2via boleto

Dólar fecha abaixo de R$ 3,60 pela primeira vez desde agosto

Fonte: Agência Brasil

Em um dia de otimismo no mercado financeiro, o dólar fechou a sexta-feira (11) abaixo de R$ 3,60 pela primeira vez desde agosto. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 3,591, com queda de R$ 0,05 (-1,38%). A cotação está no menor valor desde 28 de agosto do ano passado, quando ficou em R$ 3,585.

Foi o quarto dia seguido de queda na cotação da divisa, que chegou a operar em alta no início da manhã, mas caiu fortemente a partir das 11h. Na mínima do dia, por volta das 16h30, o dólar chegou a ser vendido a R$ 3,586. A moeda norte-americana fechou a semana com recuo de 4,5%. A queda acumulada chega a 10,3% apenas em março e a 9,04% em 2016.

Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o dia também foi de oscilações. O Ibovespa, índice da Bolsa de São Paulo, fechou com pequena queda de 0,07%, aos 49.538 pontos, depois de passar a maior parte da sessão em alta. O indicador terminou a semana com alta de apenas 0,92%.

As ações da Petrobras, as mais negociadas, terminaram a sexta-feira em alta. As ações ordinárias (que dão direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 2,85%, para R$ 10,09. As ações preferenciais (que dão preferência na distribuição de dividendos) aumentaram 1,76%, para R$ 8,09. Os dois papéis atingiram o maior nível desde o fim de novembro do ano passado.

Governo reduz juros de empréstimos com verbas de fundos constitucionais

Fonte: Agência Brasil

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu reduzir as taxas de juros dos empréstimos realizados com recursos do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE), do Fundo Constitucional do Norte (FNO) e do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO).

A medida foi aprovada na última sexta-feira (11), mas só divulgada hoje (14) pelo Ministério da Fazenda, e o objetivo, segundo informou nota do ministério, é a estabilização e recuperação da economia e estímulo ao crédito.

A nota esclarece, ainda, que a medida terá impacto negativo no patrimônio líquido dos fundos de R$ 1,8 bilhão e os encargos financeiros previstos na resolução poderão ser aplicados, mediante aditivo contratual. A expectativa é que não haja grandes efeitos no resultado primário do Tesouro Nacional, mas, segundo técnicos, se houver algum impacto, será positivo para arrecadação. 

Pela medida, a taxa cobrada de empreendedores com receita bruta anual acima de R$ 90 milhões na linha para investimentos, por exemplo, que era de 15,29% ao ano, cai para 12,95% ao ano. Para empreendedores com receita bruta anual de até R$ 90 milhões, a taxa de 14,12% ao ano tem uma redução maior ainda e passa para 11,18% ao ano.

Estado de Minas Gerais regulamenta DeSTDA

iStock 000077070255 Medium-3113owlgztgsmv8ijpq4u8

O Estado de Minas Gerais, através do Decreto nº 46.965/16, inseriu a Declaração de Substituição Tributária, Diferencial de Alíquota e Antecipação de Apuração – DeSTDA, bem como regulamentou sua utilização.

Assim, as Microempresas ou Empresas de Pequeno Porte, que procederem com operações sujeitas à Substituição Tributária (ST), deverão enviar a DeSTDA mensalmente, até o dia 20 (vinte) do mês subsequente ao da apuração, podendo este prazo ser postergada até o primeiro dia útil subsequente, se aquele vigésimo dia não for em dia útil. Sendo certo que esta obrigação irá substituir a GIA/ST e DAPI.

Esta nova obrigação acessória será gerada via Sistema eletrônico de Documentos e Informações Fiscais do Simples Nacional (SEDIF-SN) e deverá conter o imposto devido, informando os fatos geradores ocorridos a partir de 1º/01/2016, data para qual retroagirá este decreto.

Seguindo a determinação do Ajuste SINIEF nº 3/2016, as informações referente aos fatos geradores que ocorreram de janeiro a fevereiro de 2016, devem ser entregues no dia 20 de abril.

Fonte: Fecomércio/MG

 

Lei que amplia licença-paternidade para 20 dias é sancionada

licença-paternidadeFonte: Agência Brasil

O governo federal sancionou a lei que cria a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância e estabelece marco regulatório com uma série de direitos voltados para crianças de até 6 anos de idade.

O texto, aprovado no início do mês passado pelo Senado Federal, foi sancionado sem vetos pela presidenta Dilma Rousseff nesta terça-feira (8). O principal avanço da legislação é o aumento da licença-paternidade dos atuais cinco dias para 20 dias.

Por enquanto, o aumento da licença não será obrigatório para todos, mas apenas para as empresas que aderirem ao programa Empresa Cidadã, que também possibilita o aumento da licença-maternidade para seis meses. A licença-paternidade de 20 dias também valerá para adoção.

marco legal também prevê identificação e prevenção dos casos de violência contra gestantes ou crianças, em mecanismo semelhante aos já adotados em outros países, por meio do sistema de saúde.

Vendarketing – Como alinhar vendas e marketing para aumentar seus resultados

vendas e marketing
 

Uma das visões mais ultrapassadas a respeito das equipes de vendas e marketing é: enquanto a segunda cria campanhas mirabolantes, a primeira se vira para fazer tudo funcionar.

Isso, com o tempo, acabou criando uma situação estranha: profissionais de ambas vociferam uns contra os outros, além de promover constantes provocações e até discussões.

Só que o ponto central é: as duas estão sob o mesmo teto, ou seja, têm os mesmos objetivos. Eles querem vender mais e melhor. Só que nessa rixa essa informação acaba se perdendo. E quem perde com isso? Vendas, marketing e a empresa como um todo.

E basta pensar na realidade do mundo, entre crises e competição feroz, para perceber que não é possível focar em questões internas desse tipo e acabar perdendo vendas. E é aí que entra o vendarketing.

Se você ainda não conhece, ou não entendeu muito bem como essa ferramenta de nome pouco usual pode aumentar seus resultados, seus problemas a-ca-ba-ram. E o melhor: a resposta é gratuita e mais simples do que você imagina.

O que é Vendarketing

Quem pesquisa em sites em língua inglesa provavelmente já se deparou com o a palavraSmarketing (Sales + Marketing). E mesmo que inglês não seja sua praia, explicamos: Sales se traduz aqui como Vendas.

A lâmpada acendeu logo acima da sua cabeça, não é? Sim, Vendarketing é a tradução de Smarketing para a nossa língua portuguesa. Vendas e marketing colocando por terra toda essa história de rivalidade, em prol de algo muito mais valioso: uma base maior e mais satisfeita de clientes.

Como usar o vendarketing para aumentar os resultados

Partimos do pressuposto que nenhum time entra em campo para perder. Empresas investem tempo, dinheiro e esforços para poder construir e manter sua marca brilhando no mercado.

O vendarketing entra como ferramenta que permite que as equipes de vendas e marketing passem a perceber um ao outro, não como áreas de competição, mas como complementares.

Enquanto marketing trabalha para pesquisar e trabalhar o público-alvo, em termos de necessidades, desejos e hábitos de consumo, vendas entra em cena para transformar uma lead em cliente.

Ambos trabalham dentro do mesmo funil de vendas, só que em estágios diferentes, o primeiro do topo para o meio, e o segundo, do meio para o fundo de funil.

E a partir do momento em que os times se unem, alguns problemas usuais começam a diminuir e, até mesmo desaparecer. Isso significa experiência mais agradáveis para clientes e uma troca de informações que ajudam ambos a executar de uma melhor forma suas tarefas.

Alinhamento dos Times

Só que é necessário fazer com que eles percebam isso, algo que, em muitos casos, consegue ser mais difícil do que a implementação dos próprios processos de vendarketing. Portanto, uma dica bem interessante é começar com ações que mudem a percepção de uma equipe sobre a outra. Alguns exemplos:

  • Traçar ou relembrar todas as etapas do funil de vendas da sua empresa para ambos e destacar sua importância na gestão das oportunidades de venda.
  • Observar e dividir os dados que a equipe de marketing possui e que podem beneficiar a equipe de vendas;
  • Observar e dividir os dados que a equipe de vendas possui e que podem beneficiar a equipe de marketing;
  • Avaliar como as ações de venda ajudam nos processos de fidelização e aumento de interessados (futuras leads);
  • Avaliar como as ações de marketing ajudam na diminuição de ações de pós-venda e no oferecimento de leads já qualificadas.

Por mais que essas equipes não estejam, a princípio, muito propensas a fazer parte do time vendarketing, a partir do momento em que uma percebe tudo o que a outra pode oferecer para melhorar a vida do outro, fica bem mais fácil passar a perceber o outro de uma forma mais positiva.

Só que não basta apenas isso. Para que essa nova equipe possa surgir, é preciso aprender a fazer a gestão de pessoas. Isso significa, na prática, estudar os passos e administrar a implementação do vendarketing de forma constante e transparente.

Alguns passos para garantir a integração

  • Adotar uma linguagem em comum

É preciso partir do pressuposto de que ninguém é obrigado a saber nada, mas isso não significa que devem ser refratários às novidades. Vale ser um pouco Silvio Santos: “quem quer dinheirooo?”. Todo mundo quer conquistar mais – um aumento, um cargo melhor, bônus – e para isso precisam se adaptar.

Por isso, comece criando manuais para que ambos entendam seus papéis e como eles funcionam dentro da empresa como um todo. Estabeleça uma língua que ambos entendam, simples e direta, evitando termos técnicos.

  • Criar um sistema de comunicação eficaz

As ferramentas de marketing e vendas usadas são diferentes? Como criar canais em comum? Esse sistema de comunicação deve ajudar tanto os gestores e diretores a entender e acompanhar o vendarketing, quanto promover a integração diária entre os times.

  • Implementar um SLA

Service Level Agreement (SLA), ou como também é conhecido: um acordo formal de trabalho, é um documento que estabelece qual o papel de cada para conquistar e fidelizar clientes, aumentando os resultados.

Muitas pessoas olham com uma certa desconfiança para o SLA, por achar que não é necessário ser tão formal. Mas é, sim. Por quê? Porque sem um contrato, fica impossível garantir que os obstáculos e problemas que tendem a surgir (são naturais) possam ser facilmente resolvidos, a partir da atribuição de responsabilidades.

  • Razão acima da emoção

Não somos máquinas, mas no momento em que implantamos uma ferramenta que visa organizar duas áreas de atuação é preciso deixar um pouco as emoções de lado.

Enquanto tudo vai bem, fica mais fácil contornar, mas se numa reunião o clima azeda, é preciso analisar os dados e perceber, a partir deles, se as brigas fazem algum sentido e ser bem prático, finalizando as questões sem sentido ou propor ações práticas para corrigir as falhas.

É necessário que as pessoas entendam que uma engrenagem bem ajeitada funciona melhor do que peças que se recusam a se integrar no conjunto.

Tanto vendas como marketing não devem vestir camisas de setores, mas em defesa de uma única empresa. O vendarketing está aí para ajudar a organizar as peças buscando o melhor encaixe.

Resultado do PIB trava comércio brasileiro

As expectativas se validaram, e a economia brasileira fechou 2015 em queda. A retração do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) brasileiro foi de 3,8% em relação a 2014. Considerando a série anterior, o desempenho é o pior desde 1990, quando o recuo chegou a 4,3%. Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 5,9 trilhões, e o PIB per capita ficou em R$ 28.876 em 2015 – uma redução de 4,6% diante de 2014. Outro número que preocupa principalmente os varejistas foi o resultado do comércio. Segundo IBGE, o comércio registrou queda de 8,9% na atividade comercial do ano passado, ficando atrás apenas da indústria de transformação


“Há 25 anos o Brasil e o comércio não viam números tão ruins. Esse é o reflexo do caótico cenário político, que vem interferindo diretamente na nossa economia. O resultado nos mostra que somente a retomada da economia vai reverter a situação”, diz Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).


A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), de 14,1%, também teve a maior queda da série desde 1996, superando o recuo de 8,9% de 1999. Honório Pinheiro acredita que é fundamental que ocorra estímulos de investimentos. “Para liderar esse processo, do lado do governo, é preciso adotar medidas de recuperação econômica. Pelo lado da classe privada, é preciso retomar os investimentos. O Sistema CNDL vem tratando algumas pautas para que o varejo brasileiro não termine o ano 2016 com o resultado tão arrasador para o setor. “, diz Honório Pinheiro.

 

Fonte: CNDL

Três motivos pelos quais a loja física é imbatível quando comparada à venda pela internet

Untitled-1

 

No ano de 2015 o comércio eletrônico cresceu 22%. Número impressionante em tempos de crise e para um setor que já havia crescido 14% em 2014. As ofertas de preços são a principal ferramenta competitiva do on-line, baseada principalmente na menor estrutura de custos fixos que permitem às lojas virtuais praticarem preços finais menores.

 

Entretanto, algumas características do varejo físico se tornaram imbatíveis quando comparado à venda pela internet. Três delas têm conquistado a preferência de compra dos consumidores na loja física, reduzindo a importância da comparação de preços no processo de compra por agregar maior valor ao produto final.

 

1. Experiência

A experiência de compra é formada por percepções sensoriais e emocionais que os clientes experimentam durante o processo da compra. Sensações podem ser planejadas, induzidas e controladas no ambiente físico da loja para produzir determinadas percepções, então é bem provável que a maioria das lojas que você goste e aquelas que você lembre primeiro, foram planejadas para isso.

 

2. Atendimento

A equipe da loja tem influência direta no resultado das vendas. O contato humano no processo de venda tem o poder de ampliar a percepção dos clientes acerca de produtos, esclarecer dúvidas, oferecer dicas e é capaz de influenciar a decisão de compra. A gestão de pessoas está elevando o envolvimento dos clientes no processo de compra a um patamar totalmente novo. Funcionários engajados se tornam verdadeiros embaixadores da marca porque sentem paixão e tem ligação com a empresa que trabalham.

 

3. Comunicação visual

A comunicação visual ao redor da exposição e dos produtos tem a capacidade de inspirar novas possibilidades e despertar o interesse dos clientes. Apresentar e demonstrar um produto pode ser empolgante e motivador, esclarecendo não só a ficha técnica do produto, mas ambientando cenários e estimulando percepções. 

Mais do que apresentar produtos e preços, o visual merchandising das lojas é um instrumento de atração e inspiração único para os clientes que não depende de “clique” para ser visualizado. Espaços e criações autênticas de comunicação são capazes de transmitir conceitos, criar sonhos e estimular as vendas.

 

Fonte: Falando de Varejo

Distinção de preço nos pagamentos com cartão de crédito

Fonte: FCDL-MG e Departamento Jurídico ACIP/CDL

De acordo com a Portaria n.º 118/94 do Ministério da Fazenda, o estabelecimento que receba pagamento da modalidade cartão de crédito não poderá fazê-lo com distinção do preço à vista, devendo praticar o mesmo preço do pagamento em dinheiro (considerado à vista).

Nas modalidades de pagamento à prazo, inclusive com parcelamento, o estabelecimento poderá impor a cobrança juros na venda, desde que respeitado o limite legal de 1% ao mês mais correção monetária. 

Com relação ao pagamento parcelado no cartão de crédito, é preciso que o estabelecimento esclareça ao consumidor que poderá haver cobrança de juros, tanto pelo estabelecimento quanto pelo diretamente contratado pelo cliente junto à administradora de cartão de crédito.

Lembramos que a empresa não é obrigada a vender de forma parcelada no cartão de crédito. Contudo, se o fizer, não está obrigada ao pagamento como se à vista fosse.


Confiança do empresário do comércio cresce 2,2%

 

 

Fonte: Agência Brasil

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,2% na passagem de janeiro para fevereiro. É a segunda alta consecutiva do indicador ajustado sazonalmente, isto é, que leva em consideração as variações características de cada mês do ano. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Icec chegou a 80,2 pontos.

Apesar da alta na comparação mensal, o indicador continua em queda ao apresentar um recuo de 19,9% em relação a janeiro de 2015. A avaliação de empresários é feita em uma escala de zero a 200 pontos, onde a pontuação abaixo de 100 pontos é considerada de pessimismo.

A alta mensal foi influenciada principalmente pela opinião dos empresários em relação ao momento atual, que melhorou 16,3%. Eles estão mais confiantes em relação ao desempenho da economia (35,7%), ao comércio (20,3%) e ao próprio negócio (9,5%).

As avaliações sobre investimentos também melhoraram em relação a janeiro (1,4%). Os entrevistados pretendem investir mais nas empresas (8,3%) e consideram mais adequados seus estoques (2,1%). Apesar disso, eles pretendem investir menos na contratação de funcionários (3,8%).

Os empresários estão menos otimistas em relação ao futuro do que estavam em janeiro (-0,7%), devido ao pessimismo em relação ao comércio (-1%) e ao seu próprio negócio (-1,6%). Mas eles melhoraram em 0,9% a expectativa em relação à situação da economia nos próximos meses.

 

 

Como reduzir os efeitos da sazonalidade no seu negócio

Como lidar com sazonalidadeEis que estamos chegando em mais um fim de ano. Alguns celebrando um ótimo 2015, outros que sofreram com a instabilidade econômica, mas uma coisa é fato: o consumo nessa época é muito diferente do que no resto do ano. Essa é a chamada sazonalidade.
 
O setor de serviços de forma geral dá uma diminuída boa, mas o varejo aproveita muito do seu ganha pão nessa época. Daí fica a pergunta: como se planejar para essa diferença da demanda?
 
Quem já é mais experiente, conhece muito bem seus ciclos de venda e consegue ajustar o planejamento sem grandes dores de cabeça. Mas para quem é marinheiro de primeira viagem e ainda não sabe como lidar com esse aumento da demanda, seguem algumas dicas importantes.
 
Converse com empreendedores mais experientes
 
Apesar de parecer imprevisível como o mercado se comportará, pode ter certeza que alguém já passou por situações parecidas antes, inclusive em períodos de crise.
 
Por isso, para ter uma noção exata do estoque que você precisará ou o quanto vale a pena aumentar o investimento de marketing (lembre-se que todos os concorrentes farão isso), conversar com empreendedores mais experientes é fundamental.

Em algumas coisas vale a pena ser extremamente inovador e criar novos modelos do zero, mas esse não é um desses itens.

Sem dúvidas você precisará adaptar os modelos de outros empreendedores para a sua própria realidade, mas ter uma referência inicial ajuda muito a montar um planejamento realista.

Planeje o estoque pensando em produtos que podem ser vendidos depois
A não ser quem trabalha com produtos exclusivos para natal e ano novo, que teoricamente já deveria conhecer muito bem seu mercado, vale a pena lembrar que caso o aumento da demanda não aconteça conforme o previsto, esses produtos podem servir de estoque para os meses seguintes.

De forma geral, é melhor sobrar estoque do que ter a chamada Back Order, que é quando o cliente quer comprar, mas não consegue.

A lógica é simples. Um produto que fica em estoque pode ser vendido depois, enquanto um cliente que não consegue o que quer vai conseguir em outro lugar, fechando uma janela de oportunidade valiosa.

Crie opções de pacotes que podem ser vendidos em conjunto
Outra forma bacana de não deixar alguns produtos acumulados no estoque é a criação de pacotes.

Desde presentes, que podem ser comprados pra toda a família (ex.: perfumes femininos junto com camisas polo e brinquedos) até itens do mesmo contexto (ex.: livros e blu-rays de super-heróis), a estratégia pode ajudar a aumentar o quanto cada cliente compra na sua loja.

Vale a pena ressaltar que nessa época as pessoas compram não só pra si, mas pra “todo mundo”. Quanto mais opções você puder oferecer, maior a conveniência para o cliente, o que com certeza se reverterá em melhores vendas.

Além dos produtos, garanta a compra o mais fluida possível
Todas as dicas citadas acima estão relacionadas a vendas e marketing, mas não podemos esquecer da parte operacional que garante que tudo vai dar certo.

Desde características técnicas, como velocidade de carregamento do site e se ele é adaptado para dispositivos móveis até itens como aceitar os meios de pagamentos mais utilizados, é essencial que toda a parte “por trás das cortinas” funcione de forma impecável.

Outro item importante nessa época é a logística. Considerando que muita gente deixa pra comprar em cima da hora, garantir um prazo de entrega diferenciado, mesmo que mais caro, é sem dúvidas um atrativo grande para se destacar nessa época.

Conclusão: Nessa época, conveniência para o cliente é tudo
O fim de ano gera uma situação que é desejada por qualquer vendedor. O cliente está com dinheiro para gastar e precisa gastar rápido, para não chegar de mãos vazias na hora de dar aqueles presentes.

Para aproveitar o melhor possível essa situação, preparação é fundamental.

Nessa linha, uma dica especial para quem vende através do site (será que alguém ainda não vende pela internet?!?), o Microsoft Azure.

Em termos práticos, o Microsoft Azure te dá uma flexibilidade enorme na hospedagem do seu e-commerce.

Além de preços bem acessíveis para quem está começando (inclusive com versões pré-pagas), a estrutura do Azure permite que o serviço aumente ou diminua rapidamente, conforme a demanda altera.

Ou seja, na hora que bater aquele pico enorme, o servidor se ajusta para garantir que todos seus clientes consigam acessar o site. No momento em que o movimento voltar ao normal, seu custo também volta ao normal, sem dor de cabeça alguma.