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Não basta vender, tem que antecipar necessidades (de verdade)

comprasOs tempos são outros e, agora, o maior aditivo a ser vendido é o benefício.

Exato!

Esqueça os impulsos, desejos, utilidades, promoção, ostentações, status, preço, tempo, beleza e o que mais que lhe vier à cabeça, todas essas escolhas precisam vir embaladas pelo benefício.

Essa vantagem – o benefício – pode ser percebida em muitas esferas e possui uma elasticidade de interpretações que precisa ser demonstrada na hora da venda. As empresas precisam ter em seu repertório uma série de possibilidades que demonstrem ao consumidor, de forma clara e precisa, como ele poderá usufruir melhor do produto ou serviço que está adquirindo. Necessariamente, precisa fazer sentido e diferença para ele.

Novos tempos, novas formas de comunicar. Se antes vivíamos a festa da gastança sem pensar no amanhã, atualmente fazemos contas. Essa tomada de consciência – do valor do dinheiro – fez com que nós lidássemos com o gasto de outra forma, com muito mais discernimento, e, mesmo que compremos por impulso, esse consumo está lá classificado como autoindulgência.

Quando falamos de custo-benefício, estamos nos referindo à mensuração de vantagens que iremos aproveitar pela quantidade de dinheiro pago (ou investido).

É uma conta que não é simples de se fazer, pois precisamos entender o momento que cliente está vivendo, para assim sermos mais úteis e menos oportunistas. Não se engane: as pessoas sabem o que querem e o que precisam de verdade. Por isso, cada vez mais precisamos entender de gente, para então pensar em estratégias de marketing, comunicação ou plano de negócios. Sem gente, a roda não gira!

E a verdade, caro leitor, é a benesse mais em alta na atualidade.

Por Hilaine Yaccoub / Antropóloga | Revista VarejoSA