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Número de empresas inadimplentes cresce 13,01% em maio, aponta indicador do SPC Brasil

O número de empresas inadimplentes voltou a crescer em maio deste ano, avançando 13,01% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O levantamento é do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Além do aumento no número de empresas inadimplentes, houve também um crescimento na variação da quantidade de dívidas em atraso em nome de pessoas jurídicas: 16,21% a mais em maio deste ano, em relação a maio do ano passado. Já na passagem de abril para maio, sem ajuste sazonal, a alta foi de 0,71% na quantidade de empresas inadimplentes e de 0,86% no volume de dívidas.

Os dados levam em consideração todas as regiões brasileiras com exceção do Sudeste, onde vigora no estado de São Paulo a Lei Estadual nº 15.659 que dificulta a negativação de pessoas físicas e jurídicas. Segundo o indicador, a região em que mais aumentou o número de empresas negativadas no último mês foi o Nordeste, com avanço de 14,69% na comparação com igual período de 2015. Em seguida aparece o Centro-Oeste, que registrou avanço de 13,72% na mesma base de comparação, o Norte (12,49%) e o Sul (10,89%).

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, os dados refletem o aprofundamento do quadro recessivo da economia brasileira, que conta com juros elevados, o que acaba encarecendo o custo do capital. ”O recuo da atividade econômica tem refletido em queda do faturamento das empresas e, com isso, a capacidade desses empresários honrarem seus compromissos e manterem um bom fluxo de caixa também é afetada”, explica o presidente.
Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a dificuldade dos empresários em manter os compromissos com os fornecedores em dia está diretamente relacionada à alta dos preços, ao encarecimento do crédito e aos baixos índices de confiança da população para consumir e dos empresários para realizar investimentos. “A conjuntura de todos esses fatores econômicos dificulta o crescimento da atividade produtiva no país”, afirma a economista.

De acordo com o indicador do SPC Brasil, o setor credor que apresentou o maior crescimento das dívidas de pessoas jurídicas – ou seja, para quem as empresas estão devendo – são as indústrias (21,51%), seguidas de perto pelo comércio (21,11%). Completam o ranking de setor credor o segmento de serviços, que engloba bancos e financeiras (14,50%) e de agricultura (0,51%).

Entre os segmentos devedores, as altas mais expressivas ficaram com serviços (15,50%) e comércio (13,2%), seguidos pelas empresas que atuam na área da indústria (12,60%) e da agricultura (7,74%).

Sete em cada dez brasileiros acreditam que gastos com beleza são uma necessidade e não um luxo, aponta pesquisa

Fonte: CNDL

O consumidor brasileiro é vaidoso com a aparência e admite gastar com produtos e serviços de beleza para melhorar a autoestima. A constatação é de um levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais e no interior dos 26 Estados e do Distrito Federal. Segundo dados do estudo, seis em cada dez (62,7%) brasileiros consideram-se pessoas vaidosas e preocupadas com sua aparência e 65,7% concordam com a ideia de que cuidar de beleza não é luxo, mas uma necessidade. Outro número que reforça a preocupação do brasileiro com a própria imagem é que quase a metade dos entrevistados (49,4%) acredita que gastar dinheiro com o propósito de melhorar a aparência física é um investimento que vale a pena, ao proporcionar sensação de felicidade e satisfação.

Há ainda uma parcela considerável de consumidores que reconhece exagerar nesse tipo de gasto, colocando em risco a saúde financeira: quase um quarto (23,4%) dos consumidores brasileiros assume o hábito de gastar mais do que efetivamente pode com cuidados estéticos, sendo o comportamento mais frequente entre mulheres (26,5%), pessoas com idade entre 18 e 34 anos (29,0%) e pertencentes à classe C (25,0%).

O estudo sugere que a preocupação com a aparência tem uma ligação direta com as relações sociais e de trabalho. Também foi perguntado aos consumidores sobre as características que mais influenciam o sucesso profissional de uma pessoa e, os resultados mostram que a boa aparência foi a quarta opção mais citada (32,1%), ficando à frente de atributos como inteligência (28,9%), disciplina (23,4%), atendimento atencioso (21,7%) e simpatia (20,9%). As primeiras colocações ficaram com esforço e dedicação (48,1%), qualificação e estudo (47,4%) e honestidade (41,4%). De acordo com o estudo, sete em cada dez (74,8%) entrevistados acreditam que pessoas bem cuidadas aparentam ser profissionais melhores e mais da metade (52,6%) concordam que pessoas bonitas têm mais oportunidades na vida – opinião partilhada sobretudo entre os entrevistados da classe C (54,7%).

“O estudo mostra que o investimento em beleza reflete não apenas a busca pelo bem-estar e felicidade das pessoas, mas também como um investimento na possibilidade delas encontrarem melhores oportunidades na vida pessoal e profissional”, explica o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, que ainda faz um alerta: “cuidar da beleza é importante para manter a autoestima e a satisfação consigo mesmo, mas isso pode ser feito sem gastar muito e sem prejudicar o orçamento doméstico, desde que o consumidor faça uma lista de prioridades e ajuste seus hábitos de consumo ao tamanho do bolso”, garante.

Para 57% dos consumidores produtos de beleza têm poder para mudar aparência

Gastos com roupas, calçados e assessórios (40,5%), alimentação saudável (40,2%), cuidados com a unha (30,3%) e com os dentes (38,0%), controle do peso (35,4%), cremes para o corpo e rosto (34,5%), atividades físicas (32,5%) e pintura do cabelo (26,9%) são as medidas mais tomadas pelos consumidores entrevistados para cuidar da beleza. O estudo descobriu ainda que mais da metade (57,4%) dos consumidores acreditam que os produtos de beleza têm a capacidade de modificar a aparência das pessoas para melhor, chegando a 66,8% entre as mulheres e 61,6% entre os consumidores da classe C. Quanto às motivações dos que consomem produtos para ficar mais bonitos, a pesquisa indica que a principal delas é o aumento da autoestimaa (62,1%).

A pesquisa também procurou saber quais são os produtos ou serviços que os entrevistados têm a intenção de adquirir nos próximos três meses para cuidar da aparência e constatou que os cosméticos estão em primeiro lugar do ranking, com mais da metade das citações (50,7%), seguidos pelas roupas, calçados e assessórios (43,9%) e pelos cuidados com o cabelo, unha, barba e pelos (42,3%). Outras opções ainda mencionadas foram tratamentos odontológicos (24,4%), maquiagens (20,9%) e remédios e vitaminas (19,0%).

Já com relação aos tratamentos de maior valor financeiro e de maior complexidade que os entrevistados desejam realizar pelos próximos 12 meses, os mais mencionados são clareamento dentário (20,9%), aparelho para correção nos dentes (14,8%) e a aplicação de porcelana nos dentes (10,4%).

Preço e qualidade dos produtos são características mais avaliadas

Na avaliação dos consumidores brasileiros, o valor é o principal fator a ser levado em conta no momento de escolher o local de compra dos produtos e serviços de beleza e estética: 58,1% consideram o preço como a condição mais importante, ao passo que 47,1% dão mais atenção à qualidade do produto e 33,2% ao atendimento.

Quanto às características dos produtos, os consumidores consideraram de alta influência fatores como qualidade (79,4%), cheiro (71,0%) e preço (70,8%).  O estudo também descobriu que a associação de pessoas famosas a determinadas marcas e produtos é uma estratégia que impacta um grupo pequeno de entrevistados: apenas 20,2% atribuem alta influência ao uso da imagem de celebridades na escolha de um produto de beleza, ficando em último lugar entre todos os investigados no estudo. Já as principais fontes em que as pessoas mais pesquisam e buscam informações sobre produtos e serviços de beleza são amigos e familiares (46,8%), sites especializados (42,7%) e redes sociais (22,1%). Principalmente antes de adquirir cosméticos (54,4%), vestuário (43,1%) e maquiagens (23,6%).

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, “a pesquisa é um indicativo de que empresários do ramo de beleza precisam investir não apenas em produtos acessíveis financeiramente, mas também em itens capazes de corresponder às expectativas da qualidade de quem os adquire, pois o consumidor tem se mostrado mais exigente e informado”.

Maioria dos brasileiros admite ser vaidosa e 55% se preocupam com opinião alheia

A pesquisa indica que a vaidade é parte da característica da maioria dos brasileiros: 62,7% consideram-se pessoas vaidosas – sendo que 12,7% são muito ou extremamente preocupados com a aparência. A nota média geral que o brasileiro atribui para si quando levada em conta a aparência física é 7,0, numa escala que varia de zero a dez. A pesquisa detectou ainda que as pessoas vaidosas são mais frequentemente encontradas entre as mulheres (67,7%) e aqueles com idade entre 18 e 34 anos (71,2%). Em contrapartida, 37,3% dos entrevistados não podem ser definidos como vaidosos, dentre esse grupo, a principal justificativa é a falta de importância dada ao assunto, já que o foco está em outras prioridades de vida (51,8%). Porém, nem sempre o cuidado com o visual é uma questão de escolha: 27,3% alegam não ter dinheiro para se cuidar.

De modo geral, o estudo comprova que os brasileiros dão atenção considerável ao visual: 82,9% se sentem mais atraentes quando estão arrumados, 44,8% estão preocupados em evitar os efeitos do envelhecimento, 33,6% admitem que ter uma boa aparência é uma das suas principais preocupações na rotina diária e 55,0% se importam com a opinião das demais pessoas a respeito da sua aparência física.

 

Na contramão do mundo, Brasil tributa mais o consumo

Depois de um dia de trabalho, você senta tranquilamente em uma cafeteria e pede um cafezinho, um bolo de brigadeiro e uma água mineral. Com certeza, a última coisa que vai estar pensando é quanto de imposto vai pagar. Mas vamos lá ao “prato indigesto”: 16,52% no cafezinho; 33,95% no bolo e, em uma simples garrafinha de água, 37,44%. Muita gente nem se dá conta disso. De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), nós pagamos hoje 63 tributos entre impostos, taxas e contribuições.

 

O lado mais cruel é que essa taxação é maior sobre o consumo no Brasil. Segundo levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – órgão internacional que reúne 34 países e que promove políticas de desenvolvimento econômico e bem-estar social –, o índice é de cerca de 65% (veja gráfico ao lado). A carga tributária na renda, por exemplo, é pouco mais de 20%.

 

O que isto significa? O professor do curso de ciências contábeis do Ibmec/MG Paulo Machado é taxativo: “Essa carga tributária maior em consumo quer dizer que, proporcionalmente, quem tem uma renda menor paga mais impostos. É uma tributação injusta, porque penaliza quem ganha menos”.

 

Ele esclarece que, já nos países desenvolvidos, normalmente a maior carga tributária recai sobre a renda e o patrimônio. “É uma forma mais justa de taxar”, afirma.

 

Fonte: O Tempo

Cheque especial: taxa de juros atinge recorde de 311,3% ao ano

A taxa de juros do cheque especial continuou a subir em maio. De acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (28/06), a taxa do cheque especial subiu 2,6 pontos percentuais, de abril para maio, quando ficou em 311,3% ao ano.


Essa é a maior taxa da série histórica do BC, iniciada em julho de 1994. Em 12 meses, essa taxa já subiu 79,3 pontos percentuais.

A taxa de juros do rotativo do cartão de crédito é ainda maior: chegou a 471,3% ao ano, em maio, com alta de 18,9 pontos percentuais em relação a abril. Em 12 meses, a taxa subiu 111 pontos percentuais.

 

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando parcela o valor integral da fatura do cartão. Essa é a modalidade com taxa de juros mais alta na pesquisa do BC.

 

A taxa média das compras parceladas com juros, do parcelamento da fatura do cartão de crédito e dos saques parcelados caiu 1,5 ponto percentual para 148,9% ao ano.

 

A taxa do crédito pessoal, sem considerar operações consignadas (com desconto das prestações em folha de pagamento), caiu 0,9 ponto percentual para 129,9% ao ano. A taxa do crédito consignado caiu 0,1 ponto percentual para 29,6% ao ano.

 

A taxa média de juros cobrada das famílias subiu 0,7 ponto percentual para 71,7% ao ano. A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas subiu 0,1 ponto percentual para 6,3%.

 

No caso das empresas, a taxa de inadimplência subiu 0,3 ponto percentual para 5,4%. A taxa média de juros cobrada das pessoas jurídicas caiu 0,5 ponto percentual para 30,6% ao ano.

 

Esses dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa de juros para as pessoas físicas subiu 0,4 ponto percentual para 10,4% ao ano. A taxa cobrada das empresas subiu 0,2 ponto percentual para 11,8% ao ano.

 

O saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos subiu 0,1%, em maio, quando ficou em R$ 3,144 trilhões. Esse valor correspondeu a 52,4% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB), ante o percentual de 52,6% registrado em abril deste ano.

 

Fonte: Portal Diário do Comércio

Consumidor brasileiro está mais otimista pelo segundo mês seguido

A confiança do consumidor subiu pelo segundo mês seguido em junho, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 3,4 pontos em junho ante maio, registrando 71,3 pontos, maior nível desde junho de 2015, quando foi 73,2.

 

O índice é calculado dentro de uma escala de pontuação de até 200 pontos. Quanto mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor - leituras acima de 100 são consideradas favoráveis. A média dos últimos cinco anos é 95,0 pontos, bem acima do nível atual.

Para Viviane Seda Bittencourt, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV) e coordenadora da Sondagem do Consumidor, o avanço do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff aparece como principal fator por trás da melhora no nível da confiança do consumidor nos últimos dois meses.

 

Segundo Viviane, a associação entre o impeachment e a melhora da confiança está baseada em dois pontos. O primeiro é o fato de o movimento ter sido verificado tanto em maio, mês em que o Senado Federal decidiu pela admissibilidade do processo, quanto em junho. O outro ponto é a alta ter sido puxada pelas expectativas.

 

Entre os componentes do ICC, o Índice de Expectativas (IE) avançou 6,0 pontos em junho, atingindo 77,1 pontos, maior nível desde janeiro de 2015 (81,7). Já o Índice da Situação Atual (ISA) caiu 0,8 ponto, atingindo 64,7 pontos. Em maio, o IE já havia subido 5,3 pontos em relação a abril, ao passo que o ISA avançara apenas 0,8 ponto.

 

“Normalmente, as expectativas antecedem uma melhora na situação atual”, afirmou Viviane, ponderando, por outro lado, que não é possível dizer quanto tempo levará para isso ocorrer no contexto atual. “O momento é atípico”, disse a pesquisadora.

 

O avanço do processo de impeachment reduz a incerteza política e, por isso, permite as famílias ficarem menos pessimistas, de acordo com Viviane. O mesmo processo tem sido verificado nos índices de confiança empresarial.

 

Ainda assim, a melhoria recente nas expectativas passa longe de levar a uma maior propensão ao consumo das famílias, fundamental para impulsionar a recuperação da economia. Pesa sobre o consumo das famílias um ciclo de retração que envolve inflação, desemprego e endividamento, todos esses fatores medidos no ISA, que avalia a percepção sobre o momento econômico do País e financeiro da família.

Para a pesquisadora da FGV, a piora do mercado de trabalho é o fator de maior peso, pois, com o aumento do desemprego, as famílias ficam mais endividadas e param de consumir.

 

Classes - A alta da confiança do consumidor esteve presente em junho em todas as quatro classes de renda pesquisadas, com a melhora mais expressiva ocorrendo entre os consumidores com renda familiar entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600,00, em que o Índice de Confiança do Consumidor aumentou 4,2 pontos.

 

“O resultado geral da pesquisa mostra que os consumidores estão se tornando gradualmente menos pessimistas em relação à evolução da economia e das finanças pessoais, ainda que a percepção sobre as condições presentes seja muito ruim, colaborando para manter o ICC em patamar historicamente baixo”, finaliza a FGV.

 

Fonte: Diário do Comércio

Milionários listam 6 estratégias para ganhar dinheiro a partir do zero

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Fonte: UOL Economia

Guardar dinheiro é fundamental para aumentar o seu patrimônio. Mas antes de pensar em poupar é preciso primeiro ganhar, lembra o milionário Steve Siebold, que já entrevistou 1.200 das personalidades mais ricas do mundo.

"As pessoas estão tão preocupadas em juntar cupons de descontos e viver economicamente que acabam perdendo grandes oportunidades. Os ricos também reconhecem que economizar é importante, mas sabem que ganhar dinheiro é ainda mais relevante", explica.

 

O site "Business Insider" organizou uma lista com as melhores estratégias para aumentar sua riqueza, de acordo com milionários que construíram, do zero, seu caminho para o sucesso. Veja seis delas:

Não é preciso ter dinheiro para ganhar dinheiro

Os ricos querem sempre ser pioneiros e ter as melhores ideias, então eles não têm medo de apostar em seu potencial e de confiar seu futuro ao bolso de outras pessoas.

"Os milionários sabem que o dinheiro está sempre disponível, já que as pessoas afortunadas estão constantemente à procura de bons investimentos que lhe proporcionem altas rentabilidades", diz Siebold.

Além disso, você não precisa ter dinheiro para ganhar dinheiro: "A verdade é que você precisa ter boas ideias para resolver seus problemas e aumentar sua renda. Ideias criativas são o ponto-chave para ganhar dinheiro, mas a maioria das pessoas está tão focada na origem do dinheiro, que ignora seus pensamentos, mesmo eles sendo os responsáveis por atrair a riqueza".

Crie diferentes fluxos de renda

De acordo com o estudo de Thomas C. Corley sobre milionários, muitos deles buscam desenvolver diversos fluxos de renda, de modo a diversificarem seu portfólio e, consequentemente, a entrada de capitais. O relatório mostra que 65% deles têm três fluxos distintos, 45% possuem quatro e 29% deles investem em cinco ou mais fontes de renda diferentes.

Dentre esses fluxos adicionais encontram-se o aluguel de imóveis, os investimentos no mercado de ações e participações em sociedades de negócios. "Três fluxos adicionais é o número mais comum entre os milionários, de acordo com meu estudo, mas quanto mais fluxos você criar em sua vida, mais segura será a sua situação financeira", escreve.

Coloque o seu dinheiro para trabalhar

"O único motivo para guardar dinheiro é para investi-lo", escreve Grant Cardone, que estava totalmente endividado e sem dinheiro aos 21 anos e conseguiu dar a volta por cima, alcançando o milhão aos 30. "Coloque o seu dinheiro em uma conta segura e 'intocável'. Nunca utilize esse capital para nada, nem para uma emergência", recomenda.

Apesar de investimentos serem, em teoria, arriscados, é uma das melhores formas de ganhar dinheiro. Segundo Ramit Sethi, autor do best-seller "I Will Teach You to Be Rich" (Vou Te Ensinar a Ser Rico, em tradução livre), os milionários investem, em média, 20% de sua renda todos os anos.

Isso acontece, porque o patrimônio deles não é medido pela quantidade de dinheiro que ganham ao final de cada ano, mas pela quantia que conseguem guardar e investir ao longo do tempo.

Maioria dos negócios criados no País em 2016 é de microeemprededores individuais

As regiões Sul e Sudeste são as principais responsáveis pelo aumento no surgimento de novas empresas no Brasil no primeiros quatro meses do ano. De janeiro a abril, 674.975 novos negócios foram criados no País, alta de 4,1% em relação a igual período de 2015 e o maior nível desde 2010, segundo levantamento. No entanto, por região, apenas Sul e Sudeste apresentaram expansão, de 1,8% e 4,8%, respectivamente. Entre as demais regiões, que registraram queda, o Centro-Oeste teve o maior recuo: 6,5%.

O Nordeste teve o segundo pior desempenho, com retração de 5,7%, à frente da região Norte, onde o número de empresas criadas caiu 3,5% no acumulado do ano até abril. A maior parte das empresas criadas foi, mais uma vez, formada por microempreendedores individuais (MEIs), dessa vez em nível ao superior do ano passado. Nos quatro primeiros meses deste ano, os MEIs representaram 80,1% dos novos negócios, contra 72,1% em 2015 e, numa comparação mais distante, 42,4% em 2010. Economistas afirmam que esta maior participação dos MEIs é resultado do aumento do desemprego, que impulsiona trabalhadores desempregados a buscarem alternativas para geração de renda.

O setor de serviços continuou sendo o mais procurado pelos empreendedores, com a abertura de 425.026 novas empresas no primeiro quadrimestre de 2016, o equivalente a 63,0% do total de novos negócios. Em seguida, 192.002 empresas comerciais (28,4% do total) surgiram nos quatro primeiros meses do ano e, no setor industrial, foram abertas 56.266 empresas (8,3% do total). Inadimplência - Apesar do maior número de negócios criados no Brasil, a crise tem elevado a inadimplência das empresas em operação no País.

Outra pesquisa da Serasa, divulgada no início do mês, mostrou que, em abril, mais da metade das empresas brasileiras estava inadimplente. São 4,4 milhões de companhias com dívidas em atraso, de um total de cerca de 8 milhões de negócios em atividade. Esse índice é recorde - a marca anterior tinha sido batida em junho do ano passado, quando 3,8 milhões de empresas estavam inadimplentes. O total das dívidas soma R$ 105,6 bilhões. O levantamento aponta ainda que, do total de companhias inadimplentes, 45,2% são comerciais (lojas de vestuário, concessionárias, lojas de eletrônicos, entre outros), 45% são do segmento de serviços (bar, restaurante, salões de beleza, turismo, entre outros) e 8,9% são indústrias. O Sudeste é a região que concentra a maioria das empresas com dívidas em atraso do país: 51%. Em segundo lugar aparece o Nordeste, com 17,9%, seguido do Sul (16,6%), Centro-Oeste (8,9%) e Norte (5,7%).

Pesquisas mostram aumento da demanda de MPEs por crédito

Dois levantamentos divulgados nesta terça-feira (21/06), mostram que o interesse de empresas por financiamento aumentou em maio na comparação com abril. 


De acordo com o  indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, houve avanço de 12% na busca por financiamentos no mês passado em relação ao mês anterior.


O avanço resultou, sobretudo, da intenção de micro e pequenas empresas (+12,6%), visto que as companhias de porte médio registraram uma alta bem menor (+0,4%), e as grandes diminuíram em 0,2% a sua procura por crédito.


O mesmo apetite por capital entre as micro e pequenas empresas foi observado no Indicador de Demanda por Crédito MPE, que cresceu 15,1% em maio ante abril e chegou a 13,44 pontos. O índice é calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).


No confronto de maio com o mesmo período do ano passado, as pesquisas apontam movimentos divergentes. O levantamento da Serasa mostrou um aumento da demanda por crédito também em relação a maio de 2015 no caso das MPEs (+12,1%), enquanto o levantamento do SPC Brasil e da CNDL apontou uma retração (de 16,36 pontos para 13,44 pontos).


Na avaliação do SPC, essa variação reflete a tendência ao longo de toda a série histórica de os micro e pequenos empresários estarem com baixa intenção de contratar crédito.

 

Fonte: Diário do Comércio

Consumidor idoso está no topo da lista de inadimplentes em Minas Gerais

A inadimplência entre os consumidores do Estado cresceu 3,43% em maio na comparação com o mesmo mês de 2015. Em relação a abril deste ano, a elevação foi mais leve, de 0,17%, mas foi a quinta vez consecutiva. Os idosos, impactados pela combinação de gastos com planos de saúde, remédios e redução do poder de compra, representam a faixa etária que mais contribuiu para o aumento da inadimplência em Minas no período. Os dados são de pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).

 

De acordo com o levantamento, a inadimplência entre as pessoas com mais de 65 anos cresceu 13,6% em maio frente ao mesmo mês de 2015. Para o presidente da CDL/BH, Bruno Falci, os idosos sofrem com a redução da renda e aumento dos gastos. “Idosos, normalmente, são aposentados e a aposentadoria não é corrigida pela inflação, então existe uma perda maior do poder de compra. Ao mesmo tempo, o custo de vida também é mais alto, com planos de saúde e remédios mais caros”, explicou.

 

Falci destacou ainda que acredita que a sequência de aumentos da inadimplência neste ano é resultado da retração econômica do País, do aumento da inflação e do desemprego. Em relação ao mês anterior, em janeiro a inadimplência no Estado aumentou 0,59%. Ficou em 0,2% em fevereiro, 0,71% em março, 1,22% em abril e 0,17% em maio.

 

Ao ser questionado sobre a redução do ritmo do crescimento da inadimplência no Estado, o presidente da CDL/BH pontuou que o “fenômeno” está ocorrendo porque “quem corre o risco de ser inadimplente é quem consome e muita gente deixou de comprar, inclusive jovens que perderam emprego”.

 

“Isso é reflexo da economia equivocada e irresponsável do governo nos últimos anos. O pior exemplo que temos em termos de educação financeira é de quem deveria dar o maior exemplo, que é o governo. Se você não pratica a ‘Lei de Responsabilidade Fiscal’, como pessoa física, você se torna inadimplente”, criticou.

 

Gênero - Na comparação por gênero, entre maio deste ano e igual mês em 2015, a inadimplência aumentou mais entre as mulheres (3,83%), enquanto os homens fecharam o período com alta de 2,44%. O presidente da CDL/BH destaca que essa diferença pode ser explicada pela compra por impulso, que, sendo maior entre o público feminino, aumenta as chances de um não pagamento das dívidas pela falta de planejamento.

 

Por faixa etária, na mesma comparação, inadimplência teve maior aumento, depois dos idosos, entre os consumidores de 50 a 64 anos (9,18%). Em seguida, aparecem as faixas de 40 a 49 anos (7,63%); 30 a 39 (5,14%); 25 a 29 (0,28%). O único grupo que apresentou queda na inadimplência foram os consumidores de 18 a 24 anos, com retração de 20,51%.

 

O número de dívidas em atraso em Minas Gerais também apresentou crescimento, de 3,72% em maio sobre o mesmo mês de 2015. Em relação a abril, a alta foi bem mais leve, de 0,02%. Para falci, os juros elevados acabam dificultando a negociação dos débitos.

 

Fonte: Diário do Comércio

Inflação medida pela Fipe inicia junho em ritmo menor

Fonte: FCDL-MG

 

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, iniciou junho com variação de 0,4%, taxa inferior à do fechamento de maio (0,57%).


Dos sete grupos pesquisados, apenas o de habitação apresentou aumento no ritmo de correção, ao passar de uma alta de 0,51% para 0,54%. Em transportes, o índice manteve-se em queda de 0,51%, mas indicando um movimento de recuperação dos preços porque na apuração anterior havia recuado de forma mais expressiva ( -0,61%). Entre os grupos que mais contribuíram para a desaceleração do IPC está o de alimentação (de 0,73% para 0,26%).

 

Em despesas pessoais, que tem pressionando bastante o bolso do consumidor, a taxa variou de 1,3% para 1,1%. No grupo saúde, o índice desacelerou de 1,53% para 1,07%; em vestuário, de 0,86% para 0,41%, e em educação, de 0,19% para 0,14%.