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61% dos consumidores pretendem fazer compras na Black Friday 2020, aponta CNDL/Offer Wise

Intenção de compra cresce 24% em relação a 2019. Roupas, calçados e smartphones serão os produtos mais procurados. Para 84%, compras na data em 2019 valeram a pena


Uma das principais datas do comércio, a Black Friday, acontece esse ano ainda sob o impacto da pandemia da Covid-19. Se os varejistas esperam aumentar as vendas durante a campanha, os consumidores parecem estar ávidos pelas promoções. É o que mostra a pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceria com a Offer Wise Soluções em Pesquisa. Segundo o estudo, 61% dos entrevistados afirmam que pretendem fazer compras na Black Friday esse ano, um crescimento de 24% em relação ao ano passado.
 
Considerando apenas os consumidores que farão compras na Black Friday, 63% justificam dizendo que este é um momento oportuno para comprar produtos que estão precisando com preços mais baixos, ao mesmo tempo, 37% afirmam que irão aproveitar para antecipar as compras dos presentes de Natal em promoção. Por outro lado, entre os que não farão compras, 24% alegam estar sem dinheiro, enquanto 20% estão desempregados.
 
O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca que a Black Friday 2020 acontece em um cenário adverso, onde o consumidor está atento às promoções para garantir as compras de final de ano.
"O consumidor conta com as promoções da campanha para fazer suas compras. A Black Friday é a oportunidade para a população aproveitar as ofertas e garantir os presentes de fim de ano num período tão difícil para a economia", afirma Costa.
 
A expectativa de aumento das vendas também aparece na pesquisa. Um terço daqueles que estão dispostos a comprar na Black Friday afirmam que pretendem adquirir mais produtos que em 2019 (34%), ao passo em que 29% querem comprar um número menor de itens e 23% a mesma quantidade.
 
Mesmo assim, a pesquisa mostra que o consumidor está cauteloso, uma vez que 36% pretendem gastar menos este ano, enquanto 29% irão desembolsar o mesmo valor e 27% planejam gastar mais.
 
Considerando aqueles que pretendem aumentar os gastos na edição de 2020, 35% justificam dizendo que economizaram ao longo do ano para isso, enquanto 25% afirmam terem mais itens para comprar este ano. Em contrapartida, os consumidores que pretendem diminuir os gastos querem, sobretudo, economizar (48%), estão com orçamento apertado (26%) e têm a intenção de evitar dívidas (26%).

 
Roupas, calçados e smartphones serão os itens mais procurados. Média de gastos será de R$ 918
A pesquisa mostra que os consumidores têm a intenção de adquirir 3,3 produtos. Cada consumidor deve gastar, em média, R$ 918,23 com as compras durante a promoção, valor que aumenta para R$ 1.168,91 entre as classes A/B. Os produtos mais procurados serão as roupas (42%), os calçados (31%), os smartphones (22%), os eletrodomésticos (22%) e eletrônicos (20%).
 
Considerando a principal forma de pagamento a ser utilizada, 82% dos entrevistados pagarão as compras da Black Friday à vista, principalmente em dinheiro (45%) e no cartão de débito (34%). Por outro lado, 47% devem parcelar suas compras, principalmente no cartão de crédito (41%). A média é de praticamente seis prestações (5,7), o que significa que essas pessoas estarão pagando as compras da Black Friday até maio de 2021.
 
A pesquisa também investigou os locais que os consumidores devem fazer as compras. As lojas online (83%) mantêm a preferência dos consumidores, sobretudo nos sites/aplicativos de varejistas nacionais (57%) e nos sites/aplicativos de compra e venda de produtos novos e usados (33%). Apesar do destaque no meio online, uma parcela considerável dos entrevistados afirma que vai comprar em lojas físicas (47%), especialmente no shopping center (29%) e nas lojas de rua (23%).
 
A experiência de compra do consumidor na Black Friday de anos anteriores pode ser determinante para a escolha do local em que farão suas aquisições em 2020, já que 44% dos entrevistados afirmam que irão escolher estabelecimentos nos quais já tenham se sentido satisfeitos, sejam eles físicos ou online, enquanto 36% pretendem optar por fazer pesquisas pelas lojas de menor preço, 35% privilegiam aqueles que oferecerem frete grátis e 31% os locais que oferecerem descontos significativos no pagamento à vista ou no boleto, além dos descontos já oferecidos durante a Black Friday.
Metade daqueles que irão adquirir produtos nesta edição do evento pretendem fazer as compras na semana da Black Friday (54%), ao passo em que 22% preferem o dia da Black Friday.

 
90% dos consumidores irão pesquisar preços
O consumidor brasileiro está cada vez mais habituado com a Black Friday e disposto a adotar estratégias para conseguir os melhores preços, uma vez que 90% garantem que farão pesquisa de preços antes de comprar, principalmente a fim de confirmar se os produtos realmente estão na promoção (55%).
 
A busca de informações será feita sobretudo nos sites e aplicativos das lojas em que costumam comprar (54%), além dos sites e aplicativos especializados que fazem a comparação do preço dos produtos (52%), em sites de busca (36%) e nos shopping centers (23%).
 
Ao lado disso, 93% costumam buscar dicas e informações para fazer boas compras na Black Friday, sendo que 84% fazem isso pela internet e 22% pela TV. A pesquisa mostra que 85% costumam buscar informações sobre a reputação das lojas antes das compras, principalmente em sites de reclamação (54%), nas redes sociais (51%) e no Procon (15%).
 
"O consumidor está cada vez mais habituado à Black Friday e sabe que pesquisar os preços continua sendo fundamental para garantir boas compras", diz o presidente da CNDL. "Ao mesmo tempo, o comércio sabe que uma boa experiência de compra é indispensável para manter o consumidor fiel. Nesse momento, em que as vendas online crescem a cada dia, a reputação das lojas é fator primordial", analisa.
 
Com o intuito de aproveitar a oportunidade do evento e garantir os itens a serem adquiridos, 12% dos consumidores pretendem madrugar na porta das lojas físicas para garantir as compras, enquanto 41% pretendem passar a madrugada conectados na web com este objetivo, e 65% dos que trabalham pretendem se manter conectados na internet durante o expediente para se inteirar das ofertas.

 
Expectativa é de desconto médio de 43% nos produtos ofertados
A expectativa dos consumidores quanto às possiblidades de realizar compras a preços competitivos é expressiva: o desconto médio esperado durante o evento é de 43%, sugerindo que as pessoas buscam na Black Friday uma oportunidade única para pagar bem menos na aquisição de produtos e serviços.
 
De olho nos menores preços, quase oito em cada dez consumidores ouvidos estão evitando realizar algum tipo de compra em outubro e novembro para aproveitar a Black Friday (77%), sendo que 19% mencionam as roupas, calçados e acessórios, 18% os eletrodomésticos e 17% os celulares/smartphones.
 
Para 84% dos que aproveitaram a promoção em 2019, compras na Black Friday valeram a pena. Nota de satisfação com o evento sobe para 8,16
Questionados sobre a experiência com a Black Friday 2019, oito em cada dez participantes que compraram na última edição julgam que valeu a pena comprar na Black Friday do ano passado (84%). Número bem parecido daqueles que não enfrentaram problemas nas compras realizadas durante a promoção (81%).
 
Considerando o nível de satisfação com a Black Friday em 2019, numa escala de um a dez, a nota média dada pelos consumidores é de 8,16, superior à nota apurada na sondagem de 2018 (7,82).
 
Para 93% o desconto anunciado pelas lojas era real na hora da compra, sendo que 65% dizem que isso era válido apenas em relação a alguns produtos, enquanto para outros 28%, todos os itens tinham desconto real na hora da compra. Apenas 6% dos participantes do ano passado afirmam que o percentual de desconto não era real.
 
Seis em cada dez pessoas ouvidas garantem que a maioria das compras da Black Friday foi planejada (65%); porém, 35% admitem ter feito compras por impulso. 14% dos participantes da última edição ficaram com o nome sujo por causa de compras na Black Friday do ano passado, sendo que 8% já limparam o nome e 6% ainda estão negativados.


Metodologia 
Público alvo: Consumidores das 27 capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas (excluindo analfabetos) e que pretendem comprar na Black Friday. 

Método de coleta: pesquisa realizada pela internet e pós-ponderada por sexo, idade, estado, renda e escolaridade.

Tamanho amostral da Pesquisa: 982 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar na Black Friday. Em seguida, continuaram a responder o questionário 623 casos, que tinham a intenção de comprar na Black Friday. Resultando, respectivamente, uma margem de erro no geral de 3,1 p.p e 3,9 p.p para um intervalo de confiança a 95%.

Data de coleta dos dados: 19 a 26 de outubro de 2020.
 
Baixe a pesquisa completa: https://bit.ly/32WJND8

Sobre a CNDL – Criada em 1960, a CNDL é formada por Federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas nos municípios (CDLs), SPC Brasil e CDL Jovem, entidades que, em conjunto, compõem o Sistema CNDL. É a principal rede representativa do varejo no país e tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Atua institucionalmente em nome de mais de 500 mil empresas, que juntas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões por ano.
 
Sobre a Offer Wise Pesquisas - Há mais de 15 anos que a Offerwise vem abordando de maneiras inovadoras a pesquisa de mercado. Com um modelo único e próprio de recrutamento tem conseguido construir um dos principais painéis de pesquisa no mundo. Evoluindo para uma empresa robusta de campo online com uso de tecnologia avançada. Detém o maior e mais representativo painel da América Latina e Hispânico nos EUA. Os escritórios ao redor do mundo estão compostos por profissionais de pesquisa de mercado que conhecem e compreendem suas culturas locais e também os consumidores que se deseja alcançar.

 MATÉRIA: CNDL

Publicada norma sobre venda e fornecimento de bebidas alcoólicas no dia da eleição

Por deliberação do Gabinete Institucional de Segurança para as Eleições de 2020, coube ao TRE-MG normatizar a matéria.

 

Na sessão da Corte Eleitoral dessa quinta-feira (12), foi aprovada a Resolução nº 1.159/2020, que dispõe sobre a proibição da venda, a distribuição e o fornecimento de bebidas alcoólicas por ocasião das Eleições de 2020. Ela foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta sexta-feira (13).

Nestas eleições, a matéria foi objeto de normatização pelo eleitoral mineiro, após deliberação do Gabinete Institucional de Segurança, coordenado pelo TRE-MG e integrado por representantes da Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais, Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Polícia Federal.

Nos termos do normativo, fica proibido, no horário compreendido entre 06 (seis) e 18 (dezoito) horas do dia 15 de novembro de 2020, a venda, a distribuição e o fornecimento de bebidas alcoólicas nos bares, boates, hotéis, restaurantes, lanchonetes, clubes recreativos, salões de festas, quiosques, demais estabelecimentos comerciais e similares, em todo o Estado de Minas Gerais. A mesma proibição será aplicada nas cidades em que houver segundo turno, no dia 29 de novembro.

De acordo com a Corte Eleitoral, “a ingestão de bebida alcoólica, no dia das Eleições, comumente acarreta transtornos, compromete a boa ordem dos trabalhos eleitorais e o exercício democrático do voto, podendo resultar em condutas que afetem nocivamente o processo eleitoral e na prática de atos vedados como a aglomeração de pessoas, notadamente em face da pandemia da Covid-19.” Com a restrição, objetiva-se a garantia da ordem e da segurança do processo eleitoral.

As ações de fiscalização e vigilância ficarão a cargos dos órgãos integrantes do Sistema de Segurança Pública.

 

Matéria: TRE.MG

 

Vendas no Natal devem movimentar R$ 38 bilhões na economia, estimam CNDL/ Offer Wise

Data pode mobilizar quase 90 milhões de brasileiros. Cada presente custará, em média, R$ 109; internet e lojas de departamento superam shopping center na busca por presentes


O cenário de desemprego e de insegurança econômica trazida pela pandemia da Covid 19 deverá impactar nas compras de Natal deste ano. É o que mostra uma pesquisa feita em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pela Offer Wise Pesquisas. De acordo com o levantamento, 54% dos consumidores devem presentear alguém no Natal deste ano. O número representa uma queda de 22 pontos percentuais em relação ao último ano, em que a intenção de compra era de 77%.
 
Estima-se que 86 milhões de pessoas devam ir às compras, movimentando cerca de R$ 38,8 bilhões no setor de comércio e serviços. A cifra representa uma redução significativa frente à sondagem do último ano, quando a estimativa era de que fossem movimentados aproximadamente R$ 60 bilhões, mas ainda assim é bastante expressiva, especialmente em um ano repleto de adversidades em diversos segmentos da economia, e equivale a uma boa notícia aos comerciantes.
 
Para aqueles que não pretendem presentear este ano, a principal justificativa é o fato de estarem desempregados (24%) e não terem dinheiro (22%). De acordo com a pesquisa, 23% dos consumidores ainda não decidiram se vão adquirir presentes e 22% declararam não terem a intenção de presentear terceiros.
 
Na avaliação do presidente da CNDL, José César da Costa, a pesquisa demonstra que diante de um cenário de grandes dificuldades e desafios para os brasileiros, a população está insegura em relação aos próximos meses, principalmente com o fim do auxílio emergencial.
 
"O clima de insegurança diante da pandemia ainda é uma realidade mundial. A alta do desemprego e o fim do auxílio emergencial nos próximos meses contribuem para esse cenário. Ainda assim, a data continua sendo a principal época de compras dos brasileiros e trará uma importante movimentação para o setor, que conta com as vendas do Natal para a retomada econômica", afirma Costa.
 
Principais presentes serão roupas, brinquedos, cosméticos e calçados. Valor médio será de R$ 109 
De acordo com o levantamento, os mais lembrados na hora de presentear serão os filhos/filhas (59%), o cônjuge (45%) e as mães (45%), sendo que o presente mais caro será destinado aos filhos/filhas (27%). Entre os entrevistados, 25% pretendem comprar até dois presentes, e 33% entre três e quatro presentes. Em média, os entrevistados devem comprar 3,6 itens.
 
Os produtos mais buscados por quem vai presentear são roupas (57%), brinquedos em geral (38%), perfumes e outros cosméticos (31%), e calçados (31%). O ticket médio – ou seja, o valor a ser investido pelo consumidor em cada presente – será de R$ 108,78.
 
Internet e Lojas de departamento serão os principais locais de compra. 85% pretendem pagar os presentes à vista
A pandemia foi responsável pela mudança de diversos hábitos dos brasileiros. É o caso das compras on-line, que já vinham ganhando espaço há alguns anos, e se intensificaram de forma expressiva nos últimos meses. Dessa forma, o local preferido para realizar as compras de Natal será justamente a internet/lojas online (47%). Em seguida aparecem as lojas de departamento (40%), o shopping center (34%) e as lojas de rua (26%).
 
"A pandemia levou os consumidores a explorarem novas formas de compra. Isto reforça a necessidade dos lojistas buscarem recursos de aproximação com os consumidores para atendê-los de forma virtual. Mesmo o pequeno varejista, que não possui um site de e-commerce, pode utilizar o Whatsapp e as redes sociais para impulsionar suas vendas", afirma o presidente da CNDL.
 
De acordo com os entrevistados que farão compras on-line, os canais da internet preferidos são os sites (78%), principalmente os de lojas varejistas nacionais (75%), os de compra e venda de produtos novos ou usados (42%) e os internacionais (31%). Além dos sites, os entrevistados citaram os aplicativos (63%), Instagram (19%), Whatsapp (18%) e Facebook (14%).
 
Quando se trata da forma de pagamento, oito em cada dez consumidores que dizem que farão compras neste Natal pretendem pagar à vista (85%), sobretudo em dinheiro (57%) e no cartão de débito (36%). Por outro lado, 44% querem usar o crédito para pagar as compras, principalmente o cartão de crédito parcelado (37%), o cartão de crédito em parcela única (25%) e o cartão da própria loja parcelado (10%).
 
Para 65% dos consumidores preço dos presentes estão mais caros este ano, e 84% pretendem pesquisar preços
Em meio à pandemia, mesmo aqueles que pretendem comprar presentes parecem estar cautelosos com os gastos. Quando se trata dos entrevistados que compraram no ano passado, 45% dizem que vão gastar menos em 2020, enquanto 26% intencionam gastar a mesma quantia, e 20% vão gastar mais.
 
Os principais motivos para reduzir os gastos com presentes são o fato de querer economizar (37%), estar com o orçamento apertado (33%) e as incertezas com relação à economia para o próximo ano (25%). Já entre aqueles que vão gastar mais este ano, 32% afirmam que darão presentes melhores, 26% que utilizarão o 13º salário para fazer compras, 24% que economizaram ao longo do ano e 23% que os preços aumentaram.
 
Diante de uma situação de incertezas e dificuldades financeiras, a pesquisa de preços se torna grande aliada do consumidor: 84% pretendem pesquisar preços antes de comprar seus presentes. Vale notar o predomínio das ferramentas virtuais na hora de pesquisar preços (80%), seja por meio de sites e aplicativos (74%) ou das redes sociais (29%).
Por outro lado, um percentual significativo dos entrevistados (69%) também menciona os meios físicos de pesquisa de preços, sobretudo as lojas de shopping (43%), lojas de rua (38%) e os supermercados (20%)
 
Preço e ofertas influenciam local de compra
De acordo com a pesquisa, os fatores que mais influenciam na escolha do local de compra são o preço (53%), as ofertas e promoções (39%), o valor do frete (24%), a diversidade de produtos (22%) e o atendimento (22%). Já na hora de escolher o presente, os entrevistados vão levar em conta a qualidade do produto (24%), o perfil do presenteado (18%) e as promoções e descontos (18%).
 
Para o presidente da CNDL, ainda dá tempo do varejista se preparar para as vendas de Natal. "Sabemos o quanto é importante para o consumidor ter uma boa experiência de compra, por isso o lojista deve estar atento e se preparar oferecendo comodidade, promoções, frete grátis e um bom atendimento ao cliente, tanto nas vendas presenciais, quanto pela internet. O Natal é a principal data comemorativa do ano e o setor deve aproveitar esse momento", destaca Costa.

Metodologia 
Público alvo: Consumidores das 27 capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas (excluindo analfabetos) e que pretendem comprar presentes para o Natal.

Método de coleta: pesquisa realizada via web e pós-ponderada por sexo, idade, estado, renda e escolaridade.

Tamanho amostral da Pesquisa: 968 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Natal. Em seguida, continuaram a responder o questionário 606 casos, que tinham a intenção de comprar presente no Natal. Resultando, respectivamente, uma margem de erro no geral de 3,1 p.p e 4,0 p.p para um intervalo de confiança a 95%.

Data de coleta dos dados: 14 a 20 de outubro de 2020. 
 
Baixe a íntegra da pesquisa em https://bit.ly/2Uevzc0

Sobre a CNDL – Criada em 1960, a CNDL é formada por Federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas nos municípios (CDLs), SPC Brasil e CDL Jovem, entidades que, em conjunto, compõem o Sistema CNDL. É a principal rede representativa do varejo no país e tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Atua institucionalmente em nome de mais de 500 mil empresas, que juntas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões 
 
Sobre a Offer Wise Pesquisas - Há mais de 15 anos que a Offerwise vem abordando de maneiras inovadoras a pesquisa de mercado. Com um modelo único e próprio de recrutamento tem conseguido construir um dos principais painéis de pesquisa no mundo. Evoluindo para uma empresa robusta de campo online com uso de tecnologia avançada. Detém o maior e mais representativo painel da América Latina e Hispânico nos EUA. Os escritórios ao redor do mundo estão compostos por profissionais de pesquisa de mercado que conhecem e compreendem suas culturas locais e também os consumidores que se deseja alcançar.

 

Matéria: CNDL

Governo prorroga programa de redução de salário e jornada de trabalho

O presidente Jair Bolsonaro assinou, na noite de ontem (13), decreto que autoriza a prorrogação, por mais dois meses, da redução de salários e jornada de trabalho. Trata-se da terceira extensão do prazo de validade das ferramentas criadas pela MP (Medida Provisória) 936 com o objetivo de manter os empregos durante a crise desencadeada pelo novo coronavírus. A decisão do governo foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

A MP dá aos empregadores a opção de suspender os contratos de trabalho ou reduzir, de forma proporcional, os salários e a jornada de trabalho em 25%, 50% ou até 70%. O governo compensa a redução ou a suspensão dos rendimentos até o valor limite teto do seguro-desemprego (R$ 1.813,03).

Como a MP foi editada em abril, as empresas poderão lançar mão das ferramentas, ao todo, por até oito meses. E, em troca, o governo cobra das companhias a estabilidade no posto de trabalho pelo mesmo tempo em que obteve o benefício. O prazo atual terminaria em outubro, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia anunciado que o programa seria estendido até 31 de dezembro.

Em nota, o Palácio do Planalto disse que “diante do cenário atual de crise social e econômica, e com a permanência de medidas restritivas de isolamento social, faz-se necessária a prorrogação, mais uma vez, do prazo máximo de validade dos acordos”.

Essa ação irá permitir que empresas que estão em situação de vulnerabilidade possam continuar sobrevivendo a este período e, desta forma, preservar postos de trabalho e projetar uma melhor recuperação econômica”, diz a nota.
Como funciona
Pago aos trabalhadores que aderem aos acordos, o Benefício Emergencial (BEm) equivale a uma porcentagem do seguro-desemprego a que o empregado teria direito se fosse demitido.

No caso de redução de jornada e salário em 25%, 50% ou 70%, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador para repor parte da redução salarial. As empresas podem optar ainda por pagar mais uma ajuda compensatória mensal a seus funcionários que tiveram o salário reduzido.

O benefício é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário a que o trabalhador teria direito se fosse demitido e requeresse o seguro-desemprego. Se o trabalhador tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício corresponderá a 50% do valor do seguro desemprego ao que teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

No caso de suspensão do contrato de trabalho em empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, o trabalhador receberá 100% do valor do seguro desemprego a que teria direito. Para empresas com faturamento maior, o valor do benefício pago pelo governo será 70% do seguro desemprego, enquanto a empresa pagará uma ajuda compensatória mensal de 30% do valor do salário do empregado.

Como o dinheiro vem do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o Ministério da Economia informou que a prorrogação não terá impacto no orçamento do programa, estimado em R$ 51,3 bilhões.

Desde o início do programa, em abril, 16,3 milhões de trabalhadores já fecharam acordo de suspensão de contratos de trabalho ou de redução de jornada e de salário em troca de complementação de renda e de manutenção do emprego.

 

Matéria: CNDL Brasil.

Associa-Minas Conectividade 2020 estreia com sucesso absoluto de público

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O 1º dia do evento ASSOCIA-MINAS CONECTIVIDADE 2020, transmitido pela TV Federaminas e sob a mediação de Duda Torres, foi sucesso absoluto de público! Mais de 100 municípios se conectaram conosco. Vários empresários e empresárias interagiram com os especialistas, fazendo perguntas e tirando suas dúvidas.



O tema da noite de ontem foi "Gestão Empreendedora", dividido em 3 momentos: Gestão Empresarial, Gestão Financeira e Gestão de Processos.



No 1º momento, recebemos o especialista em Estratégia e Inovação de Negócios Mário Mateus, para falar sobre o tema: "A Empresa na palma da sua mão". O palestrante destacou que, com a velocidade das mudanças, a atitude é tudo de que precisamos para ter sucesso e que a empresa deve se posicionar no mercado como uma solucionadora de problemas. Mário ressaltou a importância do feedback contínuo e da inovação nos negócios para proporcionar ao cliente uma experiência excelente.


No 2º momento, Alessandra Oliveira, especialista em Controladoria e Finanças, apresentou o tema:  LucrATIVIDADE. Para ela, com pequenas ações de gestão financeira, a empresa pode maximizar sua margem de lucro e aumentar as oportunidades. Alessandra fez uma comparação muito interessante entre o empresário Rambo e o empresário Atirador de Elite. "Quem você quer ser?", perguntou ao público. Explicou que o empresário Rambo é aquele que sai atirando para todo lado, sem qualquer estratégia. Às vezes mata o inimigo, mas às vezes mata pessoas inocentes. Já o empresário Atirador de Elite tem foco e estratégias e, por isso, sempre tem sucesso em sua missão. Assim, segundo ela, é preciso profissionalizar o seu negócio, começando com a gestão financeira. O primeiro passo é separar a conta física (do empresário) da conta jurídica (empresa). 



No 3º momento, a Consultora Empresarial em Processos e Pessoas, Ângela Dornas, falou sobre o tema "Processos - um aliado na produtividade". De acordo com a especialista, para aumentar a produtividade de uma empresa, é preciso organizar os processos, envolver todos os departamentos, canalizar energia na economia de tempo e dar agilidade ao alcance das metas. Destacou que os processos fazem parte da vida de qualquer pessoa e não apenas de empresas. "É preciso quebrar paradigmas e aproveitar as oportunidades. Assim, pense grande, administre seus processos e seja uma empresa forte", diz.



Hoje, 07/10, o ASSOCIA-MINAS CONECTIVIDADE 2020 abordará o tema "Foco no Cliente".  Você aprenderá como desenvolver relacionamentos com fidelização, inovando as técnicas de abordagem e fechamento de vendas.


Se você ainda não fez sua inscrição, não perca! Entre no site www.associaminas.com.br, faça seu cadastro, divulgue para seus associados. Venha com a gente, porque o desenvolvimento não pode parar!


Esperamos por você!   

Assessoria de Imprensa Federaminas

Quais as sanções previstas para descumprimento da LGPD?

De acordo com a legislação, as penalidades vão desde a simples advertência, podendo chegar a multas de até 2% do faturamento da empresa, limitada a R$ 50 milhões por infração.

Ademais, importante salientar que além das penalidades citadas, a LGPD traz TAMBÉM a possibilidade de que a infração seja publicizada (o que de certo afetará a imagem do infrator, gerando perda de credibilidade dentre outros), suspensão do banco de dados e do tratamento de QUALQUER informação pessoal, ou mesmo a proibição parcial ou total do tratamento de dados. O que para muitos que tratam o dado, pode ser mais danoso que a aplicação de multa.

Por isso é de suma importância que a entidade, diante de assuntos envoltos a LGPD, solicite suporte jurídico, visando garantir a conformidade com a legislação.

 

Matéria: FCDL/MG

Um Programa de financiamento de tributos para os pequenos

A iniciativa tem potencial para beneficiar 1,3 milhões de empresas, muitas inscritas no Simples Nacional

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) lançou nesta quinta-feira (1º) o novo Programa de Retomada Fiscal, voltado para a regularização de empresas que estão com débitos inscritos na Dívida Ativa da União (DAU). A iniciativa tem potencial para beneficiar 1,3 milhões de empresas, sendo a maioria delas micro e pequenas empresas inscritas no Simples Nacional.

Durante a coletiva de lançamento do programa, o assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, afirmou que a quitação de débitos tributários será uma oportunidade para os empresários retomarem o crescimento econômico e voltarem a gerar renda e emprego. “Sabemos de todas as dificuldades que estão sendo enfrentadas pelos empreendedores com a crise desencadeada pelo coronavírus. O antigo Refis não atendia as empresas menores, que se encaixam no Simples, por isso essa lei de transição fiscal é tão importante”, observou.

De acordo com Afif, a nova modalidade de financiamentos de débitos possibilita “personalizar” a negociação conforme o tamanho da empresa. “O diferencial desse programa é estar atento às especificidades de cada empresa contemplada. A equipe da PGFN irá analisar o perfil de cada contribuinte. O Sebrae, como instituição parceira do empreendedor, irá divulgar o novo programa através do Mutirão pela Retomada. Auxiliar os micro e pequenos negócios é investir na recuperação econômica”, afirmou Afif.

O Procurador-Geral da Fazenda Nacional, Ricardo Soriano, destacou os números já alcançados pela iniciativa. “O programa já alcançou números expressivos, foram 80 mil acordos celebrados, envolvendo 275 mil débitos, somando R$ 30 bilhões em negociações com os contribuintes que estavam com tributos atrasados. O principal diferencial desse novo programa, em relação ao Refis, está no tratamento diferenciado que daremos em cada atendimento. Costumo dar o exemplo que o Refis era como um médico que passa o mesmo medicamento para todos seus pacientes. A transação tributária vai analisar cada caso, as características e capacidades de cada empresa. Em alguns casos os juros e encargos chegam a ser zerados”, completou Soriano.

Carlos Melles, presidente do Sebrae, elogia a iniciativa da PGFN, na medida em que pode atender a muitas microempresas e empresas de pequeno porte com débitos na Dívida Ativa: “Vamos divulgar a transação tributária por todos os nossos canais e rede, de forma que a micro e pequena empresa possa aproveitar a oportunidade de regularizar a parte de seus débitos tributários que está na PGFN”. Melles ressalva, todavia, que “as dificuldades dos pequenos negócios vão muito além disso, principalmente em virtude da pandemia, e será preciso construir novos mecanismos de renegociação no Congresso Nacional.”

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Semana Brasil começa nesta quinta com promoções e ofertas para os consumidores

Atenção consumidores! Começa nesta quinta-feira (03) a segunda edição da Semana Brasil, que vai trazer ofertas e promoções para estimular as vendas do varejo. O evento vai até o dia 13 de setembro. O slogan deste ano é “Todos juntos com segurança pela retomada e o emprego”.

Iniciativa da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) do Ministério das Comunicações, a Semana Brasil é coordenada pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV).

O evento foi pensado para ser a primeira data comemorativa do varejo após a reabertura do comércio, que sofre restrições desde março em função da Covid-19. Participam lojas da área de alimentação, móveis, eletrodomésticos, livraria, roupas, sapatos, materiais de construção, brinquedos, supermercados e farmácia. Em 2020, a semana vai estimular a participação das pequenas e média empresas.

“Estamos trabalhando junto com as associações comerciais, os clubes de dirigentes lojistas de todo o país que estão comprometidos em patrocinar um grande evento com promoções, preços, prazos. Nosso objetivo é retomar as atividades que foram bastante danificadas pela pandemia”, disse o presidente do IDV, Marcelo Silva.

Uma das consumidoras que está esperando pelas promoções é a servidora pública, Luise Gomes, de 30 anos, moradora do Distrito Federal. Recém-casada, ela acredita que os descontos da Semana Brasil podem ser a oportunidade que faltava para terminar de mobiliar sua casa.

“Ainda não temos um sofá retrátil e uma Smart Tv. Estamos pesquisando, desde que casamos, os preços pra ver o quanto de dinheiro precisamos juntar. Mas o preço ainda está um pouquinho acima do que gostaríamos. Vimos que vai ter agora uma oportunidade da Semana Brasil, que algumas lojas têm o plano de dar descontos de 30% a 40%. Ai a gente consegue pagar à vista. Estamos confiantes e otimistas”, disse Luise Gomes.

Aumento nas vendas

Na primeira edição da Semana Brasil, em 2019, as vendas online durante o período cresceram 41% em relação ao mesmo período de 2018, segundo a Ebit/Nielsen. As vendas no varejo também registraram crescimento nominal de 11,3%, de acordo com levantamento feito pela Cielo. Mais de 14 mil empresas participaram.

A expectativa do governo é que o evento de 2020 traga resultados ainda melhores para a economia.

Missão

A missão da Semana Brasil é transformar o mês de setembro, tradicionalmente de baixo apelo promocional, em mais um período de promoções, para aquecer a economia e movimentar o comércio.

“Pretendemos que o comércio retome suas atividades a partir de setembro para que a gente tenha um quadrimestre, de setembro a dezembro, melhor. Já percebo uma retomada e ela vem com a confiança dos consumidores de que, gradualmente, a gente vai conseguindo normalizar a situação. Precisamos retomar as atividades para aumentar o consumo, consequentemente a produção, o emprego, a renda, impostos”, disse Marcelo Silva.

Para participar da campanha e conferir quem faz parte da Semana Brasil é só ir no site www.gov.br/semanabrasil.

Não perca! Confira aqui o vídeo da campanha:

https://www.youtube.com/watch?v=SqaFz7N6WDU&feature=emb_title

Matéria: Governo Federal

José César da Costa: Semana Brasil é oportunidade para o varejo retomar as vendas

 

Mais do que participar de uma semana de promoções, essa é a oportunidade para destancar o medo e atrair o otimismo que sempre caracterizou o varejista

*José César da Costa

A segunda edição da Semana Brasil, que acontece entre os dias 3 e 13 de setembro, deve marcar a consolidação da campanha como uma das principais datas para vendas no país. No ano passado, em sua primeira edição, a ação contou com a participação de mais de 14 mil empresas. As vendas online cresceram 41% em comparação ao mesmo período de 2018. Levantamento da Cielo registrou crescimento nominal de 11,3% nas vendas do varejo.

A volta da Semana Brasil em 2020 não poderia ser mais propícia. O setor de comércio e serviço foi um dos mais impactados pela crise da COVID-19 e, após meses acumulando perdas e prejuízos, começa a dar sinais sólidos de recuperação. A Receita Federal registrou aumento significativo na emissão de notas fiscais do último mês de julho, 7,3% maior que o mês de junho e 12,6% superior ao de julho de 2019. Na média diária de vendas com a NFe, o Brasil atingiu R$ 25,8 bilhões, o maior patamar de 2020.

O processo de reabertura do comércio também começa a ser ampliado em diversas cidades. Depois de praticamente cinco meses fechados, finalmente todos os shoppings centers do país voltaram às suas atividades.

Criada para aliar o espírito patriótico da semana de 7 de setembro com incentivos e descontos para a população, a Semana Brasil já está vitaminando o clima de otimismo deixado pelos indicadores econômicos e decisões das autoridades públicas.  Gigantes do comércio de diferentes setores, como alimentação, eletrônicos e eletrodomésticos, computadores, móveis, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, nutrição e material esportivo já aderiram à campanha.

Com o tema “Todos juntos com segurança pela retomada e o emprego”, a campanha também mostra que tem ciência de que o momento exige responsabilidade dos varejistas, e que os cuidados adotados com a saúde dos consumidores e empregados nos últimos meses devem seguir sendo prioridade.

A CNDL acredita que esse é espírito que vai guiar o comércio daqui para frente, e que é ele que vai garantir uma recuperação econômica segura e responsável. Por isso, orientamos nossos associados a aderir à Semana Brasil. Se você é comerciante, acesse o site www.participesemanabrasil.com.br e se informe como tirar o melhor proveito da campanha.

Mais do que participar de uma semana de promoções, essa é a oportunidade para se destancar o medo e atrair o otimismo que sempre caracterizou o setor varejista.

*José César da Costa é presidente da Confederação Nacional de Diregentes Lojistas (CNDL)

Senado mantém vigência da LGPD e lei entrará em vigor em 2020

As sanções serão aplicadas apenas a partir de 3 de agosto de 2021

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (26) a medida provisória (MP) 959/2020, mas decidiu por retirar o artigo 4º da MP, que visava adiar a vigência da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) para 31 de dezembro deste ano — a MP tinha sido aprovada ontem pela Câmara dos Deputados.

Com isso, a lei passará a valer assim que novo relatório aprovado pela Congresso Nacional for sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, mas as sanções serão aplicadas apenas a partir de 3 de agosto de 2021 – a data original de vigência era 14 de agosto de 2020.

O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), declarou a “prejudicialidade” do trecho após parlamentares argumentaram que o tema já foi deliberado pela Casa anteriormente e que foge do assunto original tratado na MP. O texto enviado pelo Executivo define regras para bancos federais pagarem os benefícios aos trabalhadores que tiveram seus salários ou jornada reduzidos ou pela suspensão de contratos de trabalho.

A LGPD estava prevista para entrar em vigor no dia 14 de agosto deste ano, contudo, o artigo 4º da MP fazia com que a vigência da lei fosse a partir de maio do ano que vem. Após emenda do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) ao texto original, deputados confirmaram a prorrogação, mas por quase quatro meses e não nove, como previa a MP.

Contudo, na sessão do Senado, os senadores derrubaram o artigo, utilizando como justificativa o regimento interno da Casa, já que a matéria já havia sido votada meses atrás. A outra parte do projeto de lei foi aprovado por unanimidade no Senado e a matéria agora vai para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. A discussão sobre a mudança de data ocorreu após a medida do presidente Jair Bolsonaro, que defendia que parte da sociedade não teve condições de se adaptar à LGPD até agosto por causa da pandemia do coronavírus.

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, a decisão do Senado não contribui com o momento de retomada econômica do país e traz insegurança tanto para os cidadãos quanto para as empresas, uma vez que a LGPD entrará em vigor sem a criação da Autoridade de Proteção de Dados (ANPD).

“A criação da ANPD é fundamental para definir o correto tratamento e assegurar a devida proteção e privacidade dos dados pessoais em um momento de transição para uma sociedade cada vez mais digital. As empresas ainda estão se reorganizando nesse momento de crise causada pela pandemia da Covid-19, se reajustando e priorizando a manutenção dos empregos e a autopreservação. A adequação à nova legislação exige recursos humanos e financeiros específicos, além de orientações claras por parte da futura ANPD”, destacou Costa.