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Posso cobrar preços diferentes nas vendas à vista e a prazo?

Antes de responder essa pergunta, é preciso esclarecer que a prática de dar descontos para estimular as vendas com pagamento à vista é costume antigo da maioria dos lojistas e, até a sanção da Lei 13.455 no último dia 26, ainda não havia sido legalizada. Chamada de Lei de Diferenciação de Preços, o texto finalmente regulariza o hábito de ter preços diferentes para cada modalidade de pagamento. Bom para o lojista e bom para o consumidor! Mas, afinal, se já estávamos habituados à prática, o que acontece depois da aprovação de uma lei?

1) O que muda para o lojista?


A partir de agora, o lojista é obrigado a afixar cartaz informativo em local visível com as informações sobre eventuais descontos oferecidos ao cliente em cada forma de pagamento. O não cumprimento dessa norma pode gerar multa, então é bom estar atendo!


2) O empresário é obrigado a oferecer desconto?


Não! A lei permite mas não obriga o estabelecimento a oferecer descontos em razão da forma de pagamento.


3) Existe um limite de diferença entre os preços para compras à vista e a prazo? Por exemplo, um produto não pode sofrer aumento maior que x por cento...


Não existe esse limite. Cabe ao lojista formar o preço final de seu produto baseado em seus custos e despesas, receitas e lucro previsto. A legislação só não permite a cobrança de juros abusivos, mas isso não é de hoje, né?


4) Como deve ser esse aviso em local visível?


A lei não estabelece parâmetros de tamanhos e formatos, somente determina que haja a informação clara e em local visível, especificando os eventuais descontos decorrentes da forma de pagamento.


5) E as vantagens?


Para o lojista, a lei permite incentivar o pagamento à vista, o que gera melhoria no fluxo de caixa, reduz taxas pagas às operadoras de cartão, entre outros. Já o consumidor vai ter a liberdade de realmente pagar mais barato, já que a medida amplia a concorrência de preços e abre o leque de opções na hora das compras.

Agora que você já sabe tudo sobre a Lei de Diferenciação de Preços, compartilhe com seus associados e os mantenha informados! Que tal aproveitar e saber também como o sistema de impostos atrapalha o nosso país?

 

Fonte: www.fdclmg.com.br

5 perguntas e respostas sobre microempreendedor individual (MEI)

O MEI é hoje a figura empresarial mais simples no Brasil. Feita para ajudar os trabalhadores informais a se regularizarem, a modalidade foi criada em 2009. Atualmente, existem mais de sete milhões de MEIs no país. Por ser uma categoria de empreendedores muito recente, as dúvidas são recorrentes acerca do MEI. Pensando nisso, respondemos cinco das principais perguntas relacionadas ao microempreendedor individual, vem ver!

 

1) Quem pode ser MEI?
Para um empreendedor se tornar MEI, ele precisa cumprir alguns critérios. O primeiro é o limite de faturamento da empresa, que pode ser no máximo de R$ 60 mil. A pessoa também não pode ser sócia de nenhuma companhia, nem que ela esteja inativa. Além disso, não é permitido ter sócios e é preciso exercer uma das 500 atividades previstas no Portal do Empreendedor.

 

2) O empreendedor pode se formalizar sozinho?
Sim. O próprio empreendedor pode se formalizar pela internet, também no Portal do Empreendedor. Mas, antes de abrir a empresa, confira as regras na prefeitura. É o município que regulamenta cada atuação e é preciso verificar se sua atividade pode ser praticada no bairro que gostaria.

 

3) Quais são as obrigações do MEI?
O MEI é uma figura tributária e individual criada para facilitar a formalização do empreendedor que trabalhava na informalidade. Basicamente, o MEI tem hoje duas obrigações: pagar mensalmente os tributos da guia DAS e, depois de um ano de exercício, fazer a declaração anual de rendimentos.

 

4) MEI tem que declarar imposto de renda?
Depende. O lucro que o microempreendedor tem no negócio pode ser somado a outros ganhos que ele tenha como pessoa física, caso trabalhe em outra atividade que gere lucro. Por isso depende de cada caso, mas o MEI, como pessoa física, não fica necessariamente isento do imposto de renda.

 

5) Qual a diferença entre MEI e ME (microempresa)?
Essa questão é ligada diretamente ao faturamento. O MEI pode faturar até R$ 60 mil no ano, de forma proporcional — o que dá, em média, R$ 5 mil por mês. Se esse limite for ultrapassado, a empresa passa a se enquadrar como ME automaticamente.

A microempresa é uma figura jurídica feita para empresas com faturamento um pouco maior. Nela, o empreendedor pode ter sócios, mas tem mais obrigações, como contratar um contador e pagar os impostos de acordo com o regime do Simples Nacional — calculado a partir de uma porcentagem do faturamento da empresa.

 

Ainda têm dúvidas? Entre em contato com a equipe jurídica da FCDL-MG que a gente responde para você! O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou (31)2532-3322.

 

Com informações do Sebrae.

O que é e como implantar um programa de fidelidade

Fidelizar o cliente é o sonho de qualquer lojista e, atualmente, essa é uma expressão de uso bastante comum. Pesquisas revelam que em 5 anos as empresas perdem 50% dos clientes, sendo que 70% por (falta de) relacionamento. Preocupante, não?


Para começar a nossa conversa, é importante entender o conceito de fidelidade. No âmbito dos negócios, um cliente fiel é aquele que prestigia um estabelecimento comprando produtos ou contratando serviços por um período prolongado de tempo e dando preferência para este em caso de concorrência acirrada.


Os programas de fidelidade são velhos conhecidos do varejo e muito utilizados quando se trata de garantir mercados, aumentar a receita e melhorar o relacionamento com o cliente. São programas de incentivo contínuo para recompensar clientes e encorajar a realização de novos negócios. Sabidamente, os clientes cadastrados em programas de fidelidade passam a obter benefícios, através de pontos que vão se acumulado a cada compra realizada.

Implantando um programa de fidelidade


Um bom programa de fidelidade deve oferecer benefícios e vantagens reais, que façam com que o cliente se sinta valorizado e nem pense em te trocar pelo concorrente, certo? Os prêmios obtidos ao fidelizar-se ao seu programa devem ser tão bons e tão tentadores, a ponto de fazer com que o associado tenha “preguiça” de buscar novos fornecedores. Para saber se o seu programa (ou projeto) é realmente bom, avalie se:

Os associados sentem-se realmente atraídos pelos prêmios oferecidos pelo programa?


A fórmula de recompensas é percebida como justa e interessante pelos clientes?


Os membros do programa percebem que é prático e fácil resgatar os prêmios?


O que os programas de fidelidade concorrentes estão oferecendo aos seus clientes ou potenciais associados?


Mas é importante avaliar também o seu lado, afinal, nem todo programa de fidelidade pode ser realmente vantajoso para você! Para descobrir se é o seu caso, procure responder outras quatro questões também importantes:


Os clientes utilizarão seus prêmios?


Quando os associados utilizarão esses prêmios?


Qual o custo para a sua empresa do prêmio que está sendo concedido ao cliente?


Qual a conversão ideal de pontos, que por um lado seja estimulante para o membro do programa e ao mesmo tem vantajosa para a sua empresa?


Conseguir equacionar e equilibrar essas questões fará do seu programa uma excelente estratégia de fidelização, ou seja, atrativo para o cliente e rentável para a sua empresa. Se ainda não pensou nisso para manter e captar novos clientes, está na hora de sair da sua zona de conforto e inovar. 

Quer conhecer um programa de fidelidade diferente, que não acumula pontos e sim devolve dinheiro de verdade ao consumidor? Acesse o portal do Méliuz e descubra! Lucas Marques, COO do Méliuz, é convidado confirmado na Convenção do Comércio Lojista Mineiro 2017 e vai apresentar essa ideia revolucionária no nosso encontro! 

 

www.fcdlmg.com.br

Governo federal sanciona lei que permite comércio cobrar mais barato em pagamentos à vista


Para CNDL e SPC Brasil, medida deve estimular economia. Pechinchar e pedir descontos é prática comum para 74% dos consumidores e 77% dos varejistas acreditam que a nova lei é benéfica para seus negócios

A partir de agora, por força de lei, os comerciantes e empresários do ramo de serviços poderão cobrar, para um mesmo produto, preços diferentes conforme o meio de pagamento. O presidente da República, Michel Temer, sancionará hoje (26/6) a conversão em lei da Medida Provisória 764, que vigora desde dezembro do ano passado e dispõe sobre a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou da forma de pagamento utilizada pelo consumidor. Na prática, a nova lei regulamenta os descontos em compras à vista ou pagas em dinheiro em espécie. Antes da Medida Provisória (MP), os varejistas não tinham permissão legal para cobrar valores menores em produtos pagos à vista. A medida tem como objetivo melhorar o ambiente de negócios, estimular a economia em meio à crise e oferecer um maior poder de barganha aos consumidores.

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), entidade que administra o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Honório Pinheiro, é um dos convidados a falar na cerimônia de oficialização da nova lei e destaca a importância da sanção da medida. “Essa é uma luta histórica do setor de comércio e serviços que sempre enxergou na diferenciação de preços, uma oportunidade para que o consumidor obtenha melhores preços no pagamento à vista e, para o empresário, que terá a segurança jurídica para estipular uma política de diferenciação considerando as taxas cobradas pelas administradoras dos cartões de crédito. ”, destaca Pinheiro.

Participarão da solenidade o ministro da Fazenda Henrique Meirelles e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, além de representantes de diversas entidades do setor de comércio e serviços, como a CNDL e SPC Brasil.                  

                                                                   
77% dos varejistas veem a medida como positiva e 31% notam aumento nos pagamentos à vista

De acordo com um levantamento inédito do SPC Brasil e da CNDL, após quase seis meses vigorando, alguns efeitos da medida já podem ser notados. Três em cada dez (31%) micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços disseram ter percebido um aumento nos pagamentos realizados à vista entre seus clientes desde que a medida provisória passou a valer. Nesse período, quase um quarto (23%) dos varejistas consultados disse ter sentido algum benefício prático da nova medida, como aumento das vendas em dinheiro (17%), queda da inadimplência (4%) e diminuição nos pagamentos das taxas das máquinas de cartão (3%).

A nova lei é avaliada de maneira positiva pela maioria dos empresários consultados: 77% dos varejistas consideram benéfica para o próprio negócio a possibilidade de oferecer descontos para pagamentos à vista. “Além de reduzir os custos com o pagamento das alíquotas das máquinas de cartão, um dos efeitos mais importantes da nova medida é aumentar o recebimento imediato do valor da venda, reduzindo as perdas com a inadimplência dos clientes. Em um momento de dificuldade econômica, a lei será positiva tanto para os empresários como para os consumidores”, explica o presidente Honório Pinheiro. 

Sete em cada dez brasileiros têm o hábito de pechinchar; Nova lei estimula 76% dos consumidores a pedir descontos quando pagam à vista

Do lado dos consumidores, 38% já notaram que as empresas estão oferecendo mais descontos diferenciados para pagamentos à vista na comparação com o ano passado, sobretudo para o pagamento em dinheiro (27%). No total, 39% dos brasileiros têm conhecimento dessa nova lei, ao passo que entre os empresários, o nível de conhecimento é de 53%.

A pesquisa revela, ainda, que pechinchar faz parte da cultura do brasileiro. Sete em cada dez (74%) consumidores assumem o costume de pedir descontos ao realizar compras. Além disso, 76% dos consumidores entrevistados se sentem mais estimulados a pedir descontos nos pagamentos à vista – seja em dinheiro, cheque ou débito – em virtude da nova lei.

Metodologia

A pesquisa levou em consideração 800 Micro e Pequenas Empresas dos ramos do comércio e serviços com até 49 funcionários e 800 consumidores com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. Ambas as coletas foram realizadas em todas as regiões brasileiras na primeira quinzena de junho.

Fonte: www.spcbrasil.org.br

 

MEI poderá parcelar débitos a partir do dia 3 de julho

Microempreendedores Individuais terão até 120 meses para pagar boletos em atraso

Brasília - Os Microempreendedores Individuais (MEI) que possuem boletos mensais em aberto, até maio deste ano, poderão parcelar os débitos em até 120 meses a partir do próximo dia 3 de julho. Essa é a primeira vez que esse segmento empresarial poderá pagar os impostos devidos em parcelas. Cada prestação deve ter valor mínimo de R$ 50. O prazo para aderir ao programa de renegociação das dívidas é de 90 dias.


De acordo com o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, 60% dos microempreendedores individuais possuem boletos atrasados. “É sempre preocupante a inadimplência, principalmente diante de um programa de redução da informalidade com valores reduzidos. O maior prejudicado com a falta de pagamento da contribuição mensal é o próprio MEI, por isso nos empenhamos para conseguir junto à Receita Federal esse parcelamento”.
 
Afif destaca que quem parcelar seus débitos poderá reaver os direitos previdenciários como aposentadoria, auxílio-doença ou licença-maternidade, além de participar de licitações com os governos Federal, estaduais e municipais.
 
A solicitação de adesão será feita por meio do site da Receita Federal. Para solicitar o parcelamento, o MEI deve apresentar a Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-Simei) relativa aos respectivos períodos de apuração. O valor de cada parcela mensal será acrescido de juros da taxa Selic mais 1%, relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado.
 
Desde que foi criado, em julho de 2009, mais de sete milhões de pessoas se formalizaram como MEI. O número de empreendimentos desse porte já superou o número de micro e pequenas empresas, que corresponde a cinco milhões em todo o Brasil. Trabalhadores autônomos, como cabeleireiros, pedreiros, entre outros, que estavam na irregularidade agora possuem um CNPJ e direito a benefícios previdenciários como aposentadoria e licença-maternidade.

Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae
(61) 2107-9117/9118
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Para empreendedores
Central de Relacionamento Sebrae
0800 570 0800

Direito Garantido

A Nota Fiscal é o documento que comprova que um consumidor comprou ou alugou determinado serviço ou produto. Ela comprova também o valor pago, a identificação do estabelecimento e é fundamental para fazer valer os direitos estabelecidos pelo Código de Defesa do Consumidor como, por exemplo, a garantia legal, em caso de defeito.

De acordo com a lei nº 8.846, todo consumidor tem direito à Nota Fiscal e nenhum estabelecimento, por qualquer motivo, deve negar a emissão. Destaca-se que a não entrega desse documento ao consumidor constitui crime tributário, com previsão de pena de reclusão de dois a cinco anos e multa, além de ferir o código de defesa do consumidor.

Vale lembrar que toda  Nota e/ou Cupom Fiscal devem ter: a data de emissão; a discriminação da mercadoria (marca, tipo, modelo, espécie); quantidade; dentre outras informações importantes do produto ou serviço. 

Caso um fornecedor se recuse a emitir a Nota Fiscal, o consumidor poderá registrar reclamação em uma delegacia do consumidor, que entrará em contato com a empresa para esclarecimentos ou com a Secretaria da Fazenda do seu estado que é o órgão responsável pelo recolhimento do imposto.

Em caso de perda da primeira via da nota, o consumidor pode entrar em contato com o fornecedor solicitando segunda via. Entretanto, o fornecedor não é obrigado a emitir nova via de Nota Fiscal. Uma cópia ou uma declaração que a pessoa comprou naquele estabelecimento é o suficiente para que se possa ter direito à assistência técnica. De todo modo, o consumidor pode procurar a Secretaria da Fazenda para solicitar, por declaração, os dados enviados ao referido órgão.

Érica da Paz Ribeiro.
Jurídico – CDL/BH

Fonte: CDL BH

Receita Federal mantem ICMS na base de cálculo de contribuições

Depois de quase 20 anos e dois julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF) – o último deles com repercussão geral, a Receita Federal informou que manterá a cobrança do ICMS na base de cálculo do PIS e da Cofins, considerada inconstitucional, até ser esgotada a possibilidade de recurso, o que deverá acontecer só depois de julgado o pedido de modulação que será apresentado por meio de embargos de declaração. 

Fonte: http://www.noticiasfiscais.com.br/2017/05/02/receita-federal-mantem-icms-na-base-de-calculo-de-contribuicoes/

Confiança dos micro e pequenos empresários aumenta 34% em um ano, apontam SPC Brasil e CNDL

Indicador de Confiança MPE atingiu 51,3 pontos em abril. 48% estão confiantes com o futuro da economia

O Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa atingiu 51,3 pontos em abril, o que representa um aumento de 13,4 pontos na comparação com abril de 2016, quando o indicador marcara 37,9 pontos, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na comparação com o mês anterior, a variação foi de 1,6 pontos, o suficiente para colocar o indicador mais uma vez acima do nível dos 50 pontos. O indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais acima de 50 pontos, maior é a confiança; quanto mais abaixo, maior a desconfiança.

“A sondagem de abril coincidiu com um noticiário político extremamente negativo, mas também com a liberação de recursos do FGTS, a aceleração do ritmo de queda dos juros e o arrefecimento da inflação, que contribuem para abrandar o quadro recessivo”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “Esse contraste explica, em parte, a dificuldade de o indicador consolidar-se acima do nível neutro.”

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses.


Indicador que avalia situação atual atinge 37,1 pontos, o maior valor da série histórica

O Indicador de Condições Gerais, que avalia o retrospecto do micro e pequeno empresário sobre o desempenho de suas empresas e da economia nos últimos seis meses, atingiu 37,1 pontos em abril, ante 34,4 pontos em março. Como o índice segue abaixo do nível neutro de 50 pontos, significa que para a maioria dos micro e pequenos empresários a situação econômica do país e de suas empresas vem piorando com o passar do tempo.

Na abertura do indicador, tanto a avaliação regressa de seus negócios quanto da economia, apresentaram crescimento na variação mensal. No primeiro caso, passou de 37,4 pontos para 40,2 pontos na escala. Já para o desempenho recente da economia, a mudança regrediu de 31,5 pontos para 33,9 pontos.

A maior parte (45%) dos empresários considera que a situação do seu negócio piorou nos últimos seis meses, ao passo que apenas 19% avaliam melhora dentro desse intervalo de tempo. Entre os empresários que passam por dificuldades, a maioria (68%) identificou a queda no volume de vendas como a razão da piora. Também foram mencionados o aumento dos preços de insumo, matérias primas e produtos (10%).

Para 57% dos micro e pequenos empresários o cenário econômico se deteriorou nos últimos seis meses, contra apenas 14% que visualizaram melhora.

48% estão confiantes com o futuro da economia
45% acreditam que o faturamento irá crescer nos próximos 6 meses

O Indicador de Expectativas, que serve de termômetro para avaliar o que o empresário aguarda para o futuro, apresentou uma leve variação positiva em abril na comparação com março: 61,9 pontos em abril, ante 61,2 pontos em março.

Quase a metade (48%) dos micro e pequenos empresários estão, de algum modo, confiantes com o futuro da economia brasileira. Quando essa análise detém apenas a realidade da sua empresa, o índice é maior e chega a 56% dos empresários consultados. O percentual de pessimistas com a economia e com os negócios é de 19% e de 11%, respectivamente.

A confiança dos empresários no desempenho da economia, entretanto, não é explicada na maior parte dos casos: 44% empresários que se dizem confiantes para os próximos seis meses dizem não saber a razão de seu otimismo, apenas acreditam que coisas boas irão acontecer. Essa também é a principal razão para quem está otimista com o futuro de suas empresas, com 33% de citações. Entre os que estão otimistas com a economia, há também 22% de entrevistados que observam sinais de melhora no cenário macroeconômico. Entre os que vislumbram um futuro positivo para suas empresas, 25% enxergam a boa gestão do próprio negócio como um fator de estímulo.

A maior parte dos empresários acredita que o faturamento das suas empresas deverá crescer nos próximos seis meses (45%) ou se manter estável (41%) - apenas 8% que acreditam que suas receitas cairão. Entre os que esperam crescimento, 31% não sabem apontar a razão do otimismo, enquanto 24% creditam a melhora à busca de novas estratégias de vendas e 15% afirmam ter melhorado a gestão da empresa.


Metodologia

O Indicador e suas aberturas mostram que houve melhora quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica que houve percepção de piora por parte dos empresários. A escala do indicador varia de zero a 100. Zero indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais da economia e dos negócios “pioraram muito”; 100 indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais “melhoraram muito”.

Baixe a íntegra do Indicador de Confiança MPE e a série histórica no link:
https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

Cobrança x recuperação de crédito: entenda as diferenças

Cobrança x recuperação de crédito: entenda as diferenças

Na hora de solicitar o pagamento de uma dívida vencida, seja de fornecedores ou clientes, é preciso estar preparado para lidar com as situações que podem surgir, principalmente as constrangedoras. O primeiro passo para fazer isso da melhor maneira é entender a diferença entre a cobrança e a recuperação de crédito, afinal, ambas envolvem um assunto delicado para os consumidores e de extrema importância para a empresa: dinheiro.

Primeiro vamos falar da cobrança que, ao pé da letra, significa solicitar um valor devido a um determinado consumidor. Em suma, ela é usada por cobrar ou renegociar uma dívida específica de uma pessoa (ou empresa) também específica. A finalidade dela é bem simples: receber o pagamento por aquilo que foi vendido ou por um serviço.

Já a recuperação de crédito tem um objetivo um pouco diferente, já que não busca atingir uma só pessoa e muito menos receber alguma quantia. A ideia da recuperação de crédito é, como o próprio nome diz, devolver ao consumidor o crédito na praça para que ele volte a comprar e volte a fazer parte da economia ativa de um município, movimentando dinheiro e colocando o desenvolvimento para avançar. Essas ações são voltadas a consumidores que já possuem dívidas e que foram inseridos em cadastros negativos de órgãos como o SPC Brasil.

Já é tradição nas CDLs a realização das Campanhas de Recuperação de Crédito. São eventos e/ou chamadas para convocar aquelas pessoas que atrasaram pagamentos e querem limpar o nome com o apoio necessário, que é oferecido pela entidade. As CDLs, em acordo com os seus associados, promovem parcelamentos das dívidas com juros consideravelmente mais baixo ou oferecem descontos atrativos para pagamentos à vista.

Recuperar o crédito, como citado anteriormente, significa fazer a economia girar. O consumidor com o nome limpo está muito mais propenso a fazer financiamentos, adquirir produtos e injetar o seu dinheiro na economia. Em pesquisa realizada pela FCDL-MG, foi apurado que a intenção de consumo dos mineiros para maio aumentou 3,1% em relação ao mês anterior. E você? Sabe como anda a inadimplência na sua cidade? Que tal se inspirar e realizar uma grande campanha? Mãos à obra!

6 dicas para vender mais no dia das mães

De acordo com o Sebrae, o Dia das Mães é a segunda data comemorativa mais importante para o comércio brasileiro, ficando atrás apenas do Natal no que diz respeito ao volume de vendas. Ainda assim, mesmo com o cenário favorável, é fundamental se preparar e buscar atingir o público correto.


Pensando nisso, separamos algumas dicas para te ajudar a arrasar nas vendas do próximo dia 14! Vamos lá?

 

1) Organize sua loja


Evite barreiras físicas que dificultem a movimentação dos clientes ou a visualização dos produtos. Lembre-se de manter o ambiente limpo, iluminado e invista em uma música ambiente agradável – por que não?

 

2) Ofereça promoções


O consumidor que mantém a empresa. Logo, nada mais justo do que ter bons descontos. Brindes também são sempre bem-vindos, o importante é mostrar ao cliente que ele tem uma vantagem ao comprar com você.

 

3) Divulgue o seu negócio


Não é necessário investir muito para deixar o seu negócio na boca do povo! As redes sociais são ótimas ferramentas para isso. Mas, atenção! É fundamental direcionar as suas ações ao público correto. Se as mães é que ganham presentes em maio, não adianta fazer propaganda tentando atingi-las, certo? O foco deve ser nos filhos, pais, maridos, noras, genros, etc. Ora, são eles que vão presentear!

 

4) Corra atrás das vendas corporativas


Muitas empresas e instituições enviam lembranças às funcionárias que são mães ou mães dos alunos (no caso de instituição de ensino). Esses mimos representam grande fatia das vendas nessa data e são, por vezes, esquecidos pelos empresários. Lembre-se disso!

 

5) Prepare seu estoque

 

Além de ser desagradável para o cliente procurar um produto que foi anunciado e não encontrar, é preciso estar pronto para as eventuais trocas e devoluções. “Facilite a vida do cliente e conquiste-o para sempre”, diz o ditado.

 

6) Capriche nas embalagens


Imagine comprar um produto em uma loja, um embrulho na outra e ir até uma papelaria para que façam uma embalagem bonita. Lembra o que falei sobre facilitar a vida do cliente? Mostre que você se importa e prepare embrulhos incríveis para o Dia das Mães!

 

Um outro ponto fundamental e que não deve ser esquecido é a qualidade do atendimento. Todas essas dicas são nulas se o cliente não se sentir bem na sua loja. Para que isso não aconteça com você, que tal conferir essas 3 dicas rápidas para garantir um atendimento excelente?