2via boleto

8 atitudes para você deixar de ser apenas mais um na multidão

lâmpada acesa
Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial.

Escrevo essa matéria após ter assistido o filme sobre Steve Jobs, o legendário empresário norte americano, fundador da Apple.

Muito se propaga sobre a genialidade de Jobs em conduzir a Apple ao primeiro lugar nos quesitos inovação tecnológica e conceito de produto.

Fala-se muito também sobre sua capacidade empreendedora, sua coragem para encarar o fracasso inicial na própria Apple, com uma retumbante demissão (período no qual dedicou sua veia empreendedora para fundar a Pixar, a partir da aquisição de uma empresa falida).

Sem sombra de dúvida uma lenda para o empreendedorismo.

Mas ao acompanhar a cobertura sobre seu falecimento, lendo e escutando os discursos que realizou para estudantes e outros públicos, penso que consegui extrair o que chamaria de um “DNA”, ou seria uma linha mestra de conduta exclusivamente inclinada para aqueles que desejam fazer algo de especial com suas vidas.

Desta forma, expresso abaixo com as minhas palavras aquilo que consegui compreender a partir do legado comportamental do mítico empresário:

1) Não se iluda, as pedras do caminho surgirão.

Muito mais importante do que o batido blá, blá, blá sobre aprendizado e superação, entenda que se desejar um lugar ao sol deve estar preparado para persistir, e prosseguir com o que lhe restou de confiança e recursos por um bom período, antes de ver a luz ao final do túnel.

2) Seja original, sem ser iludido.

Saiba reproduzir de forma rentável e aplicável aquilo que de alguma forma já funciona, mas aos poucos construa o seu espaço próprio, os seus conceitos, o seu produto ou serviço;

3) Tenha e cultive a sua personalidade.

Saiba fugir do senso comum e, sem perder o sendo crítico, mas convicto de seus argumentos e conceitos, tenha a coragem de pensar por conta própria e defender leoninamente suas crenças, sem se preocupar em ser aceito ou com “narizes torcidos”, comentários depreciativos, ou risadas sarcásticas.

4) Se deseja inovar, esteja preparado para toda a descrença que originalmente surgirá ao seu redor;

5) Trabalhe com foco no realizar.

Isso significa em termos empresariais construir algo que se sustente economicamente, mas menos preocupado com os ganhos financeiros imediatos que podem migrar para o seu bolso;

6) Não se apegue aos modismos de gestão.

Desenvolva um estilo próprio, sem se importar com o aval dos “especialistas”, e caso conclua que em determinado momento ou estágio é necessário ser controlador e centralizador, simplesmente haja como tal e ponto final;

7) Não perca tanto tempo na busca de reconhecimento ou da percepção alheia sobre sua luta empresarial.

Isso raramente acontecerá, e saiba desde já que erguer um negócio lucrativo e inovador, que confronta padrões pré-estabelecidos e conceitos vigentes, trará desafetos, inimigos, detratores e muitas críticas antes de dar certo.

8) Por último, sugiro aprender a lidar com a solidão.

Mercado estima que inflação feche o ano em 7,43%

Fonte: Agência Brasil

Analistas e investidores do mercado financeiro reduziram hoje (21) pela segunda semana seguida a estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A nova perspectiva agora é de 7,43% ante os 7,46% previstos anteriormente.

Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente às segundas-feiras pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. O cálculo inflacionário permanece distante do centro da meta de 4,5% e, neste ano, supera o teto de 6,5%. Em 2017, o limite superior da meta em 2017 é 6%.

A projeção para a taxa básica de juros, a Selic, permanece em 14,25% ao ano, em 2016, e, para 2017, em 12,50% ao ano. Os preços administrados, regulados pelo governo, como a gasolina e o gás de cozinha, tiveram suas estimativas reduzidas de 7,40 % para 7,20%. A taxa de câmbio esperada em dezembro chega a R$ 4,20.

Crescimento

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia este ano piorou mais uma vez e passou de 3,54% para 3,60%. Para 2017, a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país, foi reduzida de 0,50% para 0,44%. Para a produção industrial, a estimativa é de uma queda de 4,50% em 2016.

Setor Externo

As perspectivas para o déficit em conta corrente, um dos principais indicadores das transações do Brasil com outros países, melhoraram e passaram de US$ 24,10 bilhões para US$ 21,21 bilhões, com o saldo da balança comercial em US$ 42,40 bilhões. Não houve alteração na projeção para os investimentos estrangeiros diretos, mantidos em US$ 55 bilhões.

76% dos MPEs não pretendem investir em seus negócios nos próximos meses

Fonte: FCDL-MG

Proporção é a maior desde o início da série histórica. Recessão na economia e aumento do custo do capital diminuem o apetite dos MPEs para tomar crédito.

O cenário econômico adverso no Brasil tem cada vez mais impacto nas atitudes dos micro e pequenos empresários em relação aos seus negócios. Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que 76% dos MPEs não têm pretendem realizar investimentos para expandirem ou melhorarem suas empresas pelos próximos três meses. O Indicador de Propensão a Investir MPE registrou em fevereiro apenas 21,52 pontos, ficando abaixo dos 24,68 pontos do mês anterior. Em relação a janeiro, a queda no indicador corresponde a 12,8%. 

O resultado é considerado baixo, visto que a escala do indicador varia de zero a 100. Quanto mais próximo de 100, maior é a probabilidade de os empresários investirem e, quanto mais próximo de zero, menos propensos eles estão. 

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a recessão da economia com a queda do PIB em 3,8% em 2015 e a taxa Selic chegando a 14,25% são os principais fatores que explicam a baixa propensão ao investimento. 

“Diante desse cenário, e sem a perspectiva de breve retomada econômica, falta confiança aos micro e pequenos empresários para que assumam novos investimentos em seus negócios”, explica Pinheiro. 

Apenas 16,4% admitem fazer algum investimento nesse período - a menor proporção dos que pretendem investir desde o início da série histórica. “Outro motivo que explica porque os empresários estão reticentes em investir é a insegurança com relação ao retorno do capital investido, agravada pela crescente tensão política, que interdita o ajuste na economia”, diz o presidente. 

Entre os poucos empresários que pretendem investir, os investimentos prioritários serão na reforma da empresa, mencionado por 34,4%, na ampliação de estoque (29,8%) e em mídia e propaganda (29,0%). Entre eles, a maioria (76,3%) pretende usar capital próprio para investir e 21,4% pretendem recorrer a empréstimos em bancos ou financeiras. 

Apenas 6,6% têm intenção de tomar crédito nos próximos meses

Diante do cenário atual, sem a perspectiva de breve retomada econômica, também falta confiança aos micro e pequenos empresários para que assumam compromissos financeiros. O Indicador de Demanda por Crédito MPE registrou um baixo patamar em fevereiro, registrando 11,98 pontos, menos que os 12,15 pontos de janeiro. Os empresários que manifestam a intenção de tomar crédito nos próximos três meses somam apenas 6,6%, a menor proporção desde o início da série histórica, em maio de 2015. Já os que afastam essa possibilidade totalizam 87%. 

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a crise econômica explica em parte o receio dos empresários. “Um terço daqueles que não pretendem contratar crédito alega que não pensam em realizar investimentos que exijam recursos de terceiros. A maior parte, porém, rejeita tomar recursos emprestados porque consegue manter o negócio com recursos próprios.” 

Entre os poucos que pretendem contratar crédito, a modalidade mais citada é o microcrédito, mencionada por 35,8%, e as principais finalidades do crédito a ser contratado são o capital de giro (35,8%), a reforma da empresa (20,8%) e compra de equipamentos (17%). A maioria relativa dos entrevistados (40,1%) considera difícil conseguir empréstimos e financiamentos. Entre esses, a burocracia é a principal causa da dificuldade, mencionada por 44,2%. A questão dos juros altos aparece é apontada por 33,6% como empecilho na hora de contratar crédito. 

“A combinação de juros e burocracia constitui um importante entrave ao crescimento econômico, retirando do empresário o incentivo a investir e ampliar seu negócio”, diz Kawauti. “Os juros, em particular, tornam os investimentos financeiros relativamente mais vantajosos do que os investimentos produtivos, de modo que, para o empresário, pode ser mais rentável fazer uma aplicação financeira do que investir na expansão do negócio ou criação de um novo bem e serviço”, conclui.

10 motivos para crer na importância do design nos negócios

importancia-do-design

Fonte: Saia do Lugar

A importância do design as vezes é questionada por alguns empresários e empreendedores.

Muitos deles acreditam que design significa fazer produtos bonitos e arrojados ouinvestir em materiais de comunicação, design gráfico e web design.

Na verdade, a importância do design vai muito além da comunicação e da estética.

O design é a disciplina responsável por idealizar toda concepção de um produto ou serviço, incluindo seu projeto, a escolha de materiais, métodos de produção, sustentabilidade econômica e ambiental, usabilidade pelo usuário, resistência durante o uso e transporte, ergonomia, cores, texturas, beleza, estética e, além disso, pode se envolver na comunicação, criando logotipos, embalagens e outras peças de publicidade.

Como você percebeu, o design é importante em diversos setores e etapas do seu negócio.

É melhor prestar ainda mais atenção nele!

E para que você não tenha mais nenhuma dúvida de como o design é importante tanto para criar como para manter e fazer crescer um negócio, separamos 10 bons motivos para você acreditar nisso!

1.Inovação

O design, por definição, promove a inovação e busca as melhores soluções para seus produtos e serviços.

Isso significa que suas ofertas ao mercado sempre estarão em conformidade com os desejos do consumidor de uma maneira nova e surpreendente.

2.Comunicação

A importância do design na comunicação é um consenso para a maioria dos empreendedores.

Afinal, um designer que desenvolva corretamente a identidade visual de sua marca conseguirá transmitir seus diferencias e seu posicionamento da maneira mais adequada para que o público se identifique com seu negócio, gerando uma relação mais sólida e verdadeira.

3.Design de produto

Sua empresa pode ter um logo incrível e investir fortunas em marketing, comunicação, redes sócias e softwares de CRM.

Mas se seu produto ou serviço não tiver sido corretamente planejado e não oferecer ao público aquilo que promete, será difícil que seu negócio dê certo.

4.Web design

Responsável pela criação das melhores interfaces virtuais entre os consumidores e sua empresa, proporcionando uma experiência agradável e que estimule a compra.

5.Design gráfico

É aqui que a identidade visual de sua empresa será traduzida em peças de comunicação como anúncios, folders, outdoors e outros, reforçando a importância do design para divulgar sua marca.

6.Design de processos

Responsável por organizar as etapas e processos de produção da maneira mais eficiente e eficaz, agregando valor à entrega final de sua empresa aos clientes.

7.Design de softwares

Usa a tecnologia da informação para facilitar o gerenciamento, controle, pesquisa e acompanhamento da administração da sua empresa de forma ágil, confiável e transparente.

8.Valor da marca

O design é responsável pela criação do logotipo de sua empresa, ele agrega valor à sua marca, assim como benefícios e valores intangíveis ao seu produto.

Não há como criar uma marca própria, por exemplo, sem a ajuda de um bom designer.

9.Design do PDV

Tanto o fluxo das pessoas, a visitação de todos os pontos da loja e a criação de vitrines atraentes são alguns dos benefícios do design nesta área.

10.Design de embalagens

A embalagem faz parte do produto e cumpre diversas funções, como protegê-lo, informar o cliente, atrair sua atenção, levá-lo a comprar e, além disso, a embalagem deve se destacar no ponto de venda.

Em resumo, o design ajuda você a vender mais e ter mais lucro em sua empresa.

Convencido da importância do design em qualquer tipo de negócio?

Realmente, com todas essas vantagens, fica evidente que não há como criar um negócio de sucesso sem dar a devida importância ao design.

Pense nisso na hora de administrar sua empresa!

 

Dólar cai para R$ 3,619; bolsa abre em alta

dolar 6

Fonte: Agencia Brasil

O dólar comercial continua hoje (18) em queda. As 10h10, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 3,619, um recuo de 0,95%. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, abriu em alta e há pouco estava com 0,28%, com 50.285 pontos.

Ontem (17), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu quase 7% e o dólar teve a maior queda percentual diária em quatro meses. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 3,653, com queda de 2,29%. O Ibovespa, índice da Bolsa de São Paulo, fechou o dia com alta de 6,6%, aos 50.914 pontos.

Em meio à queda do dólar, o Banco Central (BC) também anunciou, ontem, que diminuirá as intervenções no câmbio em 25%. Nos últimos meses, o BC vinha rolando 100% das operações de swap cambial, como são chamadas as vendas de dólares no mercado futuro, fazendo leilões diários para trocar os contratos prestes a vencer por novos contratos que vencem mais tarde. Agora, o percentual caiu para 75%.

decisão ajudará o BC a reduzir os prejuízos com as operações de swap cambial e melhorar as contas públicas. Isso porque os resultados das vendas de dólares no mercado futuro são incorporados aos juros da dívida pública.

Brasil tem o maior nível de encargos e direitos trabalhistas do mundo

arte-ilustracao-juros-taxa-peso-bancos-1376956381525 300x200

Fonte: FCDL-MG

Custo médio para as empresas chega a 71,4% sobre salário.

O custo da mão de obra no Brasil é o maior entre 90 países. Ao contratar um profissional a US$ 30 mil por ano, uma empresa brasileira paga mais 71,4% em encargos e direitos trabalhistas em média. No mundo, esse percentual médio gira em torno de 20,5%, com tendência de baixa, movimento ainda não seguido no País, segundo pesquisa divulgada pela rede internacional de Contabilidade e Consultoria UHY, representada no Brasil pela UHY Moreira-Auditores.

 

Dessa forma, um trabalhador que recebe US$ 30 mil ao ano no Brasil custa mais US$ 21,408 mil para a empresa. Ou seja, o empregador desembolsa no total US$ 51,408 mil. Enquanto isso, levando em conta a média mundial, esse mesmo funcionário custaria US$ 36,141 mil. E, para alguns setores, os ônus trabalhistas são ainda mais pesados. “Apuramos que 71,4% é a média brasileira. Mas há setores que apresentam um adicional de até 100%. Depende da realidade de cada um”, afirma o gerente de Desenvolvimentos de Negócios da UHY Moreira, Marcello Reis.

 

Além dos encargos, o levantamento levou em conta os custos agregados por obrigações legais como 13º salário, férias, hora extra, adicional noturno, dentre outros.

 

A diferença entre o Brasil e o restante do mundo nesse quesito é tão acentuada que, dentre os 90 países pesquisados, o que apresentou o segundo pior resultado foi a Itália. Mas, enquanto no Brasil o custo adicional é de 71,4%, na Itália é 38,6%. O trabalhador italiano contratado por US$ 30 mil ao ano custaria US$ 41,596 mil para a empresa.

 

Na outra ponta, o país que apresenta o menor custo de mão de obra é o Egito, que paga um adicional equivalente a 3,7% do salário pago aos trabalhadores. Os outros que estão em destaque com menores valores são Dinamarca (4,3%), Nova Zelândia (4,5%), Emirados Árabes (7,3%), Canadá (7,4%), Reino Unido (7,9%), Estados Unidos (8,8%) e Jamaica (10,6%).

 

O mesmo estudo mostrou que o custo adicional médio sobre o montante pago pela mão de obra teve uma retração média de 5% no mundo na comparação com 2012. Isso ocorreu em função do mau momento econômico, que tem forçado os governos a flexibilizarem normas trabalhistas. O objetivo seria estimular a contratação de trabalhadores e aquecer a economia local. Porém, no Brasil, não houve redução no indicador.

 

Liberdade - Segundo Reis, enquanto os demais países apresentaram mudanças significativas na legislação trabalhista, com maior liberdade na relação entre empregados e empregadores, o Brasil mantém uma legislação engessada neste sentido. “O Brasil tem leis trabalhistas antiquadas. Não há espaço para negociação junto ao funcionário, que poderia aceitar abrir mão de algum direito para garantir o emprego. Além disso, não há esforço para redução dos encargos trabalhistas”, afirma o especialista. As últimas tentativas do governo de reduzir o peso do trabalhador para as empresas foi a desoneração da folha de pagamento, que foi uma medida temporária e, por isso, incapaz de mudar a realidade do País.

 

Segundo o presidente do Conselho de Relações do Trabalho da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Osmani Teixeira de Abreu, esse alto custo da mão de obra no Brasil é uma das principais justificativas para a perda de competitividade das empresas brasileiras. “Os encargos trabalhistas têm deixado a produção local mais cara e impedido um crescimento do setor industrial. É evidente que dessa forma o governo acaba colaborando para a manutenção do desemprego, que tem piorado o cenário econômico do País”, adverte.

 

Fonte: Diário do Comércio

A importância da competência em vendas nas situações de crise


Varejista.com - Por J. Augusto Wanderley

 

Com crise ou sem crise saber vender é uma competência fundamental. Mas nas situações de crise, ela se torna ainda mais importante. Comecei minha carreira profissional como engenheiro de vendas na General Electric. E, a partir daí, procurei estudar por, um lado, as principais correntes e contribuições sobre vendas. Por outro, o que leva ao sucesso e à excelência de desempenho, inclusive, psicocibernética, administração do pensamento e criatividade. Vender é uma competência fundamental em tudo na vida e está entre as 10 competências indispensáveis para o exercício da liderança que é a de “tentar vender algo e fazer com que os outros comprem”.

 

O sucesso da Microsoft só foi possível porque Bill Gates vendeu o sistema operacional MS-DOS para a IBM. Não tivesse feito esta venda e a Microsoft não seria a empresa que é hoje. E para o sucesso da Sony, foi fundamental que Akio Morita tivesse vendido o walkman nos Estados Unidos. E para que o empreendedor Ricardo Bellino tivesse Donald Trump como associado num investimento imobiliário no Brasil, foi fundamental que tivesse vendido a ideia para o próprio Donald Trump. E por que o filme Deadpool é um sucesso? Muito simples: porque a história vende. E para vender, é preciso mexer com a emoção, com a razão e com a imaginação. E há até quem diga, com o inconsciente coletivo. E isto vale para tudo. Assim, nas entrevistas de seleção para um emprego, vai ter sucesso o candidato que souber vender melhor as suas competências.

 

O fato é que procurei estudar e desenvolver as minhas competências no que havia de melhor nas várias correntes de vendas. Entre elas está Joe Girard, que é o único vendedor do mundo incluído no livro Guinness dos Records. E também as contribuições relevantes da Integro - Interpersonal Growth Systems, do Funil de Vendas, do Positional Selling e do SPIN Selling. E para ter uma visão mais completa e abrangente de vendas, procurei desenvolver competências em negociação. Para isto, entre outras coisas, fiz workshops com Roger Fisher e William Ury, os dois criadores do Projeto Harvard de Negociação. E, além disto, sou master practitioner em Programação Neurolinguística.

 

Com base nestas contribuições e na leitura de muitos livros cheguei às mesmas conclusões de Earl Nightingale: “Pessoas que tem sucesso e as que falham sempre na obtenção de resultados estão sujeitas aos mesmos princípios. O que faz a diferença entre o sucesso e o fracasso é a forma como estes princípios são aplicados”. Assim, procurei identificar os princípios que haviam em comum em todas as correntes e ensinamentos que havia entrado em contato. E, a partir daí, criei o MIV – Modelo Integrado de Vendas. O fato é que o sucesso ou fracasso numa venda depende da maneira como as cinco áreas do MIV são trabalhadas. As cinco áreas são: 

 

1) Conhecimento do Assunto; 

2) Processo de Vendas; 

3) Habilidades de Relacionamentos; 

4) Os Cenários de Vendas; 

5) Realidade Interna dos Vendedores.

 

1. O Conhecimento do Assunto

 

Tudo começa pelo Conhecimento do Assunto e isto importa em produtos, serviços ou qualquer coisa que se venda, inclusive o seu currículo. E devemos considerar características, vantagens e benefícios. As características tem a ver com as propriedades, as vantagens com as funções do produto ou serviço, ou seja, para que serve. Mas as pessoas não compram características ou vantagens, mas sim o que o produto ou serviço faz por elas. Um exemplo muito ilustrativo foi o de Frank Bettger. Bettger foi um jogador de beisebol que sofreu uma lesão séria e que não pode mais se dedicar ao esporte e foi ser vendedor. Por volta de 1922, ele fez uma venda espetacular para a ocasião. Vendeu um seguro de vida individual de U$ 250 mil para um empresário. E ele conseguiu vender onde muitos outros vendedores haviam falhado. Como consegui? Simplesmente descobrindo qual era a verdadeira necessidade do empresário, ou seja, para que o cliente potencial queria o seguro. 

 

Bettger descobriu que este empresário estava precisando fazer um empréstimo em função do aperto financeiro porque sua empresa vinha passando e, para isto, o banco exigia que fizesse um seguro de vida. E a diferença foi que enquanto os outros vendedores vendiam seguro, falando sobre o que aconteceria com seus parentes depois de sua morte, Bettger vendeu uma solução para a vida e para o problema do cliente. E inclusive, agendou para este empresário uma consulta com um renomado médico de Nova Iorque, que era uma das condições necessárias para que qualquer seguradora fizesse o seguro de vida.

 

2. O Processo de Vendas e as Etapas

 

O ponto seguinte é o conceito de processo. Tudo na vida importa em processo, quer você queria ou não, quer você tenha consciência ou não. Processo é o caminho que deve ser seguido para se chegar aonde se quer. E uma das principais razões de falhas em qualquer área da vida é que as pessoas vão fazendo sem se perguntar pelo processo que deve ser seguido para se passar de onde se está até onde se quer chegar. E isto vale para qualquer área e profissão. E por que existem tantos erros médicos. Porque o médico falha numa etapa do processo. Basicamente, as etapas de venda são as mesmas etapas de uma consulta médica, que na realidade são as etapas do processo decisório e solução de problemas. 

 

Em termos gerais, são 7 as etapas: Preparação, Abertura, Exploração, Apresentação, Clarificação, Ação Final (Fechamento) e Controle e Avaliação. E, com as devidas adaptações, estas etapas servem, não só para vendas, mas também para uma consulta médica, para coaching, para consultoria, ou para resolver qualquer problema, inclusive, os muitos problemas que ocorrem no âmbito da administração de empresas.

 

Todas as etapas são importantes e tem a sua razão de ser. Mas duas são fundamentais, a Preparação e a Exploração. Com relação a Preparação é sempre oportuno lembrar Benjamin Franklin: “Quem não leva a sério a preparação de algo está se preparando para o fracasso”. Bettger sempre se preparou bem, inclusive elaborando umas 10 perguntas para descobrir problemas, necessidades, expetativas, desejos, valores e temores dos clientes reais ou potenciais.

 

Uma boa Exploração é básico e numa consulta médica corresponde ao diagnóstico. Assim, se o diagnóstico estiver errado, o médico vai dar o remédio errado. E o mesmo vale para um vendedor, pois é na Exploração que se descobrem os motivos dominantes de compra e os critérios de decisão. E, mais ainda, se identifica e se responde às objeções antes mesmo delas serem formuladas. Portanto, sempre tenha presente que toda venda é um processo de 7 etapas.

 

3. As Habilidades de Relacionamento

 

Nesta área, a habilidade de se comunicar é preciso. E um dos pontos básicos da boa comunicação é a capacidade de dialogar. Existem 2 possibilidades: uma é o diálogo, e para isto é fundamental saber ouvir, perguntar e considerar que é um direito do cliente manifestar as suas objeções e opiniões. Também é fundamental estar atento ao feedback que se recebe, que pode ser positivo ou negativo, para se saber se estamos no caminho certo ou se é necessários fazer correções de rumo. A outra situação é o duólogo. Duólogo é um monólogo a dois e vendedor que duologa perde a venda.

 

4. Os Cenários de Vendas

 

Existem três cenários. Um é o cenário mais amplo onde estão os clientes reais e potenciais e a prospecção de clientes é extremamente relevante, pois sem isto não vai se ter cliente potencial para vender. Também devemos considerar neste cenário os concorrentes. Um outro cenário é o da venda propriamente dita, e neste sentido é básico saber quem é a pessoa certa e vale o DAN, ou seja, quem tem dinheiro, necessidade e autoridade. Outro cenário é formado pelo eleitorado, ou seja, o das pessoas importantes para quem se está efetuando a vendo, bem como o da cadeia de comando do processo decisório. Em vendas complexas isto é bastante relevante, pois nestes casos o processo de vendas é bastante demorado e a pessoa para quem se está vendendo terá que vender a compra para outras pessoas de dentro da empresa. Portanto, no caso de vendas complexas, a venda é em cadeia para uma rede de decisores, aos quais, o vendedor nem sempre vai ter acesso.

 

5. A Realidade Interna dos Vendedores

 

É sempre bom ter presente a constatação de Tim Gallwey: “quem perde o jogo interno também perde o jogo externo”, ou seja, perde a venda. E quando se pensa em jogo interno, temos que pensar na relação corpo - mente. A mente influencia o corpo, mas o corpo também influencia a mente. 

 

Portanto, vamos começar pelo corpo e pela sigla SRRED, ou seja, sono, respiração, relaxamento, exercício e dieta. O fato é que alguém que esteja cansado, esgotado, estressado, não pode ser um bom vendedor. Assim sendo, é preciso conhecer técnicas de respiração, de relaxamento e de exercícios moderados. Portanto, trate bem do seu corpo que os seu corpo vai tratar bem de você. Mas a recíproca também é verdadeira.

 

Sobre a mente, algo que pode ajudar a ter uma compreensão superior está baseado num curso de criatividade da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, que foi considerado um dos melhores, senão o melhor curso de criatividade. Nele falaram cientistas e empreendedores, inclusive Steve Jobs. Neste curso consideraram que existem três tipos de pensamentos: os úteis, os inúteis, também conhecidos como conversa fiada da mente, ou pensamento abobrinha, e os destrutivos, chamados de voz do julgamento e que também são conhecidos como palavras assassinas internalizadas. E os alunos procuravam se conscientizar de como administravam os seus pensamentos, e as conclusões foram terríveis. Os melhores, para cada pensamento útil tinham 4 vozes do julgamento. A maioria tinha por volta de oito. Isto significa que o maior desperdício da humanidade é o desperdício de energia mental.

 

Assim, saber administrar os próprios pensamentos é um ponto importante para vencer o jogo interno. O outro é saber usar o poder da mente inconsciente, que é a mente mais poderosa que temos. Enquanto a mente consciente precisa de descanso, a mente inconsciente trabalha o tempo inteiro. Kekulé por exemplo, descobriu que o benzeno é uma cadeia fechada de átomos de carbono durante um sonho.

 

Sobre a realidade interna, tratei mais sobre o assunto num artigo que escrevi anteriormente, “Os Segredos da Mente Vencedora e a Inteligência Aplicada”, bem como numa palestra-workshop que realizei, “Os Cinco Grandes Segredos da Mente Vencedora: Procedimentos e Práticas de Sucesso”, cujo convite para participação foi postado no site dos Administradores. 

 

Conclusão

A primeira coisa para ser um bom vendedor é ter consciência da importância da competência de vender para o sucesso. Este é o ponto de partida. O segundo ponto é o MIV – Modelo Integrado de Vendas, que fornece uma estrutura conceitual poderosa, que indica o caminho a ser seguido ou mantido por quem quiser ser um campeão.

 

J. Augusto Wanderley é autor do livro Negociação Total 23ª edição, (recomendado no site da Revista Exame entre os livros para quem quiser negociar melhor).

Possível retorno da CPMF assusta empresários mineiros

A questão tributária é um dos mais perfeitos exemplos dos impasses que o Brasil sabe que tem que enfrentar, mas não consegue o consenso necessário para resolver. Quando pensamos no porquê de um país com o potencial do nosso só crescer na base dos soluços ou, na melhor das hipóteses, dos chamados “voos de galinha”, certamente o insano e pesado sistema tributário brasileiro ocupa lugar de destaque na lista dos motivos.

 

E depois de mais um período de ensaios de voos mais longos, eis que o País se vê às voltas com uma nova crise, que enche de dúvidas a mente de empresários, investidores, trabalhadores e consumidores. O governo sinaliza que, para alcançar o equilíbrio fiscal e começar a superar a crise, é de fundamental importância que a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) seja aprovada no Congresso.

 

CPMF na prática

 

O imposto incide sobre todas as movimentações financeiras, por via bancária, feitas por pessoas físicas, como saques em dinheiro, transferências, pagamento de fatura de cartão de crédito e pagamento de contas via boleto. Por esse motivo, a CPMF era conhecida como o "imposto do cheque".

 

Durante toda a sua vigência, a CPMF foi um dos poucos tributos criados pelo governo sem o registro de sonegação. A cobrança era feita pelo próprio banco, que repassava o valor à União. Os extratos bancários informavam aos correntistas o valor debitado. A CPMF vigorou por pouco mais de dez anos e acabou em 2007, quando foi derrubada pelo Senado Federal.

 

De acordo com presidente da CDL/BH, Bruno Falci, a volta do imposto, se aprovado pelo Congresso Nacional, pode penalizar ainda mais os empresários do comércio. Para Falci, o retorno do tributo agravará a situação econômica do país. “O varejo da capital já vem registrando queda nas vendas ao longo do ano.

 

Com mais impostos, a situação que já não está boa pode piorar”, explicou. “Não podemos aceitar um novo tributo. A decisão sufocará ainda mais a população brasileira, tanto empresários como trabalhadores”, completou.

 

Para o presidente da CDL/BH, os cortes anunciados pelo governo ainda são poucos. “A medida não produzirá o impacto necessário para a melhora das contas públicas. A atual crise econômica requer cortes mais robustos”, disse. “O governo precisa é gastar menos do que arrecada e deixar de penalizar a população pela incapacidade em gerir suas receitas ”, finalizou.

Para reduzir gastos, agências dos Correios não vão mais abrir aos sábados

 

Fonte: Agência Brasil

 

A partir do próximo sábado (19), a maioria das agências dos Correios não vai mais abrir aos sábados. A medida é uma forma de reduzir os gastos da empresa e tentar chegar ao fim do ano com o orçamento em dia. Apenas as agências com grande movimentação, como em aeroportos e rodoviárias, continuarão abertas aos sábados.

Brasília - O presidente dos Correios, Giovanni Correa Queiroz, anuncia medidas para equilibrar Orçamento da estatal em 2016 (Valter Campanato/Agência Brasil)

O presidente dos Correios, Giovanni Queiroz, diz que até o fim do ano, a empresa espera economizar R$ 1,6 bilhão com ações de redução de despesasValter Campanato/Agência Brasil

“Queremos fazer um ajuste financeiro para, que ao final deste ano, os Correios não tenham deficit como no ano passado”, explicou o presidente dos Correios, Giovanni Queiroz. O balanço de 2015 da empresa ainda não foi concluído, mas no final do ano passado, Queiroz estimava que o deficit da estatal chegaria a R$ 2 bilhões.

Segundo o presidente, muitas agências são deficitárias e com baixo fluxo de clientes aos sábados, como a de Teófilo Otoni (MG), onde a receita média aos sábados é R$ 416 e a despesa para abrir é R$ 6,6 mil. “Não há nada que justifique estar aberta ao sábado”, diz. A medida não vale para as agências franqueadas dos Correios, só para as agências próprias. Atualmente, os Correios têm 6.471 agências próprias e 1.011 franqueadas.

Redução de despesas
Até o fim do ano, a empresa espera economizar R$ 1,6 bilhão com diversas ações de redução de despesas. Os Correios estudam a possibilidade de fundir agências que estejam próximas, realocando os funcionários e fechando as que dão prejuízo. Ainda neste mês, um projeto-piloto deve começar a funcionar no Distrito Federal e depois pode ser levado para outras cidades do país.

Queiroz deu o exemplo de sua cidade natal, Redenção (PA), onde atualmente há duas agências dos Correios, mas uma delas é pequena e deficitária. “Tem uma agência maior, em que faltam funcionários, e tem muito mais condições, fica a 800 metros da outra. Não faz sentido manter essa outra, porque tem um custo muito alto”, diz. Ele garante que nenhum município ficará sem pelo menos uma agência dos Correios.

O presidente fez uma recomendação para que todas as agências reduzam o pagamento de horas extras e o trabalho noturno dos funcionários. No ano passado, a empresa pagou R$ 720 milhões com hora extra. “Em nenhuma circunstância vamos prejudicar o serviço, vamos fazer um ajuste de gestão”, garante.

Funcionário dos Correios (Arquivo/Agência Brasil)

Os Correios estudam a possibilidade de fundir agências que estejam próximas, realocando funcionários e fechando as que dão prejuízoArquivo/Agência Brasil

O corte pela metade dos gastos com publicidade e patrocínio, que no ano passado significou R$ 380 milhões, também é objetivo dos Correios para economizar. Outras medidas administrativas, como revisão de contratos de aluguel, redução do uso de carros, telefone, viagens e diárias serão adotadas. Também será feita uma auditoria na folha de pagamento para detectar pagamentos irregulares de benefícios.

Aumento de arrecadação
Para aumentar as receitas, os Correios vão começar a prestar os serviços de telefonia móvel virtual, chamada de MVNO (Mobile Virtual Network Operator). A concorrência para escolher a operadora de celular que irá fazer a parceria com os Correios para vender o chip com a marca da empresa será feita nesta semana. Com o serviço, a empresa pretende arrecadar R$ 282 milhões nos cinco anos de contrato.

Outra medida para aumentar a arrecadação dos Correios será a ampliação do número de agências que oferecem a venda de consórcios, como de veículos e imóveis, de 190 para 3,2 mil até o fim do ano. A estatal também vai investir no setor de logística e já iniciou a negociação para ser o operador logístico oficial de todos os setores do governo federal, como já faz com a distribuição de livros didáticos e de medicamentos.

FGV estima em 4,1% a queda do PIB acumulada em 12 meses

 

São Paulo - Movimento no comércio da rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros, durante o Black Friday (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Comércio acusou queda de 13,1% no acumulado de 12 meses, diz a FGV

 

A Fundação Getulio Vargas (FGV) calcula em 4,1% a queda do Produto Interno Bruto (PIB) acumulada em 12 meses até janeiro último. A estimativa do Monitor do PIB-FGV, divulgada hoje (15), sinaliza uma piora do PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em relação ao resultado consolidado de 2015 (-3,8%).

A taxa mensal, em relação a janeiro de 2015, registrou uma redução de 6,1%, o maior recuo neste tipo de comparação desde o início da série do Monitor do PIB-FGV em 2000.

Já na comparação com dezembro de 2015, houve um aumento de 0,13% em janeiro deste ano. Como na passagem de novembro para dezembro já havia sido registrada uma alta de 0,06%, os resultados podem sugerir uma “discreta estabilidade na atividade econômica”, segundo a FGV.

PIB acumulado

De acordo com a FGV, a taxa do PIB acumulada em 12 meses vem diminuindo desde março de 2014. E, desde janeiro de 2015, apresenta resultado negativo.

Entre as 12 atividades produtivas brasileiras, dez acusaram queda no acumulado de 12 meses, sendo as principais na indústria da transformação (-14,4%), comércio (-13,1%) e transportes (-10,5%). Houve crescimento na agropecuária (1,5%) e eletricidade (2,7%).

Sob a ótica da demanda, no acumulado de 12 meses, a principal queda foi na formação bruta de capital fixo, isto é, nos investimentos, com um recuo de 14,3%. Já o consumo das famílias apresentou queda de 4,3% e o consumo do governo, de 0,9%, de acordo com a projeção da FGV.

Fonte: Agência Brasil