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Saiba como definir o perfil profissional ideal para a sua empresa

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O processo de contratação de novos funcionários requer uma série de cuidados. O primeiro deles é definir o perfil profissional mais adequado ao cargo e à empresa. Afinal de contas, escolher as pessoas certas é essencial para o sucesso de qualquer negócio.

Apesar de parecer simples, encontrar colaboradores que se encaixam com a cultura da empresa é um desafio. A compatibilidade acontece apenas se os valores do candidato e do empreendimento estiverem alinhados. Se sua empresa está sempre em busca de inovações, por exemplo, um colaborador que tem medo de mudanças não é a melhor opção.

A gestão estratégica dos recursos humanos é, portanto, essencial para uma empresa atingir a excelência. Uma decisão acertada no recrutamento pode reduzir o turnover da empresa. Isso acontece porque se houver um “casamento perfeito”, a relação de trabalho será longa e benéfica para ambas as partes. 

Quer entender melhor como escolher o tipo de trabalhador ideal? A seguir, vejo o que é necessário para uma seleção certeira!

Entenda as necessidades do cargo

Vagas diferentes exigem perfis distintos para ocupá-las. O padrão comportamental de um candidato para vendas, por exemplo, geralmente, é diferente dos colaboradores dedicados às funções administrativas.

Sendo assim, antes de qualquer coisa, é essencial delimitar as funções de cada cargo, entender as necessidades da empresa em relação ao novo funcionário e detalhar o máximo de expectativas em relação a ela.

Todas essas informações também serão importantes na hora de anunciar a vaga. Quando a nova posição não tem atividades bem definidas, é provável que você receba uma enxurrada de currículos totalmente fora do perfil almejado.

Defina com clareza as habilidades e qualidades necessárias para a vaga

Essa é a hora de listar todas as aptidões obrigatórias para desempenhar as funções com eficiência. Além da formação e as competências técnicas, as características pessoais também entram nesse quadro. O mais importante é que essas qualidades sejam compatíveis com a missão, visão e valores da empresa.

Se a vaga é para atendimento ao cliente, é essencial que o candidato seja otimista, simpático, paciente e tenha uma boa comunicação interpessoal. Candidatos tímidos, que não gostam de conversar e sem empatia dificilmente conseguirão criar conexões com os clientes para concluir as vendas.

Por outro lado, os cargos de gerência exigem formação específica, perfil de liderança, visão analítica e capacidade de cobrar por metas e resultados. Portanto, delimite as qualificações, habilidades e características pessoais necessárias para atender às expectativas da empresa.

Analise o histórico do profissional

A experiência do candidato tem peso na hora de escolher a melhor opção para a sua empresa. Apesar de não ser fator determinante, a bagagem profissional mostra o que o trabalhador é capaz de fazer. Nesse momento, é necessário analisar as vivências anteriores, os desafios enfrentados e as conquistas nas ocupações.

Além do mais, é importante verificar o tempo de permanência nos empregos antecedentes. Dessa forma, será possível identificar os candidatos mais comprometidos e que criam vínculos com as empresas. Por outro lado, a análise também serve para eliminar aqueles que demonstram instabilidade e trocam de trabalho com frequência.

Faça uma abordagem consultiva

Esse tipo de aproximação acontece quando o recrutador agrega o papel de consultor no processo. O entrevistador não faz apenas perguntas simples e aguarda por respostas do candidato. Ele faz questionamentos mais complexos para entender o perfil dele e pode até aconselhar o trabalhador.

A abordagem consultiva agrega valor ao processo seletivo. Por isso, é essencial que o profissional responsável pela entrevista tenha conhecimento absoluto sobre vaga e empresa. Dessa maneira, ele conseguirá identificar os candidatos mais preparados para o cargo em aberto.

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Após esse momento de identificação, ele precisa transparecer confiança. Essa conexão é importante para despertar o interesse do candidato e extrair dele o máximo de dados, com o propósito de alinhar objetivos, desafios e necessidades de ambas as partes.

Com as informações úteis em mãos, é hora de fazer o diagnóstico e avaliar quais são os melhores candidatos. Por fim, a escolha deve ser feita com autoridade e segurança. Essa abordagem consultiva beneficia tanto a empresa quanto o próprio candidato, mesmo que ele não seja selecionado para a vaga.

Fale sobre a empresa

Quando o trabalhador se depara com uma vaga de emprego, é natural que ele busque informações complementares sobre a empresa. No entanto, nem sempre é possível obter dados relevantes em pesquisas feitas pela internet.

Por essa razão, elabore um texto básico e conte a história do seu negócio. Não se esqueça de mencionar questões sobre a cultura e esclarecer pontos importantes relativos ao funcionamento do empreendimento.

Muitas vezes, o candidato é chamado para entrevista e, logo nos primeiros minutos de conversa, ambos percebem que o perfil não é adequado nem à vaga, nem à empresa. Nesse cenário, todos perderam um tempo precioso.

Entretanto, ao disponibilizar informações prévias sobre o negócio, o próprio trabalhador pode fazer uma autoavaliação e se candidatar apenas se houver afinidade e interesse na vaga e na empresa mencionada.

Conte com apoio profissional especializado

Se você não é expert em seleção e recrutamento, o ideal é contar com ajuda profissional nesse processo. Ao contratar empresas especializadas para fazer isso, você delega as funções de anúncio da vaga, triagem de currículos, testes psicotécnicos, dinâmicas e entrevistas de candidatos.

A rotina de um empresário é atribulada, e dificilmente você conseguirá se dedicar a esse processo da forma como deveria. Por essa razão, contar com ajuda externa é um modo de evitar a sobrecarga de trabalho e focar nas demais estratégias para o crescimento do negócio.

Além disso, os especialistas têm capacitação técnica para identificar e atrair os melhores talentos para sua empresa. Dessa forma, a seleção do candidato dentro do perfil profissional desejado tem mais chances de sucesso.

Envolva os gestores no processo de recrutamento

Mesmo se você decidir terceirizar o processo de seleção, não deve ficar totalmente alheio a ele. É necessário que o gestor acompanhe os resultados e até faça a entrevista final, mas apenas com os candidatos pré-selecionados.

Ninguém conhece melhor a sua empresa do que você! Sendo assim, o gestor precisa participar do processo, desde as fases de definição do perfil, identificação das competências necessárias, até a hora de “bater o martelo” quanto ao escolhido para a vaga.

Definir o perfil profissional ideal para sua empresa é essencial para escolher a pessoa certa para a vaga certa. Lembre-se de considerar também as características pessoais do candidato. Afinal de contas, um colaborador que compartilha os mesmos valores que a empresa vai desempenhar melhor as suas funções, proporciona um clima harmônico no ambiente de trabalho e ainda ficará mais comprometido com os resultados do negócio.

(Fonte: CDL-BH)

 

Boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer bancos

Desde o último sábado (28/10), o pagamento de contas vencidas em qualquer banco estará liberado para boletos de todos os valores. Essa operação é possível por meio da Nova Plataforma de Cobrança desenvolvida pelos bancos e pela FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos, um sistema de liquidação e compensação para os boletos.


Os clientes que tiverem boletos não registrados na Nova Plataforma, rejeitados pelos bancos, devem procurar o beneficiário, que é o emissor do boleto, para quitar o débito. Entre outros benefícios, a Nova Plataforma, desenvolvido pelos bancos e a FEBRABAN, dá mais segurança a todo o sistema de compensação de boletos identificando facilmente tentativas de fraude; permite o pagamento em qualquer banco mesmo após o vencimento, e evita que o pagamento, por engano, de algum boleto já pago.


(Ver o cronograma completo mais abaixo).


Exigência do Banco Central

Dar conta de processar todos esses boletos não é tarefa simples, pelo volume de informações que passam a trafegar pelo sistema, com todos os dados exigidos, obrigatoriamente, por norma do Banco Central, tais como CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador. A capacidade de processamento exigida é superior à de uma das grandes processadoras globais de cartões de crédito.


Por isso, para fazer a migração do modelo antigo de processamento para o atual sem comprometer o funcionamento da Nova Plataforma, os bancos optaram por incluir os boletos no novo sistema por etapas, de acordo com o valor a ser pago. Esse processo começou em meados do ano passado para boletos acima de R$ 50 mil (os de menor volume) e alcança a fase mais complexa em outubro e novembro próximos, com a incorporação dos valores mais baixos e dos boletos de cartão de crédito e doações.


Durante todo o processo, explica Faria, foi estabelecido um período de convivência entre os boletos cadastrados na base da Nova Plataforma e aqueles que ainda não estavam inseridos no novo sistema. À medida que o processo foi avançando, a rede bancária vem deixando de aceitar os boletos sem cadastro na Nova Plataforma.


Benefícios

A Nova Plataforma de Cobrança é um projeto que nasceu há cerca de quatro anos, com o apoio de todos os recursos de tecnologia de ponta do setor bancário brasileiro. Ela moderniza o sistema de cobrança existente há mais de 20 anos no País, visando dar maior comodidade e segurança nos pagamentos.


Entre os benefícios, está a maior comodidade proporcionada ao cliente ao possibilitar, por exemplo, o pagamento de boleto vencido em qualquer canal de recebimento banco ou no correspondente, maior segurança com a eliminação dos riscos de fraudes, além de evitar o pagamento em duplicidade.


Além disso, o comprovante de pagamento será mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto, (juros, multa, desconto, etc.) e as informações do beneficiário e pagador.

Para as empresas, os benefícios estão relacionados à melhor gestão dos recebimentos e maior transparência dos procedimentos. Para isso, no entanto, o diretor da FEBRABAN, alerta para o procedimento correto a ser realizado pelos emissores: primeiro, os boletos precisam ser encaminhados aos bancos, para inclusão na base da Nova Plataforma da Cobrança, e somente depois devem ser emitidos e encaminhados aos pagadores.


Cronograma completo

 

Datas

Valor (R$)

25.08.2018

> 400,00

13.10.2018

> 100,00

27.10.2018

> 0,01

10.11.2018

Boletos de cartões de crédito, doações, entre outros

 


Boletos de cartões de crédito, doações, entre outros

Fim do boleto impresso, com o DDA


Outro benefício com a Nova Plataforma é a permissão para que os consumidores optem pelo DDA – Débito Direto Autorizado, um serviço criado há oito anos pela FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) em conjunto com os bancos, que possibilita a eliminação de boletos emitidos em papel. O DDA só trabalha com boletos registrados, o que não era possível antes da Nova Plataforma.


Pelo DDA, os consumidores podem receber todos os seus boletos por meio eletrônico, visualizar cada cobrança e definir quando pagá-la. É um processo diferente do débito automático, pelo qual há um acerto prévio com o banco para debitar a conta automaticamente na data de vencimento.


Para aderir ao DDA, o consumidor deve fazer o registro como “pagador eletrônico” na instituição financeira em que tem conta. Caso haja cobrança em seu nome, a ferramenta permite ao cliente reconhecer a dívida e, após o reconhecimento, autorizar o débito para o pagamento. O cadastro também pode ser feito pelos canais eletrônicos.


A FEBRABAN observa que os clientes que já optaram pelo DDA, mesmo que o tenham feito há muitos anos, passarão a receber os boletos eletronicamente a partir da implementação da Nova Plataforma de Cobrança - pois o banco tem registrado no sistema quem fez a opção pelo DDA como pagador eletrônico. Caso o cliente não se recorde de ter feito o cadastro, deve procurar um canal de atendimento de seu banco e confirmar o aceite no DDA, ou pedir o descadastramento do serviço, caso prefira continuar recebendo os boletos impressos.


Fonte: FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos

 

Por que o varejo deve usar o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC)?

As estatísticas não mentem: o número de pessoas inadimplentes tem crescido no Brasil. Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 39,36% da população entre 19 e 95 anos possui pendências financeiras.

O primeiro trimestre de 2017 foi marcado por esse aumento. Até o final de março, 59,2 milhões de consumidores estavam nas listas de inadimplência — 900 mil novos nomes, em comparação com dezembro de 2016.

Se a tendência é a do aumento da inadimplência, o varejista deve tomar suas precauções para não sofrer com esse problema ou, pelo menos, tentar minimizá-lo. Para isso, usar o Serviço de Proteção ao Crédito pode ser uma boa estratégia.

Quer saber o porquê? Nós explicamos a seguir:

O que é o SPC?

Esta certamente é uma das siglas mais populares no meio comercial. Porém, pouca gente sabe o que é de fato o SPC.

A sigla significa Serviço de Proteção ao Crédito, e como o próprio nome já diz, essa nada mais é do que uma empresa privada que atua na formulação e gestão de um banco de dados com informações de crédito de grande parte da população economicamente ativa no Brasil.

Esse enorme banco de dados é gerido e nutrido por associações comerciais e câmaras de dirigentes lojistas filiadas a outra instituição, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, e tem como função fornecer informações atualizadas sobre o histórico de consumo dos brasileiros, reduzindo os riscos de inadimplência e tornando o mercado mais estável.

O que diferencia o SPC dos demais bureaus de crédito?

Uma das principais diferenças entre o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e as demais empresas que também atuam neste ramo está no foco de operação.

Enquanto outros bureaus de crédito lidam, em sua maioria, com o monitoramento e registros relacionados à bancos e instituições financeiras — como clientes em débito ou que emitem cheques sem dispor de saldo na conta —, o SPC trabalha ativamente sobre à gestão de registros advindos do comércio. Esse é um dos motivos que tornam o serviço tão conhecido entre os varejistas e consumidores.

Por que o varejo deve usar o SPC?

Como vimos, o grande cerne do SPC é garantir uma maior segurança no comércio. Por meio dos registros contidos no banco de dados é possível traçar um perfil de crédito do consumidor, avaliando os riscos envolvidos ao fazer algum tipo de transação comercial com ele e evitando futuros problemas.

As vantagens experimentas pelo varejista ao estabelecer uma parceria com o SPC são muitas. Vejamos algumas delas que comprovam porque vale a pena usar o serviço:

Proteção da saúde financeira do negócio

O varejo lida com um número indistinto de pessoas e, comumente, acaba sofrendo com o grave problema da inadimplência. Tal fato prejudica sensivelmente a estrutura do negócio, pois desorganiza o fluxo de caixa e cria rombos não previstos nas contas.

Ao se valer do SPC, o lojista acaba reforçando a gestão financeira da sua empresa. Analisando os riscos envolvidos em vendas a prazo, por exemplo, é possível imprimir um ritmo mais seguro nas suas vendas, permitindo planejar-se a longo prazo sem ter que se preocupar muito com ausências de capital.

Além disso, reduz os custos com demandas judiciais para realizar a cobrança de consumidores em débito com a empresa.

Redução dos riscos de fraudes com cheques

Apesar de ser uma prática que está caindo em desuso, principalmente pela popularização dos cartões de crédito, a emissão de cheques ainda é uma modalidade de pagamento utilizada no comércio, sobretudo por clientes mal-intencionados.

As fraudes na emissão de cheques ainda é um problema recorrente no varejo, dada a dificuldade que muitos lojistas encontram em realizar consultas e outras medidas preventivas.

Contudo, esse é um cenário totalmente reversível a partir da utilização do SPC. O Serviço de Proteção ao Crédito também oferece a possibilidade de consulta a registros de emissão de cheques, permitindo que o varejista, rapidamente, tenha informações confiáveis sobre o consumidor que está emitindo a ordem de pagamento.

É importante mencionar que, ainda que o consumidor não tenha nenhum tipo de registro negativo em seu histórico, é possível checar o histórico da conta bancária atrelado ao cheque.

Assim é possível saber se é uma conta recém-aberta e se existem outras movimentações — usualmente, no comércio não se aceita compras no cheque relativas a contas abertas a menos de seis meses.

Confiabilidade das informações

Outro grande benefício do SPC e uma das características que o fez ser tão popular no comércio é a confiabilidade das informações prestadas.

O banco de dados tem informações precisas e atualizadas de uma infinidade de consumidores, dando total suporte ao lojista. Todos os registros são feitos com extrema segurança e precisão em relação à identidade exata do consumidor.

Para tornar os dados mais precisos e confiáveis, o SPC trabalha com base no monitoramento de CPF e CNPJ que, como se sabe, são dados exclusivos e pertencentes aos bancos de dados da Receita Federal do Brasil (RFB), o que garante ainda mais autenticidade a todas as informações.

Abrangência da atuação

O banco de dados do SPC é de caráter nacional, de modo que comporta informações advindas de instituições financeiras e estabelecimentos comerciais de todo o território brasileiro. Desse modo, por se tratar de um banco de dados comum, os lojistas de qualquer parte do país têm a possibilidade de consultar informações de forma totalmente abrangente.

Isso reforça ainda mais a segurança nas transações, pois evita que consumidores de outros estados, por exemplo, não tenham seus dados analisados previamente a uma compra.

Menor tempo de venda e concessão de crédito

Outra grande vantagem ofertada ao varejista pelo SPC é a otimização do processo de venda e análise de crédito do cliente. A empresa pode rapidamente proceder a consulta do CPF do consumidor, economizando tempo com expedientes burocráticos de checagem manual.

Assim, de forma totalmente automatizada e ágil, o lojista tem o que precisa para negar ou conceder o crédito a um cliente, podendo dedicar seu tempo em ações que realmente possam trazer retorno para a empresa.

Por fim, o Serviço de Proteção ao Crédito é, sem dúvida, um grande aliado do varejo atualmente. Toda a tecnologia envolvida no serviço dá total comodidade ao empresário e, principalmente, segurança nas operações financeiras, evitando prejuízos com a inadimplência.

QUER SABER MAIS? ENTRE EM CONTATO COM AS ACIP/CDL PELO 3831-5500.

(Fonte: CDL/BH)

 

Vitrines são responsáveis por 70% das vendas

vitrine

Considerada uma das mais importantes ferramentas do varejo, a vitrine é responsável por 70% das vendas realizadas, apontam estudos do setor.

É importante reforçar que a vitrine não se resume somente à frente da loja. Tratamos todo o estabelecimento como vitrine, inclusive a parte visual, o atendimento, a aparência da equipe, a disponibilidade de produtos, a facilidade de acesso, o corredor, a iluminação, entre outros detalhes. O visual merchandising trabalha com cada um desses elementos, que podem ajudar ou atrapalhar a venda.

Muitos lojistas não veem a vitrine como um investimento, mas sim como uma despesa e acabam focando os investimentos em outras mídias. A vitrine é uma poderosa ferramenta que você consegue mensurar o retorno quase instantaneamente.

Porém, é preciso estudar muito os produtos disponíveis, a loja, o perfil dos clientes, a estação e outros detalhes para não fazer feio logo na vitrine. Entre os principais erros apontados estão a falta de uma mensagem clara e até o exagero da mesma. Ou o lojista expor todas as possibilidades de compra que sua loja oferece, o que acaba confundindo o consumidor.

Além disso, a vitrine precisa ser coerente com o público que pretende atrair e que não são todos os produtos que merecem destaque. Por fim, não vale a pena colocar produtos com pouca quantidade em estoque, pois pode prejudicar a imagem da loja e frustrar os clientes.

(Com Varejo S.A.)

 

Regulamentação da duplicata eletrônica é aprovada no plenário do Senado Federal

O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto de lei que regulamenta a duplicata eletrônica. A proposta segue agora para sanção presidencial.

O PLC 73/2018 moderniza o lançamento das duplicatas, comprovantes gerados pela venda de mercadorias ou prestação de serviços por uma empresa. Apresentado pelo deputado Julio Lopes (PP-RJ), o texto estabelece que as informações das duplicatas deverão ser obrigatoriamente registradas em um sistema eletrônico.

Entidades autorizadas pelo Banco Central serão responsáveis pelo registro e deverão guardar os títulos, controlar os documentos, formalizar provas de pagamento e fazer a transferência de titularidade. Atualmente, essas informações ficam dispersas. A duplicata em papel não será extinta e deve continuar sendo emitida normalmente.

*CNDL com Informações do Senado Notícias

 

Inadimplência: Limite de permanência em cadastro negativo deve ser contado do vencimento da dívida

A 3ª turma do STJ decidiu que o primeiro dia seguinte à data de vencimento de dívida é o marco inicial do prazo de cinco anos para a manutenção de informações de devedores em cadastros negativos, mesmo na hipótese de a inscrição ter decorrido do recebimento de dados provenientes dos cartórios de protesto de títulos.

O MP/DF ajuizou ACP alegando que a Serasa e uma empresa de serviços estariam mantendo a inscrição do nome de consumidores inadimplentes por prazo superior a cinco anos, contados da data de vencimento do título. Segundo o MP, os réus não realizariam qualquer controle sobre o prazo prescricional e a data de vencimento da dívida dos dados oriundos dos cartórios de protesto.

Em primeira instância, a ação foi julgada improcedente, sob o argumento de que o prazo de cinco anos se inicia com o envio, pelo credor, dos dados de inadimplência do devedor aos órgãos de proteção ao crédito. No recurso ao TJ/DF, os desembargadores entenderam que as informações poderiam ser armazenadas pelos órgãos de proteção ao crédito por cinco anos, independentemente da data de vencimento da dívida.

Fato gerador

Ao analisar o recurso, ministra Nancy Andrighi ressaltou que o marco inicial para a contagem temporal da anotação em cadastro de inadimplentes ainda não foi consolidada pelas turmas de direito privado do STJ. Segundo a ministra, a orientação jurisprudencial que mais se compatibiliza com os princípios do CDC é a de que o termo inicial de contagem do quinquênio, previsto no CDC, é o fato gerador da informação, ou seja, o dia seguinte ao vencimento da dívida.

De acordo com a relatora, a súmula 323 não exprime a totalidade do entendimento do STJ a respeito do prazo máximo de permanência de informações negativas nos bancos de dados de proteção ao crédito. Por esse motivo, a jurisprudência evoluiu para ressaltar que “os órgãos de proteção ao crédito não podem disponibilizar dados respeitantes a débitos prescritos”, haja vista que, “suplantada a pendência hábil a caracterizar situação de mora ou inadimplemento, desaparece o fato jurídico de interesse para o mercado de consumo”.

Por isso, apontou a ministra, “a manutenção da inscrição negativa nos cadastros de proteção ao crédito respeita a exigibilidade do débito inadimplido, tendo, para tanto, um limite máximo de cinco anos que pode ser, todavia, restringido se for menor o prazo prescricional para a cobrança do crédito”.

O entendimento da relatora foi acompanhado por maioria pela turma.

(Fonte: Movimenta com informações do STJ)

 

 

Dicas para implementar um cadastro

ACIP-TEMA-DIA-GESTAO-091020181) Crie um banco de dados com as informações básicas (nome, qualificação, endereço, data de nascimento e identificação - CPF e Carteira de Identidade).

2) Selecione e prepare 10 (dez) informações que julga relevantes e importantes na relação empresa e cliente, preferencialmente com respostas a serem selecionadas. O cliente tem pressa.

3) Não é preciso desenvolver engenhosos sistemas de informação. Utilize o básico, diferencie seus clientes e trate-os de forma personalizada. Não esqueça de diferenciar
seus clientes mais importantes (conforme seus próprios critérios).

4) Oriente a todos que trabalharem no atendimento a retomar uma conversa sempre do ponto de onde parou, evitando a repetição de perguntas.

5) Não force a relação enviando materiais não solicitados e sendo inconveniente. Aprenda como e quando o cliente quer ser abordado e utilize os canais apropriados. Cuide para que o cliente perceba que as informações captadas são de fato utilizadas. Ele se sentirá recompensado pela preferência.

(Fonte: CDL/BH)

 

CACB declara apoio a Jair Bolsonaro

Manifesto foi divulgado nas redes sociais da entidade e enviado à imprensa e associados

Em nota divulgada à imprensa nesta quarta-feira (03), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) declarou apoio a Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL. Preocupada com a divisão política do País, a entidade acredita ser este o momento de criar um pacto nacional que nos permita confiar em um sólido recomeço.

“Precisamos preservar a democracia e as ações – como a operação ‘Lava Jato’ – que têm nos libertado da corrupção e das más práticas de gestão, tornando o Brasil mais transparente e mais confiável”, diz a nota, assinada pelo presidente da CACB, George Pinheiro.

Leia abaixo o texto na íntegra.

 

Como motivar uma equipe sem precisar gastar muito? Descubra agora!

Uma equipe mais motivada gera resultados muito melhores para qualquer empresa. Existem algumas práticas que, quando colocadas em prática, produzem um maior grau de satisfação e motivação entre os seus colaboradores. 

Pensando nisso, vamos abordar ao longo deste artigo algumas dicas para você, empreendedor, descobrir como motivar uma equipe sem realizar grandes investimentos. Afinal, a racionalização do gasto dos seus recursos financeiros é primordial para a alavancagem comercial do seu negócio.

Então, não perca tempo e continue a leitura até o final para não perder nenhuma informação. Veja! 

Reconhecer um bom trabalho 

É esperado que o empresário procure cobrar para que os colaboradores executem um bom serviço. Isso é muito importante, pois assim as atividades são feitas com um alto grau de comprometimento e engajamento. 

Entretanto, é fundamental, também, saber reconhecer um trabalho feito com qualidade. Além disso, é necessário dialogar com a sua equipe e demonstrar o contentamento. A valorização pode ser feita tanto de forma individual ou de forma geral, quando todos os colaboradores se uniram e tiveram um bom desempenho. Fique atento a essa dica! 

Dar bons exemplos para inspirar 

Inspiração é o que guia uma pessoa a buscar melhorar e seguir os padrões e atitudes do indivíduo que é referência para ela. Por isso, dar bons exemplos é uma forma prática e bastante válida para motivar a sua equipe.

Existem muitos casos que a própria trajetória de vida do fundador da empresa é um grande exemplo. Dessa forma, procure colaboradores que possuem características positivas e diferenciais que podem ajudar outros empregados a seguirem a mesma conduta. 

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Agenda de cursos, treinamentos e palestras das ACOP/CDL em outubro

Não se esqueça de sempre priorizar a escolha de pessoas que podem ajudar a replicar e espalhar o bom exemplo como uma cultura organizacional da sua empresa. O papel dos replicadores é primordial para motivar outros colaboradores da sua equipe, transmitindo virtudes e características que podem promover o crescimento pessoal e profissional. 

Oferecer benefícios aos empregados por meio de parcerias 

Os benefícios são uma prática já bastante utilizada para motivar a equipe. Entretanto, aqui não trataremos das bonificações financeiras. E sim, de outros benefícios que podem ajudar o empresário na tarefa de impulsionar os seus trabalhadores. 

Existem parcerias que dão acesso à cultura, descontos para produtos próprios e de outras lojas, dentre outros. Procure sempre a melhor opção para o seu negócio!

Estar aberto para ouvir e entender os funcionários 

O feedback é algo excelente para traçar novas estratégias e avaliar como está o ambiente de trabalho, as dificuldades e os elogios. Por isso, esteja sempre aberto e crie um canal de comunicação com os seus colaboradores para entender quais dificuldades podem estar impactando negativamente o desenvolvimento das suas funções. 

Ouça com atenção e procure ser solidário com a sua equipe. Isso gera muito reconhecimento e desperta o sentimento de valorização entre eles, melhorando a relação patrão-empregado. Afinal, os trabalhadores são os principais responsáveis por tornarem uma ideia empreendedora, de fato, uma realidade.

Além disso, os colaboradores que dão continuidade aos projetos comerciais e alavancam o crescimento empresarial como um todo. 

Ter metas claras e realistas 

As metas são fundamentais para promover a ampliação da operação comercial e por motivar os seus colaboradores. Essa motivação é conseguida, em grande parte, pelo pagamento de bônus e outros benefícios a quem consegue alcançar e bater as metas da empresa. 

Entretanto, é preciso que essas metas sejam bem claras e realistas. Isso é necessário, pois os seus empregados devem saber quais são as metas individuais para assim procurar alcançá-las. No quesito de ser realista, temos o fato de que devem ser possíveis de serem efetivadas. 

Vamos imaginar um exemplo para facilitar esse entendimento. Suponhamos que uma pequena loja de decoração, que vende em média R$ 30 mil reais por mês. Com isso, foi definido uma nova meta geral de vendas no valor de R$ 80 mil reais. 

Não é preciso ser um exímio gestor para compreender que essa meta está bem acima das capacidades do empreendimento. Desse modo, procure ser realista e discutir com os seus funcionários os valores anteriormente. 

Assim, será possível, de fato, alcançar as metas propostas, gerando retorno para o empresário e para os colaboradores. 

Comemorar as vitórias 

Existem inúmeros desafios na condução de uma empresa. Dificuldades e situações conflitantes tendem a aparecer naturalmente durante esse processo. Os momentos de conquista e vitória são muito importantes e não podem ser negligenciados. Por isso, esta é a nossa dica para motivar a sua equipe: comemore as vitórias. O grupo precisa saber reconhecer quando um bom trabalho é realizado. 

Essa é a dica básica para quem deseja motivar uma equipe. Não se esqueça disso! 

Investir em saúde e bem-estar 

Saúde, bem-estar e produtividade são fatores que estão intimamente correlacionados. Então, a nossa dica é procurar formas de melhorar o bem-estar, no trabalho e na residência do trabalhador. As startups — empresas de tecnologia disruptiva — têm iniciativas bem interessantes nessa área. Por exemplo, a inclusão de locais para relaxamento, redes e sala de jogos são estratégias adotadas. 

Com isso, o empregado sente-se valorizado e cada vez mais feliz em desenvolver as suas habilidades naquela empresa. Esses resultados são visíveis, visto que essas companhias contam com um grande grau de satisfação interna. Então, não perca tempo e procure adotar estratégias que podem melhorar na saúde e bem-estar dos seus colaboradores! 

Investir em espaços descontraídos é uma forma inteligente. Existem algumas outras opções que nós listaremos para que você, empreendedor, possa conseguir melhorar a saúde e o bem-estar dos seus funcionários. Veja! 

Uma rotina de atividade física, por exemplo, é uma forma interessante de melhorar a saúde no mercado de trabalho. A presença de um profissional para a execução de atividades básicas e práticas laborais já melhora muito a disposição e, até mesmo, a ergonomia.

Ao longo do artigo, você pode descobrir como motivar uma equipe, e qual a importância dessa prática para o crescimento pessoal dos seus colaboradores. Agora, que tal colocar em prática tudo o que foi abordado aqui no seu negócio?

(Fonte: CDL-BH)

 

6 cuidados e práticas para gerenciar e emitir boletos na empresa

Existem inúmeras formas de pagamento que um empreendedor pode adotar no seu negócio, melhorando a gama de opções de crédito oferecidas ao seu cliente. Os boletos bancários são bastante utilizados e apresentam algumas vantagens para vendas pagas por esse meio. Entretanto, é preciso ter atenção a alguns detalhes na hora de emiti-los e, principalmente, na gestão eficiente desses documentos. 

Dessa forma, tendo em vista algumas das dificuldades que podem surgir com essa modalidade de pagamento, desenvolvemos um artigo com 6 dicas essenciais para que o seu negócio possa emitir boletos com tranquilidade. Então, não perca tempo e confira todas as informações e dicas passadas ao longo do post. Vamos lá? 

1. Fazer a gestão de vencimentos 

Isso é uma prática imprescindível e com a qual deve haver um grande planejamento e vistoria dos pagamentos de boletos e outros documentos fiscais na data de vencimento. Com isso, todo o negócio tende a sair ganhando, pois serão evitadas multas e outras situações que podem impactar negativamente as operações comerciais. 

Os juros e multas cobrados quando o pagamento ultrapassa a data de vencimento são altíssimos, sacrificando recursos do caixa que poderiam ser utilizados em melhorias e no crescimento da empresa. Assim, é preciso organizar os boletos em uma ordem hierárquica de prazos, prestando atenção em eventuais detalhes presentes no documento. 

Um exemplo desse fator é a exigência de pagamento em agências bancárias específicas. Ou seja, é preciso fazer um planejamento que leve em conta todos esses detalhes. Além dos problemas já citados decorrentes de atrasos, existem, também, o protesto dos títulos em cartório. 

Isso pode gerar muita dor de cabeça e mais custos para a solução dos entraves decorrentes desse processo. É bastante comum essa frase no mercado corporativo que sintetiza como é preciso reduzir e estar atento às despesas: “custos são como unhas, se não cortar, eles só crescem”. Fique sempre atento a isso! 

2. Estimar a quantidade de boletos emitidos 

Esse é um outro fator de suma importância para uma boa gestão na hora de emitir boletos. Afinal, é preciso ter em mente a quantidade de documentos para planejar o recebimento desses recursos, além da quantidade de material para a impressão. 

Afinal, imagine que uma pequena loja emita em média 15 boletos por dia. Porém, em um determinado dia, houve um grande aumento nas vendas, elevando a emissão para mais de 300%. É bem provável que o comércio não esteja preparado para trabalhar com um crescimento assim. 

Por isso, é preciso realizar estimativas mensais e diárias de emissão, deixando sempre recursos e colaboradores qualificados para atuarem em situações atípicas. Não se esqueça! 

3. Utilizar um software de emissão de boletos 

A tecnologia é amplamente utilizada nas mais diversas empresas, de pequenos comércios a multinacionais. Nessa perspectiva, os softwares possuem uma grande importância no auxílio e automatização de tarefas que antes eram exercidas de forma manual. 

O uso de softwares e ferramentas tecnológicas são primordiais no processo de gestão dos documentos. Desse modo, fica muito mais difícil ocorrer situações de fraude e permitir que sejam melhorados todos os processos e despachos administrativos. 

Para emitir boleto não é diferente. Procure um bom software que possa auxiliar nesse processo e torne mais profissional essa tarefa. Além disso, é fundamental contar com a assessoria de empresas especializadas para encontrar uma ferramenta que atenda às suas necessidades e seja financeiramente viável. Pense nisso!

4. Escolher um banco de confiança 

O agente bancário tem uma participação primordial para uma emissão correta e sem incoerências dos boletos. Por isso, o primeiro passo é analisar as opções e contratar uma instituição que ofereça boas condições, economizando no pagamento de tarifas. 

Existem inúmeras vantagens em trabalhar com um parceiro que preze pelo profissionalismo e boa prestação de serviços. Assim, o crescimento orgânico do negócio tende a favorecer ambas as partes. Além disso, também pode haver oportunidades para discutir o oferecimento de linhas de financiamento mais atrativas e com juros reduzidos, estreitando a relação entre a empresa e a instituição bancária.

Na maior parte das vezes, as contas de pessoas jurídicas possuem vantagens mais competitivas. 

5. Faça testes e homologações 

Antes de começar a emitir os seus boletos é preciso testar a ferramenta que vai ser utilizada. Faça testes para encontrar possíveis erros e simule compras para verificar se todas as funcionalidades estão operando adequadamente. Gere documentos fictícios para realizar essa avaliação. 

Afinal, é bem melhor errar no papel do que na prática, não é verdade? 

6. Arquive os boletos adequadamente 

É preciso ter em mente que os boletos são documentos. Desse modo, necessitam ser armazenados e possuírem um acesso bastante prático, caso sejam necessárias eventuais consultas. Existem opções para guardá-los fisicamente ou salvos de forma online. 

Segurança é a palavra-chave para encontrar uma solução eficiente e acessível à realidade do seu negócio. Isso é bom tanto para a empresa quanto para os clientes, com uma segurança nos dados e informações pessoais transitadas nas mais diversas operações comerciais que ocorrem. 

É preciso ressaltar que a organização é uma característica que deve estar presente em qualquer empresa, que deseja alavancar a sua operação e crescer no competitivo mercado nacional. Os boletos, por exemplo, representam uma fonte de receita importante para custear as mais diversas despesas que ocorrem no dia a dia de um negócio. 

Além disso, é preciso ressaltar que a saúde financeira e, principalmente, o capital de giro estão intimamente correlacionadas a uma gestão eficiente de todos esses documentos e fontes de receita para o empreendimento. Um armazenamento seguro e produtivo dos seus boletos pode gerar um diferencial competitivo para o seu negócio. Pense nisso!

Percebeu como é fundamental realizar todos esses procedimentos para emitir boletos bancários com segurança? Essa é uma forma de compra em ascensão no mercado, muito devido ao grande número de clientes que ainda não possuem cartões de crédito. Outro público-alvo dos boletos bancários são as pessoas que possuem cartão, mas têm medo de informar os seus dados na internet. 

Por isso, é primordial evitar erros ao emitir boletos e procurar sempre prestar um serviço de confiabilidade e que priorizar o principal ativo do seu negócio: os clientes.

(Fonte: CDL-BH)