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Boleto vencido a partir de R$ 400 poderá ser pago em qualquer banco

Deste do último sábado (25), é possível pagar em qualquer banco os boletos vencidos com valor igual ou superior a R$ 400. Antes esses boletos atrasados só podiam ser pagos no banco emissor do documento.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o boleto vencido poderá ser pago por qualquer canal, seja internet banking, aplicativos de celular ou caixas eletrônicos. O próprio sistema irá calcular o valor da multa e os juros automaticamente, na hora em que o cliente for realizar o pagamento.


Como funciona o novo sistema

Ao emitir um boleto, o banco terá que registrar as informações sobre aquela cobrança em um sistema nacional. Por exemplo, o valor a ser pago, quanto será cobrado de multa, juros e encargos após o vencimento, além de dados de quem deve pagar e de quem irá receber.

Assim, mesmo se o boleto estiver vencido, qualquer banco (não só o emissor do boleto) conseguirá acessar esse sistema e calcular o valor a ser pago pelo consumidor.

Quando o consumidor for pagar o boleto vencido, será feita uma consulta para checar se os dados do boleto coincidem com aqueles que estão registrados no sistema nacional. Se estiverem iguais, a operação é validada. Porém, se houver alguma informação diferente, o pagamento não será autorizado e o consumidor terá que usar o método antigo: procurar especificamente o banco que emitiu o boleto.


Mudança foi adiada

O novo sistema para cobrança de boletos começou a ser implantado em julho do ano passado. Uma das vantagens do novo sistema, segundo a Febraban, é evitar fraudes.

A implantação vem sendo feita progressivamente. Em março deste ano, foi liberado o pagamento de boletos vencidos acima de R$ 800 em qualquer banco.

Inicialmente, a previsão da Febraban era de que a mudança fosse concluída até dezembro do ano passado. Porém, a entidade decidiu estender o prazo "em função do volume elevado de documentos que trafegarão pelo novo sistema [cerca de 4 bilhões de boletos por ano]".


Veja abaixo a previsão para as próximas etapas:

25 de agosto: boletos de R$ 400 ou mais

13 de outubro: boletos de R$ 100 ou mais

27 de outubro: boletos abaixo de R$ 100

10 de novembro: fatura de cartão de crédito, doações, entre outros

Fonte: Agência Brasil

 

Para empresários, redução de impostos e juros deve ser prioridade do próximo governo

Maioria do empresariado dos setores de varejo e serviços está otimista com economia para 2019 e defende sistema tributário transparente e eficiente; 50% checam se informações sobre candidatos na internet são fake news

Os empresários dos setores de varejo e serviços estão otimistas com a economia para 2019, quando o país terá um novo presidente. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 54% dos entrevistados esperam um cenário econômico melhor para o próximo ano e 71% anseiam que a nova gestão promova mudanças em relação às diretrizes atuais. Entre as prioridades mencionadas para o presidente que assumirá em 1º de janeiro, 52% destacam a redução de impostos e 34% a queda dos juros. Em terceiro lugar, aparece o combate à corrupção (28%), seguida da diminuição da burocracia (16%).

Para os próximos cinco anos, 37% dos empresários almejam mudanças no sistema tributário, tornando-o mais simples, transparente e eficiente. Já 36% desejam um país menos burocrático, que contribua para a atividade empreendedora, enquanto 31% querem políticas públicas que impulsionem o crescimento das empresas.

“O sistema tributário brasileiro é um dos mais complexos do mundo, o que acaba provocando algumas distorções e desigualdades. Por essa razão, os empresários ressaltam a importância de a reforma estar na agenda do novo presidente, principalmente ao proporcionar o crescimento do setor produtivo na geração de empregos e renda”, analisa o presidente da CNDL, José César da Costa.


Corrupção, saúde pública precária e falta de educação básica são apontados como principais problemas a serem resolvidos

Questionados sobre os principais problemas do Brasil que precisam ser resolvidos pelo próximo presidente, 52% dos empresários citaram a corrupção em primeiro lugar. A precariedade da saúde pública é mencionada em segundo lugar, por 36% dos entrevistados e a falta de educação básica aparece em seguida, com 33% das respostas.

Quanto às medidas esperadas para o ambiente empresarial, 87% afirmam que analisarão propostas que preveem estímulo ao desenvolvimento do varejo e serviços. Nessa linha, 93% concordam que o novo presidente deve fortalecer a produção nacional, 79% acreditam que a próxima gestão precisa priorizar a distribuição de renda, para aumentar o poder de compra do consumidor e 78% destacam políticas voltadas ao comércio internacional. Por outro lado, apenas 39% acham que o novo presidente deve intervir menos na economia.

“Os empresários estão atentos às propostas, principalmente de candidatos que tenham planos que contemplem mudanças essenciais e benéficas para a economia e o ambiente de negócios. A expectativa é de uma recuperação econômica mais efetiva, com a retomada dos investimentos”, comenta Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil.


Para 57% dos empresários, próximo presidente precisa ser honesto; 31% afirmam valorizar quem cumpre o que promete

Sobre a disputa eleitoral, 41% respondem não estar nem pessimista, nem otimista. Outros 31% consideram-se pessimistas ou até muito pessimistas, sobretudo nas capitais (36%). Já 25% mostram-se otimistas ou muito otimistas, em especial no interior (27%). Entre os que estão pessimistas com as eleições, 64% apontam falta de opções de bons candidatos como principal problema.

A percepção dos empresários sobre os frequentes casos de corrupção pela classe política também reflete a indignação da sociedade. A maioria afirmou rejeitar candidatos envolvidos em escândalos de corrupção (55%), enquanto 46% não desejam um candidato desonesto ou mentiroso. Outros 20% desaprovam um candidato que não cumpre o que promete.

A pesquisa mostrou ainda que para 57% é fundamental que o presidente seja uma pessoa honesta – especialmente empresários do interior (61%). Para outros 31% é essencial alguém que cumpra o que promete, enquanto 30% buscam alguém de “pulso firme” e determinado em suas convicções.

(Fonte: CNDL)

 

Descubra quanto poupar com a regra 1-3-6-9

A preparação para o futuro é um processo complexo e cheio de incertezas. São tantas as preocupações que requerem nossa ação imediata que as relativas a um objetivo distante acabam ficando de lado, mesmo que sejam de grande relevância.

Como despertar nas pessoas o senso de urgência sobre algo que nos parece importante, mas não tão urgente? Foi com esse intuito que Martin Iglesias, planejador financeiro certificado que atua no Itaú, desenvolveu a metodologia 1-3-6-9.

Mesmo quando cientes da importância e da urgência de poupar para o futuro, e desejosos de colocar o plano em ação, nós nos deparamos com dúvidas. Navegamos em direção a um rumo incerto e com pouca noção do caminho a seguir.

A metodologia segue e sugere quanto da renda mensal (em %) deve ser poupado regularmente, ao longo da vida produtiva, para chegar aos “9”, aos 65 anos.

Ou seja, uma pessoa de 25 anos de idade deveria poupar 10% de sua renda, resultado de sua idade (25) menos 15. Se a pessoa começar um ano mais tarde, deverá poupar 11% da renda (26 - 15 = 11). Quanto maior a idade, maior será o esforço para chegar aos “nove”.

O 1-3-6-9 não pretende resumir todo o planejamento financeiro a uma regra, mas, de forma resumida, direcionar e chamar a nossa atenção para a necessidade de cuidar do futuro.

As premissas são: sobrevivência até os 80 anos; orçamento na aposentadoria, entre 65 e 80 anos, 25% inferior ao da vida ativa; rentabilidade real (acima da inflação) de 3% ao ano; inexistência de pensão do INSS. Se 30% do orçamento for coberto pelo INSS, o dinheiro dura até os 96 anos.

A regra sugere como equilibrar a distribuição dos recursos financeiros ao longo da vida, entre o presente e o futuro. Não queremos envelhecer sem dinheiro, nem deixar de viver a vida, poupando para um futuro que talvez seja mais breve do que o esperado.

Via CDL/BH (Fonte : Folha de São Paulo – Artigo de Marcia Dessen Planejadora financeira CFP (Certified Financial Planner)

 

Vendas a prazo no Dia dos Pais se mantêm estáveis, com variação de -0,10% em relação a 2017

As vendas a prazo no Dia dos Pais se mantiveram estáveis, com variação de -0,10% na comparação com o mesmo período do ano passado. É o que apontam os dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

O resultado do indicador reflete a lenta recuperação da economia, que ainda pesa sobre o desempenho das vendas nos setores de comércio e serviços.

Nos últimos anos, as variações registradas foram: +8,88% (2017), -9,76% (2016), -7,17% (2015), +5,01% (2014), -5,69% (2013), +18,00% (2012) e -8,14% (2011).

Segundo o presidente da CNDL, José César da Costa, o comércio teve praticamente o mesmo ritmo de vendas do ano passado, mostrando quanto o brasileiro possui o hábito de presentear. “Os consumidores continuam preocupados em não comprometer o orçamento com compras parceladas, principalmente diante de um quadro de dificuldades, com o achatamento da renda e alto índice de desemprego”, explica.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, a confiança do consumidor em relação à economia não evolui já que muitos brasileiros continuam sem perspectiva de emprego, outros voltaram ao mercado do trabalho com salários mais baixos e o índice de inadimplência é alto, levando à restrição do crédito. Todos esses fatores exercem forte impacto sobre o consumidor, que acaba sendo obrigado a limitar seus gastos para salvar as finanças.

O Dia dos Pais é a primeira data comemorativa do segundo semestre e, embora não movimente cifras tão volumosas como no Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados, funciona como um termômetro para as próximas datas, como Dias das Crianças e o próprio Natal.

De acordo com pesquisa de intenção de compras feita pelo SPC Brasil, os produtos mais procurados neste período seriam as roupas, perfumes e cosméticos, calçados e acessórios masculinos, como cintos, carteiras, relógios e meias.

(Fonte: CNDL)

 

Uso de cartões de crédito e débito sobe, enquanto o de cheques cai

Os consumidores pagaram R$ 674 bilhões com cartão de crédito e R$ 430 bilhões em transações com o cartão de débito, em 2016, com crescimento de 3% e 10%, respectivamente, em relação ao ano anterior. As Estatísticas de Pagamentos de Varejo e de Cartões no Brasil, referentes a 2016, forma divulgadas no último dia 10 pelo Banco Central (BC).

Foram realizadas 5,9 bilhões de operações com cartões de crédito e 6,8 bilhões com cartões de débito, o que representa um aumento, em relação ao ano anterior, de 6% e de 5%, respectivamente.

O uso de cheque continua em trajetória de queda. Em 2016, foram realizadas 879 milhões de transações no valor total de R$ 2,259 trilhões, o que significa queda de 14% e 12%, respectivamente, em relação a 2015.

A realização de transações bancárias por meio de equipamentos móveis, como telefones celulares, permanece em crescimento. Em 2016, foram realizadas 16,7 bilhões de operações, o que representou 28% do total. Em 2015, essa participação estava em 19%. O principal canal de acesso continua sendo a internet, com a utilização de computadores pessoais, que representou, no período, 33% do total de transações. Por outro lado, a quantidade de transações realizadas em agências e postos de atendimento continua em sua trajetória de queda. Em 2016, foram 8,1 bilhões de operações, uma redução de 8% em relação a 2015. A participação desse canal de acesso passou de 16% em 2015 para 13% em 2016.

(Fonte: Federaminas)

 

Você sabe o que são as organizações exponenciais?

As Organizações Exponenciais, também conhecidas como ExOs (do inglês Exponential Organizations), são novas empresas que, utilizando um pensamento moderno, escalaram o mercado cerca de 10 vezes mais rápido que seus concorrentes. Uber, Airbnb, Netflix, Google e Waze são exemplos de Organizações Exponenciais que mudaram radicalmente a forma como a sociedade interagia e consumia os produtos de suas categorias.

Organizações mais antigas e consolidadas utilizam sistemas lineares para gerenciar suas atividades. Desta forma, é comum uma hierarquia definida, com grande centralização do poder e do conhecimento. A mentalidade trazida pelas
"ExOs" é domada por um senso de não linearidade, total descentralização, pela transparência e inovação.

Para qualquer líder, está se tornando cada vez mais evidente que suas funções estão deixando de operar em um mundo previsível, para um mundo volátil. Por esta razão, compartilhamos nove insights para esta nova liderança exponencial.

1) Crie produtos e serviços baseados na informação: encontre novos produtos e serviços que sejam totalmente baseados em informações. Isso permite escalabilidade. Se eles ainda não estiverem disponíveis na empresa, desenvolva-os.

2) Tenha mecanismos externos de promoção da inovação: segundo Peter Diamandis “se você estiver contando, exclusivamente, com a inovação de dentro da sua empresa, você está morto”. Por isso, encontre maneiras de alavancar a sua comunidade para a inovação. Investigue a inovação cooperativa e dê liberdade aos colaboradores.

3) Explore novos modelos de negócio: à medida que os dados se tornam o novo petróleo, muitos modelos de negócio serão transformados de hardware para software, e para serviços. Em todos os segmentos. Agregar serviços complementares, aos produtos serviços, diferencia, permite margem e amplia a percepção do cliente para as necessidades que o seu produto satisfaz.

4) Explore outros tipos de inovação: a maioria dos líderes considera a inovação localizada em produtos. Enxergue as inovações de processos, inovação social, inovação organizacional, gestão da inovação, inovação de modelo de negócio e etc. Tecnologia e produtos já não são mais os únicos agentes de inovação.

5) Aceite que há limites para quantificação, dados e racionalização: ainda existe um lugar e um papel fundamental na intuição, experiência, visão pessoal e instinto. Como o futuro na maior parte das vezes é desconhecido, a maioria das decisões estratégicas importantes ainda depende da intuição. O instinto às vezes pode servir como uma bússola em um mundo incerto, especialmente ao solucionar um problema pelo qual você tem interesse.

6) Explore novos modelos de receita: mais assinaturas X vendas isoladas. Há uma tendência de acesso X apropriação muito em alta. Mais apps, mais produtos conectados e mais Economia Circular. Novos modelos de taxas, licenciamento de plataforma, por exemplo.

7) Avalie modelos de preços diferenciados em tempo real: o monitoramento da demanda em tempo real permitirá a precificação também em tempo real (por exemplo, passagens aéreas). A inteligência artificial se revelará extremamente valiosa nessa transição.

8) Considere "dashboards" comportamentais em tempo real: dados agregados dos clientes em tempo real fornecem informações sobre o comportamento e as emoções deles, permitindo a adequação de produtos e serviços com base no perfil desses clientes.

9) Aposte cada vez mais na personalização do produto: personalização completa dos produtos e serviços com base em clientes individuais (tamanho, gosto, língua, dados comportamentais, dados contextuais, dados de sensores, dados transacionais e, possivelmente, DNA ou perfil neurológico). O Neuromarketing não só deve ser usado para medir a atenção, a motivação, a intenção, a marca e a eficácia, mas também como uma forma de personalização em áreas como entretenimento, esportes e alimentos.

Inovação e velocidade somados aos 4 D’s (disrupção, descentralização, desburocratização e democratização) são pontos-chave para a criação e o crescimento de uma Organização Exponencial sustentável.

Fonte: Mercado&Consumo - Editada

 

Dia dos Pais deve movimentar quase R$ 14 bilhões no varejo


Aproximadamente 93 milhões de brasileiros devem ir às compras na data. Shopping Center e lojas online lideram preferência dos entrevistados. Dois em cada dez tiveram CPF negativado no ano passado após compras do Dia dos Pais

Embora os brasileiros ainda estejam sensíveis aos efeitos da lenta recuperação econômica e do desemprego, a maioria (61%) dos consumidores deve ir às compras neste Dia dos Pais – o dado é levemente superior aos 55% de entrevistados que realizaram compras na mesma data do ano passado. A conclusão é de um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Ao todo, a expectativa é de que quase 93 milhões de pessoas façam alguma compra no período, o que deve movimentar uma cifra aproximada de R$ 13,9 bilhões nos setores do comércio e serviços.

Apenas 28% dos consumidores não devem presentear alguém na data, sendo que a principal justificativa é o falecimento do pai (70%). Comemorado tradicionalmente no segundo domingo de agosto, o Dia dos Pais é considerado por muitos o ‘patinho feio’ das datas comemorativas por não injetar cifras tão expressivas como Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados. Mesmo assim, a comemoração serve de termômetro para analisar o desempenho do varejo no segundo semestre, ainda permeado por incertezas no campo político e por uma recuperação econômica gradual.

“As tradicionais datas comemorativas demonstram um forte apelo emocional e muitas vezes até se descolam do ambiente de crise, que segue impactando o orçamento das famílias. Tanto é que nas últimas três datas comemorativas deste ano, o varejo apresentou crescimento nas vendas. Os resultados, contudo, foram discretos e não revertem as perdas acumuladas durante a crise. Ainda assim, servem de alento para impulsionar a retomada da economia”, explica o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.


Consumidor brasileiro vai desembolsar quase R$ 150 com presentes; 40% dos compradores planejam gastar a mesma quantia que em 2017

Apesar de a intenção de presentear no Dia dos Pais ser elevada, a maior parte dos brasileiros está cautelosa na hora de gastar. Do total de potenciais compradores, 40% disseram que planejam gastar a mesma quantia que no ano passado. Os que vão desembolsar menos formam 16% da amostra, ao passo que 32% acreditam que vão gastar mais.

Entre as pessoas que vão às compras, o valor desembolsado com o total de presentes será, em média, de R$ 149,27 – valor que diminui para R$ 139,36 quando considerados somente os consumidores das classes C, D e E. De acordo com o levantamento, a maior parte (50%) dos entrevistados pretende comprar apenas um presente para o Dia dos Pais. Os que vão adquirir dois presentes somam 34% da amostra.

Os problemas econômicos que o país atravessa são a principal razão da cautela dos compradores. Mais de um terço (34%) dos que pretendem gastar menos afirmam passar por uma situação de aperto financeiro e 24% pretendem economizar com os presentes. Já 16% devem priorizar o pagamento de dívidas em atraso. Por outro lado, entre os que pretendem gastar mais em 2018, 54% disseram que irão comparar um presente melhor, enquanto 24% acreditam que os produtos estão mais caros.


Shopping Center e lojas online ficam tecnicamente empatados como principais locais de compras; roupas são os itens mais buscados e maioria pretende pagar à vista

Neste ano, os itens mais procurados para agradar os pais devem ser as roupas (50%). Em seguida aparecem os perfumes e cosméticos (32%), calçados (28%) e acessórios (27%), como cintos, carteiras, relógios e meias. Haverá ainda procura por ferramentas (10%), artigos esportivos (10%) e smartphones (10%). As pessoas mais presenteadas neste ano devem ser os pais dos entrevistados (64%), esposos (20%), o pai dos filhos dos entrevistados (11%), sogros (7%) e avôs (5%). Há ainda 5% de entrevistados que devem se auto presentear.

Com relação à forma de pagamento, a maioria dos entrevistados mostra preferência pelo pagamento à vista, seja em dinheiro (53%) ou cartão de débito (22%). O pagamento via cartão de crédito, seja em parcela única ou mais de uma parcela, será escolha de 16% e 25% dos consumidores, respectivamente. Entre aqueles vão dividir o pagamento, a média será de quatro prestações. Isso significa, que muitos dos que vão agradar os pais nesta data, só terminarão de quitar as prestações na época do Natal.  “Em um momento em que os trabalhadores estão inseguros em seus empregos e com relação ao futuro da economia e da política, comprar o presente à vista em dinheiro pode ser uma alternativa sensata para fugir do endividamento”, orienta o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Líder absoluto como principal local de compra em todas as datas comemorativas, os shopping centers (37%) seguem em primeiro lugar, mas desta vez estão tecnicamente empatados com as lojas online, que tiveram 33% de preferência. Completam o ranking as lojas de departamento (20%) e os shoppings populares (14%). Para a escolha do local de compra dos presentes, 53% levam em consideração a atratividade do preço, 42% a qualidade dos produtos e 38% promoções e descontos, especialmente a parcela feminina de entrevistados (43%).  Há ainda 25% que dão preferência a locais com diversidade de produtos ofertados.


Para economizar, 80% recorrem a pesquisa de preço; 22% dos consumidores ficaram com ‘nome sujo’ por compras na mesma data do ano passado

E principalmente na tentativa de tentar economizar, os consumidores irão, em sua maioria, realizar pesquisa de preço. De acordo com o levantamento, oito em cada dez (80%) compradores admitem que vão buscar melhores ofertas antes de concretizar a compra do Dia dos Pais, sendo que em 82% desses casos a internet será a principal aliada na busca por melhores opções, seguida dos shopping centers (47%).

No geral, a maioria (60%) dos entrevistados avalia que os preços dos presentes estão mais caros em relação ao ano passado. Outros 34% acreditam que não houve variação de preços e apenas 6% acham que ele diminuiu.

Outra estratégia para não deixar o presente pesar no bolso será dividir o valor da compra com algum familiar. Do total de entrevistado, 8% vão adotar essa opção, sendo que em 40% dos casos os custos serão compartilhados com o cônjuge, em 31% das vezes com os irmãos e 17% com a mãe.

O estudo também buscou analisar a situação financeira dos entrevistados. Nesse sentido, a constatação é de que 22% dos compradores admitem ter o costume de extrapolar o orçamento na hora de agradar ao pais e 30% dos que irão às compras neste possuem contas em atraso. Exemplo que inspira cautela é que das pessoas que fizeram compras em 2017, 22% tiveram o CPF inscritos em cadastros de devedores em decorrência de aquisições feitas na ocasião.

“Nesta hora é preciso ter autocontrole para conter os gastos e usar a criatividade para surpreender o pai e não deixar a data passar em branco. O consumidor deve presentear, sim. Porém, é importante respeitar o tamanho do próprio bolso, planejar os gastos e fazer muita pesquisa de preço, dando prioridade ao pagamento à vista. Para quem está inadimplente, mesmo que os valores dos presentes possam parecer inofensivos, todo o esforço deve ser direcionado para o pagamento das dívidas”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Metodologia

A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas com 934 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Dia dos Pais. Em seguida, continuaram a responder o questionário 600 casos, que tinham a intenção de comprar presente este ano. As margens de erro, respectivamente, são de 3,2 pontos percentuais e 4,0 p.p. para um intervalo de confiança a 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

(Fonte: CNDL)

 

Veja a importância da gestão de documentos para uma empresa

No dia a dia de uma empresa existem inúmeros processos e atividades que são registrados rotineiramente. Os documentos são instrumentos de suma importância para acompanhar informações, colher dados e para fazer consultas em auditorias internas.

Dessa forma, ter um bom controle na gestão de documentos deve ser praticamente um mantra a ser seguido pelas empresas que desejam se destacar no competitivo mercado nacional. Otimização e segurança são palavras-chave envolvidas nessa atividade.

O planejamento e arquivamento de todos os documentos correlacionados à empresa é uma prática que exige alguns cuidados. Pensando nisso, elaboramos este post para que você, empreendedor, tenha em mente a importância da gestão e saiba como ela pode impactar positivamente seu negócio.

Não perca tempo e confira a leitura de todo o artigo até o final para não perder nenhuma informação!

Qual a importância da gestão de documentos nas empresas?
Essa pergunta é bem importante e orienta todas as estratégias que devem ser tomadas nesse processo. Afinal, gestão é tudo para qualquer negócio, não é verdade? Pois bem, com os documentos também não é diferente.

É fundamental que o empreendedor tenha acesso a soluções tecnológicas e ferramentas que possam auxiliá-lo no desempenho dessa atividade. O volume imenso de documentos armazenados necessita estar sempre à disposição para eventuais consultas e guardado em locais seguros. É preciso ressaltar, ainda, a grande importância da preservação dos dados pessoais e corporativos.

Nessa perspectiva, uma boa gestão de documentos traz para o empresário uma melhoria da sua produtividade, maior rastreabilidade e facilita a tomada de decisões estratégias. Ou seja, é uma prática que deve ser continuamente aperfeiçoada e implementada. Não se esqueça disso!

Como fazer a gestão de documentos?
Agora que você já conhece um pouca mais a importância desse processo, listaremos 4 práticas essenciais para desenvolver a gestão com perfeição. Continue a leitura!

1. Definir um local de armazenamento
A nossa primeira dica é bastante importante e tem uma aplicabilidade muito prática. Imagine a seguinte situação para entender a importância preponderante dessa atitude de armazenamento correto dos documentos.

Suponhamos que um pequeno comércio armazene diversos documentos em uma pequena caixa de papelão na empresa. Certo dia, ocorre um temporal que provoca infiltrações no interior da loja. Com isso, a caixa que continha os documentos foi atingida, ficando bastante molhada.

Desse modo, não é preciso ser um exímio gestor para prever as inúmeras situações embaraçosas e dificuldades que esse comerciante terá para recuperar os documentos e os dados arquivados. Percebeu como o local de armazenamento tem grande importância nesse processo?

Então, é preciso prover um almoxarifado seguro e apto a receber todos os documentos para serem armazenados. Outros empreendimentos preferem arquivá-los em organizadores de aço, tornando o processo mais simples e barato.

Uma nova vertente que pode ser muito interessante é a gestão eletrônica de documentos. A tecnologia modificou inúmeros processos e atividades humanas. Então, não é de se estranhar que novas ferramentas fossem desenvolvidas para facilitar o dia a dia corporativo.

Na gestão eletrônica, o grande volume de informações que podem ser processadas e a organização são alguns dos diferenciais competitivos. Com o uso de um software, os documentos são classificados e armazenados, por exemplo, na nuvem — são colocados na internet.

Com isso, há economia de espaço e maior profissionalismo para o seu negócio. Antes de adotar a ideia, pesquise, analise e veja uma solução viável e financeiramente competitiva para armazenar os seus documentos da maneira mais segura possível.

2. Estabelecer critérios
Estabeleça critérios para o arquivamento documental. Quais são os arquivos mais importantes para a empresa no curto prazo? Que documentos são consultados com maior frequência?

Essas perguntas ajudam na definição dos critérios e na organização dos dados em diferentes categorias. Com boas práticas de gestão, o empreendimento só tende a crescer e se profissionalizar cada vez mais.

Procure ajuda especializada por meio de consultorias que possam ajudar na definição e planejamento de uma estrutura de armazenamento produtiva para seus documentos.

3. Terceirizar o serviço
Você, empreendedor, já ouviu falar sobre core business? Pois bem, esse termo em inglês diz respeito à execução das principais tarefas de uma organização. Vamos exemplificar para facilitar a compreensão. Imagine que uma pequena loja de artigos para decoração residencial possua um canal de venda mista: online e offline.

Com isso, há um aumento considerável nas vendas e no relacionamento com os clientes. O proprietário resolve terceirizar algumas áreas que não são competitivas para o seu negócio e que acabam onerando o empreendimento. Um dos setores que passam por esse processo é o de limpeza, no qual outra empresa é contratada para gerenciar a mão de obra e a limpeza do comércio.

Percebeu como o core business da loja é a venda dos artigos de decoração? Por isso, com a gestão de documentos não é diferente. Existem empresas especializadas nessa atividade, que pode gerar economia de tempo e recursos e alavancar outros setores do negócio. Portanto, procure uma prestadora de serviço que atenda às suas necessidades e que esteja comprometida com o arquivamento seguro dos seus documentos.

4. Observar a temporalidade necessária de armazenamento
Não são todos os documentos que precisarão ficar guardados por longos prazos. Por isso, é primordial procurar entender qual a validade das informações contidas neles e planejar o descarte do que não é mais útil.

A criação de uma planilha de validade ajuda muito nessa definição e otimização da atividade. O planejamento é uma prática que deve se tornar rotina. Vamos listar alguns prazos mais conhecidos que podem ser de grande valia!

  • IPTU, IPVA e extratos bancários: prazo de 5 anos;
  • PIS, escritura de imóvel e carteira de trabalho: permanente;
  • Nota fiscal da compra de produtos: até vencer o prazo da garantia.

Como já foi dito, existem alguns softwares que podem ajudar nesse processo e que otimizam a gestão de documentos. Com boas soluções tecnológicas, fica bem mais fácil organizar e prevenir possíveis falhas humanas.

(Fonte: CDL/BH)

 

Nossas escolhas nos momentos difíceis: olhar o lado positivo das coisas

Por Ricardo Gandra | Palestrante

Olá estimado(a) leitor(a), você já se perguntou quantas vezes teve que tomar decisões difíceis? Às vezes em um único dia, somos convidados a tomar diversas decisões complicadas. E é essa é a grande notícia, afinal, segundo Chico Xavier, somos detentores do maior poder do mundo: o do livre arbítrio. Podemos fazer as nossas escolhas, optamos em andar rumo a caminhos aos quais desejamos, contudo, não podemos desfrutar dos desdobramentos das nossas opções. No frigir dos ovos, colhemos aquilo que plantamos.

Existem decisões complexas, outras bem mais fáceis, algumas em situações delicadas. A sabedoria é o que torna o nosso poder de decisão virar algo que podemos desfrutar. No entanto, sabemos que por sermos seres humanos, muitas escolhas que tomamos são falhas e perigosas. Às vezes tomamos um rumo em que cavamos o próprio buraco para cair.

Veja a vida de Lucinha Araújo, mãe do falecido, cantor e poeta, Cazuza. Algum tempo após sua morte, Lucinha criou uma entidade que ajuda portadores do HIV, mesmo vírus que vitimou seu filho. Para os mais espiritualistas, ela transformou a sua dor em puro amor. Usou a ausência carnal de seu filho para reverter ou amenizar o caminho doloroso de outras pessoas que tiveram e que têm a mesma doença que tinha Cazuza.

Em minha palestra “Crescer na vida: uma questão de atitude”, falo destes exemplos e ilustrações que nos inspira, porém, quando sentimos na própria pele que nossas decisões em momentos difíceis são vitais para o nosso crescimento ou simplesmente para uma longa estagnação, percebemos que palavras bonitas necessitam também de nossa compreensão, das nossas atitudes e principalmente de discernimento e sabedoria. Exigir do ser humano tudo isso em momentos que envolvem a emoção não é uma prática simples.

Mas quis Deus que eu e minha mãe fôssemos testados. Há poucos dias, meu irmão sofreu um assalto em que foi muito espancado no rosto. A imagem para quem o vê nesta situação é aterrorizante, impressionante, perturbadora e causa muita revolta. Sua moradia está longe de onde resido e nesses dias se encontrava hospedado em meu apartamento. Minha mãe é a que mais sofre com tudo isso. Porém, amigo(a) leitor(a), sempre procurei fortalecer a minha fé e olhar o lado bom das coisas. Temos o poder de enxergar que ele está vivo, que pode contar com nossos cuidados para sua recuperação emocional e física e que, com a graça de Deus, estará fortalecido e com uma lição rigorosa diante do que vivenciou: não se pode andar só nas madrugadas, ainda mais em grandes cidades, onde o crime, a desigualdade social e impunidade estão cada vez mais constantes.

Que você faça sempre a melhor escolha, que diante das dificuldades, você opte em olhar o lado bom das coisas, pois só assim conseguiremos caminhar rumo a uma evolução pessoal e espiritual.

 

Volume de inadimplentes que regularizam dívidas cresce 1,6% em junho


Embora o resultado seja menor do que o registrado no mês anterior, índice ficou acima do observado em períodos agudos da crise econômica. Entre os que saíram dos cadastros de devedores, maior parte está na faixa de 30 a 49 anos

Com a lenta recuperação da economia, o número de consumidores que conseguiram recuperar o crédito ainda é pequeno. Dados do Indicador de Recuperação de Créditomensurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em todo o país, mostra um leve crescimento de 1,6%em junho, considerando o acumulado dos últimos em 12 meses. O resultado ficou abaixo do registrado no mês anterior (2,2%), mas ficou acima do observado nos períodos mais agudos da crise, quando houve uma queda da recuperação de crédito.

Ainda que o volume de pessoas que pagaram as dívidas atrasadas tenha aumentado em junho passado, a quantidade de inadimplentes no país segue avançando. E a principal razão para esse cenário são as novas inclusões nos sistemas de proteção ao crédito. Ou seja, se por um lado algumas pessoas vêm quitando suas pendências financeiras, por outro há os que ingressam ou retornam ao cadastro de devedores.

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Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os dados refletem a tímida retomada da economia, que ainda não foi suficiente para reduzir o desemprego. “A recuperação iniciada no último ano não foi suficiente para que o brasileiro observasse a evolução de sua renda ou a queda do desemprego. A situação das famílias ainda é de aperto e, apesar do aumento de consumidores que recuperaram o crédito, o ingresso de novos inadimplentes fez o número de negativados aumentar. Desta forma, a inadimplência só deve recuar na medida em que a oferta de empregos volte a crescer, assim como a renda da população”, ressalta a economista.

Centro-Oeste lidera crescimento de pessoas que quitaram pendências; maior parte dos que recuperaram nome está na faixa de 30 a 49 anos

Entre as regiões que apresentaram maior crescimento das recuperação de crédito, o Centro-Oeste é destaque no mês de junho, com 7,73%. O Sudeste apresentou alta de 0,67% e já no Nordeste houve queda de 0,33%, enquanto Sul e Norte apresentaram recuos ainda mais acentuados de, respectivamente, 7,64% e 9,42%. No entanto, os dados de recuperação das cinco regiões em conjunto mostraram alguma melhora – mesmo naquelas em que houve queda, os recuos foram menores do que em meses anteriores.

Do total de devedores que recuperaram crédito no mês passado, a maior parte (45%) tem entre 30 e 49 anos. Outros 12% estão na faixa de 18 a 29 anos e 13% possuem idade acima de 65 anos. A faixa intermediária, entre 30 e 49 anos, concentra o maior número de inadimplentes. O Indicador de Recuperação de Crédito aponta ainda que 53% dos que recuperaram o crédito são do sexo feminino e 47%, do sexo masculino.

Número de dívidas recuperadas recua 1,12% no acumulado de 12 meses, embora queda seja menos acentuada se comparada com auge da crise

No acumulado de 12 meses, o número de dívidas recuperadas recuou 1,12%. Mesmo com essa queda, o resultado mostra-se melhor do que o registrado em setembro de 2016, quando o indíce chegou a -8,26%. O recuo no acumulado em 12 meses foi ainda mais expressivo nas regiões Sul (-11,75%) e Norte (-8,35%). Já no Sudeste houve alta de 0,11%, e na região Centro Oeste, o crescimento foi de 4,10%. Pela metodologia, uma dívida corresponde a uma relação de atraso entre devedor e credor, independemente do número de pendências que este devedor tenha com o credor.

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Metodologia

O Indicador de Recuperação de Crédito mostra a evolução da quantidade de devedores que deixaram o cadastro de inadimplentes num dado mês por conta do pagamento das suas pendências em atraso, bem como a quantidade de dívidas. Para isso, são usados os registros de saída de CPFs das bases a que o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) tem acesso. Os dados são de abrangência nacional. Baixe a íntegra do indicador em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/indices-economicos.

(Fonte: CNDL)