2via boleto

72% dos empresários de varejo e serviços aceitam cartões de crédito

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com empresários de todo o Brasil revela que mais de 70% dos empresários dos segmentos de varejo e serviços aceitam os cartões como meio de pagamento, seja de crédito (72,3%) ou de débito (70,1%). Ainda assim, o dinheiro físico segue como a principal opção oferecida pelas empresas, aceita por 96% dos entrevistados.

 

Os cheques também aparecem no ranking, aceitos em 22,3% dos casos. Já as formas de pagamento online, como o PayPal, e tecnologias voltadas para esse tipo de venda, como o PagSeguro, ainda ocupam pequeno espaço no mercado, com 0,6% e 2,2% respectivamente.

 

Além do dinheiro ser um meio de pagamento oferecido em praticamente todos os estabelecimentos, é também uma das as principais formas de recebimento para 60,9% dos empresários, enquanto o cartão de crédito é mencionado por 51,5% e o de débito por 41,2%.

 

A pesquisa identificou que aqueles empresários que dão a opção de pagar com cartões enxergam tanto vantagens quanto desvantagens em oferecer o uso do cartão de crédito como meio de pagamento. As principais vantagens relatadas são: menor risco de inadimplência (47,8%), não ter que ir ao banco fazer depósitos (29,0%) e atrair novos clientes (23,6%). Já os pontos negativos são ligados às taxas das administradoras: aluguel da máquina (44,4%) e redução da margem de lucro devido às taxas pagas (33,2%). Há ainda 20,0% que dizem ter que elevar os preços para conseguirem pagar as taxas de administração e 19,7% citam a demora para receber o reembolso do valor vendido.

 

Cerca de dois em cada dez desses empresários (18,1%) admitiram estabelecer um valor mínimo para compras com esse meio de pagamento e 78,2% disseram não fazer. A prática de estabelecer o valor mínimo é vedada aos comerciantes, mas é a forma que encontram para se livrar dos custos dos meios eletrônicos de pagamento. Quatro em cada dez empresários que recebem através de cartões (41,9%) afirmam descontar o percentual que o cartão cobra sobre as vendas para o cliente que pagar em dinheiro à vista.

 

Já a prática de oferecer desconto para pagamento à vista é admitida por mais da metade dos entrevistados (59,1%), incluindo até mesmo aqueles que não aceitam cartões. Entre estes, o percentual médio de desconto é de 8,1%.

 

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito, o número de transações com cartões cresceu 9,4% na comparação entre o primeiro semestre de 2016 e o mesmo período do ano anterior. “A tendência é que as transações com cartões de débito e crédito sigam crescendo. Em um momento em que o país tenta reencontrar o caminho do crescimento, focando principalmente nos aspectos macroeconômicos da crise, os gargalos microeconômicos poderiam dar mais eficiência às empresas, com benefícios também para consumidores”, afirma Honório Pinheiro, presidente da CNDL.

 

Redução de taxas e de prazos de recebimento: as principais demandas das empresas

 

Para suprir esses gargalos microeconômicos que prejudicam empresas e consumidores, as principais entidades dos segmentos de comércio e serviços pleiteiam no Congresso Nacional uma série de medidas.

 

Entre as principais medidas sobre o mercado de cartões de crédito, débito e assemelhados que estão sendo discutidas junto ao Governo e que poderiam contornar os inconvenientes e contribuir para o crescimento de seus negócios, os empresários elencam a redução das taxas e prazos de recebimento de 30 para 2 dias (mencionada por 44,3%); a isenção das taxas de administração cobrada dos estabelecimentos (44,3%); a redução dos custos de antecipação de vendas feitas no cartão de crédito (23,3%); e a cobrança de tarifa fixa sobre cada transação de cartão de débito (21,5%), além de outras.

 

Para esses empresários entrevistados, o consumidor também seria beneficiado, com preços melhores dos produtos (35,0%); mais opções de forma de pagamento (23,6%); a opção de pagar mais barato a depender da forma de pagamento escolhida (21,5%); e um maior número de estabelecimentos vendendo no cartão de débito (16,2%).

 

Para o presidente da CNDL, a exigência do consumidor por formas alternativas de pagamento, para além do dinheiro, é algo que veio para ficar. “Não é por acaso que entre as vantagens dos cartões os empresários sempre citam a atração de clientes. Todavia, esses empresários não ignoram as desvantagens. Reduzindo-se os custos associados aos cartões, o consumidor encontrará essas opções de pagamento em um número maior de estabelecimentos, além de ter os produtos barateados”, explica Pinheiro. “A possibilidade de oferecer descontos para pagamentos em dinheiro também traz ganho, fazendo que nem todo consumidor tenha que arcar com o custo dos cartões. Essas são mudanças que que caminham ao lado dos graves problemas macroeconômicos do país, que de fato merecem atenção, mas que favorecem o consumo e, assim, o crescimento da economia”, conclui.


Fonte: Newstrade

Inicial Legalização dos cassinos é aguardada em Minas com grande expectativa de arrecadação

Fonte: Diário do Comércio/FCDL-MG

 

Interessado em atrair turistas estrangeiros e aumentar a arrecadação de impostos, o governo federal apoia a legalização dos chamados “jogos de azar” no Brasil. Dois projetos tramitam no Congresso Nacional com votações marcadas para o início de dezembro. Enquanto a legislação não muda, municípios e empresários mineiros já planejam o uso da tecnologia para atrair negócios para o Estado.

 

De acordo com o instituto Jogo Legal, que promoveu em São Paulo a terceira edição do Brazilian Gaming Congress (BgC), o segmento pode movimentar anualmente no Brasil cerca de R$ 59 bilhões, utilizando como referência os países onde a atividade é legalizada.

 

Em Minas Gerais, estâncias hidrominerais como Araxá (Alto Paranaíba) e Caxambu (Sul de Minas) viveram os tempos áureos do jogo no Brasil entre as décadas de 30 e 40 do século passado. A arquitetura das cidades ainda lembra essa época e a torcida pela aprovação dos projetos é grande.

 

De acordo com o prefeito de Caxambu, Carlos Alberto Abraão, para a cidade os jogos não são de azar, seriam “de sorte”. “A cidade já está cheia de expectativa. A nossa principal fonte de renda é o turismo e a legalização nos daria a oportunidade de reavivar o setor. Hoje temos uma rede hoteleira de qualidade, mas em parte ociosa. Estamos prontos para receber os investidores que se interessarem. A nova administração, que toma posse em janeiro, está alinhada com esse pensamento”, afirma Abraão.

 

Legislação - Esse sonho, porém, tem um longo caminho antes de ser concretizado. Dois projetos que propõem a regulamentação do setor caminham em paralelo na Câmara e no Senado. O texto discutido pelos deputados, o PL 442/91, é o preferido pelo mercado, mas o do Senado, o PLS 186/2014, está mais adiantado e deve ser votado no plenário dia 7 de dezembro.

 

O PLS 186 não limita o número de cassinos por estado. Já o PL 442 define que os estados com mais de 25 milhões de habitantes poderão ter três cassinos. Já os que possuem entre 15 milhões e 25 milhões poderão ter dois - caso de Minas Gerais. E os demais, apenas um. A expectativa é de que a regulamentação esteja pronta até julho do ano que vem.

 

Apesar do burburinho causado, o interesse e acompanhamento de algumas cidades sobre as discussões no Congresso são ainda baixos. As associações comerciais de Poços de Caldas e São Lourenço (ambas as cidades do Sul de Minas e que já tiveram cassinos) não têm posição oficial sobre a discussão.

 

Já o Poços de Caldas Convention & Visitors Bureau se coloca totalmente a favor. Segundo o diretor de comunicação da entidade, Juliano Silva, a cidade hoje não apresenta estrutura compatível com os projetos, mas existe um grande interesse dos empresários locais. “Em março, tivemos uma audiência pública na Câmara Municipal sobre o assunto e nos posicionamos a favor. Acreditamos que os jogos possam trazer melhorias na infraestrutura da cidade com a ajuda de investidores. Um ponto importante seria a reativação do aeroporto. Isso tudo, claro, com a ação de políticas públicas para dar suporte e fazer a fiscalização do novo setor”, explica Silva.

 

Para a presidente da Associação Brasileira da Indústria de Minas Gerais (Abih), Patrícia Coutinho, a volta dos cassinos pode ser uma alternativa para o desenvolvimento de diferentes regiões do Estado. “Somos favoráveis principalmente para as áreas em que o jogo já existiu. Seria importante para impulsionar o turismo mineiro, mantendo recursos no Brasil e atraindo turistas estrangeiros. Feito da forma correta, com fiscalização severa, seria muito bom. A ideia também poderia ser aproveitada em regiões com baixo desenvolvimento, como o Vale do Jequitinhonha, por exemplo, levando infraestrutura e gerando empregos”, avalia Patrícia Coutinho.

 

Senado aprova projeto que regulamenta gorjeta espontânea e 10% em todo país

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou ontem (30) Projeto de Lei 57/2010 que regulamenta a gorjeta, valor pago por clientes a garçons, camareiros e outros profissionais em bares, restaurantes, hotéis, motéis e estabelecimentos similares.


A gorjeta não se restringe ao valor dado espontaneamente pelo cliente ao funcionário pela conceituação do projeto, mas inclui a cobrança adicional realizada pela empresa, a taxa de 10%, e que é destinada aos empregados do estabelecimento.


A principal inovação trazida pelo documento estabelece que, depois de descontados os 20% (que pode ser de até 33%) referentes aos encargos sociais e previdenciários dos empregados, a empresa deve reverter o valor integral da gorjeta aos funcionários, além de anotar na carteira de trabalho e no contracheque os valores referentes ao salário e ao rateio.


Agora, o Projeto terá de voltar à Câmara para que os Deputados se posicionem quanto às alterações feitas pelos Senadores. Esta análise seguida de votação pode ser feita pelas Comissões (normalmente CCJC) ou pelo Plenário, cabendo à Mesa diretora da Câmara dos Deputados a decisão.


Após posicionamento da Câmara quanto às alterações do Senado, o projeto seguirá para sanção presidencial.


Outras importantes inovações trazidas pelo projeto são:


– Formação de uma comissão de empregados que possa acompanhar e fiscalizar a retenção da gorjeta (empresas com mais de 60 empregados).


– A distribuição dos valores entre os funcionários pode ser definida por meio de acordo coletivo dos funcionários.


–  Se o empregador descumprir a nova medida, fica sujeito ao pagamento de multa no valor correspondente a 2/30 (dois trinta avos) da média da taxa de serviço por dia de atraso e a três vezes este valor caso for reincidente.


– As empresas deverão anotar na Carteira de Trabalho e Previdência Social de seus empregados o salário fixo e a média dos valores das gorjetas referente aos últimos 12 (doze) meses.

 

Fonte: CNDL/FCDL-MG

Mineiro vai utilizar o 13º salário para quitar dívidas

Cerca de R$ 16,61 bilhões devem ser injetados na economia de Minas Gerais em decorrência do pagamento do 13° salário. A previsão, 3,1% superior à de 2015 (R$ 16,1 bilhões), é do Departamento de Estudos Econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG). Deste total, a maior parte já tem um destino certo segundo os consumidores mineiros: o pagamento de dívidas.

 

Diante da recessão econômica enfrentada pelo País em 2016, com um quadro de inflação elevada e alto índice de desemprego (11,8%), grande parte dos moradores do Estado vê na renda extra a possibilidade de quitar os débitos pendentes. De acordo com pesquisa de opinião também feita pela entidade, é isso que 39,3% dos consumidores mineiros farão, o que em cifras representa algo em torno de R$ 6,5 bilhões destinados a essa finalidade.

 

O universo de pessoas é 4,7 pontos percentuais maior do que o verificado em 2015 (34,6%). Segundo o economista da Fecomércio-MG, Guilherme Almeida, esse aumento já era esperado devido ao alto endividamento da população neste ano. O que surpreendeu o especialista no levantamento feito pela entidade, porém, foi o crescimento do número de mineiros dispostos a utilizar o 13º para o consumo. Em 2016, 36,4% dos consumidores afirmaram que vão utilizar o recurso para fazer compras, contra 34,2% no ano anterior. O percentual corresponde a R$ 6 bilhões.

 

“Esse número reflete uma questão cultural do brasileiro, que já compra por impulso. E o fator emotivo da data (Natal) acaba amplificando esse comportamento consumista. Acreditava que esse percentual (36,4%) seria menor. Esperava que as famílias adotassem uma postura mais cautelosa neste ano, até porque o cenário macroeconômico não é favorável”, analisa Almeida.

 

Outros destinos - Do restante dos entrevistados, 11,7% disseram que vão dar outro destino à renda extra, algo em torno de R$ 1,9 bilhão, e 12,6% garantem que irão poupar, abrangendo uma quantia de R$ 2,1 bilhões. Para o economista da Fecomércio-MG, a economia de recursos, seja em poupança ou alguma espécie de aplicação, deveria ser uma das medidas tomadas por todos aqueles consumidores com as contas em dia.

 

Almeida, no entanto, sabe que essa não é a realidade de boa parte da população. Logo, o especialista recomenda que em caso de dívidas, o primeiro foco do 13º deve ser a regularização da situação financeira, principalmente no atual cenário de crise.

 

“Em primeiro lugar, o consumidor deve efetuar o pagamento de dívidas e, quando o fizer, deve priorizar quitar inicialmente as de maior custo, que geralmente são aquelas atreladas à modalidade do cartão de crédito. A partir daí, o consumidor, com as despesas sob controle, pode fazer uma poupança para casos de emergência ou investir em algo”, completa.

 

Nessa quarta-feira, terminou o prazo das empresas para pagamento do adiantamento da 1ª parcela do 13º salário. O limite para a quitação da segunda e última parcela é até o dia 20 de dezembro. Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o pagamento do benefício em todo o Brasil deve injetar na economia o equivalente a R$ 196,7 bilhões.

 

Fonte: Diário do Comércio/FCDL-MG

Número de famílias endividadas cai no Brasil na passagem de outubro para novembro

Os consumidores brasileiros ficaram menos endividados e inadimplentes na passagem de outubro para novembro, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) mostra que 57,3% das famílias possuíam algum tipo de dívida em novembro contra uma fatia de 57,7% em outubro. O resultado é o menor desde julho de 2012, que também registrou 57,3% de endividados.

 

“As dificuldades de aquisição de crédito, devido às incertezas do cenário econômico e às elevadas taxas de juros, aliadas à perda do poder de compra por causa do desemprego, fazem com que o consumo fique retraído, reduzindo, consequentemente, o nível de endividamento”, explica o economista da CNC Bruno Fernandes.

 

Já a proporção dos entrevistados que relataram ter dívidas em atraso foi de 23,4% em novembro contra 23,8% em outubro. Na comparação anual, no entanto, houve um aumento: em novembro de 2015, o total era de 22,7%.

Dos entrevistados, 9,1% disse não ter como pagar as dívidas e, portanto, seguiriam inadimplentes. No mês anterior, esse porcentual era de 9,4%. Há um ano essa fatia era menor, 8,5%.

 

A pesquisa considera como dívidas as contas a pagar em cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo, prestação de carro ou seguro.

 

Entre as famílias brasileiras, 21,3% têm mais da metade da renda comprometida com o pagamento de dívidas. O cartão de crédito permanece no topo da lista de contas a pagar, citado por 77,2% dos entrevistados. Os carnês estão em segundo lugar, com 14,3% de citações, seguidos pelo financiamento de carro, com 10,5%.

 

Entre as famílias com conta ou dívida em atraso, o tempo médio foi de 63,3 dias. Já o tempo médio de comprometimento com dívidas é de sete meses, sendo que 33,5% possuem dívidas por mais de um ano.

 

A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados, em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com base em cerca de 18.000 consumidores.

 

Fonte: Diário do Comércio

10 dicas para vender mais no Natal


Fonte: http://supervendedores.com.br/
 



Vender é algo incrível. Você ganha dinheiro por satisfazer os desejos (ou solucionar um problema) do seu cliente. Quando paramos para refletir sobre vendas na época do Natal é ainda mais prazeroso. Os clientes estão adeptos a novas compras e a vontade de presentear os amigos e a família torna a venda mais fácil. No artigo de hoje, vamos abordar 10 dicas para você vender mais no Natal.

 

1 – MANTENHA CONTATO COM SEUS ATUAIS CLIENTES:

 

SIM! Uma das melhores formas de vender mais é vender para quem já é seu cliente, ou seja, para quem já te conhece. Mantenha contato com eles, seja por telefone ou e-mail e convide-os para fazerem uma visita, instigando-os sobre o que a sua empresa está preparando para o Natal.

2 – DECORAÇÃO E AMBIENTE:

 

Nada melhor que comprar presentes de Natal em uma loja que está no clima natalino. Invista na decoração do seu ambiente com irreverência e criatividade. Tudo o que é novidade, aguça a curiosidade.

Loja decorada para o Natal

3 – MARKETING SENSORIAL:

 

Uma das apostas dos últimos anos está relacionada ao ambiente de vendas, ou seja, a preocupação com a melhor experiência de compras que o cliente vai ter dentro da sua loja ou empresa.

marketing sensorial ajuda a atrair e reter os clientes mais tempo dentro da sua loja. Para exemplificar, se você utilizar aromatizadores de ambiente, sons e iluminação adequadas ao seu segmento, seus clientes vão sentir-se bem e, consequentemente, estarão mais propensos a gastarem.

4 – ATENDIMENTO DE QUALIDADE:

 

Um dos principais problemas dessa época é a famosa “correria”, ou seja, os vendedores tentando atender inúmeros clientes ao mesmo tempo. Para vender mais no Natal, você precisa atender bem seu cliente e, principalmente, OUVIR o que ele deseja comprar.

Além disso, receba-os com muita atenção e, sempre que possível, mostre o MIX de produtos da loja para ele. É mais fácil você aumentar o ticket médio de uma venda do que atender vários clientes ao mesmo tempo.

Sempre que for possível, dê algo de presente ou brinde. Os clientes que estão comprando para presentear vão adorar serem presentados e vão ter maior empatia com você. Isso resulta em relacionamento de longo prazo!

 5 – PROMOÇÕES:

 

Aproveite a época do Natal para fazer promoções, principalmente às “combo” (compre 1 e ganhe outro, por exemplo). Além disso, oferecer kit’s prontos, já com uma embalagem de presente.

Uma das promoções que surtem maior efeito no comércio é a de descontos acumulativos. Os clientes que compram 3 peças de uma roupa ganham, por exemplo,  50% de desconto na 4º. Dessa forma, você utiliza gatilhos mentais nos clientes, mostrando a possibilidade de ECONOMIA quando, na verdade, eles vão gastar mais para ter o benefício.

6 – TRABALHE COM A FORMA DE PAGAMENTO:

 

Uma das melhores formas de vender mais no Natal é disponibilizar formas de pagamentos com maior número de parcelas. Utilizando o exemplo acima, para aumentar o gatilho mental do seu cliente diga para ele: “e você ainda pode pagar em 6 vezes sem juros”.

A conta é bem simples: se eu posso comprar um presente de R$100,00, porque eu não poderia gastar R$600,00 (ou seja, R$100,00 durante 6 meses), comprar mais presentes e ainda ganhar um descontão?

Compreender os gatilhos mentais que ativam a necessidade de compra do seu cliente é premissa fundamental para você ter maiores chances de aumentar as vendas e o LUCRO da empresa.

Forma de pagamento

7 – ATRAÇÕES ARTÍSTICAS E MUSICAIS:

 

Se você pode ousar um pouco mais nas estratégias de vendas, porque não colocar algo que encante o cliente enquanto ele compra em sua empresa? Se você trabalha em uma loja de brinquedos, concorda que ter atrações para as crianças vai fazer com que as mães e os pais permaneçam mais tempo dentro da loja?

Outro exemplo seria em uma loja de roupa. Geralmente as lojas tocam músicas mais agitadas, para fazer com que o cliente sinta-se despojado e compre mais. Porque não usar um Dj de verdade, remixando as músicas na hora e tornando o som ambiente agradável?

Atrações Artísticas e Músicas é sempre uma ótima idéia para implementar as suas vendas

8 – DISPOSIÇÃO DOS PRODUTOS:

 

Nesta técnica, é MUITO importante você observar o comportamento do seu cliente. Se grande parte dos clientes que compram o seu produto “A” se interessam, no momento da compra pelo “B” (por fazer correlação), porque não coloca-los juntos?

Para exemplificar, quando você compra um sapato masculino, o local onde você experimenta o sapato sempre está próximo do expositor de cintos e carteiras, correto? Essa é a intenção (e importância) da disposição dos produtos para vender mais no Natal.

9 – EQUIPE COMERCIAL E TREINAMENTO DE VENDAS:

 

Essa dica é para gerente de vendas ou para o coordenador. Uma vez que a demanda aumenta, concorda que precisamos ter mais vendedores qualificados para atender o alto volume?

Essa é uma das principais dicas, porque para atender o cliente de forma agradável, com muita simpatia e de foram prestativa, você concorda comigo que o profissional de vendas precisa estar com o foco 100% no cliente?

Além disso, a equipe comercial precisa estar alinhada com a estratégia da loja e com a meta de vendas, tanto a individual como a do grupo. Vendedor gosta de trabalhar em equipe e, porque não, incentivar os que têm maior desempenho com um bônus no final do mês?

Quando ao treinamento de vendas, precisamos reforçar que vendedor precisa estar treinado e preparado para atender os clientes e vender mais. É obrigação do gestor da empresa o treinamento e aperfeiçoamento contínuo da equipe.

10 – INVISTA EM PÓS-VENDA:

 

Agora que você fechou a venda, porque não anota os dados do cliente (nome, telefone celular e email)? Essa é a MELHOR forma de estabelecer um relacionamento de longo prazo com eles e garantir vendas futuras, no ano que se aproxima.

Uma dica extra é manter o hábito de enviar emails que ajudam a vender, ou seja, manter contato com esses novos clientes, informando sobre promoções, novas coleções ou qualquer outra novidade que seu mercado e sua empresa oferecem.

Pós Venda é muito importante para se criar um relacionamento com o cliente

PARA VENDER MAIS NO NATAL:

 

No Natal as promoções aparecem a todo vapor como iscas para os consumidores, proporcionando retorno garantido de vendas e lucro para os empresários e comerciantes. Os shoppings, por exemplo, sempre têm sorteios de carros, viagens e outros prêmios tentadores. Por isso, quanto mais seu cliente comprar, mais chances ele tem de ganhar.

Lembre-se: somos profissionais que trabalhamos com pessoas. Quando temos foco na satisfação destas pessoas, nossos resultados aparecem. O mundo ainda carece de bons profissionais de vendas e você, amigo(a) leitor(a), já está em destaque por estudar este artigo até aqui!

Valorize-se e acredite no seu potencial!

Um abraço, boas vendas e SUCESSO!

Vendas no varejo físico crescem 11% no fim de semana Black Friday

No fim de semana da Black Friday (dias 25 a 27 de novembro), as vendas no comércio de rua e em shopping centers aumentaram 11% em todo o país, em comparação ao fim de semana da promoção do ano passado (27 a 29 de novembro). Os dados são do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio - Black Friday 2016.

 

No ano passado, as vendas tiveram crescimento menor, de 9%, segundo o indicador. Para os economistas da Serasa Experian, o crescimento de 11% revela que o evento ganha relevância em comparação com outras datas importantes do comércio. Os economistas também informaram que um movimento mais forte na Black Friday tende a antecipar as vendas de Natal, enfraquecendo a última data relevante do ano para o varejo.

 

A consultoria Ebit também informou nesta segunda-feira que o comércio eletrônico atingiu vendas de R$ 1,9 bilhão na Black Friday, 17% acima do registrado na mesma data de 2015. O número de pedidos cresceu 5%, para 2,23 milhões. O gasto médio por compra foi de R$ 653, valor 13% maior do que no ano passado. Esses dados referem-se a compras realizadas apenas na sexta-feira.

 

Incluindo as vendas de quinta-feira, o valor chega a R$ 2,06 bilhões. A estimativa da Ebit era que chegasse a R$ 2,1 bilhões. Na internet, as categorias mais vendidas em volume de pedidos foram eletrodomésticos, telefonia/celulares, moda e acessórios, eletrônicos e informática.

 

Fonte: Varejista

Prévia da inflação em novembro é a menor desde 2007

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) obteve variação de 0,26% em novembro e ficou 0,07 ponto percentual acima da taxa de outubro (0,19%), informou o IBGE na manhã desta quarta-feira (23/11). Esse foi o menor IPCA-15 para os meses de novembro desde 2007 (0,23%). O acumulado no ano está em 6,38%, bem abaixo dos 9,42% registrados em igual período de 2015.


Considerando os últimos 12 meses, o índice foi para 7,64%, abaixo dos 8,27% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2015 a taxa havia sido 0,85%. O grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,68%) teve a mais elevada variação, enquanto Alimentação e Bebidas (-0,06%) e Vestuário (-0,03%) se apresentaram em queda. Em relação ao grupo Alimentação e Bebidas, apesar da queda de novembro (-0,06%) ter sido menos intensa do que no mês anterior (-0,25%), os preços de vários produtos ficaram mais baratos.


O destaque foi o leite longa vida, produto importante na despesa das famílias, que passou a custar 10,52% a menos e, com isso, exerceu o principal impacto para baixo no índice do mês (-0,12 p.p.). Outros itens alimentícios que se destacaram foram: feijão-carioca (-11,84%), feijão-mulatinho (-7,82%), tomate (-6,61%) e cenoura (-4,31%).


Mesmo com o grupo em queda, alguns alimentos exerceram pressão de alta sobre o índice, especialmente açúcar cristal (3,73%), pescados (3,91%), batata-inglesa (3,26%), cerveja (2,36%) e carnes (1,43%). Considerando os itens não alimentícios em alta, o principal destaque foi o etanol, cujo preço do litro ficou 7,29% mais caro, exercendo o mais elevado impacto individual no mês (0,07 p.p.). Chama atenção, também, o item multa pelo expressivo aumento (23,72%), reflexo do reajuste médio de 53% em vigor desde 1º de novembro.


Outros itens que também influenciaram o resultado do mês foram: seguro de veículo (2,61%). plano de saúde (1,07%), empregado doméstico (0,87%), mão de obra para pequenos reparos (0,87%), artigos de higiene pessoal (0,87%), emplacamento e licença (0,80%), cabeleireiro (0,67%) e gasolina (0,59%). O índice regional mais elevado foi registrado na região metropolitana de Recife (0,55%), onde o preço do litro da gasolina subiu 4,11%. O menor índice foi o de Goiânia (-0,03%), sob influência da queda de 4,15% do item energia elétrica, que refletiu a redução de 8,83% em suas tarifas a partir do dia 20 de outubro.

 

Fonte: Diário do Comércio

Intenção de consumo das famílias subiu 0,5% em novembro ante outubro

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 0,5% em novembro ante outubro ao atingir 74,3 pontos, mostrou ontem pesquisa divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em comparação a igual mês do ano anterior, no entanto, o índice caiu 2,8%. A percepção dos consumidores ainda é de “insatisfação com a situação atual”, informou a instituição em comunicado.

 

O economista da CNC Bruno Fernandes diz que “ainda não existe, de fato, uma retomada do consumo”, porque as famílias têm o orçamento afetado pelas condições desfavoráveis do mercado de trabalho.

 

A confederação afirma que há um processo de retomada gradual da confiança dos consumidores e empresários, mas, ainda assim, revisou suas expectativas de queda do varejo restrito, de -5,4% para -6%, e do ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção, de -9,5% para -9%, ao fim de 2016.

 

Segundo a pesquisa, em novembro, o nível de consumo atual cresceu 2,9% comparado a outubro, mas caiu 11,4% comparado a igual mês de 2015. “A maior parte das famílias (62,8%) declarou estar com o nível de consumo menor que o do ano passado”, traz o comunicado.

 

Já o item “acesso ao crédito” se manteve estável na comparação mensal e apresentou redução de 10,4% em relação a novembro do ano passado. A pesquisa revelou também que a maior parte das famílias, 73,3%, considera o momento atual desfavorável para a aquisição de bens duráveis.

 

Bruno Fernandes aguarda para o segundo semestre do ano que vem a recuperação do segmento de varejo. Por enquanto, diz ele, a pesquisa revela apenas “uma retomada lenta” do setor.

 

“Esperava-se que fosse mais rápida a retomada, mas isso não está ocorrendo. É possível que ocorra num ritmo mais lento até o segundo semestre de 2017. No início do ano que vem, o comércio ainda estará prejudicado por um mercado trabalho fraco”, afirmou o economista.

 

Fonte: Diário do Comércio

77,8% dos consumidores mineiros farão suas compras de fim de ano próximo ao Natal

FONTE: FCDL-MG

 

O Natal é a melhor data para o varejo. É importante, ainda mais neste momento na qual o consumidor está mais contido frente ao cenário econômico que, até o momento não apresentou muita clareza de sua recuperação, o lojista entender o perfil do consumidor, iniciar o quanto antes as campanhas de Natal, fidelizar o cliente e pensar nas estratégias pós-natal.

 

Frente a um cenário permeado por taxas de juros em patamares ainda elevados, desemprego, queda da renda, crédito seletivo e restrito e inadimplência, encontra-se um consumidor que está mais cauteloso, comprometido com compromissos financeiros assumidos anteriormente e, mediante há sinalização do início da queda dos juros e da inflação, demonstra sinais de melhora na confiança da economia para os próximos meses. Assim, não se pode perder tempo.

 

Para o sucesso dos negócios neste momento econômico, a dinâmica das vendas exigirá inteligência e estratégia para maximizar o faturamento e, consequentemente, o giro do estoque. Se faz necessário, urgentemente, um planejamento estratégico focado na recuperação da saúde financeira das empresas e na reestruturação de seus planos de investimentos. Somente com a construção pautada no conhecimento da gestão, as empresas poderão prever a hora certa para agir e, com isso, tentar mitigar/superar os obstáculos impostos pelas externalidades, a despeito dos obstáculos estruturais.

 

Assim, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de Minas Gerais, (FCDL- MG), realizou uma pesquisa com os consumidores de Minas Gerais com o objetivo de auxiliar os lojistas a preparem suas estratégias e focarem seus esforços na direção do fluxo apontado pelo cliente. Perguntamos aos consumidores de 58 municípios de Minas Gerais suas percepções/preferências para o fim de ano com vistas em auxiliar os lojistas que iniciaram os preparativos se direcionarem melhor e para aquelas que não começaram possam promover as suas intenções estratégicas mais confiantes.

 

CLICK NO LINK e acesse aqui a pesquisa completa.

http://www.fcdlmg.com.br/imagens/editor/files/Pesquisa_%20Com%C3%A9rcio%20de%20Fim%20de%20Ano_%20MG.pdf