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CNC prevê contratação de 135 mil temporários para o Natal 2016

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A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que o Natal deste ano deverá registrar a segunda queda consecutiva tanto nas vendas quanto na contratação de temporários. A Confederação estima um recuo de 3,5% no varejo, o equivalente à movimentação financeira de R$ 32,1 bilhões até dezembro. A confirmação desse quadro deverá frear a demanda por trabalhadores temporários, com menos 2,4% de postos ofertados em relação a 2015.

“Voltamos ao patamar de 2012, quando foram contratados cerca de 135 mil temporários para cobrir o movimento de fim de ano”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

Os maiores volumes de contratação deverão se concentrar no segmento de vestuário (62,4 mil vagas) e no de hiper e supermercados (28,9 vagas). Além de serem os “grandes empregadores” do varejo – juntos eles representam 42% da força de trabalho do setor – esses segmentos costumam responder, em média, por 60% das vendas natalinas.

Salários

O salário de admissão deverá alcançar R$ 1.205, avançando, portanto, 9,5% em relação ao mesmo período do ano passado (+0,6%, se descontada a inflação). O maior salário de admissão deverá ocorrer no ramo de artigos de informática e comunicação (R$ 1.403); contudo, esse segmento deverá ofertar apenas 1,6% das vagas totais a serem criadas no varejo.

Natal dos importados

Ao contrário de 2015, quando o real sofreu desvalorização de 47%, neste ano a expectativa é que a taxa de câmbio registre queda de 16%, o que poderá estimular importações por parte do varejo e reajustes menos intensos do que no fim do ano.

O setor supermercadista deve aproveitar o cenário fazendo estoque de produtos estrangeiros e registrar modesta queda no volume das vendas (-1,6%). Já as lojas de vestuário e acessórios deverão amargar queda anual superior a 11% no Natal de 2016.

As previsões da CNC de emprego e vendas serão revistas mensalmente até as vésperas do Natal.

CLICK AQUI para acessar a análise completa.

 

Consumidor volta a buscar crédito e demanda cresce 6,1% em outubro

A demanda de consumidores que voltaram a buscar crédito em outubro de 2016 cresceu 6,1% em relação ao mês de setembro, segundo dados da Serasa Experian divulgados nesta quinta-feira (17/11). Na comparação com outubro do ano passado, houve aumento de 11%. No acumulado de janeiro até outubro deste ano, a demanda do consumidor aumentou 2,7% em relação ao mesmo período de 2015.

 

De acordo com os economistas da Serasa, a greve dos bancários, que paralisou o atendimento em várias agências do país em setembro, gerou impactos na busca por crédito naquele mês. A alta da procura por crédito em outubro se deve também a esse cenário, avaliam.


FAIXA DE RENDA E REGIÕES

 

Fonte: FCDL-MG


A maior alta na procura por crédito, de 8,5%, foi entre os consumidores que ganham até R$ 500 mensais, segundo o levantamento da Serasa. Para os que recebem entre R$ 500 e R$ 1 mil por mês, chegou a 6,4%. Já para os que têm renda mensal de R$ 1 mil a R$ 2 mil, o aumento chegou a 5,4%. Para aqueles que ganham entre R$ 2 mil e R$ 5 mil por mês, a alta foi 5,8%.


Entre os que recebem entre R$ 5 mil e R$ 10 mil mensais, o aumento chegou a 5,5% e para os que ganham mais de R$ 10 mil, o aumento chegou a 4,7%. No acumulado do ano até outubro de 2016, com exceção da faixa de menor renda – que teve queda de 0,2% –, a busca do consumidor por crédito subiu nas demais faixas de renda em relação ao mesmo período de 2015.


Em outubro deste ano, quando comparado a setembro, as variações na procura do consumidor por crédito nas regiões do país foram: Norte (11,4%), Nordeste (10,4%), Centro-Oeste (10,7%), Sul (6,3%) e Sudeste (3,2%).


FINANCIAMENTO DE CARRO NOVO TAMBÉM CRESCE


Também beneficiado em parte pelo fim da greve dos bancários, o financiamento de carros novos (automóveis e comerciais leves) cresceu em outubro na comparação com setembro. Enquanto o mercado total (que inclui vendas à vista) ficou estável na passagem de um mês para o outro, as compras financiadas cresceram 2,7%, para 82,9 mil unidades.


O levantamento, divulgado nesta quinta-feira (17/11) pela Cetip, que compila os dados das instituições financeiras que oferecem crédito para aquisição de veículos. Com isso, a participação dos financiamentos no mercado total de carros novos também cresceu. Em outubro, a proporção foi de 53,6%, contra 52,1% em setembro.

Segundo representantes do setor automotivo, parte das vendas de veículos em setembro foi prejudicada pela falta de atendimento nos bancos, reduzindo ainda mais a oferta de crédito, que já estava baixa em razão da recessão econômica.


Na comparação com outubro do ano passado, porém, a aquisição de veículos por meio de financiamento segue em baixa, dessa vez de 23,6%, ainda como reflexo da alta do desemprego, da queda da renda do brasileiro e da restrição do crédito. No acumulado do ano, a retração é mais intensa, de 28%, em relação a igual período de 2015.


O fim da paralisação dos bancários também contribuiu para o aumento do financiamento de carros usados. Enquanto o mercado total caiu 8,2% em outubro ante setembro, os financiamentos avançaram 2%. Em comparação com outubro do ano passado, mês que também foi afetado por uma grave de bancários em todo o Brasil, o número de veículos financiados teve avanço de 5,6%.

Black Friday: 45% dos consumidores vão comprar mais produtos este ano

Fonte: FCDL-MG e SPC Brasil

 

Data cada vez mais importante para o varejo brasileiro, a Black Friday de 2016 acontecerá no dia 25 de novembro e funcionará como um termômetro para saber como a economia está se recuperando, assim como o poder de compra dos brasileiros. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que, este ano, 69,0% dos consumidores pretendem comprar nesse dia e 28,1% têm a intenção de fazer compras dependendo dos preços e descontos ofertados. Em relação a 2015, 45,0% dos que compraram algo no ano passado pretendem comprar mais produtos na Black Friday deste ano e 42,0% pretendem gastar mais, sendo que o principal fator que motiva esses entrevistados é o baixo preço dos produtos.

 

A oportunidade de comprar produtos que necessita a preço baixo é o principal motivo para comprar na Black Friday 2016, para 74,7% dos entrevistados. Em seguida, 13,1% aproveitarão para comprar presentes de Natal com preços mais baixos e 12,1% irão comprar apenas para aproveitar as promoções, sem real necessidade. A grande maioria dos consumidores que pretendem comprar na Black Friday (95%) diz que irá fazer uma pesquisa de preço, seja para verificar se os produtos estão, de fato, em promoção (64,8%) ou para escolher as lojas em que os produtos que precisa estão mais baratos (30,4%)

 

Em média, os consumidores pretendem comprar entre três e quatro produtos e gastar cerca de R$ 1.426,13 – um aumento real de 31% em relação a 2015 (R$ 1.007,00, já descontada a inflação do período). A pesquisa mostra ainda que 42% esperam encontrar descontos entre 20% e 40% nos produtos da Black Friday, e outros 42% esperam que os descontos ultrapassem 40%, sendo a média geral de desconto esperada de 36%.

 

Entre os 29,8% dos consumidores que compraram ano passado e esperam gastar menos este ano, destaca-se a justificativa de não comprar sem necessidade e não estar precisando de muitas coisas (26,9%), seguida da existência de outras prioridades de compra, como carro ou casa (26,4%).

 

De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, promover ofertas reais pode fazer a diferença na hora das vendas nessa época do ano. “Em uma data como a Black Friday, de importância tão grande para o comércio e próxima do Natal, as lojas que praticarem descontos reais acabarão se destacando diante da concorrência”, afirma. “Além disto, vale estar preparado para políticas de troca e prazos de entrega, que levam a uma maior reputação do lojista e geram confiança no consumidor, principalmente diante do crescente volume de fraudes na internet.”

 

Porém, ainda que a crise econômica dê sinais de uma leve melhora e os brasileiros estejam dispostos a gastar mais nas datas comemorativas, 19,0% dos que pretendem comprar possuem contas com pagamento em atraso e outros 18,7% estão com o nome registrado em cadastros de devedores.

 

Roupas e celulares serão os produtos mais comprados

 

A pesquisa identificou que as roupas (36,9%), os celulares e smartphones (31,3%) e os calçados (30,6%) serão os produtos mais comprados na Black Friday deste ano. Comparando com os resultados de compras de 2014, os celulares ganharam espaço (27,1% no ano passado). A forma de pagamento mais utilizada será o cartão de crédito parcelado (39,1%) e o dinheiro (26,0%).

 

Entre os pagamentos parcelados, o tempo médio para quitar a compra será de cinco meses. Segundo a economista-chefe, o ideal é evitar o abuso de parcelamentos e comprar à vista. “O pagamento parcelado pode comprometer o orçamento da família, não sendo uma atitude recomendável, ainda mais que as parcelas da Black Friday podem se juntar a parcelas de Natal e contas de início de ano. Caso não haja um bom controle do orçamento, é alto o risco de a pessoa gerar uma bola de neve de dívidas”, diz.

 

Prova disso é que quase um terço dos consumidores que têm a intenção de comprar na Black Friday (30,8%) admitiu gastar mais do que pode nas compras durante as promoções, já que não resistem às oportunidades e 8,1% deixarão de pagar alguma conta para comprar produtos na Black Friday.

 

Sites lideram entre os locais de compra

 

A pesquisa também investigou quais são os principais locais que os brasileiros farão as compras e os mais mencionados são os sites de lojas nacionais (58,9%) e o shopping center (40,2%). Entre os fatores mais importantes que levam os consumidores a escolherem esses lugares estão os preços (64,0%), o frete grátis (42,7%, com um salto em relação a 2015, quando o percentual era de 23,4%) e a credibilidade e segurança das lojas (26,3%).

 

“A Black Friday já está consolidada como um evento promocional online, já que a internet oferece possibilidades de avaliar diversas lojas, incluindo os sites das lojas já tracionais. Porém, as promoções do evento nos shoppings ganharam seu espaço e os lojistas que quiserem aumentar o público devem pensar em estratégias de marketing não apenas online”, avalia Kawauti.

 

Em relação aos que compram na internet, 56,0% dão preferência aos sites de lojas e marcas conhecidas, 45,6% aos sites que tenham frete grátis e outros 33,1% escolhem sites que comparam os preços.

 

Nota média de satisfação com a Black Friday 2015 foi de 8,5

 

Perguntados sobre as compras na Black Friday de 2015, apenas 9,0% tiveram algum tipo de problema com as compras, sendo o mais citado a entrega fora do prazo (5,5%). Entre estes, a maioria (73,2%) conseguiu solucionar o problema, principalmente por meio da troca do produto (26,1%).

 

Em uma escala de 1 a 10, a nota média de satisfação com a Black Friday do ano passado foi de 8,5, sendo maior entre as classes C, D e E (8,6) e menor entre os jovens de 18 a 24 anos (8,1). Nove em cada dez entrevistados (90,7%) consideram que valeu a pena a compra na Black Friday de 2015 em função dos bons preços, enquanto apenas 9,3% se arrependeram.

Nova economia impõe desafios e cria oportunidades

Fonte: FCDL-MG

 

Muito mais que mudar a forma como as pessoas se comunicam ou dirigem seus carros, a tecnologia está revolucionando as estruturas do mundo e exigirá transformações muito maiores na sociedade. As políticas públicas, a indústria, a educação e até a maneira de criar os filhos terão que ser reinventadas a partir da lógica da nova economia. E é essa lógica, que ainda está em desenvolvimento no Brasil, que permeou o debate da sétima edição do Diálogos DC, realizado, ontem, no Centro de Exposições George Norman Kutova (Expominas), na região Oeste da Capital.

 

O evento, promovido pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO em parceria com a ArcelorMittal e a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), foi realizado dentro da programação da Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (Finit), um dos maiores eventos de inovação já realizado no Estado.

 

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa, abriu o debate falando sobre a importância do fomento da tecnologia e da inovação para a economia do Estado. De acordo com ele, o governo estadual entende que Minas Gerais tem três principais riquezas: a agricultura, a mineração e o conhecimento. E é essa última riqueza que passa pela nova economia e, por isso, tem sido amplamente trabalhada no Estado.

 

“Quando assumimos a secretaria, a primeira ação para valorizar essa riqueza foi reconhecer a legitimidade das ações já existentes. A Finit desnuda essa estratégia, pois mostra claramente aos mineiros e brasileiros o que estamos fazendo aqui. Outra ação foi sair pelo mundo conhecendo os modelos de excelência em fomento em inovação para criarmos o nosso próprio”, disse. O secretário destacou que, no próximo mês, o governo lançará quatro editais de programas de aceleração, sendo dois voltados para estudantes e dois para negócios em estágios iniciantes.

 

Responsável por mediar o debate, o professor-associado da Fundação Dom Cabral (FDC) e sócio da nhk Sustentabilidade, Rafael Tello, propôs que os convidados respondessem se Minas Gerais, que tem uma economia baseada principalmente em extrativismo de recursos naturais, está preparada para a economia do conhecimento citada pelo secretário.

 

Educação - Para o gestor do programa Fiemg Lab Novos Negócios, Fábio Veras, um dos convidados para contribuir no debate, é preciso uma mudança nas estruturas básicas da sociedade, começando pela forma como se cria os filhos. Ele destacou que as crianças são ensinadas a estudarem para passar no vestibular e depois procurarem empregos nas empresas já existentes, sendo que deviam ser incentivadas a descobrirem seus potenciais e terem comportamento empreendedor.

“Estamos jogando nossos jovens para o precipício porque daqui a pouco eles nem vão encontrar emprego porque as empresas tradicionais estão fechando e algumas profissões estão acabando. Por que a Kodak quebrou? Porque ela não percebeu que o seu valor não era revelação de fotos, mas registro de momentos. O Instagram, por sua vez, entendeu isso muito bem. A indústria não faz ideia do que está acontecendo, então precisamos trazer essa cultura de startup para dentro do ambiente industrial”, alertou.

 

Desafio - Outro convidado como debatedor, o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), Marco Antônio Castello Branco, destacou que a nova economia é resultado de uma revolução tecnológica. Ele destacou que as empresas e produtos desse segmento estão focados em aumento de eficiência, diminuição de gastos e corte de canais de intermediação. Para o diretor, esse movimento é muito positivo, mas também é desafiador para os governos, que precisam legislar no novo cenário.

 

“Estamos falando de uma economia que ‘despadroniza’, sendo que a administração pública tem um padrão de normas que é alterado num ritmo muito mais lento. Como adaptar um processo normativo dificultoso a esse ambiente em ebulição? Que consenso nos une se cada negócio que surge nessa nova economia é quase um universo em si mesmo?”, provocou.

 

Já o debatedor João Souza, que é cofundador do programa de fomento ao empreendedorismo FA.VELA, acrescentou uma nova perspectiva ao debate. Ele questionou o real sentido dessa nova economia e como ela pode ser, de fato, uma resposta para os problemas da sociedade. “Se a gente olhar para essa nova economia sem olhar para a questão da inclusão social, vamos cair naquela história de startups em um mundo glamouroso. Todo mundo quer criar algo de valor, mas que valor é esse? Precisamos de empreendedores que resolvam os problemas das mulheres, dos negros, das minorias”, frisou.

Vitrines são responsáveis por 70% das vendas, diz professora do Senac

17130441A vitrine é uma das mais importantes ferramentas do varejo e é responsável por 70% das vendas realizadas, apontam estudos na área destacados pela professora de Vitrinismo do Senac, Maya Mello. Porém, atualmente ela não se resume somente a frente da loja onde os produtos ficam expostos. “Tratamos a loja toda como vitrine, incluído toda a parte visual, o atendimento, aparência da equipe, disponibilidade de produtos, facilidade de acesso, corredor, iluminação, entre outros. O visual merchandising trabalha com cada elemento desse, que pode ajudar ou atrapalhar a venda”, explica ela.

 

Segundo Maya, muitos lojistas não veem a vitrine como um investimento, mas sim como uma despesa. O lojista faz grandes investimentos em outras mídias e ignora que na vitrine o seu consumidor já está ali, em frente à loja. “A vitrine é uma mídia que você consegue mensurar o retorno quase instantaneamente. Geralmente em um prazo de cinco dias, pelo acesso que você está tendo na loja. É um investimento interessante pela facilidade de mensuração”, ressalta Maya.

 

Preparação para o Natal é diferencial para aumentar vendas

 

A data comercial mais importante para o varejo exige um cuidado redobrado no quesito visual. Entre os principais erros apontados pela professora do curso de Vitrinismo estão a falta de uma mensagem clara e o exagero. De acordo com a professora, muitas vezes o lojista escolhe o Natal para fazer a vitrine mais cenográfica do ano, mas acaba colocando muitos elementos e poluindo a vitrine.

 

Outro exemplo bastante comum é o lojista expor em sua vitrine todas as possibilidades de compra que sua loja oferece, porém isso transmite uma mensagem confusa ao consumidor. “Em uma vitrine de Natal devemos trabalhar uma mensagem clara, de percepção fácil e ligada a alguma emoção relacionada a experiência de vida do público. Esse é o melhor período do varejo, as pessoas vão consumir e a loja mais bem preparada irá vender mais”, avalia.

Geração de empregos deve ser retomada no fim de 2017

633677-Auxílio-desemprego-como-solicitarFonte: FCDL-MG

 

Ao destacar que seu governo está desmontando um “ciclo perverso”, pelo qual passava o país, o presidente Michel Temer apresentou nesta terça-feira (08/11), algumas projeções otimistas que, segundo ele, serão decorrentes das medidas de austeridade que vêm sendo adotadas.


Entre as medidas, destacou a possibilidade de, a partir do segundo semestre de 2017, o país retomar a geração de emprego e de registrar um Produto Interno Bruto “não negativo”. Ele também destacou que, mantidas tendências já verificadas, espera que o país retome o grau de investimento, pelas agências de avaliação.


O presidente abriu o seminário Infraestrutura e Desenvolvimento do Brasil, no auditório da Confederação Nacional da Indústria (CNI). “Querem que o governo assuma e dois meses depois o céu esteja azul. Não é assim. Isso leva tempo. A retomada do emprego é algo que demora", diz. "É paulatina e lenta, mas nossa esperança é que no segundo semestre de 2017 o PIB não seja negativo. Se não for, que nos cobrem”.


A projeção de instituições financeiras para a queda da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), este ano, passou de 3,30% para 3,31%. Para 2017, a expectativa de crescimento foi ajustada de 1,21% para 1,20%. “Às vezes sinto no ar certo preconceito. Querem combater desemprego e não querem incentivar a inIciativa privada. Nossa esperança é que em face do ritmo que estamos adotando é que no segundo semestre do ano que vem tenhamos também o emprego sendo retomado”, acrescentou.


Temer destacou que para tornar possível esse cenário, é necessário que o governo ajuste suas contas e atraia o investimento privado em áreas estratégicas como a infraestrutura. Segundo ele, o país acumulava dívida pública crescente e desemprego em nível alarmante.

Varejista está mais confiante com a retomada do cenário econômico

Fonte: FCDL-MG

 

Os comerciantes da capital mineira mostram-se cada dia mais esperançosos quanto a uma melhora na economia nacional. Em outubro, o Indicador de Confiança do Empresário, medido a cada quatro meses pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), cresceu 7,7 pontos e ficou em 45,7 pontos. Apesar de ainda sinalizar baixa confiança do segmento, o índice está bem perto da linha divisória dos 50 pontos, que separa pessimismo do otimismo.

 

A confiança dos empresários tem como base a média de outros dois indicadores: Expectativas e Condições Atuais. A melhora do índice no último mês se deve, principalmente, à evolução das expectativas dos empresários quanto ao cenário econômico do País e às finanças de seu próprio negócio nos próximos seis meses, que ficou em 63,1 pontos em outubro. Desde o início da série histórica, no ano passado, as perspectivas dos lojistas de Belo Horizonte não eram tão otimistas quanto agora. Em relação à última pesquisa divulgada pela entidade, em junho, o incremento foi de 11,5 pontos.

 

Para o vice-presidente da CDL-BH, Marco Antônio Gaspar, a proposta de ajuste defendida pelo presidente Michel Temer, associada a algumas medidas que já vem sendo implementadas em âmbito federal, tem influenciado diretamente no humor dos empresários.

 

“Os comerciantes acreditam que o impeachment de Dilma Rousseff dará espaço para a retomada do desenvolvimento do setor produtivo. Além disso, a redução da taxa de juros e o comprometimento do governo com uma política de ajuste fiscal têm gerado uma expectativa positiva nos comerciantes quanto ao mercado e aos seus negócios nos próximos seis meses”, destaca.

 

Com um índice de expectativa geral em 70,6 pontos, as médias empresas – de 50 a 99 empregados – são as mais otimistas em Belo Horizonte. Na avaliação de Gaspar, os negócios desse porte tradicionalmente desfrutam de uma estrutura mais preparada para lidar com os efeitos de um período adverso da economia, o que explica o sentimento mais favorável. As microempresas – até nove funcionários – encerraram outubro com o indicador a 63,0 pontos, e as pequenas – de dez a 49 empregados – com 60,3 pontos.

 

Apesar da confiança em uma melhora para os próximos meses, os empresários da Capital continuam insatisfeitos quanto à situação atual da economia brasileira e do seu próprio negócio, como mostra o indicador de Condições Atuais, que registrou 22,5 pontos no período contemplado no levantamento. A descrença quanto à economia brasileira é ainda maior quando analisada à parte: 17,0 pontos.

“Esse resultado reflete a desaceleração da atividade comercial na Capital, que apresentou queda de 1,93% no acumulado do ano (jan.16/ago.16)”, disse Gaspar.

Crise resulta na eliminação de postos de trabalho e empregados sobrecarregados

Fonte: FCDL-MG

 

Processos de enxugamento nas empresas sempre carregam cargas dramáticas para os funcionários demitidos e para a empresa, que, além de enfrentar um período econômico desfavorável, precisa também reestruturar a gestão para redefinir as responsabilidades entre os que permaneceram. Ana Pliopas, coach executiva e sócia do Hudson Institute of Coaching no Brasil, lembra a importância de olhar também para os profissionais que ficam, sobre os quais pesa outro desafio – a chamada síndrome dos remanescentes.

 

Não há cenário favorável durante cortes nas empresas. “Para os que saem, as consequências incluem um sentimento de perda e incerteza sobre o futuro muito forte.

 

Os que ficam, por outro lado, enfrentam uma situação bastante ambígua: de um lado sentem alívio por não estarem na black list da empresa, e de outro ficam culpados por terem permanecido”, explica Ana. Com o acúmulo de tarefas, o profissional remanescente fica sobrecarregado e se vê acompanhado pela angústia de não saber se e quando pode haver uma nova onda de demissões. Esse sentimento dúbio descreve a síndrome dos remanescentes.

 

Segundo Ana, pode existir um lado positivo. “Se a carga de trabalho aumenta, o profissional pode então analisar onde há espaço para se desenvolver e como inovar nesse novo cenário, além de questionar de modo construtivo – até mesmo ao gestor – quais são os novos critérios de prioridade com o acúmulo das tarefas”, afirma. Em sua experiência como coach, Ana percebe que profissionais com enormes cargas de trabalho ficam saturados a ponto de não pararem para refletir sobre seu momento profissional. “Percebo que uma das maneiras de coaching dar resultado é o fato de o profissional ter uma hora do dia dedicada à reflexão”, comenta.

 

Responsabilidade - Lidar com profissionais sobrecarregados representa um problema urgente para as organizações. De acordo com a última pesquisa “Carreira dos Sonhos”, realizada pela Cia de Talentos, 65% das empresas consideram urgente ou importante lidar com o colaborador sobrecarregado, e 44% disseram não estar preparadas para enfrentar o problema. Em períodos de muitas demissões, as empresas precisam ter uma boa estratégia para não desequilibrar a produtividade e o conforto de seus colaboradores.

 

Há mensagens importantes às organizações no que diz respeito à maneira de se comunicar com os funcionários – tanto aqueles que serão vítimas do downsizing quanto os remanescentes. “As empresas precisam tomar um enorme cuidado com a maneira com que tratam as pessoas, por respeito ao profissional demitido e que precisará se reestabelecer, e também para garantir estabilidade à empresa. Quem continua repara em como as mensagens são dadas”, explica Ana.

 

Nesse processo, uma comunicação interna clara e transparente, com o mais baixo nível de ruído possível, pode evitar que o clima organizacional seja afetado em demasia. Explicar a quem fica os motivos que levaram às demissões e falar sobre o cenário enfrentado pela empresa são alguns dos caminhos. “As empresas têm a ilusão de que precisam ter todas as informações para passar a mensagem aos funcionários, quando na verdade, mesmo sem ter todas as respostas, a organização deve ter um plano de comunicação que transmita, por exemplo, a estratégia que a empresa empregará para se recuperar, e em que prazo espera obter tais resultados. Falar sobre isso com os funcionários diminui rumores. Trata-se do over-communicating, essencial em períodos de crise”, explica Ana.

 

Outro desafio consiste em lidar com o trabalho acumulado. Para manter as equipes motivadas, só mesmo com um gestor transparente, que dialogue e que saiba como remanejar o trabalho que ficou. “Existem questões imediatas que precisam ser pensadas pelas empresas, sendo uma das principais a redistribuição do trabalho, o que em geral não se faz de modo cuidadoso”, completa Ana.

Quantidade de títulos protestados sobe 28,8% até outubro

Fonte: FCDL-MG

 

De janeiro a outubro, o número de títulos protestados no país aumentou 28,8% quando comparado ao mesmo intervalo de 2015.
O levantamento feito pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) registrou um crescimento de 81,9% em outubro em relação ao mesmo mês do ano passado.


Também houve alta de 52,2% em outubro na comparação com setembro deste ano. O valor médio dos títulos protestados em outubro foi de R$ 4.706. Quando analisados apenas os títulos protestados das empresas, houve crescimento de 10,1% no acumulado do ano.


Em relação a outubro do ano passado, esse número subiu 57,4%. Na comparação com setembro deste ano, a alta foi de 34,2%.
No acumulado do ano, a região Sudeste foi a que obteve o maior crescimento, de 19,8%. A região Nordeste, por sua vez, foi a que registrou maior queda (-2,9%). Para as empresas, o valor médio dos títulos protestados foi de R$ 7.091.

Brainstorming: Faça uma chuva de ideias!

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Fonte: Saia do Lugar

O processo criativo é um dos processos que mais necessitam de concentração e de uma entrega total àquele momento, para que uma solução criativa seja pensada para dar fim a um determinado problema.

Brainstorming é a parte mais importante do processo criativo pois é o início de tudo! Essa técnica permite que as empresas desenvolvam uma capacidade maior de inovar.

Veja neste post tudo o que você precisa saber sobre esta técnica, para começar a fazer o seu processo criativo da maneira que trará os melhores resultados e as melhores mudanças.

O que é Brainstorming?

Brainstorming é uma técnica desenvolvida por Alex Osborn com o objetivo de solucionar problemas da forma mais criativa possível. A própria tradução da palavra já diz muito sobre esta técnica: brainstorming pode ser traduzido como “chovendo ideias”.

Independente de ser feito sozinho ou em grupo, para um bom brainstorming é preciso levar em consideração qualquer tipo de ideia, por mais avulsa que ela pareça. São das ideias mais improváveis que nascem as melhores soluções.

Um bom brainstorm vai além de simples ideias jogadas em um papel. Neste papel devem estar as melhores ideias que vão alavancar o sucesso da sua empresa e por isso é importante que todos os envolvidos entendam como funciona o processo e estejam dispostos a não deixar que nada influencie na concepção.

E é por isso que o próximo tópico é tão importante para garantir uma sessão de brainstorming brilhante! Continue lendo.

Antes de tudo é preciso saber que…

O ponto crucial para que as ideias tenham liberdade para fluir é não limita-lás.

O que isso significa? Significa que nenhuma ideia será descartada. Anote tudo e quanto mais detalhes e mais ideias soltas você tiver, mais fácil será do seu cérebro fazer as conexões.

Em uma sessão de brainstorming não pode existir nenhum tipo de preconceito, realmente tudo é válido! Absolutamente tudo! Mesmo que segundo depois você perceba que aquilo era uma bobagem.

Se liberte de todos os julgamentos e problemas do mundo, nada de censura!

Passo a passo para uma sessão de brainstorming

Para colocar esta técnica em prática não existe muito mistério, mas seguir uma sequência de passos pode colaborar para a otimização de um brainstorm de sucesso!

Tenha em mente o problema a ser solucionado

Antes de qualquer coisa é preciso que a finalidade daquele brainstorming seja muito bem definida. Saiba qual é o problema que será solucionado através das ideias que nascerão.

Defina a origem do problema, qual é o ponto mais forte e o que mais necessita de atenção. Assim você identificará o centro do problema.

A partir do momento que isso for claro para toda a equipe, vocês aumentarão as chances de focar no problema, aumentando a probabilidade de achar a solução mais eficaz.

Relaxe e faça coisas que estimulem a sua criatividade

Antes de começar a colocar as suas ideias de fato no papel, se permita relaxar um pouco.

Vá ao cinema, escute o CD da sua banda preferida, desenhe, cante, leia, descanse ou o que quer que seja que estimule o seu cérebro a relaxar. O importante aqui é permitir que nenhum problema externo interfira na sua criação.

Esvazie a sua mente de preocupações e responsabilidades que não dizem respeito exclusivamente a razão pela qual você realizará esta sessão de brainstorm.

Quanto mais relaxado você estiver, maior a fluidez das ideias, principalmente quanto a solução de um problema. Pensar em soluções com a cabeça cheia não costuma ser uma prática muito assertiva, não é?

Escolha um ambiente

Escolha um ambiente que te ajudará a se manter relaxado durante toda sessão de brainstorming.

Dê preferência para ambientes mais silenciosos e com espaço para acomodar a todos os integrantes que participarão desta reunião informal.

Além da escolha do ambiente, ter um grupo heterogêneo vai te ajudar a ter ideias mais abrangentes.

Determine um tempo máximo para realizar o brainstorming

Durante a parte individual é preciso que um prazo seja estipulado para permitir que cada um pense de forma independente em uma solução para o problema em questão.

Isso não significa que você deva ficar tenso e apreensivo com o prazo. Mas sim que o processo será organizado, afinal, se trata de uma empresa.

Anote, anote e anote

A partir do momento em que as ideias começarem a fluir, anote tudoAbsolutamente tudo.

Em uma sessão brainstorming, nada é descartado, toda ideia é boa o suficiente para virar um potencial.

Anote sem parar, estimule o seu cérebro a pensar em sequência, escreva uma ideia atrás da outra.

Não se preocupe em expressar ou explicar a ideia neste momento! Apenas anote de uma forma que você lembrará a linha de raciocínio na hora de apresentar os resultados da sessão de brainstorming individual.

Discuta o resultado da sessão de chuva de ideias com a sua equipe

Após o tempo estipulado, chegou a hora de colocar todas as ideias à mesa!

Escute o que cada um tem a dizer e entenda a linha de raciocínio do criador daquela sugestão. Não existe ideia melhor e nem pior.

O que está em questão é a ideia mais adequada para solucionar o problema que precisa ter fim. Por isso não ironize e nem critique a ideia de outra pessoa.

Melhores práticas para fazer uma “chuva de ideias”

Seguir o passo a passo acima pode te ajudar na hora de realizar uma sessão de brainstorming, mas se quiser facilitar ainda mais as coisas e ter resultados ainda melhores veja as nossas dicas a seguir:

Considere tudo o que vier na sua mente

Palavras, expressões ou até mesmo imagens – se for o caso, esboce um desenho delas – seja o que for, anote tudo o que vier a sua mente.

Permita que a sua vivência e experiências antigas (por exemplo: viagens, cultura, trabalhos já realizados e etc) te ajudem a percorrer caminhos diferentes do comum e outros ainda mais criativos.

A partir do momento que você está concentrado em criar ideias sobre um determinado tema, mesmo que pareça fútil, qualquer pensamento será bem vindo para fazer possíveis conexões com o que os integrantes da sua equipe pensaram.

Deixe as ideias fluírem uma atrás da outra

Durante o brainstorming não é hora de validar as suas próprias ideias e por isso apenas anote, não permita que a sua mente faça pré-julgamentos.

Deixar com que as ideias saiam naturalmente e sem restrições ajuda o seu cérebro a manter uma linha de raciocínio. Ou seja, será muito mais fácil você pensar em uma solução inteira no final da sua sessão de brainstorming.

Não olhe as anotações das pessoas ao seu redor

Caso a sua sessão de brainstorming seja em grupo, dê um tempo para que cada um pense de forma independente do outro.

Durante este tempo, não olhe para as anotações das pessoas que estão à sua volta. Isso irá interromper o seu fluxo de ideias e você será influenciado, mesmo sem querer.

Entenda que a sua ideia pode não ser a melhor para aquele momento

Mesmo que você seja o dono do negócio, nem sempre a sua ideia será o melhor opção para solucionar um determinado problema e por isso não se prenda ao seu “poder hierárquico”.

Antes de qualquer coisa é preciso ter em mente que todos ali desejam chegar a melhor solução para ajudar o seu negócio a crescer, por isso é tão importante escolher bem o seu time de colaboradores.

Deixem as ideias no anonimato do criador

Às vezes involuntariamente acabamos deixando passar boas ideias por existir um pré-conceito. O que queremos dizer com isso?

Nem sempre o cargo mais alto da empresa terá a melhor ideia e isso também não significa que a pouca experiência de um estagiário vai prejudicar a criação de uma boa ideia.

E por isso uma estratégia pode ser deixar as ideias no anonimato. Primeiramente todo mundo escreve suas ideias no papel, sem citar quem foi que a escreveu.

Em seguida alguém será o porta voz e vai ler todas as ideias para gerar a discussão em grupo. Após escolherem a ideia mais votada, é revelado o criador dela.

Essa é uma forma de dar a mesma chance para todos do time. Mais uma vez reiteramos o principal objetivo do brainstorming é ajudar você e a sua equipe a chegarem em uma solução ideal para uma situação.

Resumindo

Se você tem o desejo de inovar e crescer o seu negócio, o brainstorming pode ser uma boa saída!

Ele é uma importante parte do processo criativo e por isso devemos dar atenção a essa técnica. Deixe sua mente fluir sem limitações e esteja preparado para lapidar a ideia que nascerá de um brainstorm, pois este é só o primeiro passo.

Agora você já sabe a melhor forma de aproveitar o momento de um brainstorming. Comece a fazer chover ideias e impulsione o sucesso do seu negócio!