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Sebrae lança plataforma que permite conhecer números dos pequenos negócios

Saber onde estão, quantos são e quais as principais atividades exercidas pelos pequenos negócios no Brasil. Essas são algumas das informações que poderão ser encontradas em um único lugar. O Sebrae lança durante a premiação do IX Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor nesta terça-feira (10), em Brasília, a plataforma DataSebrae.

 

Além das estatísticas das empresas no Brasil, podendo ser divididas entre regiões, estados, municípios e Cadastro Nacional de Atividade Econômica (CNAE), a ferramenta também traz indicadores econômicos e sociais e das principais atividades econômicas dos municípios, e permite que sejam feitas pesquisas com diferentes filtros e comparações. A plataforma também mostra dados socioeconômicos, como renda, Índice de Desenvolvimento Humano e escolaridade, e de estudos e pesquisas produzidos pelo Sebrae, como a participação dos pequenos negócios no Produto Interno Bruto (PIB).

 

“Essas informações são preciosas para nos auxiliar na elaboração de políticas públicas que incentivem o empreendedorismo no Brasil. Essa base também irá ajudar quem já empreende ou quem quer empreender”, destaca o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. O material também será uma importante ferramenta de pesquisa para pesquisadores, jornalistas e estudantes.

 

Pelo DataSebrae, ainda é possível saber como está a implementação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas nos municípios e se eles estão cumprindo o tratamento diferenciado e a obrigatoriedade das licitações exclusivas para os pequenos negócios, por exemplo.

 

O acesso à ferramenta é on line e gratuito. Os dados podem ser visualizados em gráficos, tabelas e mapas, facilitando a análise das informações.

Pequenos empresários buscam diversificação para driblar crise

O empreendedor de sucesso é um otimista nato – e aqui vale dizer que otimismo não é sinônimo de ingenuidade ou de irresponsabilidade.


Em plena crise econômica, empreendedores estão deixando o chororô e buscando novas formas de rentabilizar suas empresas. Esse é o resultado da pesquisa Termômetro Conta Azul, que consultou a percepção de 1,25 mil pequenas empresas.


Não está fácil ser otimista. O Brasil enfrenta uma crise econômica e isso é inquestionável. Segundo as últimas projeções do Boletim Focus, divulgado semanalmente, o mercado espera que o PIB encolha nada menos que 3,6% neste ano.


Foram fechados, somente no primeiro bimestre, 204.912 de postos de trabalho no país, de acordo com os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

A despeito de todo esse cenário, 47% dos entrevistados afirmaram estar estudando novas oportunidades para investir nelas – seja uma nova linha de produtos para o seu negócio ou a total mudança de rumo. Cerca de 36,8% não espera ter lucros neste ano e a menor parcela, de 15,6%, acha que vai fechar a empresa.


Para Vinícius Roveda, presidente executivo da Conta Azul, especializada em tecnologia de gestão, esse é um sinal de cautela e persistência. “Trata-se de um otimismo atrelado a novos investimentos”, diz. “A busca do empreendedor é criar mais formas de diferenciação, para se destacar em relação à concorrência.”


MUITA CIGARRA PARA POUCA FORMIGA


Entre os entrevistados que não foram impactados pela crise, 61% sentem que o negócio prospera. Há no entanto, um indicador preocupante. Entre esses mesmo empresários, apenas 10,2% entendem que essa “blindagem” é fruto de medidas internas para enfrentamento da crise.


Ou seja, traçar cenários, planejar e se posicionar de forma defensiva à crise não é prioridade para pequenos empresários. “A educação do empresário brasileiro é baixa, principalmente porque o empreendedorismo na maior parte dos casos surge por necessidade, não por oportunidade”, explica Roveda.

Prova dessa falta de orientação é que 59,7% dos consultados precisou pegar algum empréstimo nos últimos dois anos – destes, 81,8%  usaram esse dinheiro para capital de giro, ou seja, um dos créditos mais caros do mercado para pessoas jurídicas.

Essa necessidade de capital de giro é um claro indício de que a gestão financeira das pequenas empresas, bem como sua capacidade de planejamento ainda precisam ser aperfeiçoadas pelos gestores.

 

Pelo menos, 51,8% dos consultados dizem que não têm a intenção de pegar empréstimos – mas 26,9% vão necessitar de crédito para capital de giro. “Isso é um retrato da falta de planejamento e de desconhecimento das linhas de crédito disponíveis”, afirma Roveda.

 

Fonte: Diário do Comércio

Internet virou ferramenta de auxílio para consumidor

As redes sociais e os dispositivos móveis estão mudando radicalmente a maneira como o consumidor toma a decisão de compra. Cada vez menos crentes nos anúncios tradicionais que listam as qualidades de um produto ou serviço, e interessados em conteúdos que agreguem conhecimento e valor ao seu dia a dia, consumidores do mundo todo recorrem à internet para pesquisar antes de comprar qualquer produto, seja ele o mais simples ou o mais sofisticado, o mais barato ou o mais caro.

 

O novo perfil desse consumidor, que opta pela multicanalidade, confirma a necessidade de inovar no diálogo. Hoje, 80% dos consumidores preferem buscar informação de um serviço ou produto em uma série de artigos on-line, por exemplo, do que em um anúncio publicitário. Além disso, 74% dos usuários brasileiros de internet pesquisam na rede sobre produtos antes de comprá-los offline, segundo pesquisa da comScore.

Diante dessa realidade uma nova perspectiva para o marketing foi criada. A estratégia é informar aos consumidores sobre assuntos associados aos negócios e área de atuação da empresa e não apenas as vantagens de um produto.

 

Em evento promovido pela Algar Telecom, em Belo Horizonte, no dia 5 de maio, o tema discutido foi “Conteúdo X Marketing”. Compuseram o painel a articulista e palestrante nas áreas de inovação e conectividade e professora do Ibmec/MG, Grazi Mendes; o diretor Executivo e de Mercado do DIÁRIO DO COMÉRCIO, Yvan Muls; o CEO da Ingage Digital e sócio da Smartalk (agência de apresentação de impacto), Rodrigo Moreira.

 

A marca precisa agregar valor à comunicação, além de transmitir confiança e expertise do tema abordado. “Queremos saber o que os consumidores buscam na internet para oferecer um conteúdo relevante para eles. O nosso papel é encurtar a jornada de compra. É oferecer informações relevantes que o cliente tome a decisão final convencido pelo valor que aqueles conteúdos ofereceram a ele”, explica Moreira.

 

O papel da escola também passa por um forte questionamento. O ensino tecnicista, marca do século XX, já não satisfaz às necessidades desse novo modelo de consumo que surge. Transculturalidade e multicanalidade são palavras-chave para a criação de profissionais capazes de lidar com os novos desafios que já estão postos.

 

“Estamos formando profissionais obsoletos já para o momento atual. Temos que criar pessoas capazes de fazer boas perguntas. O erro já não é mais um pecado mortal. O digital nos permite trabalhar com pessoas do mundo todo remotamente. Temos que aprender a lidar com essas possibilidades, e a academia precisa encurtar o prazo de adaptação ao que o mercado exige e o que ela é capaz de entregar”, destaca Grazi Mendes.

 

Se o futuro já chegou, setores e segmentos mais tradicionais precisam se apressar para corrigir os rumos e aderir às novas tendências e estratégias. Em uma empresa com mais de oito décadas, como o DIÁRIO DO COMÉRCIO, essa é uma questão delicada. “O nosso desafio é levar os nossos maiores ativos, confiança e credibilidade, construídos junto aos nossos leitores, para esse novo momento e pensando sempre em novos modelos de negócios. Apostamos que o nosso papel, mais que informar, é formar. Dentro desses novos modelos de negócios criamos produtos e serviços como o DC Inteligência que vem para ser uma espécie de buscador de notícias econômicas que reorganiza os conteúdos de modo a gerar relevância, além do “Diálogos do Prêmio José Costa”, que discute os temas discutidos durante o evento com o objetivo de gerar conhecimento junto ao tecido social”, afirma Yvan Muls.

 

Fonte: Diário do Comércio

Um em cada dez inadimplentes já contrataram empresas para limpar o nome, mostra SPC Brasil

Fonte: SPC Brasil

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) identificou que um em cada dez brasileiros que estão ou estavam inadimplentes há no máximo doze meses (9,9%) já contrataram empresas para limpar seu nome. O estudo mostra que em metade desses casos, o problema não foi resolvido com a contratação.

Considerando ainda os inadimplentes que não tiveram o nome limpo pela empresa contratada, apenas 27,5% conseguiram reaver todo o dinheiro investido, sendo que a maioria (47,1%) não teve o valor devolvido.

Para o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, os resultados da pesquisa mostram que o consumidor precisa refletir antes de contratar uma empresa para limpar o nome. “É um momento em que a pessoa está sentindo os efeitos da restrição ao crédito e com dificuldade para comprar. É comum que a ansiedade de ter o nome limpo leve o consumidor a agir sem pensar, o que traz dois riscos imediatos”, afirma Vignoli. “Primeiro, o de ser vítima de uma empresa com más intenções, que pode apenas tomar o dinheiro da pessoa, sem oferecer resultados. Segundo, o de pagar por um serviço sem saber as condições acordadas no contrato, sobretudo no que se refere à devolução do dinheiro, em caso de insucesso”.

Entre os entrevistados que contrataram empresas para limpar o nome, seis em cada dez (59,3%) afirmam não saber quanto pagaram por este serviço, e entre os que sabem, a quantia média dispendida foi cerca de R$ 3.400,00.
 

Dívida pode ficar ainda mais cara com gastos com empresa

Ainda que quase metade dos que contrataram uma empresa (46,0%) considerem que valeu a pena por terem conseguido tirar o nome dos cadastros de proteção ao crédito, outros 24,9% consideram que não valeu a pena, pois a dívida ficou mais cara do que se a pessoa tivesse resolvido o problema direto com o credor.

“Buscar informações e negociar diretamente com o credor pode ser bem mais vantajoso e também pode ser feito pelo próprio consumidor”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Ao tentar um acordo pessoalmente, ele sabe que todo o dinheiro envolvido no processo será empregado na quitação do débito. Além disso, ninguém melhor do que a própria pessoa para avaliar as condições oferecidas pelo credor”, explica.

A facilidade de encontrar empresas que façam esse serviço pode ser identificada pelo meio que os consumidores as encontraram: mais da metade (56,2%) acharam a empresa pela internet, seguida por indicação de amigos e parentes (15,2%).

“É sempre importante desconfiar de quem oferece soluções muito rápidas e fáceis, pois o nome não vai desaparecer miraculosamente dos cadastros de restrição ao crédito”, orienta Kawauti. “Existe um motivo para que o nome esteja sujo e isso só será resolvido caso a dívida seja paga integralmente ou em casos de uma negociação bem sucedida e com a primeira parcela paga”.
 

Controle de gastos é a principal mudança de comportamento

A pesquisa do SPC Brasil mostra que a experiência de ter o nome sujo fez com que muitos consumidores mudassem a forma de administrar o seu orçamento financeiro. Para 59,9% dos entrevistados que contrataram empresas para limpar o nome, o controle dos gastos foi a mudança de comportamento adotada. Em seguida, aparecem evitar o uso do cartão de crédito (17,8%), cancelar o cartão (16,3%) e comprar quando podem pagar à vista (15,9%).

“De fato a diminuição do uso ou cancelamento do cartão é uma ótima ajuda para quem precisa controlar os gastos parcelados ou para quem ainda não tem um planejamento financeiro adequado”, orienta a economista. “Essas medidas têm impacto imediato na vida dos consumidores e isso já é refletido no orçamento do mês.”
 

Metodologia

A pesquisa entrevistou 1.088 consumidores residentes em todas as regiões brasileiras, com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais, atuais inadimplentes ou ex-inadimplentes há no máximo 12 meses. A margem de erro é de 3,0 pontos percentuais para uma confiança de 95%.
 
Acesse a íntegra da pesquisa em:
https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas

Estimativa de inflação para 2016 passa de 6,94% para 7%

Fonte: Agência Brasil

A projeção de instituições financeiras para a inflação este ano voltou a ser elevada com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passando de 6,94% para 7%. Para 2017, a estimativa foi reduzida de 5,72% para 5,62%, no quinto ajuste consecutivo.

Os números são do Boletim Focus, divulgado às segundas-feiras pelo Banco Central (BC). Ele traz projeções de instituições financeiras consultadas semanalmente sobre os principais indicadores da economia.

Mesmo com as reduções, os cálculos estão acima do centro da meta de 4,5%. O limite superior da meta de inflação é 6,5%, este ano e 6%, em 2017.

Para a taxa básica de juros (Selic), um dos instrumentos do Banco Central para conter a inflação, a projeção das instituições financeiras, ao final de 2016, foi reduzida de 13,25% para 13% ao ano. Para o fim de 2017, a expectativa continua em 11,75% ao ano. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.

Atividade econômica

A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi alterada de 3,89% para 3,86%. Para 2017, a estimativa subiu de 0,40% para 0,50%, no terceiro ajuste seguido.

A projeção para a queda da produção industrial passou de 5,83% para 5,95%, este ano. Para 2017, a expectativa de crescimento foi ajustada de 0,50% para 0,74%.

A projeção para a cotação do dólar passou de R$ 3,72 para R$ 3,70 ao fim deste ano, e de R$ 3,91 para R$ 3,90, no fim de 2017.

Milhares acompanham passagem da Tocha Olímpica por Patrocínio

 

 

 

 

 

 

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Numa tarde de festa e emoção, milhares de pessoas acompanharam a chegada e o percurso  da passagem da Tocha Olímpica por Patrocínio (MG). Dez condutores fizeram o revezamento da Tocha a cada 200 metros. Quatro deles foram indicados pelo município de Patrocínio, os demais (06), pelo Comitê Olímpico e patrocinadores.

O início se deu na Escola Municipal João Beraldo e seguiu pelas principais avenidas e ruas da cidade até a Praça Santa Luzia, num momento único e histórico para à cidade.

 

FONTE: http://www.patrocinioonline.com.br/ 

Ao contrário do resto do país, consumo deve crescer em Minas

Ao contrário do que se projeta para o País, a expectativa é que o consumo em Minas Gerais e em Belo Horizonte deva crescer neste ano. A previsão faz parte do estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Maps 2016, desenvolvido anualmente pela IPC Marketing Editora. Mesmo diante do quadro recessivo nacional, a projeção é de uma alta real de 0,2 ponto percentual no consumo no Estado e de 1,89% na capital mineira. Apesar de um crescimento nominal, passando de R$ 3,7 trilhões em 2015 para R$ 3,9 trilhões neste ano, o consumo no Brasil, descontada a inflação, deverá cair 3,3% no período.

 

O aumento do potencial de consumo em Minas, de acordo com o diretor da IPC Marketing e responsável pela pesquisa, Marcos Pazzini, é explicado pela elevação na região do número de domicílios nas classes econômicas com maior poder aquisitivo. Em relação ao ano passado, a classe A aumentou nominalmente 1,7% e a B2 cresceu 0,2% no Estado.

Para 2016, é aguardado um consumo em Minas da ordem de R$ 404,9 bilhões.


Houve uma elevação na quantidade de domicílios das classes A e B2 em Minas de 2015 para cá. O aumento nessas classes de melhor rendimento fez com que o potencial de consumo no Estado também crescesse?, avalia Pazzini.

 

Já em Belo Horizonte, a projeção de alta foi motivada pela expansão de residências entre as classes B2 e C1, que tiveram crescimento de 2,5% na comparação com o ano anterior. O consumo na Capital, quarta colocada no ranking dos maiores mercados entre os municípios brasileiros, deve chegar a R$ 73,5 bilhões.

 

O IPC Maps 2016 evidencia um movimento de interiorização do consumo, que não é novo, mas vem se consolidando pelo Brasil. Este ano, por exemplo, a expectativa é de que 70,3% de tudo o que será gasto pelos brasileiros, cerca de R$ 2,7 trilhões, irá se concentrar entre os municípios do interior. Um crescimento de 0,28 pp frente ao ano passado.

 

A migração das empresas nacionais e internacionais pelo País, atrás de menores custos e mais benefícios, pode explicar o fenômeno. ?Basicamente, o que tem ocorrido é um crescimento maior da população de elevado poder aquisitivo fora dos grandes centros em função do aumento da abertura de empresas fora das metrópoles. No interior, além das despesas menores, as cidades trabalham com a captação de negócios por meio de concessão de incentivos. Então, com mais empreendimentos no interior, há mais empregos, mais pessoas são atraídas e aumenta-se a participação desses municípios no consumo nacional?, analisa o diretor da IPC Marketing.

 

Em Minas Gerais, além de Belo Horizonte (4º), sete cidades do interior figuram no Top 100 dos municípios brasileiros com maior potencial de consumo para 2016. São elas: Uberlândia (21º), Contagem (28º), Juiz de Fora (38º), Uberaba (63º), Betim (64º), Montes Claros (82º) e Ipatinga (97º). Esses municípios têm em comum o fato de serem polos em suas regiões, com um padrão e variedade de comércio maior do que a verificada em média nas outras cidades, atraindo consumidores das localidades próximas.

 

Gastos - De acordo com o estudo, os maiores gastos no Estado, segundo o perfil da população local, neste ano, devem ser com a manutenção do lar e estão estimados em mais de R$ 10,5 bilhões. Na segunda posição, estão as despesas com materiais de construção, em torno de R$ 3,2 bilhões, seguida pelos custos com alimentação no domicílio, cerca de R$ 2,7 bilhões.

 

A gente observa que, como há um comprometimento maior da renda da população com despesas com necessidades básicas, o reflexo disso é que sobra menos dinheiro para a compra de itens de menor prioridade, e o comércio sente isso. Logo, a disponibilidade de crédito e uma maior facilidade de compra podem ajudar o empresário, contribuindo para que o consumidor compre por impacto, porque, se ele planejar, diante da crise, não vai comprar?, explica Pazzini.

 

O IPC Maps tem como base dados secundários, atualizados e pesquisados por meio de fontes oficiais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e utiliza metodologia própria.

 

Fonte: Diário do Comércio

 

Pesquisa do SPC revela otimismo dos jovens empreendedores

bannerHomeUma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que o otimismo e a autoconfiança são duas das principais características dos jovens empreendedores no Brasil. Embora a maioria absoluta (62,2%) dos entrevistados tenha percebido que a situação econômica do Brasil piorou no início de 2016 na comparação com o ano passado, inclusive com reflexos negativos em suas empresas, no que depender da expectativa dos jovens empreendedores, a economia brasileira não terá o ano complicado que os analistas de mercado projetam. 

Quase a metade dos entrevistados (49,9%) afirma estar confiante com os rumos da economia, enquanto apenas 28% estão pessimistas. A expectativa positiva para 2016 é ainda maior quando os empresários imaginam qual será o desempenho do seu próprio negócio: 67,3% estão confiantes e apenas 10,9% se dizem pessimistas. A pesquisa aponta, ainda, que 78,3% dos entrevistados acreditam que o faturamento de sua empresa irá crescer nos próximos cinco anos, sendo que a dedicação pessoal e o empenho do entrevistado (81,1%) são as principais justificativas. 

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, confiar em si mesmo é fundamental para se desenvolver como empresário, mas não é o suficiente: “A pesquisa revela um retrato interessante do jovem empresário, ao mostrar sua garra e crença no próprio potencial como motor do crescimento da empresa, mas isso por si só não basta. É preciso preparar-se e estar sempre atento ao cenário econômico para evitar riscos para o negócio. Mesmo os empresários mais confiantes precisam ter a humildade de reconhecer que o conhecimento do mercado é imprescindível”, afirma a economista. 

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a percepção dos jovens empreendedores de que a situação econômica vai melhorar pode estar relacionada ao aprofundamento da crise. “É como se na percepção desses empresários o país já tivesse chegado ao fundo do poço e que daqui em diante, a realidade da situação vai requerer algum tipo de mudança. 

Pode parecer contraditório, mas apesar do ambiente econômico adverso para 2016, uma quantidade considerável de empresários está confiante com relação aos seus negócios. Isso pode se explicar pelo fato de que muitos deles acreditam que com empenho pessoal, dedicação e uma dose de criatividade é possível driblar as dificuldades impostas pela crise”, afirma Pinheiro.

 Carga tributária é a principal barreira para o crescimento

 O estudo mostra ainda que a estrutura e a carga tributária são os principais alvos de reclamações dos jovens empreendedores. Quatro em cada dez (43,8%) entrevistados sentem falta de políticas públicas que facilitem o pagamento de impostos e 36,3% acreditam que deveria haver uma redução dos tributos e impostos cobrados de empresas que são geridas por jovens. Há ainda um percentual elevado (39,5%) de entrevistados que pedem mais cursos gratuitos para novos empresários sobre gestão, finanças, planejamento e tecnologias.

Senado aprova permissão para microempreendedor exercer atividade em casa

  O microempreendedor individual poderá utilizar a sua residência como sede de seu estabelecimento comercial, quando a atividade não exigir local específico para funcionamento. É o que está previsto no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 167/2015 Complementar, aprovado nesta terça-feira (29), por unanimidade, no Plenário do Senado. A matéria segue agora para sanção presidencial.

De autoria do deputado Mauro Mariani (PMDB-SC), a proposta altera o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Lei Complementar 123/2006). A justificativa é de que alguns empreendedores individuais que poderiam exercer a atividade em sua própria residência, sem a necessidade de dispor de estabelecimento para essa finalidade, estão impedidos de fazê-lo pela legislação de vários estados, que proíbem a coincidência entre o endereço do empreendimento e o endereço residencial.

Na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), a matéria teve parecer favorável do relator Blairo Maggi (PR-MT), que observou ser racional e economicamente viável que o empreendedor utilize a própria residência para o exercício de sua atividade empresarial, com substancial economia de recursos. Além disso, com internet e redes sociais, fica mais fácil a adoção do trabalho em casa.

Os senadores presentes na sessão elogiaram a proposta que, segundo eles, é importante principalmente no momento de crise econômica que o país está vivendo. De acordo com os parlamentares, mesmo sendo simples, o projeto tem impacto social muito grande, já que desburocratiza e facilita a vida das microempresas sem gerar custos para o governo.

— Um dos grandes desafios nacionais é a modernização da nossa economia. Tornar o Brasil um país mais produtivo e competitivo é o desafio que o futuro nos reserva — destacou o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima.

Fonte: Senado Federal

Pesquisa lista 10 hábitos cultivados por empresas que batem metas

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Fonte: Canal Executivo

 

O estudo intitulado “Understanding B2B Buyers” (“Entendendo os Clientes B2B”, em português) apresentou a forma como empresas que batem suas metas lidam com a construção de buyer personas, técnica fundamental em content marketing.

Elaborado pela Cintell, dos Estados Unidos, que ouviu gestores de 137 empresas americanas em novembro de 2015, o relatório (em inglês) está disponível para download gratuito. Ele apresenta dez bons hábitos relacionados a buyer personas. As empresas B2B que alcançam suas metas de receita ou de geração de leads:

Estão 2 vezes mais propensas a criar buyer personas do que aquelas que não alcançam suas metas.

Estão 2 vezes mais propensas a documentar as buyer personas criadas do que aquelas que não alcançam suas metas.

Estão 7,4 vezes mais propensas a atualizar as buyer personas a cada semestre.

Utilizam uma grande variedade de fontes para desenvolver suas buyer personas.

Fazem entrevistas qualitativas.

Estão 2,3 vezes mais propensas a compreender os fatores de motivação de suas buyer personas do que aquelas que não alcançam suas metas.

Prestam contas para o comitê (ou equipe responsável) de compras.

Estão 3,8 vezes mais propensas a um orçamento específico para a criação de buyer personas do que aquelas que não alcançam suas metas.

Estão 2,4 vezes mais propensas a usar buyer personas para a geração de demanda do que aquelas que não alcançam suas metas.

Segmentam suas bases de dados por personas, e frequentemente com campos que vão além das informações meramente demográficas.

O estudo mostra, ainda, os quatro maiores desafios das empresas:

Conseguir fazer com que a empresa como um todo dê valor àValis personas.

Aferir os insights das personas com medidas quantitativas.

Treinar equipes a influenciar as personas em seu trabalho cotidiano.

Encontrar dados de terceiros para dar suporte à criação de personas.