2via boleto

Como otimizar a gestão de vendas da empresa? Aprenda aqui!

Realizar uma boa gestão de vendas é indispensável para otimizar os resultados da loja e aumentar o lucro obtido. No entanto, existem desafios que devem ser enfrentados para alcançar esse sucesso. Por exemplo, superar a falta de processos claros ou profissionais devidamente treinados.

Por essa razão, o gestor ou empresário precisa recorrer a uma série de táticas, como a criação de mecanismos para conceder crédito com segurança, a mensuração dos resultados obtidos e a definição de metas desafiadoras para o futuro.

Sabemos da importância da gestão de vendas da empresa, por isso elaboramos este artigo. Nele, você vai entender as principais dicas para vender bem, com segurança e manter os clientes satisfeitos. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Mensure os atuais resultados de venda

É muito difícil promover melhorias pontuais e consistentes sem que, primeiro, se conheça os resultados de venda. Todo gestor precisa entender o estado atual do negócio, somente depois definir e executar uma estratégia de melhoria.

Então inicie diagnosticando os atuais resultados, mensure o:

  • total de vendas realizadas por mês;
  • número de metas batidas;
  • percentual de clientes satisfeitos;
  • valor médio das vendas.

Essas são algumas das métricas mais importantes. Com elas, se o gestor, por exemplo, perceber que o valor médio das vendas (também chamado de tíquete médio) está abaixo do padrão do seu segmento, fica mais fácil reverter a situação com maior assertividade.

Conte com a ajuda de recursos tecnológicos

Além do tradicional software de venda, existem outras tecnologias que podem potencializar a performance da loja. É possível iniciar uma ação de e-mail marketing, investir em um sistema de CRM (destinado ao relacionamento com os clientes) ou usar os dados internos e externos para conhecer o público-alvo (Big Data).

A tecnologia também deverá ser usada para garantir maior segurança nas transações, especialmente na concessão de crédito próprio. Ao contar com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), torna-se possível consultar o CPF ou CNPJ do cliente na hora da compra, reduzindo significativamente as chances de algo dar errado.

Mantenha a equipe de vendas treinada

Por incrível que pareça, o principal motivo para os clientes deixarem uma empresa não é o preço elevado ou a falta de qualidade dos produtos. Segundo pesquisa veiculada pela Exame, 86% dos consumidores migraram para a concorrência devido ao mau atendimento.

Então é necessário manter todo o time qualificado para atender bem. No entanto, sabe-se que, no Brasil, os colaboradores passam por uma média de apenas 21 horas de treinamento ao ano, um número considerado baixo por especialistas.

O treinamento com ensino a distância (EAD) tem se mostrado uma poderosa ferramenta para manter os vendedores qualificados com custo acessível. Por meio de modernas plataformas online de educação, todo o time pode ser treinado com flexibilidade e custo-benefício.

Realize projeções de vendas e trace estratégias

Muitos comerciantes não possuem o hábito de criar projeções de vendas e discutir com seus funcionários acerca de estratégias para obtenção de melhores resultados. Isso é um grande equívoco, porém, pode ser facilmente eliminado.

Ao menos uma vez por semana, estabeleça projeções com os vendedores, pergunte-lhes sobre as principais vendas da semana e o que falta para concluí-las. Muitas vezes, o apoio da alta administração é suficiente para fechar mesmo as vendas mais difíceis.

Faça dessas reuniões um hábito dentro da loja, mantendo-se sempre atualizado e envolvido no processo de venda. Avalie se as projeções estão se concretizando, caso não estejam, identifique e neutralize a causa para o problema.

Estabeleça o preço certo para os produtos

Na gestão de vendas, estabelecer e administrar adequadamente o preço dos produtos é essencial. O preço correto transmite uma imagem alinhada ao posicionamento da empresa, facilita o fechamento de vendas e o alcance das metas da loja.

Existem três pilares para estabelecer bons preços:

  • os clientes — qual a percepção de valor do público-alvo?
  • a concorrência — quanto outras empresas cobram pelo mesmo produto?
  • os custos ­— quais custos estão envolvidos com a produção e/ou venda?

O preço ideal deve ser suficiente para pagar todos os custos e impostos, além de gerar o lucro desejado. Também é interessante eliminar o máximo de custos, desde que isso não afete a qualidade do produto, assim a margem de lucro poderá ser muito maior.

Defina metas desafiadoras para todo o time

Ainda existem lojas que não definem metas para seus funcionários, porém, isso implica em perda de competitividade e obtenção de piores resultados. Com boas metas, é possível direcionar a equipe, estimular grandes conquistas e obter resultados específicos.

De modo geral, metas de qualidade contam com 5 características, elas são: específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais. Em muitos lugares, esse padrão é conhecido como SMART (em inglês, um acrônimo das palavras anteriores).

Também é interessante que o comerciante estabeleça metas individuais, fazendo com que os profissionais melhorem a cada período; e coletivas, estimulando a colaboração e o espírito de equipe dentro do estabelecimento.

Evite problemas com um bom sistema pré-vendas

Se as dicas anteriores forem seguidas, certamente haverá melhores resultados na gestão de vendas. No entanto, é importante considerar que diversas pessoas realizam compras a crédito com más intenções e, por muitas vezes, o lojista é prejudicado.

Como nunca, o número de inadimplentes tem crescido. Pelo avanço da tecnologia, as tentativas de golpes também são maiores e mais inteligentes. Então é preciso se proteger!

> Leia também:
ACIP/CDL realizam concurso para escolher melhor atendente de Patrocínio

É importante que a empresa conte com um sistema pré-venda, especialmente aquelas que disponibilizam crédito próprio. Desse modo, torna-se fácil identificar os clientes com perfil de bom pagador, bem como aqueles que possuem restrições.

Nesse caso, é interessante contar com produtos que ajudem a vender com segurança. Com uma simples consulta ao SPC, por exemplo, é possível confirmar os dados do cliente, identificar suas dívidas atuais e acompanhar seus últimos endereços.

Como visto, ao aplicar as dicas aqui citadas você conseguirá otimizar a gestão de vendas da empresa, realizar transações com maior segurança e manter a equipe entusiasmada na busca pelos resultados. A preocupação em vender mais e melhor deve ser diária, assim o negócio poderá ser muito bem-sucedido.

(Fonte: CDL-BH)

 

Veja 6 dicas para melhorar a qualidade de vida no trabalho!

Você enfrenta problemas com a falta de engajamento e a alta rotatividade de funcionários? Então está na hora de investir na qualidade de vida no trabalho (QVT). Um colaborador motivado e comprometido pode trazer inúmeros benefícios para o seu negócio.

O capital humano é peça fundamental para o funcionamento de qualquer empresa. Afinal de contas, boa parte do trabalho é desenvolvido por pessoas. Para que esses trabalhadores tenham alto desempenho, eles precisam estar saudáveis, felizes e motivados.

A fim de alcançar esses objetivos, basta instituir uma série de ações dentro da sua empresa que proporcionarão um ambiente mais harmônico e produtivo. O melhor de tudo é que isso reflete diretamente no faturamento do negócio. Veja!

Por que investir na qualidade de vida no trabalho?

Colaboradores felizes e satisfeitos produzem mais e com maior qualidade: simples assim! A QVT está relacionada às ações de uma empresa para garantir a satisfação dos funcionários, tanto no nível profissional quanto pessoal. Os resultados que o método pode trazer são:

  • redução da rotatividade e retenção talentos: ao prover o bem-estar dos colaboradores, você conseguirá manter bons funcionários dentro da empresa por mais tempo;
  • melhoria na saúde dos trabalhadores: ajuda a reduzir no número de doenças ocupacionais e atestados;
  • potencialização dos resultados do negócio: funcionário engajado tem um melhor desempenho. Com o aumento da produtividade e da qualidade do trabalho, o resultado é uma empresa com alta rentabilidade.    

Mas afinal, o que fazer para melhorar a satisfação dos funcionários? A seguir, você verá 6 dicas de ouro que podem alavancar os resultados do seu negócio.

Como proceder, afinal?

1. Construa um bom ambiente para o trabalho

É fundamental que a empresa forneça recursos básicos e tecnológicos para que o trabalhador possa desempenhar suas funções com eficiência. 

Invista em uma mobília de qualidade, ergonômica e segura. Além disso, mantenha o espaço bem iluminado e ventilado. Trabalhar em um ambiente com mais de 40º sem ar-condicionado ou ventilador, por exemplo, é desumano. Tenha em mente que um local confortável pode garantir uma melhor produtividade dos colaboradores.

As tecnologias empregadas no negócio também integram um bom ambiente de trabalho. Ter um software de caixa, por exemplo, que não trave e funcione com fluidez é essencial para evitar estresses e aumentar a eficiência.

2. Ouça seus funcionários

Nunca ignore o que seus colaboradores têm a dizer. Esse canal aberto de comunicação fornecerá informações valiosas sobre o nível de satisfação dos funcionários. Além do mais, eles poderão dar ideias para melhorar o funcionamento da empresa.

Se você não possui o hábito de ouvir, fique sabendo que o início pode ser desafiador. O funcionário pode ficar acuado e com medo de expressar insatisfações ou sugerir melhorias. Supere os obstáculos iniciais porque o resultado valerá a pena!

Quando o trabalhador percebe que suas opiniões são valorizadas pela empresa, nasce um sentimento de pertencimento. Ou seja, ele se sente como parte fundamental da empresa. A consequência é um colaborador mais envolvido com todo processo produtivo e preocupado com os resultados.

Use uma caixa de sugestões como ponto de partida. Leia todas as propostas com atenção e premie as melhores ideias. Esse é um estímulo para os funcionários participarem de algumas decisões da empresa. Faça também pesquisas de satisfação para identificar pontos críticos e medir o nível de felicidade no trabalho.

3. Reconheça e valorize os seus colaboradores  

Promover ações para reconhecer o funcionário é essencial para gerar motivação. E engana-se quem pensa que isso é feito por meio de aumento do salário. Muitas vezes, apenas um elogio público pode fazer toda a diferença.

Um bom caminho para valorizar os empregados é implementar uma premiação mensal. Aproveite o evento para anunciar o melhor vendedor do mês, por exemplo, e use brindes e bonificações para compensar aqueles que se destacaram. Isso fará com que todos se esforcem para bater metas e contribuam para o crescimento da empresa. Essa é uma forma de motivar e melhorar a autoestima do seu funcionário.

Invista em treinamentos para que os trabalhadores desenvolvam habilidades necessárias para executar as tarefas com eficiência. Acredite, isso também pode gerar motivação.

O valor investido nessas ações não representam nada perante o retorno que um colaborador valorizado pode dar. Já ouviu aquela frase: funcionário satisfeito trabalha direito? É por aí mesmo. A produtividade e, principalmente, a qualidade do atendimento podem ser reflexo do reconhecimento.

4. Fortaleça o clima organizacional

Este item está relacionado aos sentimentos dos funcionários e a forma que eles interagem entre si, com os fornecedores, clientes e todo público envolvido com a empresa. O nível de satisfação afeta diretamente o clima organizacional.

Seus colaboradores passam boa parte do dia dentro da empresa. Portanto, é essencial que eles se sintam confortáveis e que a convivência com a gerência e colegas seja harmônica. Não há nada pior do que problemas de relacionamento entre membros da equipe. Promova confraternizações, atividades de integração e busque resolver os conflitos pontuais.

Identifique deficiências, incômodos e as expectativas dos funcionários. Por exemplo: ao trocar um colaborador de setor, você precisa observar se ele está desempenhando um bom trabalho na nova função. A falta de identificação com o cargo pode contribuir para um clima ruim.

5. Dê feedbacks

Está gostando do trabalho de um funcionário específico? Diga isso a ele! Dar feedback é importante para direcionar o colaborador sobre o que pode ser melhorado e o que não deve ser feito.

Mostre o caminho das pedras e demonstre interesse em ajudá-lo a crescer. Esse retorno pode gerar motivação, fortalecer a autoestima e dar segurança para o colaborador desempenhar suas atividades com qualidade.

Nem todo mundo recebe bem os feedbacks negativos, mas eles também são importantíssimos para o crescimento profissional. Os elogios devem ser públicos, mas prefira fazer as críticas em particular. Mas atenção: muita cautela com a forma de abordar o funcionário. Cuidado com o tom de voz e com as palavras utilizadas para dar o feedback.

6. Seja flexível

A flexibilidade, principalmente com horários, é importante para manter um alto nível de satisfação dos funcionários. Afinal de contas, é preciso conciliar as necessidades profissionais com as pessoais.

Seu funcionário tem uma consulta médica? Libere algumas horas para ele cuidar da saúde. Avalie cada caso individualmente e certifique-se de que o andamento da empresa não será prejudicado.

Todavia, deve existir uma relação de confiança para que essa regra seja eficiente. Imprevistos acontecem, mas não todos os dias.

A qualidade de vida no trabalho tem relação direta com o faturamento da empresa. Quando os funcionários trabalham motivados, eles desempenham suas funções com mais eficiência. Por isso, vale a pena cuidar do bem-estar dos colaboradores. Afinal de contas, eles também são responsáveis pelo sucesso do seu negócio.

Gostou do conteúdo? Sim? Então, se deseja melhorar os resultados da sua empresa, aprenda também como motivar sua equipe de vendas!

(Fonte: CDL-BH)

 

Fique atento! O E-social tem o prazo de entrega prorrogado

O e-Social é o instrumento de unificação da prestação das informações referentes à escrituração das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas e tem por finalidade padronizar sua transmissão, validação, armazenamento e distribuição, constituindo um ambiente nacional.

Segundo informações constantes do site da Receita Federal do Brasil, após ouvir as empresas com faturamento inferior a R$78 milhões, o governo ampliou o prazo da primeira fase de implantação do programa para esse grupo, que terminaria no mês de agosto. Nessa etapa, as chamadas empresas do segundo grupo deverão realizar seus cadastros como empregadores no sistema e enviar tabelas ao eSocial.

Com a mudança, a segunda fase, que se iniciaria em setembro, passou para o mês de outubro deste ano. A data prevista para o início da segunda fase é 10 de outubro. Nessa segunda etapa, os empregadores deverão informar ao eSocial dados dos trabalhadores e seus vínculos com as empresas, os chamados eventos não periódicos.

Assim, as empresas terão mais tempo para prestar as informações iniciais e suas tabelas, conforme definido na Resolução nº 04/2018, do Comitê Diretivo do eSocial.

As empresas que integram o primeiro grupo (com faturamento superior a R$ 78 milhões) deverão continuar enviando todos os eventos para o ambiente do eSocial.

ASPECTOS PRÁTICOS DO E-SOCIAL:

Dispensa de informações  relativas à saúde e segurança do trabalho:

De acordo com a Resolução nº 2 de 30 de agosto de 2016 os empregadores ficam dispensados de prestar informações dos eventos relativos a saúde e segurança do trabalhador (SST) nos 6 (seis) primeiros meses depois das datas de início da obrigatoriedade de entrega do e-social.

Tratamento diferenciado às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, ao Microempreendedor Individual (MEI) com empregado, ao Segurado Especial e ao pequeno produtor rural pessoa física:

O tratamento diferenciado, simplificado e favorecido a ser dispensado a esses tipos de empresa será definido em atos específicos em conformidade com os prazos previstos nesta Resolução.

 Substituição de outras formas de prestar informações:

A prestação das informações por meio do e-Social substituirá, na forma regulamentada pelos órgãos e entidades integrantes do Comitê Gestor do e-Social, a apresentação das mesmas informações por outros meios.

Regulamentação:

Os órgãos e entidades integrantes do Comitê Gestor do e-Social regulamentarão, no âmbito de suas competências, o disposto nesta Resolução.

Penalidades:

Quem estiver obrigado a utilizar o e-Social e deixar de prestar as informações no prazo fixado ou que as apresentar com incorreções ou omissões ficarão sujeitos às penalidades previstas na legislação específica.

Fonte: Site da Receita Federal do Brasil:

 

Para empresários, redução de impostos e juros deve ser prioridade do próximo governo


Maioria do empresariado dos setores de varejo e serviços está otimista com economia para 2019 e defende sistema tributário transparente e eficiente; 50% checam se informações sobre candidatos na internet são fake news

Os empresários dos setores de varejo e serviços estão otimistas com a economia para 2019, quando o país terá um novo presidente. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 54% dos entrevistados esperam um cenário econômico melhor para o próximo ano e 71% anseiam que a nova gestão promova mudanças em relação às diretrizes atuais.

Entre as prioridades mencionadas para o presidente que assumirá em 1º de janeiro, 52% destacam a redução de impostos e 34% a queda dos juros. Em terceiro lugar, aparece o combate à corrupção (28%), seguida da diminuição da burocracia (16%).

Para os próximos cinco anos, 37% dos empresários almejam mudanças no sistema tributário, tornando-o mais simples, transparente e eficiente. Já 36% desejam um país menos burocrático, que contribua para a atividade empreendedora, enquanto 31% querem políticas públicas que impulsionem o crescimento das empresas.

“O sistema tributário brasileiro é um dos mais complexos do mundo, o que acaba provocando algumas distorções e desigualdades. Por essa razão, os empresários ressaltam a importância de a reforma estar na agenda do novo presidente, principalmente ao proporcionar o crescimento do setor produtivo na geração de empregos e renda”, analisa o presidente da CNDL, José César da Costa.


Corrupção, saúde pública precária e falta de educação básica são apontados como principais problemas a serem resolvidos

Questionados sobre os principais problemas do Brasil que precisam ser resolvidos pelo próximo presidente, 52% dos empresários citaram a corrupção em primeiro lugar. A precariedade da saúde pública é mencionada em segundo lugar, por 36% dos entrevistados e a falta de educação básica aparece em seguida, com 33% das respostas.

Quanto às medidas esperadas para o ambiente empresarial, 87% afirmam que analisarão propostas que preveem estímulo ao desenvolvimento do varejo e serviços. Nessa linha, 93% concordam que o novo presidente deve fortalecer a produção nacional, 79% acreditam que a próxima gestão precisa priorizar a distribuição de renda, para aumentar o poder de compra do consumidor e 78% destacam políticas voltadas ao comércio internacional. Por outro lado, apenas 39% acham que o novo presidente deve intervir menos na economia.

“Os empresários estão atentos às propostas, principalmente de candidatos que tenham planos que contemplem mudanças essenciais e benéficas para a economia e o ambiente de negócios. A expectativa é de uma recuperação econômica mais efetiva, com a retomada dos investimentos”, comenta Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil.


Para 57% dos empresários, próximo presidente precisa ser honesto; 31% afirmam valorizar quem cumpre o que promete

Sobre a disputa eleitoral, 41% respondem não estar nem pessimista, nem otimista. Outros 31% consideram-se pessimistas ou até muito pessimistas, sobretudo nas capitais (36%). Já 25% mostram-se otimistas ou muito otimistas, em especial no interior (27%). Entre os que estão pessimistas com as eleições, 64% apontam falta de opções de bons candidatos como principal problema.

A percepção dos empresários sobre os frequentes casos de corrupção pela classe política também reflete a indignação da sociedade. A maioria afirmou rejeitar candidatos envolvidos em escândalos de corrupção (55%), enquanto 46% não desejam um candidato desonesto ou mentiroso. Outros 20% desaprovam um candidato que não cumpre o que promete.

A pesquisa mostrou ainda que para 57% é fundamental que o presidente seja uma pessoa honesta – especialmente empresários do interior (61%). Para outros 31% é essencial alguém que cumpra o que promete, enquanto 30% buscam alguém de “pulso firme” e determinado em suas convicções.


Quase um terço dos entrevistados pretende usar redes sociais para se informar sobre propostas; 50% checa se notícias de candidatos na internet são falsas

Ferramenta estratégica em muitas campanhas eleitorais, as redes sociais têm seu uso cada vez mais crescente entre os empresários como fonte de informação sobre as propostas dos candidatos à presidência (28%). Por outro lado, quase metade (47%) afirma ainda preferir os debates na TV. Já para 38%, a internet está entre os principais meios de comunicação (blogs, sites e portais de notícias).

Apenas 7% dos entrevistados responderam que não vão buscar meios de conhecer as propostas de seus candidatos. O levantamento mostra ainda que 24% têm o hábito de compartilhar notícias de políticos nas redes sociais e 27% se envolvem de alguma forma nas campanhas dos candidatos que acreditam.

As chamadas fake news (notícias falsas) também preocupam os empresários sobre a veracidade das informações. Metade costuma checar com frequência se as notícias que recebem de candidatos pelas redes sociais ou pelo WhatsApp são realmente verdadeiras (50%), enquanto 19% disseram verificar apenas algumas vezes e 31% nunca ou raramente o fazem. Quando questionados se temem que as fake news influenciem suas opiniões e decisão de voto, a maioria (56%) diz que sim.

Outro dado curioso mostra que sete em cada dez empresários (72%) acredita que os candidatos já se valem de informações de eleitores nas redes sociais, internet e bancos de dados em geral para elaborar suas campanhas. Entres esses empresários, 78% têm receio de que isto prejudique o resultado final da disputa eleitoral, sendo que 58% temem muito e 20% um pouco.


(Fonte CNDL)

 

 

Concessão de férias - a quem cabe escolher a data?

A questão referente ao gozo de férias é de suma importância ao contrato de trabalho já que visa garantir a saúde do trabalhador, concedendo um período de descanso necessário para que ele possa desfrutar de repouso e recuperar a sua condição ideal física e mental.

Contudo, é importante esclarecermos que apesar de ser um benefício legal criado para o empregado, a concessão das férias deve ser aquela que melhor atende aos interesses do empregador, conforme disposição constante do caput do artigo 136 da CLT.

“Art. 136 - A época da concessão das férias será a que melhor consulte os interesses do empregador.”

Dessa forma, após o período aquisitivo de 12 meses, que é quando o trabalhador passa a ter direito à férias, o empregador poderá conceder férias ao empregado na data que melhor se adequar aos seus interesses, desde que observado o período concessivo de 12 meses após o período aquisitivo.

Com a Reforma Trabalhista as férias poderão ser usufruídas em até 03(três) períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14(quatorze) dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a 05(cinco) dias corridos cada um.

(Fonte: CDL-BH)

 

Boleto vencido a partir de R$ 400 poderá ser pago em qualquer banco

Deste do último sábado (25), é possível pagar em qualquer banco os boletos vencidos com valor igual ou superior a R$ 400. Antes esses boletos atrasados só podiam ser pagos no banco emissor do documento.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o boleto vencido poderá ser pago por qualquer canal, seja internet banking, aplicativos de celular ou caixas eletrônicos. O próprio sistema irá calcular o valor da multa e os juros automaticamente, na hora em que o cliente for realizar o pagamento.


Como funciona o novo sistema

Ao emitir um boleto, o banco terá que registrar as informações sobre aquela cobrança em um sistema nacional. Por exemplo, o valor a ser pago, quanto será cobrado de multa, juros e encargos após o vencimento, além de dados de quem deve pagar e de quem irá receber.

Assim, mesmo se o boleto estiver vencido, qualquer banco (não só o emissor do boleto) conseguirá acessar esse sistema e calcular o valor a ser pago pelo consumidor.

Quando o consumidor for pagar o boleto vencido, será feita uma consulta para checar se os dados do boleto coincidem com aqueles que estão registrados no sistema nacional. Se estiverem iguais, a operação é validada. Porém, se houver alguma informação diferente, o pagamento não será autorizado e o consumidor terá que usar o método antigo: procurar especificamente o banco que emitiu o boleto.


Mudança foi adiada

O novo sistema para cobrança de boletos começou a ser implantado em julho do ano passado. Uma das vantagens do novo sistema, segundo a Febraban, é evitar fraudes.

A implantação vem sendo feita progressivamente. Em março deste ano, foi liberado o pagamento de boletos vencidos acima de R$ 800 em qualquer banco.

Inicialmente, a previsão da Febraban era de que a mudança fosse concluída até dezembro do ano passado. Porém, a entidade decidiu estender o prazo "em função do volume elevado de documentos que trafegarão pelo novo sistema [cerca de 4 bilhões de boletos por ano]".


Veja abaixo a previsão para as próximas etapas:

25 de agosto: boletos de R$ 400 ou mais

13 de outubro: boletos de R$ 100 ou mais

27 de outubro: boletos abaixo de R$ 100

10 de novembro: fatura de cartão de crédito, doações, entre outros

Fonte: Agência Brasil

 

Para empresários, redução de impostos e juros deve ser prioridade do próximo governo

Maioria do empresariado dos setores de varejo e serviços está otimista com economia para 2019 e defende sistema tributário transparente e eficiente; 50% checam se informações sobre candidatos na internet são fake news

Os empresários dos setores de varejo e serviços estão otimistas com a economia para 2019, quando o país terá um novo presidente. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 54% dos entrevistados esperam um cenário econômico melhor para o próximo ano e 71% anseiam que a nova gestão promova mudanças em relação às diretrizes atuais. Entre as prioridades mencionadas para o presidente que assumirá em 1º de janeiro, 52% destacam a redução de impostos e 34% a queda dos juros. Em terceiro lugar, aparece o combate à corrupção (28%), seguida da diminuição da burocracia (16%).

Para os próximos cinco anos, 37% dos empresários almejam mudanças no sistema tributário, tornando-o mais simples, transparente e eficiente. Já 36% desejam um país menos burocrático, que contribua para a atividade empreendedora, enquanto 31% querem políticas públicas que impulsionem o crescimento das empresas.

“O sistema tributário brasileiro é um dos mais complexos do mundo, o que acaba provocando algumas distorções e desigualdades. Por essa razão, os empresários ressaltam a importância de a reforma estar na agenda do novo presidente, principalmente ao proporcionar o crescimento do setor produtivo na geração de empregos e renda”, analisa o presidente da CNDL, José César da Costa.


Corrupção, saúde pública precária e falta de educação básica são apontados como principais problemas a serem resolvidos

Questionados sobre os principais problemas do Brasil que precisam ser resolvidos pelo próximo presidente, 52% dos empresários citaram a corrupção em primeiro lugar. A precariedade da saúde pública é mencionada em segundo lugar, por 36% dos entrevistados e a falta de educação básica aparece em seguida, com 33% das respostas.

Quanto às medidas esperadas para o ambiente empresarial, 87% afirmam que analisarão propostas que preveem estímulo ao desenvolvimento do varejo e serviços. Nessa linha, 93% concordam que o novo presidente deve fortalecer a produção nacional, 79% acreditam que a próxima gestão precisa priorizar a distribuição de renda, para aumentar o poder de compra do consumidor e 78% destacam políticas voltadas ao comércio internacional. Por outro lado, apenas 39% acham que o novo presidente deve intervir menos na economia.

“Os empresários estão atentos às propostas, principalmente de candidatos que tenham planos que contemplem mudanças essenciais e benéficas para a economia e o ambiente de negócios. A expectativa é de uma recuperação econômica mais efetiva, com a retomada dos investimentos”, comenta Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil.


Para 57% dos empresários, próximo presidente precisa ser honesto; 31% afirmam valorizar quem cumpre o que promete

Sobre a disputa eleitoral, 41% respondem não estar nem pessimista, nem otimista. Outros 31% consideram-se pessimistas ou até muito pessimistas, sobretudo nas capitais (36%). Já 25% mostram-se otimistas ou muito otimistas, em especial no interior (27%). Entre os que estão pessimistas com as eleições, 64% apontam falta de opções de bons candidatos como principal problema.

A percepção dos empresários sobre os frequentes casos de corrupção pela classe política também reflete a indignação da sociedade. A maioria afirmou rejeitar candidatos envolvidos em escândalos de corrupção (55%), enquanto 46% não desejam um candidato desonesto ou mentiroso. Outros 20% desaprovam um candidato que não cumpre o que promete.

A pesquisa mostrou ainda que para 57% é fundamental que o presidente seja uma pessoa honesta – especialmente empresários do interior (61%). Para outros 31% é essencial alguém que cumpra o que promete, enquanto 30% buscam alguém de “pulso firme” e determinado em suas convicções.

(Fonte: CNDL)

 

Descubra quanto poupar com a regra 1-3-6-9

A preparação para o futuro é um processo complexo e cheio de incertezas. São tantas as preocupações que requerem nossa ação imediata que as relativas a um objetivo distante acabam ficando de lado, mesmo que sejam de grande relevância.

Como despertar nas pessoas o senso de urgência sobre algo que nos parece importante, mas não tão urgente? Foi com esse intuito que Martin Iglesias, planejador financeiro certificado que atua no Itaú, desenvolveu a metodologia 1-3-6-9.

Mesmo quando cientes da importância e da urgência de poupar para o futuro, e desejosos de colocar o plano em ação, nós nos deparamos com dúvidas. Navegamos em direção a um rumo incerto e com pouca noção do caminho a seguir.

A metodologia segue e sugere quanto da renda mensal (em %) deve ser poupado regularmente, ao longo da vida produtiva, para chegar aos “9”, aos 65 anos.

Ou seja, uma pessoa de 25 anos de idade deveria poupar 10% de sua renda, resultado de sua idade (25) menos 15. Se a pessoa começar um ano mais tarde, deverá poupar 11% da renda (26 - 15 = 11). Quanto maior a idade, maior será o esforço para chegar aos “nove”.

O 1-3-6-9 não pretende resumir todo o planejamento financeiro a uma regra, mas, de forma resumida, direcionar e chamar a nossa atenção para a necessidade de cuidar do futuro.

As premissas são: sobrevivência até os 80 anos; orçamento na aposentadoria, entre 65 e 80 anos, 25% inferior ao da vida ativa; rentabilidade real (acima da inflação) de 3% ao ano; inexistência de pensão do INSS. Se 30% do orçamento for coberto pelo INSS, o dinheiro dura até os 96 anos.

A regra sugere como equilibrar a distribuição dos recursos financeiros ao longo da vida, entre o presente e o futuro. Não queremos envelhecer sem dinheiro, nem deixar de viver a vida, poupando para um futuro que talvez seja mais breve do que o esperado.

Via CDL/BH (Fonte : Folha de São Paulo – Artigo de Marcia Dessen Planejadora financeira CFP (Certified Financial Planner)

 

Vendas a prazo no Dia dos Pais se mantêm estáveis, com variação de -0,10% em relação a 2017

As vendas a prazo no Dia dos Pais se mantiveram estáveis, com variação de -0,10% na comparação com o mesmo período do ano passado. É o que apontam os dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

O resultado do indicador reflete a lenta recuperação da economia, que ainda pesa sobre o desempenho das vendas nos setores de comércio e serviços.

Nos últimos anos, as variações registradas foram: +8,88% (2017), -9,76% (2016), -7,17% (2015), +5,01% (2014), -5,69% (2013), +18,00% (2012) e -8,14% (2011).

Segundo o presidente da CNDL, José César da Costa, o comércio teve praticamente o mesmo ritmo de vendas do ano passado, mostrando quanto o brasileiro possui o hábito de presentear. “Os consumidores continuam preocupados em não comprometer o orçamento com compras parceladas, principalmente diante de um quadro de dificuldades, com o achatamento da renda e alto índice de desemprego”, explica.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, a confiança do consumidor em relação à economia não evolui já que muitos brasileiros continuam sem perspectiva de emprego, outros voltaram ao mercado do trabalho com salários mais baixos e o índice de inadimplência é alto, levando à restrição do crédito. Todos esses fatores exercem forte impacto sobre o consumidor, que acaba sendo obrigado a limitar seus gastos para salvar as finanças.

O Dia dos Pais é a primeira data comemorativa do segundo semestre e, embora não movimente cifras tão volumosas como no Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados, funciona como um termômetro para as próximas datas, como Dias das Crianças e o próprio Natal.

De acordo com pesquisa de intenção de compras feita pelo SPC Brasil, os produtos mais procurados neste período seriam as roupas, perfumes e cosméticos, calçados e acessórios masculinos, como cintos, carteiras, relógios e meias.

(Fonte: CNDL)

 

Uso de cartões de crédito e débito sobe, enquanto o de cheques cai

Os consumidores pagaram R$ 674 bilhões com cartão de crédito e R$ 430 bilhões em transações com o cartão de débito, em 2016, com crescimento de 3% e 10%, respectivamente, em relação ao ano anterior. As Estatísticas de Pagamentos de Varejo e de Cartões no Brasil, referentes a 2016, forma divulgadas no último dia 10 pelo Banco Central (BC).

Foram realizadas 5,9 bilhões de operações com cartões de crédito e 6,8 bilhões com cartões de débito, o que representa um aumento, em relação ao ano anterior, de 6% e de 5%, respectivamente.

O uso de cheque continua em trajetória de queda. Em 2016, foram realizadas 879 milhões de transações no valor total de R$ 2,259 trilhões, o que significa queda de 14% e 12%, respectivamente, em relação a 2015.

A realização de transações bancárias por meio de equipamentos móveis, como telefones celulares, permanece em crescimento. Em 2016, foram realizadas 16,7 bilhões de operações, o que representou 28% do total. Em 2015, essa participação estava em 19%. O principal canal de acesso continua sendo a internet, com a utilização de computadores pessoais, que representou, no período, 33% do total de transações. Por outro lado, a quantidade de transações realizadas em agências e postos de atendimento continua em sua trajetória de queda. Em 2016, foram 8,1 bilhões de operações, uma redução de 8% em relação a 2015. A participação desse canal de acesso passou de 16% em 2015 para 13% em 2016.

(Fonte: Federaminas)