita alavancagem financeira.

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As startups são um exemplo bastante contundente de como é possível se diferenciar no mercado e conquistar o seu espaço. E um fator bastante comum entre essas empresas é a cultura de inovação. Colaboradores jovens e espaços de trabalho convidativos e que fogem de um padrão rígido são características muito exploradas por empreendedores com negócios disruptivos.

Mais do que estabelecer o conjunto de valores e ideais da empresa, é preciso difundir esses conceitos e conquistar o engajamento dos funcionários. Assim, é possível, de fato, desenvolver uma cultura in company que seja vitoriosa.

3. Liderança pelo exemplo

Como já foi dito acima, delegar funções é uma prática de suma importância para quem deseja crescer. Afinal, se todas as atividades do dia a dia do negócio estiverem focadas somente no proprietário, é provável que todo esse acúmulo gere prejuízos ao desenvolvimento da empresa.

Sob essa perspectiva, um bom líder é aquele que consegue guiar a sua equipe, seja nos momentos de felicidade e bons resultados, seja nos de dificuldade. Por isso, uma empresa moderna deve priorizar a geração de talentos e transformação desses colaboradores em líderes.

Com isso, eles seriam responsáveis por replicar as boas práticas e orientar as suas equipes a conquistarem resultados cada vez melhores. Entretanto, é fundamental que uma empresa moderna também compreenda que os seus líderes devem inspirar pelo exemplo.

Ou seja, as atitudes e o fato de executar as tarefas e processos da maneira correta é o que motivará os outros colaboradores a atuarem como o líder. Capacitação e treinamento são palavras-chave também, para qualquer negócio que almeja formar o seu time interno de líderes. Não se esqueça disso!

4. Modernização dos recursos tecnológicos

Esse ponto, provavelmente, é o que mais surge na cabeça quando se fala de uma empresa moderna. Isso é bastante verdadeiro, pois um comércio, por exemplo, que não tem recursos tecnológicos atuais e modernos terá mais dificuldade em alcançar os seus objetivos.

É muito comum que as pessoas relacionem essa modernização mais com indústrias e fábricas. Apesar de o processo produtivo ser uma característica desses negócios, outras empresas também necessitam atualizar os seus recursos.

Vamos imaginar um exemplo para facilitar o entendimento. No caso de uma loja de vestuário, existem muitos processos e práticas que podem ser modernizados. Os sistemas operacionais (CRM e ERP) são de fundamental importância para gerar uma boa alavancagem nas vendas e estreitar as relações com os clientes.

Por isso, atualizar os softwares ou desenvolver novas funcionalidades são práticas que geram grandes resultados e benefícios para a loja. Esse tipo de pensamento, voltado à melhoria das tarefas internas, deve ser o ponto de partida de qualquer empresário que queira modernizar o seu empreendimento.

5.Treinamento e capacitação constante

Por fim, uma empresa moderna deve valorizar um dos seus maiores ativos: os colaboradores. São eles que, de fato, fazem com que os comércios existam e cresçam cada vez mais.

Nesse cenário, atualizações constantes, projetos internos de capacitação ou subsídio de cursos externos para os trabalhadores são práticas vitoriosas. É preciso ter em mente que uma empresa moderna não se faz apenas com melhorias materiais, mas sim com investimento em recursos humanos.

A empresa moderna passa pela valorização e melhoria de diversos fatores. Além disso, é preciso considerar o porte e as características inerentes de cada empreendimento para traçar um plano de implementação. Investimento é a palavra-chave para diferenciar um empreendimento e conquistar cada vez mais o respeito e a fidelidade dos clientes.

(Fonte: CDL/BH)


Certificado Digital

 

6 cuidados e práticas para gerenciar e emitir boletos na empresa

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Existem inúmeras formas de pagamento que um empreendedor pode adotar no seu negócio, melhorando a gama de opções de crédito oferecidas ao seu cliente. Os boletos bancários são bastante utilizados e apresentam algumas vantagens para vendas pagas por esse meio. Entretanto, é preciso ter atenção a alguns detalhes na hora de emiti-los e, principalmente, na gestão eficiente desses documentos.

Dessa forma, tendo em vista algumas das dificuldades que podem surgir com essa modalidade de pagamento, desenvolvemos um artigo com 6 dicas essenciais para que o seu negócio possa emitir boletos com tranquilidade. Então, não perca tempo e confira todas as informações e dicas passadas ao longo do post. Vamos lá?

1. Fazer a gestão de vencimentos
Isso é uma prática imprescindível e com a qual deve haver um grande planejamento e vistoria dos pagamentos de boletos e outros documentos fiscais na data de vencimento. Com isso, todo o negócio tende a sair ganhando, pois serão evitadas multas e outras situações que podem impactar negativamente as operações comerciais.

Os juros e multas cobrados quando o pagamento ultrapassa a data de vencimento são altíssimos, sacrificando recursos do caixa que poderiam ser utilizados em melhorias e no crescimento da empresa. Assim, é preciso organizar os boletos em uma ordem hierárquica de prazos, prestando atenção em eventuais detalhes presentes no documento.

Um exemplo desse fator é a exigência de pagamento em agências bancárias específicas. Ou seja, é preciso fazer um planejamento que leve em conta todos esses detalhes. Além dos problemas já citados decorrentes de atrasos, existem, também, o protesto dos títulos em cartório.

Isso pode gerar muita dor de cabeça e mais custos para a solução dos entraves decorrentes desse processo. É bastante comum essa frase no mercado corporativo que sintetiza como é preciso reduzir e estar atento às despesas: “custos são como unhas, se não cortar, eles só crescem”. Fique sempre atento a isso!

2. Estimar a quantidade de boletos emitidos
Esse é um outro fator de suma importância para uma boa gestão na hora de emitir boletos. Afinal, é preciso ter em mente a quantidade de documentos para planejar o recebimento desses recursos, além da quantidade de material para a impressão.

Afinal, imagine que uma pequena loja emita em média 15 boletos por dia. Porém, em um determinado dia, houve um grande aumento nas vendas, elevando a emissão para mais de 300%. É bem provável que o comércio não esteja preparado para trabalhar com um crescimento assim.

Por isso, é preciso realizar estimativas mensais e diárias de emissão, deixando sempre recursos e colaboradores qualificados para atuarem em situações atípicas. Não se esqueça!

3. Utilizar um software de emissão de boletos
A tecnologia é amplamente utilizada nas mais diversas empresas, de pequenos comércios a multinacionais. Nessa perspectiva, os softwares possuem uma grande importância no auxílio e automatização de tarefas que antes eram exercidas de forma manual.

O uso de softwares e ferramentas tecnológicas são primordiais no processo de gestão dos documentos. Desse modo, fica muito mais difícil ocorrer situações de fraude e permitir que sejam melhorados todos os processos e despachos administrativos.

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Para emitir boleto não é diferente. Procure um bom software que possa auxiliar nesse processo e torne mais profissional essa tarefa. Além disso, é fundamental contar com a assessoria de empresas especializadas para encontrar uma ferramenta que atenda às suas necessidades e seja financeiramente viável. Pense nisso!

4. Escolher um banco de confiança
O agente bancário tem uma participação primordial para uma emissão correta e sem incoerências dos boletos. Por isso, o primeiro passo é analisar as opções e contratar uma instituição que ofereça boas condições, economizando no pagamento de tarifas.

Existem inúmeras vantagens em trabalhar com um parceiro que preze pelo profissionalismo e boa prestação de serviços. Assim, o crescimento orgânico do negócio tende a favorecer ambas as partes. Além disso, também pode haver oportunidades para discutir o oferecimento de linhas de financiamento mais atrativas e com juros reduzidos, estreitando a relação entre a empresa e a instituição bancária.

Na maior parte das vezes, as contas de pessoas jurídicas possuem vantagens mais competitivas.

5. Faça testes e homologações
Antes de começar a emitir os seus boletos é preciso testar a ferramenta que vai ser utilizada. Faça testes para encontrar possíveis erros e simule compras para verificar se todas as funcionalidades estão operando adequadamente. Gere documentos fictícios para realizar essa avaliação.

Afinal, é bem melhor errar no papel do que na prática, não é verdade?

6. Arquive os boletos adequadamente
É preciso ter em mente que os boletos são documentos. Desse modo, necessitam ser armazenados e possuírem um acesso bastante prático, caso sejam necessárias eventuais consultas. Existem opções para guardá-los fisicamente ou salvos de forma online.

Segurança é a palavra-chave para encontrar uma solução eficiente e acessível à realidade do seu negócio. Isso é bom tanto para a empresa quanto para os clientes, com uma segurança nos dados e informações pessoais transitadas nas mais diversas operações comerciais que ocorrem.

É preciso ressaltar que a organização é uma característica que deve estar presente em qualquer empresa, que deseja alavancar a sua operação e crescer no competitivo mercado nacional. Os boletos, por exemplo, representam uma fonte de receita importante para custear as mais diversas despesas que ocorrem no dia a dia de um negócio.

Além disso, é preciso ressaltar que a saúde financeira e, principalmente, o capital de giro estão intimamente correlacionadas a uma gestão eficiente de todos esses documentos e fontes de receita para o empreendimento. Um armazenamento seguro e produtivo dos seus boletos pode gerar um diferencial competitivo para o seu negócio. Pense nisso!

Percebeu como é fundamental realizar todos esses procedimentos para emitir boletos bancários com segurança? Essa é uma forma de compra em ascensão no mercado, muito devido ao grande número de clientes que ainda não possuem cartões de crédito. Outro público-alvo dos boletos bancários são as pessoas que possuem cartão, mas têm medo de informar os seus dados na internet.

(Fonte: CDL/BH)

 

Cadastro Positivo: o que muda para o consumidor?

Nova lei visa tornar o acesso ao crédito mais fácil e com juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros

Com a publicação no Diário Oficial da União da lei que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo (Lei Complementar 166), começam a contar os prazos para o novo modelo entrar em operação. Pelos próximos 90 dias, haverá uma campanha de comunicação para conscientizar os consumidores sobre as novas regras. Já as informações do banco de dados estarão disponibilizadas para o mercado de crédito daqui a 150 dias.

Na avaliação do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a principal consequência da nova lei será democratizar o acesso ao crédito e possibilitar juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros. Além disso, haverá um estímulo à competição entre instituições financeiras e varejo.

Confira abaixo, como funcionará o novo Cadastro Positivo.

1. O que é o Cadastro Positivo? Qual sua finalidade?

Diferentemente do Cadastro Negativo, que aponta somente a situação atual de restrição ao crédito, o Cadastro Positivo é um banco de dados que apresenta o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores. Trata-se de um serviço gratuito em que todos têm direito de participar. Sua finalidade é possibilitar aos consumidores acesso ao crédito com mais facilidade e juros menores (de acordo com a análise das empresas credoras), pois com seu histórico de pagamento disponível, eles conseguirão dar mais insumo às empresas no momento da análise de crédito. As informações do histórico de pagamentos dos consumidores que constarem no Cadastro Positivo serão utilizadas única e exclusivamente para subsidiar a análise de crédito.

2. Qual a principal mudança aprovada pelo Congresso na lei do Cadastro Positivo?

A principal mudança é no formato de entrada dos consumidores no Cadastro Positivo. Com o novo modelo, todos os consumidores passam a participar automaticamente do banco de dados. Mas os consumidores não são obrigados a permanecer na base do Cadastro Positivo e podem pedir a exclusão de seus dados, de forma gratuita, a qualquer momento. Assim como podem voltar quando quiserem. Os consumidores poderão solicitar o cancelamento de seu Cadastro Positivo pelo SAC 0800 887 9105. As informações saem automaticamente do banco de dados e não ficam mais acessíveis para a consulta, seja do próprio consumidor ou das empresas que concedem crédito.

3. Quais são as principais vantagens do Cadastro Positivo para os consumidores?

As principais vantagens do Cadastro Positivo são proporcionar aos consumidores uma análise de crédito mais abrangente e assertiva, possibilitar que eles negociem melhores prazos e taxas de juros, de acordo com a análise de cada empresa, e facilitar a aprovação de empréstimos e financiamentos. A expectativa é que o Cadastro Positivo democratize o acesso ao crédito incluindo pessoas que até então não tinham essa oportunidade.

4. Quais as desvantagens que o consumidor terá ao pedir sua exclusão do Cadastro Positivo?

Uma das principais desvantagens é que a avaliação de crédito do consumidor será realizada com base nas informações restritivas, fornecendo ao mercado uma visão parcial do seu histórico de pagamento. Dessa forma, no momento da análise de crédito, as informações de pagamentos do seu Cadastro Positivo não serão consideradas.

5. Um consumidor com histórico de bom pagador que, eventualmente, se esquecer de pagar uma conta terá seu Cadastro Positivo prejudicado?

Na análise de crédito, as empresas tendem a atribuir um peso maior ao conjunto das informações que compõem o Cadastro Positivo, ou seja, a todo o seu histórico, não apenas a um evento isolado.


6. As empresas também serão inseridas automaticamente no Cadastro Positivo?

Sim. Todas as regras e benefícios que são direcionados aos consumidores pessoas físicas também devem ser considerados para as empresas, pois todas têm algum tipo de relacionamento comercial com fornecedores e clientes e, portanto, também terão um histórico de pagamentos.

7. Por que o SPC Brasil afirma que os juros cobrados do consumidor poderão cair com o Cadastro Positivo?

O acesso ao histórico de pagamento dos consumidores pelas empresas que concedem crédito possibilita uma análise mais abrangente e assertiva, melhorando a qualidade da oferta do crédito. Com isso, a expectativa é que haja uma diminuição da inadimplência, fato que abre espaço para a redução da taxa de juros, principalmente para os consumidores com um histórico de pagamentos em dia. Essa tendência já foi observada em diversos países ao longo dos anos após a implantação do Cadastro Positivo. Além disso, o Cadastro Positivo incentiva a redução de juros via competição entre as empresas que concedem crédito, pois informações que antes só as instituições financeiras de grande porte possuíam, agora são compartilhadas com o mercado de crédito como um todo. Essa redução só pode ser quantificada pelas empresas que concedem crédito de acordo com seus parâmetros internos.

8. Como é feita a formação do score do Cadastro Positivo?

O score de crédito é resultado da análise estatística dos hábitos de pagamento do consumidor, do seu relacionamento com o mercado e de seus dados cadastrais. O peso de cada uma dessas informações é definido de acordo com um estudo do comportamento histórico de grupos de indivíduos com características financeiras parecidas. Desse modo, estatisticamente, é possível comparar as características de um consumidor específico com outros do mesmo grupo para o cálculo da nota do score. Assim que o novo Cadastro Positivo entrar em operação, o consumidor pode acessar seu histórico de pagamentos gratuitamente pela internet em sua área logada no site do SPC Brasil ou por telefone, por meio do SAC 0800 887 9105.

(Fonte: FCDL/MG)