2via boleto

Vendarketing – Como alinhar vendas e marketing para aumentar seus resultados

vendas e marketing
 

Uma das visões mais ultrapassadas a respeito das equipes de vendas e marketing é: enquanto a segunda cria campanhas mirabolantes, a primeira se vira para fazer tudo funcionar.

Isso, com o tempo, acabou criando uma situação estranha: profissionais de ambas vociferam uns contra os outros, além de promover constantes provocações e até discussões.

Só que o ponto central é: as duas estão sob o mesmo teto, ou seja, têm os mesmos objetivos. Eles querem vender mais e melhor. Só que nessa rixa essa informação acaba se perdendo. E quem perde com isso? Vendas, marketing e a empresa como um todo.

E basta pensar na realidade do mundo, entre crises e competição feroz, para perceber que não é possível focar em questões internas desse tipo e acabar perdendo vendas. E é aí que entra o vendarketing.

Se você ainda não conhece, ou não entendeu muito bem como essa ferramenta de nome pouco usual pode aumentar seus resultados, seus problemas a-ca-ba-ram. E o melhor: a resposta é gratuita e mais simples do que você imagina.

O que é Vendarketing

Quem pesquisa em sites em língua inglesa provavelmente já se deparou com o a palavraSmarketing (Sales + Marketing). E mesmo que inglês não seja sua praia, explicamos: Sales se traduz aqui como Vendas.

A lâmpada acendeu logo acima da sua cabeça, não é? Sim, Vendarketing é a tradução de Smarketing para a nossa língua portuguesa. Vendas e marketing colocando por terra toda essa história de rivalidade, em prol de algo muito mais valioso: uma base maior e mais satisfeita de clientes.

Como usar o vendarketing para aumentar os resultados

Partimos do pressuposto que nenhum time entra em campo para perder. Empresas investem tempo, dinheiro e esforços para poder construir e manter sua marca brilhando no mercado.

O vendarketing entra como ferramenta que permite que as equipes de vendas e marketing passem a perceber um ao outro, não como áreas de competição, mas como complementares.

Enquanto marketing trabalha para pesquisar e trabalhar o público-alvo, em termos de necessidades, desejos e hábitos de consumo, vendas entra em cena para transformar uma lead em cliente.

Ambos trabalham dentro do mesmo funil de vendas, só que em estágios diferentes, o primeiro do topo para o meio, e o segundo, do meio para o fundo de funil.

E a partir do momento em que os times se unem, alguns problemas usuais começam a diminuir e, até mesmo desaparecer. Isso significa experiência mais agradáveis para clientes e uma troca de informações que ajudam ambos a executar de uma melhor forma suas tarefas.

Alinhamento dos Times

Só que é necessário fazer com que eles percebam isso, algo que, em muitos casos, consegue ser mais difícil do que a implementação dos próprios processos de vendarketing. Portanto, uma dica bem interessante é começar com ações que mudem a percepção de uma equipe sobre a outra. Alguns exemplos:

  • Traçar ou relembrar todas as etapas do funil de vendas da sua empresa para ambos e destacar sua importância na gestão das oportunidades de venda.
  • Observar e dividir os dados que a equipe de marketing possui e que podem beneficiar a equipe de vendas;
  • Observar e dividir os dados que a equipe de vendas possui e que podem beneficiar a equipe de marketing;
  • Avaliar como as ações de venda ajudam nos processos de fidelização e aumento de interessados (futuras leads);
  • Avaliar como as ações de marketing ajudam na diminuição de ações de pós-venda e no oferecimento de leads já qualificadas.

Por mais que essas equipes não estejam, a princípio, muito propensas a fazer parte do time vendarketing, a partir do momento em que uma percebe tudo o que a outra pode oferecer para melhorar a vida do outro, fica bem mais fácil passar a perceber o outro de uma forma mais positiva.

Só que não basta apenas isso. Para que essa nova equipe possa surgir, é preciso aprender a fazer a gestão de pessoas. Isso significa, na prática, estudar os passos e administrar a implementação do vendarketing de forma constante e transparente.

Alguns passos para garantir a integração

  • Adotar uma linguagem em comum

É preciso partir do pressuposto de que ninguém é obrigado a saber nada, mas isso não significa que devem ser refratários às novidades. Vale ser um pouco Silvio Santos: “quem quer dinheirooo?”. Todo mundo quer conquistar mais – um aumento, um cargo melhor, bônus – e para isso precisam se adaptar.

Por isso, comece criando manuais para que ambos entendam seus papéis e como eles funcionam dentro da empresa como um todo. Estabeleça uma língua que ambos entendam, simples e direta, evitando termos técnicos.

  • Criar um sistema de comunicação eficaz

As ferramentas de marketing e vendas usadas são diferentes? Como criar canais em comum? Esse sistema de comunicação deve ajudar tanto os gestores e diretores a entender e acompanhar o vendarketing, quanto promover a integração diária entre os times.

  • Implementar um SLA

Service Level Agreement (SLA), ou como também é conhecido: um acordo formal de trabalho, é um documento que estabelece qual o papel de cada para conquistar e fidelizar clientes, aumentando os resultados.

Muitas pessoas olham com uma certa desconfiança para o SLA, por achar que não é necessário ser tão formal. Mas é, sim. Por quê? Porque sem um contrato, fica impossível garantir que os obstáculos e problemas que tendem a surgir (são naturais) possam ser facilmente resolvidos, a partir da atribuição de responsabilidades.

  • Razão acima da emoção

Não somos máquinas, mas no momento em que implantamos uma ferramenta que visa organizar duas áreas de atuação é preciso deixar um pouco as emoções de lado.

Enquanto tudo vai bem, fica mais fácil contornar, mas se numa reunião o clima azeda, é preciso analisar os dados e perceber, a partir deles, se as brigas fazem algum sentido e ser bem prático, finalizando as questões sem sentido ou propor ações práticas para corrigir as falhas.

É necessário que as pessoas entendam que uma engrenagem bem ajeitada funciona melhor do que peças que se recusam a se integrar no conjunto.

Tanto vendas como marketing não devem vestir camisas de setores, mas em defesa de uma única empresa. O vendarketing está aí para ajudar a organizar as peças buscando o melhor encaixe.

Resultado do PIB trava comércio brasileiro

As expectativas se validaram, e a economia brasileira fechou 2015 em queda. A retração do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) brasileiro foi de 3,8% em relação a 2014. Considerando a série anterior, o desempenho é o pior desde 1990, quando o recuo chegou a 4,3%. Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 5,9 trilhões, e o PIB per capita ficou em R$ 28.876 em 2015 – uma redução de 4,6% diante de 2014. Outro número que preocupa principalmente os varejistas foi o resultado do comércio. Segundo IBGE, o comércio registrou queda de 8,9% na atividade comercial do ano passado, ficando atrás apenas da indústria de transformação


“Há 25 anos o Brasil e o comércio não viam números tão ruins. Esse é o reflexo do caótico cenário político, que vem interferindo diretamente na nossa economia. O resultado nos mostra que somente a retomada da economia vai reverter a situação”, diz Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).


A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), de 14,1%, também teve a maior queda da série desde 1996, superando o recuo de 8,9% de 1999. Honório Pinheiro acredita que é fundamental que ocorra estímulos de investimentos. “Para liderar esse processo, do lado do governo, é preciso adotar medidas de recuperação econômica. Pelo lado da classe privada, é preciso retomar os investimentos. O Sistema CNDL vem tratando algumas pautas para que o varejo brasileiro não termine o ano 2016 com o resultado tão arrasador para o setor. “, diz Honório Pinheiro.

 

Fonte: CNDL

Três motivos pelos quais a loja física é imbatível quando comparada à venda pela internet

Untitled-1

 

No ano de 2015 o comércio eletrônico cresceu 22%. Número impressionante em tempos de crise e para um setor que já havia crescido 14% em 2014. As ofertas de preços são a principal ferramenta competitiva do on-line, baseada principalmente na menor estrutura de custos fixos que permitem às lojas virtuais praticarem preços finais menores.

 

Entretanto, algumas características do varejo físico se tornaram imbatíveis quando comparado à venda pela internet. Três delas têm conquistado a preferência de compra dos consumidores na loja física, reduzindo a importância da comparação de preços no processo de compra por agregar maior valor ao produto final.

 

1. Experiência

A experiência de compra é formada por percepções sensoriais e emocionais que os clientes experimentam durante o processo da compra. Sensações podem ser planejadas, induzidas e controladas no ambiente físico da loja para produzir determinadas percepções, então é bem provável que a maioria das lojas que você goste e aquelas que você lembre primeiro, foram planejadas para isso.

 

2. Atendimento

A equipe da loja tem influência direta no resultado das vendas. O contato humano no processo de venda tem o poder de ampliar a percepção dos clientes acerca de produtos, esclarecer dúvidas, oferecer dicas e é capaz de influenciar a decisão de compra. A gestão de pessoas está elevando o envolvimento dos clientes no processo de compra a um patamar totalmente novo. Funcionários engajados se tornam verdadeiros embaixadores da marca porque sentem paixão e tem ligação com a empresa que trabalham.

 

3. Comunicação visual

A comunicação visual ao redor da exposição e dos produtos tem a capacidade de inspirar novas possibilidades e despertar o interesse dos clientes. Apresentar e demonstrar um produto pode ser empolgante e motivador, esclarecendo não só a ficha técnica do produto, mas ambientando cenários e estimulando percepções. 

Mais do que apresentar produtos e preços, o visual merchandising das lojas é um instrumento de atração e inspiração único para os clientes que não depende de “clique” para ser visualizado. Espaços e criações autênticas de comunicação são capazes de transmitir conceitos, criar sonhos e estimular as vendas.

 

Fonte: Falando de Varejo

Distinção de preço nos pagamentos com cartão de crédito

Fonte: FCDL-MG e Departamento Jurídico ACIP/CDL

De acordo com a Portaria n.º 118/94 do Ministério da Fazenda, o estabelecimento que receba pagamento da modalidade cartão de crédito não poderá fazê-lo com distinção do preço à vista, devendo praticar o mesmo preço do pagamento em dinheiro (considerado à vista).

Nas modalidades de pagamento à prazo, inclusive com parcelamento, o estabelecimento poderá impor a cobrança juros na venda, desde que respeitado o limite legal de 1% ao mês mais correção monetária. 

Com relação ao pagamento parcelado no cartão de crédito, é preciso que o estabelecimento esclareça ao consumidor que poderá haver cobrança de juros, tanto pelo estabelecimento quanto pelo diretamente contratado pelo cliente junto à administradora de cartão de crédito.

Lembramos que a empresa não é obrigada a vender de forma parcelada no cartão de crédito. Contudo, se o fizer, não está obrigada ao pagamento como se à vista fosse.


Confiança do empresário do comércio cresce 2,2%

 

 

Fonte: Agência Brasil

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,2% na passagem de janeiro para fevereiro. É a segunda alta consecutiva do indicador ajustado sazonalmente, isto é, que leva em consideração as variações características de cada mês do ano. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Icec chegou a 80,2 pontos.

Apesar da alta na comparação mensal, o indicador continua em queda ao apresentar um recuo de 19,9% em relação a janeiro de 2015. A avaliação de empresários é feita em uma escala de zero a 200 pontos, onde a pontuação abaixo de 100 pontos é considerada de pessimismo.

A alta mensal foi influenciada principalmente pela opinião dos empresários em relação ao momento atual, que melhorou 16,3%. Eles estão mais confiantes em relação ao desempenho da economia (35,7%), ao comércio (20,3%) e ao próprio negócio (9,5%).

As avaliações sobre investimentos também melhoraram em relação a janeiro (1,4%). Os entrevistados pretendem investir mais nas empresas (8,3%) e consideram mais adequados seus estoques (2,1%). Apesar disso, eles pretendem investir menos na contratação de funcionários (3,8%).

Os empresários estão menos otimistas em relação ao futuro do que estavam em janeiro (-0,7%), devido ao pessimismo em relação ao comércio (-1%) e ao seu próprio negócio (-1,6%). Mas eles melhoraram em 0,9% a expectativa em relação à situação da economia nos próximos meses.

 

 

Como reduzir os efeitos da sazonalidade no seu negócio

Como lidar com sazonalidadeEis que estamos chegando em mais um fim de ano. Alguns celebrando um ótimo 2015, outros que sofreram com a instabilidade econômica, mas uma coisa é fato: o consumo nessa época é muito diferente do que no resto do ano. Essa é a chamada sazonalidade.
 
O setor de serviços de forma geral dá uma diminuída boa, mas o varejo aproveita muito do seu ganha pão nessa época. Daí fica a pergunta: como se planejar para essa diferença da demanda?
 
Quem já é mais experiente, conhece muito bem seus ciclos de venda e consegue ajustar o planejamento sem grandes dores de cabeça. Mas para quem é marinheiro de primeira viagem e ainda não sabe como lidar com esse aumento da demanda, seguem algumas dicas importantes.
 
Converse com empreendedores mais experientes
 
Apesar de parecer imprevisível como o mercado se comportará, pode ter certeza que alguém já passou por situações parecidas antes, inclusive em períodos de crise.
 
Por isso, para ter uma noção exata do estoque que você precisará ou o quanto vale a pena aumentar o investimento de marketing (lembre-se que todos os concorrentes farão isso), conversar com empreendedores mais experientes é fundamental.

Em algumas coisas vale a pena ser extremamente inovador e criar novos modelos do zero, mas esse não é um desses itens.

Sem dúvidas você precisará adaptar os modelos de outros empreendedores para a sua própria realidade, mas ter uma referência inicial ajuda muito a montar um planejamento realista.

Planeje o estoque pensando em produtos que podem ser vendidos depois
A não ser quem trabalha com produtos exclusivos para natal e ano novo, que teoricamente já deveria conhecer muito bem seu mercado, vale a pena lembrar que caso o aumento da demanda não aconteça conforme o previsto, esses produtos podem servir de estoque para os meses seguintes.

De forma geral, é melhor sobrar estoque do que ter a chamada Back Order, que é quando o cliente quer comprar, mas não consegue.

A lógica é simples. Um produto que fica em estoque pode ser vendido depois, enquanto um cliente que não consegue o que quer vai conseguir em outro lugar, fechando uma janela de oportunidade valiosa.

Crie opções de pacotes que podem ser vendidos em conjunto
Outra forma bacana de não deixar alguns produtos acumulados no estoque é a criação de pacotes.

Desde presentes, que podem ser comprados pra toda a família (ex.: perfumes femininos junto com camisas polo e brinquedos) até itens do mesmo contexto (ex.: livros e blu-rays de super-heróis), a estratégia pode ajudar a aumentar o quanto cada cliente compra na sua loja.

Vale a pena ressaltar que nessa época as pessoas compram não só pra si, mas pra “todo mundo”. Quanto mais opções você puder oferecer, maior a conveniência para o cliente, o que com certeza se reverterá em melhores vendas.

Além dos produtos, garanta a compra o mais fluida possível
Todas as dicas citadas acima estão relacionadas a vendas e marketing, mas não podemos esquecer da parte operacional que garante que tudo vai dar certo.

Desde características técnicas, como velocidade de carregamento do site e se ele é adaptado para dispositivos móveis até itens como aceitar os meios de pagamentos mais utilizados, é essencial que toda a parte “por trás das cortinas” funcione de forma impecável.

Outro item importante nessa época é a logística. Considerando que muita gente deixa pra comprar em cima da hora, garantir um prazo de entrega diferenciado, mesmo que mais caro, é sem dúvidas um atrativo grande para se destacar nessa época.

Conclusão: Nessa época, conveniência para o cliente é tudo
O fim de ano gera uma situação que é desejada por qualquer vendedor. O cliente está com dinheiro para gastar e precisa gastar rápido, para não chegar de mãos vazias na hora de dar aqueles presentes.

Para aproveitar o melhor possível essa situação, preparação é fundamental.

Nessa linha, uma dica especial para quem vende através do site (será que alguém ainda não vende pela internet?!?), o Microsoft Azure.

Em termos práticos, o Microsoft Azure te dá uma flexibilidade enorme na hospedagem do seu e-commerce.

Além de preços bem acessíveis para quem está começando (inclusive com versões pré-pagas), a estrutura do Azure permite que o serviço aumente ou diminua rapidamente, conforme a demanda altera.

Ou seja, na hora que bater aquele pico enorme, o servidor se ajusta para garantir que todos seus clientes consigam acessar o site. No momento em que o movimento voltar ao normal, seu custo também volta ao normal, sem dor de cabeça alguma.

As 5 tendências de consumo que vão bombar em 2016

Fonte: Endeavor 

 

Tantas listas de “para 2016”, mas tão pouco tempo para ler todas…

Nós te entendemos! Foi por isso que preparamos essa lista de tendências de consumo que vão fazer sua cabeça e seu negócio.

1. TESTE DE STATUS: SÓ OS MELHORES PASSARÃO

Considere a busca incansável da sociedade por status e você estará no caminho certo para entender os comportamentos dos consumidores. Em sociedades de consumo, o status é o motivador que guia muito do que as pessoas fazem (elas sabendo disso ou não!).

 

Em 2016, consumidores passam a experimentar uma mudança: a exclusividade. Isso significa que um teste de status os força a provarem seu “valor” para marcas das quais querem comprar.

 

Pois é, consumidores se provando para marcas… Sabemos que a fixação por status passou de possuir bens para ter experiências diferenciadas. Mas quando até sorvete pode ser entregue sob demanda por uma companhia de taxi, parece que as portas para a economia da experiência foram arregaçadas. E tem pouco status no que é fácil.

 

Consumidores experientes têm se tornado cada vez mais confortáveis com a ideia de uma marca líder que honra os interesses do comprador. Um teste de status faz exatamente isso, ao dar ao consumidor a chance de provar suas habilidades, criatividade, bom gosto. E mais, entrar em uma comunidade de pessoas que foram aprovadas no mesmo teste que ele. Veja como essas marcas fizeram isso:

 

  • Lee Jeans

Em Outubro de 2015, a Lee Jeans lançou uma campanha por 32 cidades, na China, para promover uma série de jeans que retêm calor. Os compradores foram encorajados a saírem (mesmo no frio) e explorarem as suas cidades, enquanto mediam seus movimentos com um aplicativo de medição de calor, o WeChat.

Pontos de índice de calor eram acumulados quando os usuários escaneavam QR codes que estavam em diversas localizações da cidade. Ao coletar esses pontos, os jogadores podiam ganhar produtos Magma Fusion e ter acesso a eventos exclusivos.

 

Bar 1930

Exclusividade anda de mãos dadas com espaços físicos de alto status. Esse famoso bar de Milão é tradicionalmente aberto apenas para algumas pessoas que sabem a quem pedir acesso. Em maio de 2015, o bar se juntou ao Tinder para recriar sua política de entrada, com a ajuda do mundo digital.

Foi então que criaram um perfil no Tinder de uma garota dos anos 30, pedindo a potenciais convidados para que “a cortejassem como nos velhos tempos”. O perfil teve 4.000 matches na primeira semana, com candidatos sendo convidados a “agirem como cavalheiros”. No final da campanha, apenas um grande vencedor pôde entrar em suas instalações.

 

Netflix

Quanto mais rigoroso o teste, maior o status. E testes difíceis são uma ótima maneira de reunir uma comunidade que pensa parecido, em torno da sua marca. Em setembro de 2015, a Netflix lançou The Switch, um botão que automaticamente liga a TV, abre o programa, silencia os telefones, diminui as luzes, e pode até pedir comida em casa!

O botão foi apresentado em uma feira maker e a marca lançou um passo a passo online mostrando como as pessoas poderiam fazer seu próprio botão e do que precisariam. Também encorajaram os usuários a compartilharem nas redes sociais seus atalhos e ideias para o produto.

Netflix-Switch

 

3 coisas a se considerar quando você fizer seu teste de status, em 2016:

  • Não tenha medo. Sim, pedir aos consumidores que provem seu valor para sua empresa é contra intuitivo, mas quanto mais rígido o teste, maior o sucesso e status.
  • Pense além das tradicionais credenciais. Quem seus consumidores aspiram ser? Como você pode promover um teste de status que faça com que eles provem algo significativo?
  • Uma vez que seu teste de status foi definido, aqueles que passarem irão integrar uma comunidade que pensa igual ou tem habilidades parecidas. Incentive isso!

2. ONIPRESENÇA CONTEXTUAL: ESQUEÇA A ONIPRESENÇA DE CANAIS!

Em 2016, você pode ser perdoado por pensar que a sua marca deve estar em todos os lugares de uma única vez. Afinal, as expectativas em relação aos direitos dos consumidores agora desafiam as leis da física. Perca algum momento em que seu comprador precisa de você e talvez você não tenha outra chance.

 

Essa é a razão pela qual você, provavelmente, já teve muitos brainstorms em relação à sua estratégia de onipresença, debatendo: “como nós utilizaremos (insira aqui o mais novo vídeo que está bombando nas plataformas sociais)?”. Mas são marcas assim que focam em “como”, em vez de “por que”. Focam em possibilidades tecnológicas, em vez de colocar as necessidades e desejos de seus consumidores como prioridade.

 

Enquanto isso, marcas  inteligentes focarão em responder uma equação mais significativa: canais inovadores + nuance de contextos = lugar certo + tempo certo

 

Alguns exemplos:

  •  
  • Telefónica

Novos contextos significam novas oportunidades. Veja, por exemplo, como saber a localização das pessoas destravou e transformou o comércio mobile. Em Setembro de 2015, a Telefónica Research, com sede em Barcelona, publicou um relatório mostrando que pesquisadores podem perceber, a partir do comportamento de um usuário em seu smartphone, se ele está entediado ou não, com um índice de acerto de 83%. Quando isso acontecia, os participantes recebiam notificações recomendando conteúdos do Buzzfeed. Aqueles usuários que tinham sido identificados como “entediados” estavam mais propensos a ler o conteúdo sugerido.

 

Domino’s

Quando você considera uma estratégia de onipresença, você pode aprender muito com a inciativa Pizza AnyWare, da Domino’s. As pizzarias têm expandido, continuamente, a variedade de formas pelas quais os impacientes e famintos amantes de pizza fazem seus pedidos. Clientes da Domino’s em alguns lugares do mundo já podem fazer seus pedidos pelo voice, usando um aplicativo parecido com a Siri do Iphone, pelo Twitter, ou até mesmo mandando o emoji da pizza por mensagem. Depois de pedir, eles ainda podem rastrear o tempo de chegada de sua pizza pelo aplicativo smartwatch, da Domino’s.

Então, na próxima vez que pensar em sua estratégia de onipresença, use essa tendência para ter uma conversa mais produtiva com seus clientes. Comece perguntando por que esse canal é relevante para eles. Depois, pergunte se os canais existentes realmente satisfazem as vontades e necessidades dos seus clientes. Será que você poderia criar algum canal novo? Por fim, imagine contextos completamente novos que você pode usar como uma vantagem (talvez até mesmo aqueles que os seus clientes ainda nem sabem que existem)!

Junte tudo isso e você tem a onipresença contextual: estar no lugar certo, na hora certa.

3. CULTURA INTERNA: A SUA PRÓXIMA INICIATIVA DE MARKETING?

A jornada épica por um consumo que seja mais sustentável e ético continua. Mesmo assim, os consumidores foram deixados (de novo!) pedindo mais em 2015. Das emissões da Volkswagen à corrupção na FIFA; do trabalho escravo da Nestlé, na Tailândia, até as carnes contaminadas da Yum, na China. Em meio a tudo isso, é difícil para as empresas saberem para onde correr.

 

Uma sugestão para 2016: Vire para dentro! Comece assegurando que sua cultura organizacional seja algo do que se orgulhar, ao invés de esconder.

 

Por que agora?  Os consumidores já estão há tempos se preocupando em comprar produtos que não tenham sido produzidos por trabalhadores vulneráveis, em países subdesenvolvidos. Agora, com o aumento da desigualdade e da insegurança no trabalho, até em países ricos, essa empatia se expande para outros funcionários também.

Então, inspire-se nos exemplos abaixo e em fazer com  que seus clientes possam se orgulhar de apoiar a sua marca, assim como você apoia quem trabalha para você.

  •  
  • GrabTaxi

Enquanto o Uber continua a desencadear preocupações sociais e encarar desafios legais, em relação ao seu modo de tratamento com seus funcionários, o GrabTaxi (um aplicativo de reserva de táxi que opera por todo o sudoeste asiático) expandiu o seu programa de bem-estar do trabalhador, o GrabLife, para a Tailândia, em Maio de 2015, após lançar um projeto  semelhante no Singapura.

 

A iniciativa prevê o depósito de 14% da taxa de viagem, que a empresa recebe, no fundo que é destinado aos motoristas que estão na GrabLife. Aqueles que preencherem os critérios de qualidade e lealdade são elegíveis para receber seguro de vida, proteção de renda e suporte para eventuais crises. Outros benefícios incluem aulas de inglês e bolsas de estudos.

 

Rei

Em Outubro de 2015, REI anunciou que todas as suas 143 lojas estariam fechadas durante a Black Friday, para que sua equipe e compradores pudessem aproveitar o dia “do lado de fora”. A marca de acessórios para esportes ao ar livre também convidou seus funcionários e clientes a compartilharem fotos de seu tempo livre utilizando a hashtag #OptOutside, nas mídias sociais.

 

Intel

Durante sua palestra em conferência sobre bens de consumo eletrônicos, o CEO da Intel, Brian Krzanich, anunciou planos para aumentar, significativamente, a diversidade no time da Intel. Citando a falta de diversidade dentro da indústria de tecnologia, Krzanich disse que queria que a Intel fosse um exemplo a ser seguido e assegurou US$300 milhões para garantir que, até 2020, sua equipe atinja uma boa representação de mulheres e minorias.

 

Fazer perguntas difíceis sobre a sua cultura interna não é fácil. Para aqueles que precisam de uma ajudinha para saber qual pergunta fazer, comece pensando nos pontos que devem ser melhorados na sua empresa.

Independente de qual for a pergunta, os clientes sempre vão esperar que a resposta não seja da boca para fora: note que todas as empresas nos exemplos fizeram mudanças reais para poder manter suas iniciativas. Quais aspectos da sua cultura interna você colocaria em um outdoor?

4. INTELIGÊNCIA BENÉFICA: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL É SOBRE DESTRUIR O MUNDO FAZER A VIDA SER MARAVILHOSA

Todas as tendências tecnológicas pelas quais você é obcecado são ok, mas será que você consegue utilizá-las para entregar algo que as pessoas realmente desejam?

 

Em 2016, um número crescente de consumidores irá exigir que as marcas usem tecnologias de inteligência artificial cada vez mais poderosas e acessíveis para criar produtos e serviços que caibam dentro de seus bolsos, casas, inbox e mais!

 

Stockholmståg

Em setembro de 2015, Stockholmståg, um operador de trem suíço, anunciou que ele tinha desenvolvido um algoritimo que utiliza dados para antecipar os atrasados de trem com duas horas de antecedência. O prognóstivo dá avisos que permitem o controlador de tráfego intervir e permitir mais atrasos como consequência. Ao mesmo tempo, um aplicativo alerta passageiros de mudanças nos horários de partida.

 

Google

Anunciado em novembro de 2015, o Smart Reply é um programa de autoaprendizado do Google, capaz de ler e analisar seus e-mails pessoais, sugerindo até 3 tipos de respostas diferentes para o conteúdo deles. Os usuários têm apenas que escolher qual a sua opção preferida e pressionar enter. Com o tempo, o programa aprende os hábitos de resposta do usuário e melhora suas sugestões de respostas para que elas pareçam mais naturais.

 

Você não precisa ser um gigante da tecnologia para aplicar inteligência aritificial. Na verdade, esse é o real segredo de como aplicar essa tendência: essa movimentação de mercado é sobre atingir as expectativas que serão criadas em seus clientes, durante 2016.

 

Pergunte a si mesmo: o que meus clientes estão tentando realizar? Como eu posso utilizar os truques digitais para achar uma solução para eles?

5. MUDANÇAS DE PERSPECTIVA: MESMO PREÇO, NOVA PERSPECTIVA

Em 2016, a arena dos consumidores é um hall de espelhos que proporciona uma imagem fragmentada e tortuosa dos valores humanos. Mas, em uma sala de espelhos, a percepção pode ser transformada.

 

De qual forma?

Reposicione seu produto ou serviço para oferecer novas perspectivas que choquem seus clientes, em uma apreciação totalmente nova, sobre os valores que o produto oferece.

  •  
  • Stockpile

A startup americana Stockpile produz cartões presente que nos fazem rever a forma de presentear alguém. A empresa produz cartões que podem ser comprados por preços entre 1 e 1.000 dólares, os quais podem ser trocados por ações ou frações de ações de empresas de capital aberto. Os cartões podem ser adquiridos em lojas de varejo, com a Lowe e a Kmart. Em outubro de 2015, a Stockpile recebeu 15milhões de dólares em rodadas de financiamento.

 

Dutch AIDS Foundation

Em julho de 2015, a Fundação holandesa contra AIDS montou uma campanha que encorajava os seus consumidores a reexaminarem suas próprias fortunas e considerarem o bem que o seu dinheiro poderia fazer para os menos afortunados. A fundação abriu uma loja pop-up, em Amsterdã, vendendo “remédios” para os “problemas de primeiro mundo”, incluindo roncar como uma fada, ter a habilidade de ver unicórnios ou soltar pum com cheiro de flores.

Todos os medicamentos eram 100% livre de drogas e custam 4,95 euros. Todo o dinheiro das vendas foi revertido para a fundação, sendo utilizado para compra de medicamentos HIV para os necessitados.

 

Como você pode transformar seus produtos ou serviços em algo que oferece aos seus clientes uma mudança de perspectiva?

Uma pergunta para começar: se você tivesse que pegar um produto que fosse o oposto do seu em questão de valores, o que seria? Leia, pense, questione e então comece! Acreditamos no potencial de todos os empreendedores para construirem algo que seus clientes vão amar em 2016.

 

 

87% dos micro e pequenos empresários não têm a intenção de tomar crédito

O começo de 2016 segue demonstrando a mesma baixa disposição dos micro e pequenos empresários (MPEs) para contratar crédito percebida em 2015. O desinteresse pelo empréstimo de recursos reflete o cenário econômico adverso no Brasil. Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que 86,7% desses empresários não têm a intenção de procurar crédito pelos próximos três meses. O indicador mensal registrou em janeiro apenas 12,15 pontos e, na comparação com o mês anterior, ficou abaixo dos 13,14 pontos do mês anterior.

O resultado é considerado baixo, visto que a escala do indicador varia de zero a 100. Quanto mais próximo de 100, maior é a probabilidade de os empresários procurarem crédito e, quanto mais próximo de zero, menos propensos eles estão para tomar recursos emprestados para os seus negócios.

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a forte desaceleração da economia e o ciclo recente de alta dos juros são dois fatores que contribuem para o cenário atual. “O primeiro fator afeta a confiança dos empresários, ao tornar mais arriscado assumir compromissos de longo prazo, e o segundo eleva o custo do capital, de modo que o tomador de crédito pague um ‘preço’ maior, na forma de juros”, analisa Pinheiro. O presidente também destaca o fato de os micro e pequenos empresários nem sempre realizarem investimentos de grande valor.

Para 43,1% dos MPEs que não pretendem tomar crédito, é possível manter seu negócio com recursos próprios. Outros 31,4% se justificam dizendo que no momento não pensam em fazer investimentos que exijam a contratação de crédito.

Entre os empresários que manifestam a intenção de contratar crédito nos próximos 90 dias, a modalidade mais citada foi o microcrédito, mencionada por 32,8% desses entrevistados. Já o cartão de crédito empresarial é citado por 13,1%. O crédito contratado deverá destinar-se principalmente à compra de maquinário e computadores (41%) e para capital de giro (31,1%).

70% dos MPEs não pretendem investir

O Indicador de Propensão a Investimentos MPE também registrou um baixo patamar, o que demonstra que a recessão econômica também afeta os planos de expansão dos micro e pequenos empresários. Na comparação entre novembro e dezembro, o indicador caiu de 25,16 pontos para 24,68 pontos, sendo que quanto mais próximo de 100, maior é a propensão ao investimento.

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os resultados mostram que a intenção de investir é baixa entre os micro e pequenos empresários. “O fato pode ser explicado pelo mau momento da economia brasileira, que atravessa o segundo ano consecutivo de recessão e pelo abalo da confiança dos empresários e consumidores. Em termos percentuais, 71,7% não pretendem realizar nenhum investimento nos próximos três meses”, explica Kawauti. Os que pretendem investir somam apenas 21,25%.

O principal investimento a ser realizado pelos entrevistados que pretendem investir é a reforma da empresa, mencionada por 41,2%. Também aparecem com destaque investimentos em mídia e propaganda (31,8%) e a ampliação dos estoques (31,2%). Entre eles, a maioria pretende usar capital próprio (66,5%) e outros 25,3% pretendem recorrer a empréstimos em bancos e financeiras.

Incerteza política também afeta decisão de investir

O reflexo da crise econômica sobre a decisão de investir fica evidenciado quando 81% dos micro e pequenos empresários dizem não considerar que este é um bom momento para ampliar o seu negócio. Entre aqueles que fazem essa avaliação, a principal justificativa é a incerteza política, mencionada por 40,3%. Outros 31,0% dizem que este é um mau momento porque a recessão econômica irá continuar. Há ainda 11,9% que constatam que suas vendas estão diminuindo.

E a inadimplência dos clientes também pode ser um fator a mais para fazer os MPEs esperarem mais tempo para fazer investimentos e aumentar seus negócios. Questionados sobre o comportamento de sua carteira de clientes, 40,9% dos micro e pequenos empresários dizem ter clientes com contas em atraso – 36,8% dizem não tê-los porque só vendem com cartão ou dinheiro. Entre os que possuem clientes com dívidas em atraso, 60% afirmam que a inadimplência aumentou na comparação entre 2014 e 2016.

(Fonte: CNDL)