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5 dicas para aumentar sua cartela de clientes

O desafio de todo vendedor não é apenas a pressão de vender mais, mas sim a pressão de saber como conseguir pessoas que poderiam comprar aquilo que vendem. Todo mundo que tem uma meta tem o desafio de fazer um número acontecer. A necessidade de atingir essa meta pode tirar o nosso sono e, muitas vezes, nos levar a questionar nossas habilidades. Já sabemos que a melhor maneira de se fazer negócio é aparecer para as pessoas na hora certa. Quando elas estão justamente procurando pelo que você está fazendo.


Dito isso, separamos 5 dicas de como achar novos clientes para você encontrar pessoas mais dispostas a comprar o seu produto ou a associar-se à sua entidade. Vamos lá?

1) Aproveite a tecnologia


A internet revolucionou a maneira como nos relacionamos porque aproximou as pessoas de uma maneira que ainda não havia acontecido. Não vire as costas para a tecnologia, porque ela pode ser um grande parceiro de negócios para você, uma oportunidade de você aumentar o seu rendimento e aparecer para as pessoas certas quando elas buscarem pelo que você faz. Pesquise, faça testes e INVISTA nela.

2) Faça networking


Caetano Veloso já dizia que “é impossível ser feliz sozinho”, certo? Podemos dizer também que é impossível ver, ser visto e vender sozinho. Alguns especialistas afirmam que daqui a pouco tempo, só existirão 2 maneiras de se vender: no trade e no networking. Portanto se você não vende um produto e não pode colocá-lo em destaque no ponto de venda, é melhor você começar a parar e pensar sobre como melhorar o seu networking. Sem isso, não terá como aumentar a clientela. Promova e participe de eventos, chame a concorrência (sim!) para conversar, apareça e seja visto.

3) Compartilhe espaços


Quando você frequenta um escritório compartilhado, você não conhece apenas profissionais ou empresas, você conhece pessoas que precisam de clientes assim como vocês. Buscando criar vínculos com essas pessoas, você não apenas acaba ajudando e recebendo ajuda delas, mas também acaba ensinando e aprendendo com elas.


4) Plante uma semente


O que isso significa? Como aumentar clientes dessa forma? As pessoas querem fazer negócios com os líderes, com os melhores do mercado. Isso significa que quando você promove a sua reputação como o melhor no que vende, isso acaba abrindo portas para você.  Se as pessoas já têm o costume de buscar informações na internet, e se toda vez que elas buscarem alguma coisa sobre o que você faz encontrarem algo vindo de você, elas enxergarão você como uma referência no mercado.


Quando isso acontecer, o caminho natural será as pessoas buscarem por você e entrarem em contato. Quem planta conteúdo e reputação, sempre vai colher resultados e novos clientes.

5) Tenha o seu negócio na ponta da língua


De que adianta procurar novos canais e novas formas de prospecção se você não sabe responder sobre o que você faz em poucas palavras de uma maneira que gere interesse no cliente? É justamente a maneira como você diz o que faz, que despertará a atenção das pessoas. Ter as informações certas para chamar atenção dos clientes na ponta da língua não tem preço.


Comece do começo!


Quanto mais barulho você fizer na prospecção, maior é a sua chance de falhar. E dizemos isso porque não vai adiantar você sair pegando a lista telefônica e ligar para tudo que é potencial cliente. Atinja as pessoas certas e tenha mais sucesso concentrando seus esforços na direção adequada. Ficou mais claro para você como aumentar clientes? Nós acreditamos que o conjunto dessas 5 dicas pode tornar qualquer vendedor um exímio prospector e com isso, aumentar as vendas de todos. Bom trabalho!

 

Com informações do blog Endeavor Brasil.

Saiba quem é o seu cliente e use estas informações a seu favor

Os vendedores do varejo enfrentam grande concorrência do e-commerce nos dias de hoje. Por conta da facilidade de acesso às lojas virtuais, a forma como as pessoas compram mudou muito nos últimos anos, Apesar disso, a internet não precisa ser vista como inimiga no vendedor offline, mas, sim, como aliada.

Existe uma série de atitudes que o vendedor pode tomar para se dar bem no varejo e conseguir captar cada vez mais clientes. Caio Bretones, CEO da Mobile2You,  listou algumas delas. Confira:

 

1) Saiba quem são seus clientes

 

É comum que, em seus smartphones, as pessoas possuam aplicativos muito diversificados, como redes sociais, jogos e suas lojas preferidas. Ao fazer a união entre as redes sociais e os aplicativos das lojas, fica mais fácil retirar informações preciosas para aumentar suas vendas.

Diferente de antigamente, quando era necessário ir até a loja para adquirir o produto de interesse, hoje temos o comprador multicanal, que é aquele cliente que sabe o que deseja aproveita a melhor oportunidade para comprar o item. Isso pode acontecer por meio de pontos acumulados, cupons de desconto, ou até mesmo em datas especiais como é o caso da Black Friday.

Existe também o comprador omni, que é o cliente que faz uso de todos os canais de compra possíveis, que podem ser tanto na internet quanto em lojas físicas. Ele também usa as redes sociais para encontrar ofertas.

 

2) Use suas informações

 

Pode ser muito simples entender o que seus cientes gostam, onde moram, quais lugares frequentam e que costumam comprar online. Basta fazer uma simples consulta aos seus perfis em redes sociais. Com essas informações em mãos, você pode pensar em promoções, ações e eventos voltados para o seu consumidor, voltando a atenção dele para sua loja.

Reunir as informações e compará-las também pode indicar o que grande parte dos seus clientes gosta, permitindo quevocê pode modele sua loja física de acordo com gosto dos compradores, aumentando a atratividade do espaço para os clientes.

 

3) Combine o melhor dos mundos

 

Comprar online tem muitas vantagens, mas adquirir produtos em lojas físicas também apresenta benefícios. Por que fazer o seu cliente escolher se ele pode ter os dois?

Atualmente, está em alta um modelo de vendas conhecido como BOPIS ("Buy Online Pickup In Store", ou "Compre online e retire na loja", em tradução livre), que permite ao cliente comprar pela internet e retirar os produtos direto na loja, no momento que for mais conveniente para ele. Com isso, ele economiza no frete e, em algumas situações, ganha tempo, pois o prazo de entrega para a loja pode ser menor do que para a residência do comprador. O vendedor do varejo também ganha a oportunidade de impactar o comprador por meio de ações e promoções.

 

Com informações do Portal IG Varejo.

Meu nome foi parar no SPC, e agora?

A situação se complicou e seu nome foi negativado. Na hora que bate o desespero recorremos às mais diversas saídas: tentamos economizar dinheiro, renegociar a dívida com o credor e muita gente recorre à ajuda de empresas que se dispõem a intermediar a negociação com os órgãos de proteção ao crédito.


Para evitar uma cilada, separamos algumas dicas para você sair dessa sem se enrolar ainda mais. Pronto

para respirar aliviado?

 

1) Qual o tamanho do problema


O primeiro passo é descobrir para quem se deve e o valor total da dívida. Por isso, faça um levantamento que inclui as empresas, as regras de cada contrato, taxa de juros reais embutidas, multas, juros acumulados no período, etc. Faça um levantamento real, preciso e completo para chegar, finalmente, ao valor exato da sua dívida.

 

2) Organize sua vida financeira


Outro ponto importante para limpar seu nome é entender de onde vêm as dívidas, além de analisar o que precisa ser feito para economizar e quitá-las. Pouco adianta iniciar uma negociação se não existe margem no orçamento para cumprir com esse compromisso. E se você perceber que não há sobra de dinheiro, você precisa pensar em uma forma de conseguir este valor, preferencialmente com a venda de algum bem ou conseguindo um novo emprego. Só deixe a opção de pegar empréstimos como último recurso. Anote seus gastos e acompanhe de perto cada saída de dinheiro. Ter total controle sobre seu orçamento é fundamental para conseguir economizar.

 

3) Encare o problema de frente


Assim que seu salário entrar na conta, já reserve o valor destinado à quitação da dívida. Para ajudar, pergunte a si mesmo se você e sua família gastam mais do que precisam, se não estão vivendo de uma forma incompatível com a renda que possuem. Escolha gastar com aquilo que realmente importa e reúna todo mundo para que a família também se conscientize.


A melhor forma é entrar em contato direto com a empresa para tentar uma renegociação. Ainda que alguma empresa de cobrança entre em contato se dizendo representante de determinada empresa, é sempre aconselhável ligar para o SAC da empresa antes de fechar acordos por telefone, a fim de evitar golpes.

 

4) Não tenha medo de pedir ajuda


Entrar em contato com o credor de dívida algumas vezes pode ser bem difícil, pois muitas vezes o devedor quer regularizar sua dívida, mas não sabe como começar o processo. Procure a CDL de sua cidade e peça por uma intermediação. A CDL consegue negociar com seus associados e, quem sabe, descolar aquele desconto ou parcelamento ideais para que todo mundo saia ganhando!

 

Procure as ACIP/CDL. Saiba mais pelo 3831-5500.


Com informações do SPC Brasil

 

Dicas para lidar com a troca e devolução de produtos

Com o aumento nas vendas graças às festividades de final de ano é normal que a troca e devolução de produtos aumente de forma proporcional. É uma parte inevitável do varejo, não tem jeito. Muitos lojistas encaram esse tipo de situação como sinônimo de prejuízo, porque pode gerar custos extras, como despesas de logística reversa e de reembolso ou reposição do item que foi vendido. Mas a verdade é que a forma como o lojista lida com a troca e devolução de produtos pode contribuir verdadeiramente para a fidelização e conquista de novos clientes.

 

Pensando nisso, separamos algumas dicas de como otimizar o seu desempenho e melhorar o relacionamento com os clientes nas trocas e devoluções, vamos lá?

 

1) Conheça a legislação


Pela lei, a troca só é obrigatória se o produto tiver algum defeito de fábrica. Mesmo assim, o fabricante tem 30 dias para fazer o conserto do produto, sendo dever do lojista apenas encaminhar o produto para a fábrica. Só depois que esse prazo chega ao fim é que o consumidor pode exigir uma de três opções: a troca imediata, a devolução do dinheiro ou o abatimento proporcional do valor pago (se o defeito não impedir o produto de ser usado e o cliente desejar ficar com ele, ganha um desconto no preço).

 

Levar a sério a legislação, se preparar, definir mecanismos para fornecer um atendimento ágil, bem como disponibilizar condições para realizar a logística reversa e prestar contas em cada compra, é o melhor caminho para fidelizar o consumidor.

 

2) Seja transparente


Por mais que a lei preveja qual deve ser a postura do lojista em cada uma das situações, é fundamental estabelecer uma comunicação clara e transparente com os consumidores.

Isso é particularmente importante em situações nas quais a loja não é obrigada a realizar a devolução ou troca, como em casos de produtos que não apresentem qualquer defeito. Nesse caso é interessante criar uma política de troca e devolução amigável, que seja pública e amplamente divulgada.

 

3) Vire o jogo


Transforme uma situação de troca ou devolução em um diferencial para o seu negócio. Vale a pena comunicar de forma clara que a empresa valoriza o consumidor e apresenta soluções práticas para os principais problemas.

Isso pode ser feito por meio da orientação dos consumidores sobre algumas dúvidas comuns, como a garantia de fábrica. Muitas marcas dão garantia para que, caso o produto exiba algum problema nos primeiros meses de uso, o comprador entre em contato diretamente com o fabricante.

 

Outra boa estratégia é ampliar o prazo de troca, que pode ser estendido em períodos sazonais, como Natal, Dia das Mães, Black Friday e outras datas do tipo. A empresa também deve ficar atenta a possíveis casos de fraude, mas sem nunca insinuar que o cliente está agindo de má-fé sem que haja provas concretas disso.

Em datas com grande volume de vendas, vale a pena dedicar um setor ou funcionário exclusivamente para essa função, com o objetivo de estabelecer um relacionamento saudável com o consumidor e facilitar a troca de informações. Dessa maneira, ao manter contato direto, é possível aumentar a confiança do cliente e fortalecer os laços, fidelizando e garantindo novas vendas futuramente.

 

Fonte: www.fcdlmg.com.br

Metade dos consumidores que irão presentear no Natal devem usar o 13º

Entre os que não vão gastar a renda extra com o Natal, principal destino será economizar e pagar dívidas. 41% pretendem fazer bicos para comprar mais presentes

A chegada do 13º salário representa um bom reforço financeiro no bolso dos brasileiros que o recebem, num período em que tradicionalmente os gastos aumentam pelas celebrações de fim de ano. Ao mesmo tempo, serve como estímulo considerável para o comércio, ajudando a alavancar as vendas. Ainda que seja aconselhável analisar as finanças cuidadosamente antes de ir às compras, uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais mostra que cinco em cada dez brasileiros que vão comprar presentes no Natal (49%) pretendem utilizar o 13º nas compras, sendo que 45% pretendem utilizar apenas uma parte e 4% todo o valor.

Há ainda 12% que não pretendem gastar o 13º salário com presentes de Natal. Considerando aqueles que não utilizarão todo o valor do benefício com as compras, 26% têm a intenção de poupá-lo, 25% planejam utilizá-lo para quitar dívidas e organizar a vida financeira e 11% para pagar os impostos de início de ano.

“Para que seja feito um bom uso deste dinheiro extra, recomenda-se planejar o seu destino. O ideal é estabelecer prioridades, sendo que o pagamento de dívidas deve ser a primeira delas”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Depois de pagas, uma boa ideia é estimar os gastos que aparecem em todo início de ano, como IPVA e IPTU, matrícula, uniforme e material escolar, dentre outros. A quantia remanescente, por sua vez, pode ter dois fins: constituição de reserva financeira e utilização nas compras de presentes para o Natal e celebrações de fim de ano”, explica.

Para o educador financeiro do SPC Brasil e do portal “Meu Bolso Feliz”, José Vignoli, mesmo quem está com as despesas em dia precisa refletir sobre o melhor uso deste dinheiro extra. “Poupar e aplicar parte dos recursos são hábitos que fazem muita diferença, seja para realizar sonhos ou para uma aposentadoria mais confortável. Quem ainda assim decidir que o melhor é comprar presentes deve tomar algumas precauções, como optar pelo pagamento à vista, pesquisar preços e evitar ao máximo o endividamento.”


41% farão bicos para gerar renda extra e comprar mais presentes

 

A pesquisa do SPC Brasil também mostra que 41% dos entrevistados pretendem fazer bicos ou outras atividades para a geração de renda extra com o objetivo de comprar mais presentes ou presentes melhores, principalmente quem tem entre 18 e 49 anos e as pessoas das classes C, D e E (45%).

De acordo com Vignoli, além de aumentar o valor disponível para gastar nos presentes e na ceia de Natal, essa estratégia ajuda a fugir do endividamento. “Se o consumidor já comprometeu o recurso com outras finalidades, mais um motivo para tentar ampliar a renda. Assim, evita-se fazer novas dívidas que seriam pagas por vários meses ao longo do próximo ano”.

Metodologia

As entrevistas se dividiram em duas partes. Inicialmente ouviu-se 730 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 611 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 3,6 e 4,0 pontos percentuais, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.


Em Minas Gerais, 48% dos Entrevistados irão às Compras


A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG) mediu em Minas Gerais a intenção de consumo para dezembro. O estudo mostrou que, no mês, 48,0% dos consumidores do Estado pretendem ir às compras, o maior percentual desde o início da pesquisa.

“Isso é o efeito do Natal, somado aos ganhos no ambiente macroeconômico, como geração de emprego, inflação em queda e redução das taxas de juros. Mas o que mais importa neste caso são os indicadores de inflação e emprego, porque se o consumidor está empregado, ele tem confiança para atender aos seus desejos”, avalia o analista de Inteligência de Mercado da FCDL-MG, Vinícius Carlos da Silva.

Influenciados pela data, roupas (14,5%), Supermercado e Hipermercado (12,3%), Perfumes e Cosméticos (10,1%) e brinquedos (8,0%) aparecem como os principais produtos na lista de intenção de consumo do mineiro em outubro.

O restante dos consumidores do Estado (52,0%) mantém os investimentos como a prioridade para o mês. Nesse grupo, a poupança lidera a preferência e é a opção de aplicação de 63,6% dos mineiros. Em seguida aparecem fundos de investimento (15,9%), previdência (11,4%), tesouro direto (6,8%), capitalização (2,3%) e ações (0,0%).

 

Fonte: www.fcdlmg.com.br

Dicas para se preparar para a Black Friday

Antes do grande presente do varejo, o Natal, vem a Black Friday, que fez fama nos Estados Unidos mas tem se concretizado cada vez mais como prática do comércio brasileiro. Se você ainda não sabe, a Black Friday é celebrada na última sexta-feira do mês de novembro, após a data do feriado de ações de graças – que acontece nos EUA.


Aqui no Brasil já podemos considerar que essa é uma das melhores datas do varejo, tendo em vista que as vendas superaram 1,5 bilhões em 2015 e 1,9 bilhões no ano seguinte. Mas como fazer uma Black Friday acontecer na sua loja e abocanhar um pedacinho desse bolo? Separamos 5 dicas rápidas para te ajudar nessa missão, vamos lá?

1) Prepare o território
Seus clientes já sabem que sua loja vai participar da Black Friday? Crie ações de divulgação e faça com que saibam! Use as redes sociais, veículos locais de mídia e principalmente a sua vitrine.

2) Equipe bem treinada
A circulação de pessoas nas lojas pode triplicar durante as promoções da Black Friday. Certifique-se de ter uma equipe preparada para isso e, se necessário, reforce o seu time.

3) Ofereça descontos realmente atrativos
Quando a Black Friday surgiu no Brasil, muitos “espertinhos” maquiaram os preços para que eles parecessem menores durante a data. O que acontece é que cada vez mais as pessoas estão atentas ao que é “maquiado” e ao que é realmente um bom desconto. Por isso, não tente enganar as pessoas, ofereça realmente descontos incríveis e suas vendas serão um sucesso!

4) Tratamento VIP para quem é VIP
É bem provável que você já tenha uma cartela de clientes fiéis, certo? Que tal conceder a eles um desconto ainda maior do que o que será oferecido para o público em geral? Custa muito menos manter um cliente antigo do que conseguir clientes novos, então cuide bem daqueles que já conhecem, confiam e compram com você.

5) Esteja atento ao estoque
Verifique se o estoque está completo, analise quais produtos podem passar por uma liquidação ou ganhar um desconto ainda maior. Lembre-se que a Black Friday é uma data para a sua loja vender muito!

Segundo uma pesquisa da CNDL, três em cada dez empresas brasileiras (35%) devem aderir à Black Friday. Três em cada dez empresários (28%) acreditam que as vendas no Black Friday 2017 serão iguais às do ano anterior e 18% acreditam que serão melhores. Entre os que irão participar, apenas 21% já investiram ou irão investir no estabelecimento para o evento. Você não vai querer ficar de fora, certo?


Se a Black Friday vai durar uma semana inteira ou apenas um dia, a decisão é sua. O importante é se planejar e garantir que tudo esteja nos eixos para receber ainda mais clientes e arrasar nas vendas!

 

Fonte: www.fcdlmg.com.br

Suas emoções podem desestabilizar sua vida financeira

A maneira como você lida com suas alegrias e dores pode interferir – e muito – nas suas contas. Entenda como e veja o que fazer para que suas emoções não te deixem no vermelho

Nossas emoções influem diretamente no nosso comportamento. Mesmo se possuímos uma boa autoestima, frente uma tristeza ou decepção, podemos nos comportar de outra maneira, agindo por impulso ou querendo amenizar a dor. Assim, especialmente numa sociedade de consumo, em que bens materiais são não apenas símbolos de certo status e identidade (quem eu quero aparentar ser para os outros), mas também associados à alegrias – mesmo que momentâneas – as emoções podem ser determinantes para desestabilizar a vida financeira de uma pessoa. Será que este é o seu caso?

Por que você compra?

Compramos coisas por dois principais motivos: necessidade e prazer. As compras por necessidade são facilmente identificáveis, pois são aquelas relacionadas à nossa sobrevivência. Alimentos, moradia, transporte, vestuário. As compras por prazer, por sua vez, não estão tão claras para muita gente. Afinal, se eu tenho fome eu preciso comprar comida. Necessidade, certo? Não quando você pede um prato de R$50 quando já está no cheque especial. A mesma lógica se aplica à moradia, transporte, vestuário. Podendo escolher entre inúmeras faixas de preço, por que não é óbvio escolher a mais barata ou, na maioria vezes, optar por simplesmente não comprar nada?

“Por isso é tão importante que a pessoa se questione sempre se de fato precisa do que está comprando”, explica o educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli. E mesmo essa pergunta não é tão simples, já que muitas vezes vivemos em uma realidade distorcida. Dizemos coisas como “não dá para viver sem carro” ou “se for para fazer festa, tem que ser festão!”. Não dá mesmo para viver sem carro (excluindo quando se usa o automóvel profissionalmente)? Então como vivem as milhares de pessoas que não têm acesso à transporte privado? Por que a festa não pode ser simples, barata, para poucos? A questão é que você escolhe ter um carro porque não quer depender do transporte público, muitas vezes lotado e desconfortável. Você escolhe fazer uma grande festa porque não quer ninguém “falando mal” depois. Você coloca esses gastos no campo da necessidade. E então magicamente a despesa associada a eles se justifica – mesmo quando é preciso se endividar para dar conta das prestações.

A psicologia explica

Segundo a psicologia, quando não gostamos de algo, tendemos a ignorar ou nos afastar, sem necessariamente pesar as consequências. O mesmo se dá frente uma experiência prazerosa. Mesmo que momentânea e ilusória, decidimos abraçá-la, em especial porque focamos no presente e não no futuro. “Nem sempre tomamos as melhores decisões para nós mesmos”, explica a especialista em psicologia econômica, Vera Rita de Mello. Ou seja, mesmo sabendo que sair para baladas caras com os amigos significará aperto financeiro, ainda assim optamos por sair, pelo êxtase momentâneo, e ainda justificamos para nós mesmos que “eu mereço, quero me divertir, depois me viro”. O problema é que, no mundo de hoje, as ofertas de alegrias momentâneas estão cada vez mais fartas. Da sobremesa incrível no almoço àquela blusa em promoção, do momento em que acordamos à hora que vamos dormir, são dezenas de tentações. “Já é comprovado por estudos que, quanto mais estímulos recebemos, mais compras fazemos. Nosso cérebro tem uma programação ‘de fábrica’ para evitar a dor e buscar o prazer”, explica Ana Paula Hornos, educadora e coach em finanças pessoais. É aí que entra a questão da autoestima.

Emoções x finanças

Segundo Vera Rita de Mello, todos enfrentamos problemas com autocontrole, erros de planejamento, autoconfiança e otimismo exagerado, esquecimentos e distrações, hábitos enraizados. Isso independe de classe social e nível de instrução. Um analfabeto pode controlar melhor as emoções e os impulsos de compra do que alguém com um doutorado. Como? Por valorizar sua renda, entender sua situação financeira e agir racionalmente. O problema está na compra pautada pela emoção, seja ela positiva ou negativa. “Se estamos cansados, ansiosos, ou com algum problema, por exemplo, podemos cair na cilada de buscar a compensação pelas compras. Até mesmo um estado de humor muito positivo como alegria ou empolgação podem interferir nestas escolhas”, avalia Marcela Kawauti, economista chefe do SPC Brasil. Quem está com a autoestima baixa tende a querer evitar essa dor, o que pode levar a gastos irresponsáveis. Quem está com a autoestima alta demais, por sua vez, pode achar que “merece” mais do que de fato consegue bancar.

Como não deixar as emoções desestabilizarem suas finanças

Para evitar gastos gerados pela emoção, tentando refletir sempre sobre o motivo da compra e sua necessidade, é importante lidarmos constantemente com nossas emoções, driblando os sentimentos que nos fazem gastar por impulso:

  • Esteja consciente de seu estado emocional antes de ir às compras, se estiver em desequilíbrio, melhor evitar neste dia, pois você pode acabar comprando mais e o que não precisa.
  • Crie o hábito de pesquisar preços. Essa atitude deve ser tão comum quanto respirar! Isso porque, durante a pesquisa, além de encontrar preços e condições melhores, você tem tempo para reavaliar e refletir se a compra é necessária.
  • Acompanhe semanalmente sua conta bancária, dessa forma sempre terá consciência de sua realidade financeira.
  • Saiba por que está indo às compras: Porque está deprimido? Porque está entediado? Porque está se sentindo mal? Porque está muito feliz? Para celebrar uma conquista? Faz sentido a compra? Ao fim das resposta é possível que você já tenha desistido da compra.
  • Exercite-se quando o impulso de comprar aparecer. A serotonina, liberada através do exercício, traz a sensação de felicidade e é tão (ou mais) efetiva do que a compra.
  • Durante as compras, tente relaxar e conversar com quem estiver com você, tirando o foco dos desejos extras. Mas, importante: evite ir à centros de compras com pessoas consumistas.
  • Se sentir que está estressado, ansioso, irritado, muito alegre ou empolgado, mude o roteiro e deixe as compras do mês ou o passeio no shopping para outro dia.

Inadimplência: mais importante ainda manter-se racional

Segundo pesquisa do SPC Brasil, 47% dos inadimplentes cortaram itens importantes e de primeira necessidade para a família. “Neste caso, é fundamental que o consumidor faça um detalhamento minucioso de todos os seus gastos e priorize o pagamento das contas e compras de primeira necessidade, visando uma sobra no orçamento, que será utilizada justamente para negociar e quitar a dívida em atraso”, orienta Vignoli. Especialmente porque, com a autoestima baixa, pode ser que a pessoa acabe se endividando mais ainda, sob a perspectiva de que “não há salvação”.

De acordo com a pesquisa, a ansiedade é a consequência emocional mais vivenciada após a inadimplência (69%), seguida pela insegurança de não conseguir pagar a dívida (65%), stress (64%), angústia (61%), tristeza e desânimo (58%), culpa (57%), baixa autoestima (56%), vergonha (51%), sentimento de desonra (49%) e fracasso (44%). Como consequência dos impactos emocionais, o humor dos inadimplentes também é afetado: a maioria se diz irritada mais facilmente (52%), mal humorada (49%) e menos sociável (45%). Segundo os dados, 25% ficaram menos produtivos no trabalho ou estudos, 21% perdem a paciência com colegas de trabalho e 14% estão mais nervosos e já fizeram agressões físicas a familiares e/ou amigos.

“A postura emocional do devedor já diz muito sobre como ele vai lidar com a reorganização das finanças. Um consumidor desorientado, ansioso e com o sono prejudicado dificilmente vai ter foco e energia para traçar uma saída para o problema. O primeiro passo nessas horas então é manter a calma, a racionalidade, contar com a compreensão da família, e se possível, recorrer à ajuda de um profissional para resolver a situação”, finaliza o educador.

Fonte: www.bolsofeliz.com.br

 

Aprenda a usar brindes como ferramenta de relacionamento

 

Fidelizar e conquistar novos clientes nem sempre é tarefa fácil. Por isso, muitas empresas têm apostado, cada vez mais, no marketing promocional e em ferramentas de relacionamento. Mas, afinal, que marketing é este?

 


O “marketing promocional”, como é chamado, é um conjunto de estratégias que visam construir uma marca, proporcionar vendas e fidelizar clientes por meio de ações de interação com seus públicos-alvo. Devido a isso, deve ter um objetivo claro e um plano de ação efetivo para ser executado.

 


Na hora de escolher as ferramentas de relacionamento, a marca deve estudar as diversas variedades de ações disponíveis, tais como programas de incentivo, bonificação, distribuição de brindes corporativos, apresentação de produtos no ponto de vendas, entre outros. Dentre estas alternativas, uma opção se destaca pela disponibilidade e eficiência: os brindes.

 


Os brindes corporativos podem ser utilizados para alcançar todos os públicos de interesse da empresa, com total representatividade da marca. Para aqueles que querem investir, muitas organizações oferecem uma linha de produtos variada com artigos de qualidade e atendimento personalizado às necessidades da empresa.

 


Os brindes aumentam bastante o seu relacionamento com o cliente, pois fazem parte de uma ação que colabora para deixar sua marca ou empresa em evidência. Isto, é claro, reforça o relacionamento entre empresa e cliente.

 


Os clientes preferem brindes que são personalizados e que sejam duradouros e úteis a outros tipos de publicidade. Muitas vezes, pen drives, carregadores de celulares e mouse pads podem ser brindes mais bem vistos pelos seus clientes do que um chaveiro, por exemplo. Por isso, é essencial conhecer bem o seu público.

 


Portanto, a sua empresa não precisa de momentos de comemoração ou datas sazonais para investir na ação de brindes para estreitar o seu relacionamento com o cliente. Os brindes podem ser usados em ações durante todo o ano, como dia das mães, natal, dia do cliente, por exemplo, ou como ações institucionais e promocionais, como aniversário da empresa.

COMO CONSTRUIR RELACIONAMENTOS?

Construir relacionamentos sólidos e duradouros é a base do marketing promocional. Por isso, brindes são uma estratégia bem-sucedida que satisfaz as pessoas envolvidas nas organizações e, é claro, os clientes. Geralmente, os consumidores preferem receber brindes no ato da compra, assim como desejam produtos de qualidade, úteis e gratuitos. Se vierem com opções de escolha, melhor ainda! Afinal, todos querem autonomia para comprar e, por que não, para ter seu próprio brinde.

Fonte: FCDL Minas Gerais

CAMPANHA #QUITAFÁCIL CHEGA A PATROCÍNIO – MG

 

Clientes da CAIXA poderão renegociar suas dívidas com descontos especiais

 

 A Caixa Econômica Federal lançou a campanha #QUITAFACIL na cidade de Patrocinio - MG. A iniciativa, que tem como objetivo facilitar aos clientes CAIXA a regularização de contratos em atraso, estará disponível com descontos especiais até o dia 30/12/2017. Poderão participar clientes Pessoa Física e Jurídica que possuam contratos comerciais em atraso, incluindo cartões CAIXA, com descontos significativos para pagamento à vista. Para mais informações, o cliente pode ligar para o número 0800 726 8068, opção 8 ou se dirigir a qualquer agência do estado com documento de identificação e CPF e verificar se seu contrato está enquadrado na campanha.

#QUITAFACIL em Patrocinio – MG
Data: de 20/10/2017 até 30/12/2017
Local: Agência Patrocinio, Avenida Rui Barbosa, 305, Centro
Telefone: 34.3511-1100
Gerente Geral: Andre Luiz Bontempo 34.99192-9197
Gerente Atend Relacionamento: Cergio Pereira da Silva 34.98700-2671

 

 

 

 

 

Dicas para contratação de mão de obra temporária no Natal

 
Com a expectativa de aumento de vendas nas festas de fim de ano, muitos lojistas buscam soluções para contratação de mão de obra temporária por conta do acréscimo das necessidades que surgem neste período.
 
A contratação de empregados temporários é uma importante aliada do varejo nesta época do ano, sendo até mesmo imprescindível diante do aumento de consumo neste período. Apesar disso, as formalidades legais devem ser rigorosamente respeitadas, a fim de evitar que tal benefício se transforme, mais adiante, em um prejuízo ao comerciante.
Assim, é importante que o empresário fique atento às regras que regulam esta modalidade de contratação de forma a não incorrer em eventual passivo trabalhista. 
 
O trabalho temporário é disciplinado pela Lei nº 6.019/74 e regulamentado pelo Decreto nº 73.841/74. O trabalho temporário é aquele prestado por pessoa física a uma empresa, para atender a necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou acréscimo extraordinário de serviços.
 
Veja que o motivo que justifica a contratação do temporário é restrito a duas hipóteses: atender à necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou a acréscimos extraordinários de serviços — como é o caso do Natal e outras datas comemorativas —, nos termos do artigo 2º, lei nº 6.019. 74. O contrato de serviços deve ser escrito e apresentar o motivo da necessidade de um trabalhador na empresa, bem como especificar o valor e modalidade da remuneração, de acordo com o disposto no artigo 9º, lei nº 6.019/74.
 
O contrato de trabalho temporário envolve três pessoas:
1) Trabalhador temporário: pessoa física que busca oportunidade para trabalhar temporariamente em uma empresa na expectativa de se tornar efetivo.
2) Empresa de trabalho temporário: empresa legalmente constituída com o objetivo de ceder trabalhadores para suprir necessidades das empresas clientes.
3) Empresa cliente ou tomadora: empresas de qualquer segmento que contratam mão-de-obra temporária nas situações admitidas em lei.
 
Como em qualquer contrato de trabalho, o profissional deve buscar empresas de trabalho temporário idôneas, sólidas e com boas referências no mercado, registrada junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. Isso porque, embora a prestação de serviço seja em proveito do contratante, é a empresa de trabalho temporário que irá remunerar o trabalhador temporário e lhe garantirá todos os direitos trabalhistas.
 
Quanto ao prazo do contrato temporário, com relação a um mesmo empregado, este deve ser de até três meses, salvo se houver autorização do Ministério do Trabalho e Previdência Social, podendo ser prorrogado este prazo por mais três meses, conforme previsão do artigo 10, da mesma lei.
 
Vale lembrar que o temporário registrado tem direito à remuneração equivalente à dos empregados efetivados de mesma categoria, ou seja, o salário recebido pelo empregado temporário deve ser a mesma do quadro regular de empregados, jornada de oito horas diárias, horas extras remuneradas, férias, 13º salário proporcionais, repouso semanal remunerado, adicional por trabalho noturno, vale-transporte, previdência social, depósitos no FGTS e anotação na carteira de trabalho de suas condições de trabalhador temporário.
 
Departamento Jurídico - CDL/BH